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	<title>DNA Digital</title>
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	<description>Pensamentos sobre o novo profissional web e os desafios de comunicação na era do marketing digital.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 26 Apr 2011 19:27:54 +0000</lastBuildDate>
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		<title>LIVRO &#8211; Não Me Faça Pensar</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Apr 2011 15:15:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Spinardi</dc:creator>
				<category><![CDATA[biblioteca DNA]]></category>
		<category><![CDATA[acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura da informação]]></category>
		<category><![CDATA[interfaces]]></category>
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		<description><![CDATA[Mais do que uma abordagem de bom senso à usabilidade na web, Steve Krug também usou bom humor para desmistificar esse conceito e escrever um dos títulos mais conhecidos sobre o tema. Publicado antes do estourar da bolha, em 2000, e revisado cinco anos depois, o livro pratica o que prega, oferecendo um conteúdo enxuto, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2056" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-full wp-image-2056" title="capa-nao-me-faca-pensar" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/04/capa-nao-me-faca-pensar.jpg" alt="Não Me Faça Pensar, de Steve Krug." width="300" height="435" /><p class="wp-caption-text">Não Me Faça Pensar, de Steve Krug.</p></div>
<p>Mais do que uma abordagem de bom senso à usabilidade na web, Steve Krug também usou bom humor para desmistificar esse conceito e escrever um dos títulos mais conhecidos sobre o tema.</p>
<p>Publicado antes do estourar da bolha, em 2000, e revisado cinco anos depois, o livro pratica o que prega, oferecendo um conteúdo enxuto, didático e repleto de exemplos sobre as principais questões a respeito da usabilidade na web, admitindo que não existe uma verdade absoluta sobre a forma correta de projetar websites.</p>
<blockquote><p>&#8220;Projetar, criar e manter um ótimo website não é fácil. É como golfe: há várias formas de fazer com que a bola entre nos buracos e um milhão de formas de não consegui-lo. Qualquer pessoa que consiga fazer metade das coisas de forma correta tem minha admiração&#8221;.</p></blockquote>
<p>O título do livro deriva da recomendação de Krug sobre a principal regra que deve ser guardada na cabeça, que é não fazer os usuários pensarem. Cada dúvida ou pensamento, mesmo que simples, gera algum tipo de trabalho mental que pode distrair as pessoas da tarefa que estão tentando realizar. Dessa forma, a missão mais importante na hora de projetar um site é tentar eliminar perguntas como &#8220;Onde Estou?&#8221;, &#8220;Por Onde Começo?&#8221; e &#8220;Onde Colocaram tal coisa?&#8221;, de forma que seja possível navegar com fluidez, sem precisar pensar sobre cada passo a ser tomado.</p>
<p>No momento de construção do site, imagina-se que a pessoa estudará a página em cada detalhe para fazer a sua escolha, quando, na verdade, ela escaneia a tela em busca de pistas que a remetam ao seu objetivo. Os usuários também não fazem a melhor escolha, mas sim a primeira escolha razoável. Para as pessoas, não é importante aprender sobre o funcionamento de um site. Elas estão interessadas em atingir os objetivos. Se conseguem fazê-lo, ficam com ele.</p>
<p>Considerando o fato de que as pessoas escaneiam as páginas, sem analisá-las cuidadosamente, Krug sugere se preocupar com 5 detalhes importantes:</p>
<p><strong>01)</strong> Crie uma hierarquia visual clara;<br />
<strong>02)</strong> Tire proveito das convenções;<br />
<strong>03)</strong> Divida as páginas em áreas claramente definidas;<br />
<strong>04)</strong> Deixe óbvio o que pode ser clicado;<br />
<strong>05)</strong> Minimize a confusão.</p>
<p><strong><br />
Tudo a um clique?</strong><br />
Krug não acha indispensável que as informações estejam a um clique do usuário. Ele acredita que, independente dos sites serem largos (mais opções, menos cliques) ou profundos (menos opções, mais cliques), usuários não se incomodam com muitos cliques, desde que eles sintam estar no caminho certo. A proporção seriam mais ou menos a seguinte: &#8220;<em>3 cliques claros e sem ambiguidade equivalem a 1 que requeira raciocínio&#8221;</em>.</p>
<p>Para economizar o raciocínio do usuário, é recomendado que palavras desnecessárias sejam omitidas, evitando aquele papo bobo praticado por textos promocionais, introduções e instruções.</p>
<blockquote><p>&#8220;Apenas por estarem lá, todas essas palavras adicionais sugerem que você pode realmente precisar lê-las para entender o que está havendo, o que muitas vezes faz as páginas parecerem mais intimidantes do que realmente são&#8221;.</p></blockquote>
<p>Com os mecanismos de busca, muitas vezes o usuário cai direto em uma página interna, sem passar pela home ou por um fluxo de navegação que o permita entender onde ele está. Isso aumenta ainda mais a importância de esclarecer algumas questões como:</p>
<p><strong>01)</strong> Que site é esse?<br />
<strong>02)</strong> Que página dentro do site estou?<br />
<strong>03)</strong> Quais são as seções disponíveis?<br />
<strong>04)</strong> Onde estou no meio delas?<br />
<strong>05)</strong> Como posso realizar uma pesquisa?</p>
<p><strong><br />
Toda página inicial tem uma missão a cumprir</strong><br />
A página principal, como espaço mais cobiçado de um site, antes de atender a todas as áreas da empresa que querem garantir seu lugar nela, deve prezar por oferecer uma visão geral sobre o site, permitindo a compreensão do que se trata, o que está sendo oferecido, o que é possível fazer e por quê o usuário deveria estar aqui e não em outro lugar.</p>
<p>Um slogan e uma declaração introdutória são dois bons exemplos para dar indícios aos usuários. Mas é importante oferecer uma propaganda do conteúdo, expondo os recursos disponíveis, atalhos para os links mais requisitados, visibilidade para os negócios disponíveis e uma espaço reservado para registro (caso o site funcione com ele). Cumprindo isso, ainda há um outra questão que a home deve responder que é &#8220;onde eu começo?&#8221;, tentando deixar claro por onde a pessoa deve navegar (menu), onde ela deve ir para realizar uma pesquisa (campo de busca) e como é possível experimentar o que o site oferece de melhor (destaques). Muitas missões e só uma página. Tarefa desafiadora.</p>
<p><strong><br />
Testes de Usabilidade</strong><br />
O mito do usuário médio, segundo Steve Krug, é aquele conceito que as pessoas têm a respeito dos usuários, acreditando que estes têm comportamento padrão e, em sua maioria, costumam gostar de certas soluções. O autor desmente esse fato, recorrendo à experiência obtida, que o leva a crer que a variação de comportamento é tão grande que ele poderia dizer que cada usuário é único. Então, a solução para dissolver os embates existentes entre áreas que acreditam em padrões diferentes é o teste de usabilidade.</p>
<blockquote><p>&#8220;A questão é que não é produtivo fazer perguntas como &#8216;A maioria das pessoas gostam de menus pull down?&#8217;. O tipo certo de pergunta a fazer é &#8216;Esse menu pull down, com estes ítens e este palavreado, neste contexto, nesta página, cria uma boa experiência para a maioria das pessoas que usarão este site?&#8217;&#8221;.</p></blockquote>
<p>Mas Krug destaca a diferença entre testes de usabilidade e grupos de foco. Nos <strong>testes de usabilidade</strong>, mostra-se o site para um usuário de cada vez, que  é solicitado a realizar determinada tarefa, de forma que seja possível descobrir se o site funciona e como é possível melhorá-lo.</p>
<p>Nos <strong>grupos de foco</strong>, de 5 a 8 pessoas reagem a idéias e projetos que são mostrados a eles. São bons para identificar o desejo do público, o que sentem sobre aquilo e se a idéia do site faz sentido. Mas eles não são bons para descobrir se o site funciona. São mais adequados para os passos iniciais do projeto, pois revelam coisas que devem ser descobertas cedo.</p>
<p><strong>Algumas verdades sobre os testes de usabilidade:</strong></p>
<ul>
<li> <em>&#8220;Se você quiser um ótimo site, tem que testar&#8221;</em> (depois de um tempo trabalhando no site você já sabe demais para identificar as falhas que um novato conseguirá);</li>
<li><em>&#8220;Testar um usuário é 100% melhor do que não testar nenhum&#8221;</em> (até os piores testes com os piores usuários serão úteis);</li>
<li><em>&#8220;Testar um usuário no início do projeto é melhor do que testar 50 próximo ao final&#8221;</em> (testes não devem ser grandiosos, pois se o forem, não acontecerão cedo nem com a frequência suficiente para servir bem ao projeto).</li>
<li><em>&#8220;A importância de recrutar usuários representativos é superestimada&#8221;</em> (fazer o teste cedo ainda é mais importante do que ter os perfis exatos);</li>
<li><em>&#8220;A questão dos testes não é provar ou desaprovar algo. É informar seu julgamento&#8221;</em> (os testes devem ser somados à sua experiência, julgamento profissional e bom senso);</li>
<li><em>&#8221; Testar é um processo interativo&#8221;</em> (faz, conserta, repete, faz de novo);</li>
<li><em>&#8220;Nada é melhor do que a reação de um público ao vivo&#8221;</em> .</li>
</ul>
<p>Sobre testes de usabilidade, o autor faz questão de ressaltar a importância de fazê-lo simples, para que seja possível tirá-lo do papel e repetí-lo quantas vezes for necessária. Daí a recomendação de montar uma estrutura prática, que caiba no orçamento. Bastam uma sala, uma câmera, um computador e duas cadeiras.</p>
<p>O livro ainda oferece um modelo interessante de script para explicar aos usuários o que acontece em um teste de usabilidade, mostrando que o que está sendo testado é o site, e que não há problema em ele errar ou dizer o que pensa, uma vez que espera-se uma opinião honesta para efetivamente melhorar o projeto.</p>
<p><strong> </strong><br />
<strong>Concluindo&#8230;</strong><br />
Durante a leitura a gente percebe que o conteúdo é referente a uma outra época da internet. Isso fica evidente nos exemplos de sites e soluções que foram muito usados próximo ao período em que o livro foi escrito e, depois, revisado. No entanto, eu acredito que os conceitos apresentados por Steve Krug não perderam sua relevância. Pelo contrário. Com a evolução da internet e o surgimento de interfaces mais sociais, esses conceitos ganharam ainda mais importância, pois colaboram para a criação de telas e designs mais simples, funcionais e focados nos objetivos do usuário. De certa forma, o minimalismo que encontramos nas páginas do Facebook e Twitter e até em aplicativos da Apple, é resultado da necessidade cada vez maior de atender a um dos principais desejos dos usuários e que, de forma muito bem pensada, deu nome ao livro: &#8220;Não Me Faça Pensar&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>+ <a href="http://compare.buscape.com.br/nao-me-faca-pensar-2-edicao-steve-krug-8576082713.html?pos=1" target="_blank">Aprofunde a leitura e encontre o preço mais barato para comprar &#8220;Não Me Faça Pensar&#8221;, de Steve Krug</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>OBS: Assim como Jakob Nielsen, outro guru da usabilidade na web, Steve Krug também tem um site muito simples, com apelo visual duvidoso, que acaba levantando uma discussão. Para ter uma boa usabilidade, os sites precisam ser feios como o de Nielsen (<a href="http://www.useit.com" target="_blank">www.useit.com</a>) e de Krug (<a href="http://www.sensible.com" target="_blank">www.sensible.com</a>)? Esses sites são realmente fáceis de usar? Casa de ferreiro, espeto de pau?<br />
</em></p>
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		<title>Estudo revela como empresas internacionais se estruturam para as mídias sociais</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Mar 2011 15:14:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Spinardi</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
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		<description><![CDATA[Acabou de sair do forno um estudo da Useful Social Media (@usefulsocial), intitulado &#8220;The State of Corporate Social media in 2011&#8243;, que traz o resultado de uma pesquisa feita com mais de 100 funcionários de diversos níveis da hierarquia corporativa das principais empresas do mundo, de segmentos variados como finanças, eletrônicos, energia, automotivos, entre outros. Escrito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acabou de sair do forno um estudo da <a href="http://usefulsocialmedia.com/" target="_blank">Useful Social Media</a> (<a href="http://www.twitter.com/usefulsocial" target="_blank">@usefulsocial</a>), intitulado &#8220;The State of Corporate Social media in 2011&#8243;, que traz o resultado de uma pesquisa feita com mais de 100 funcionários de diversos níveis da hierarquia corporativa das principais empresas do mundo, de segmentos variados como finanças, eletrônicos, energia, automotivos, entre outros.</p>
<div id="attachment_2040" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-2040" title="useful-social-media" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/03/useful-social-media.jpg" alt="Estudo foi publicado pela Useful Social Media - http://usefulsocialmedia.com." width="400" height="284" /><p class="wp-caption-text">Estudo foi publicado pela Useful Social Media - http://usefulsocialmedia.com.</p></div>
<p>Escrito por Nick Johnson, fundador da Useful Social Media, o documento procura ajudar outras empresas a entender as tendências emergentes e métodos de sucesso para integrar as mídias sociais nas suas culturas corporativas.</p>
<p>Tive acesso ao documento através de um dos boletins eletrônicos que recebo da <a href="http://hootsuite.com/" target="_blank">Hootsuite</a>, ferramenta de administração de perfis nas redes sociais e parceira da Useful Social Media na produção do estudo. Você pode fazer o download de &#8220;<a href="http://usefulsocialmedia.com/stateofCSM" target="_blank">The State of Corporate Social Media in 2011</a>&#8221; aqui, como eu fiz, e ter acesso a um panorama de como grandes empresas estão integrando as questões das mídias sociais em suas estruturas e como estão previstos os investimentos para 2011.</p>
<div id="attachment_2041" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-2041" title="useful-nick-johnson" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/03/useful-nick-johnson.jpg" alt="&quot;The State of Corporate Social Media in 2011: Results from the first corporate social media survey&quot;, por Nick Johnson." width="400" height="284" /><p class="wp-caption-text">&quot;The State of Corporate Social Media in 2011: Results from the first corporate social media survey&quot;, por Nick Johnson.</p></div>
<p><strong><br />
Quem cuida e como é a estrutura?</strong><br />
Gerentes, executivos, diretores e vice-presidentes de empresas da Ásia, Europa, Estados Unidos, Reino Unido e outros lugares do mundo contaram como são pensadas as estruturas das empresas para lidar com as mídias sociais. As empresas costumam ter dúvidas em relação à utilização de uma equipe interna ou externa, e se esta equipe estaria situada exclusivamente em uma área ou espalhada pela companhia.</p>
<p>Segundo o estudo, um grupo de duas a três pessoas da equipe interna fica responsável por trabalhar diariamente, mas não exclusivamente, com as redes sociais, como parte das tarefas que desempenha. Essas pessoas costumam estar alocadas dentro do departamento de marketing ou espalhadas por diferentes setores, mas sem a criação de um departamento exclusivo para o assunto. O profissional de posição mais elevada que mais trabalha diretamente com mídias sociais são os gerentes, seguidos por diretores, executivos, CEO e, por último, vice-presidentes.</p>
<div id="attachment_2042" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-2042" title="useful-industries-from" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/03/useful-industries-from.jpg" alt="Gráfico mostra os segmentos das empresas entrevistadas para o estudo." width="400" height="284" /><p class="wp-caption-text">Gráfico mostra os segmentos das empresas entrevistadas para o estudo.</p></div>
<p><strong><br />
Investimento e mudanças para 2011</strong><br />
Para entender melhor como as mídias sociais estão sendo percebidas pelas empresas, o estudo buscou saber com os entrevistados sobre a parcela de investimento previsto na área. Dos entrevistados, 77% disse que os investimentos irão aumentar em 2011. No entanto, a média desse aumento fica em torno de 10%.</p>
<p>Além disso, o estudo reconhece que as mídias sociais têm se tornado parte importante das estratégias das companhias, mas, na maioria delas, somente para marketing e comunicação. A boa revelação é o significativo crescimento da utilização para atendimento ao consumidor, engajamento dos empregados e desenvolvimento de produtos, o que mostra um amadurecimento da questão dentro das corporações.</p>
<p><strong><br />
Métricas e assistência externa</strong><br />
O estudo não foge do assunto delicado e pergunta sobre a confiança das empresas na precisão com a qual medem suas ações de marketing nas redes sociais. Apenas 40% se sentem confiantes em relação à precisão, enquanto os outros 60% não se sentem seguros. O retorno sobre o investimento em marketing nas mídias sociais não é medido por 55% dos entrevistados. Particularmente, desconfio se os profissionais respondentes não teriam dito que medem o retorno só para não mostrar essa fragilidade, que me parece ser muito mais comum do que imaginamos.</p>
<p>Para manter a presença digital, 43% das empresas entrevistadas disseram pagar por suporte externo de agências ou consultorias. Apesar disso, a comunicação nas redes sociais é produzida por membros da equipe interna em 89% dos casos pesquisados, o que mostra que as empresas entenderam a importância do conteúdo veiculado e optaram por caminhar com as próprias pernas nesse quesito. Suponho que muito desse suporte externo contratado se dê através de serviços de design e monitoramento das mídias sociais disponíveis.</p>
<p><strong><br />
Empresas líderes</strong><br />
Por fim, a pesquisa pergunta quais empresas são vistas como líderes nas mídias sociais. A lista abaixa apresenta as 16 mais votadas e chama a atenção para o fato de que todas partencem ao segmento B2C. Segundo o estudo, isso acontece porque as ações de marketing nas redes sociais têm sido pensadas de forma massiva, ao invés de tentar atingir pequenos públicos-alvo. As empresas B2B ainda estão se esforçando para encontrar casos de sucesso e, por esta razão, não aparecem no ranking das citadas:</p>
<p>- Dell<br />
- Starbucks<br />
- For<br />
- Coca-Cola<br />
- Google<br />
- Apple<br />
- Best Buy<br />
- Comcast<br />
- General Motors<br />
- Intel<br />
- Kodak<br />
- Microsoft<br />
- Nike<br />
- P&amp;G<br />
- PepsiCo<br />
- Southwest Airlines</p>
<p>- <a href="http://usefulsocialmedia.com/stateofCSM?utm_source=Hootsuite&amp;utm_medium=Newsletter&amp;utm_campaign=USM" target="_blank">Preencha o formulário e faça o download do estudo em PDF</a>.</p>
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		<title>E se o Facebook fosse uma cidade?</title>
		<link>http://dnadigital.com.br/e-se-o-facebook-fosse-uma-cidade/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Feb 2011 10:03:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Mattoso</dc:creator>
				<category><![CDATA[atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>
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		<description><![CDATA[Adoro infográficos criativos e o blog Get Satisfation postou recentemente este mapa (veja em tamanho maior aqui) que revela as dimensões do Facebook através de uma ilustração bem legal. Não sei pq, mas me lembrou o mapa de Springfield, dos Simpsons&#8230; Via Alexandre Matias.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2022" class="wp-caption aligncenter" style="width: 346px"><a href="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/02/facebook-city.png"><img class="size-large wp-image-2022" title="facebook-city" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/02/facebook-city-336x1024.png" alt="" width="336" height="1024" /></a><p class="wp-caption-text">Onde você moraria?</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p>Adoro infográficos criativos e o blog <a href="http://blog.getsatisfaction.com/">Get Satisfation</a> postou recentemente este mapa (<a href="http://blog.getsatisfaction.com/2011/02/08/facebook-city/?view=socialstudies">veja em tamanho maior aqui</a>) que revela as dimensões do Facebook através de uma ilustração bem legal. Não sei pq, mas me lembrou o <a href="http://es.simpsons.wikia.com/wiki/Springfield">mapa de Springfield</a>, dos Simpsons&#8230;</p>
<p>Via <a href="http://blogs.estadao.com.br/alexandre-matias/">Alexandre Matias</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>User Experience Designer [vídeo]</title>
		<link>http://dnadigital.com.br/user-experience-designer-video/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 Feb 2011 21:57:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Mattoso</dc:creator>
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		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[experience designer]]></category>
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		<category><![CDATA[vídeo]]></category>

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		<description><![CDATA[Videozinho muito bacana que explica o que é esta bendita (!?) profissão com bom humor e qualidade na animação. Via Grupo Sal.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/19131028" width="580" height="326" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Videozinho muito bacana que explica o que é esta bendita (!?) profissão com bom humor e qualidade na animação.</p>
<p>Via <a href="http://www.gruposal.com.br/site/blog/">Grupo Sal</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>WeTransfer &#8211; Envie arquivos num espaço minimalista</title>
		<link>http://dnadigital.com.br/wetransfer-envie-arquivos-num-espaco-minimalista/</link>
		<comments>http://dnadigital.com.br/wetransfer-envie-arquivos-num-espaco-minimalista/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 09 Feb 2011 02:21:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Mattoso</dc:creator>
				<category><![CDATA[atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>

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		<description><![CDATA[O WeTransfer é uma versão moderninha dos super úteis sites de transferências de arquivo, tipo YouSendIt ou MediaFire. Conheci o serviço há pouco tempo e resolvi testar para ver o que ele oferece além das belíssimas imagens de fundo e do layout minimalista. O que me chamou a atenção, de cara, é que ele não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_1999" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/02/gk-wetransfer_envio01-e1297217057777.jpg"><img class="size-full wp-image-1999" title="gk-wetransfer_envio01" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/02/gk-wetransfer_envio01-e1297217057777.jpg" alt="" width="400" height="194" /></a><p class="wp-caption-text">Transfira seus arquivos de um jeito mais chique</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p>O <a href="http://www.wetransfer.com/">WeTransfer</a> é uma versão moderninha dos super úteis sites de transferências de arquivo, tipo <a href="http://www.yousendit.com">YouSendIt</a> ou <a href="http://www.mediafire.com">MediaFire</a>. Conheci o serviço há pouco tempo e resolvi testar para ver o que ele oferece além das belíssimas imagens de fundo e do layout minimalista.</p>
<p>O que me chamou a atenção, de cara, é que ele não exige cadastro. Um ganho e tanto de tempo para o fornecedor que está no desespero de enviar um documento para o cliente. O processo de envio é simples (disponível em português) e os docs que devem ter, no máximo, 2GB de tamanho, ficam disponíveis para download durante duas semanas.</p>
<p>Outro ponto que chama muito a atenção são as imagens de fundo que se alternam e revelam fotos bem bacanas e ilustrações no mesmo nível. Neste contexto, estão alguns anúncios publicitários, nada invasivos e totalmente inseridos na proposta do site. Achei um golaço.</p>
<p>Quem recebe o e-mail com o link para download também dá de cara com um layout enxuto e clean, mas se eu fosse o pessoal do site, pra dinamizar na velocidade, radicalizaria ainda mais, colocando só um txt com o link e pronto. No mais, recomendo, sim, o WeTransfer, pelo menos enquanto ele ainda não está bombado, funcionando 100%.</p>
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		<title>19 Boas Práticas em Mídias Sociais [vídeo]</title>
		<link>http://dnadigital.com.br/19-boas-praticas-em-midias-sociais-video/</link>
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		<pubDate>Mon, 31 Jan 2011 11:31:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Mattoso</dc:creator>
				<category><![CDATA[atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
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		<description><![CDATA[Confiram o vídeo elaborado por Mark Smiciklas, compilando 19 boas práticas em mídias sociais em aproximadamente: E você, acha que alguma boa prática ficou de fora? Diga aí! Via: YouTube do Mark.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Confiram o vídeo elaborado por <a href="http://twitter.com/intersection1">Mark Smiciklas</a>, compilando 19 boas práticas em mídias sociais em aproximadamente:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="580" height="460" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/iqaFuAsTjjo?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="580" height="460" src="http://www.youtube.com/v/iqaFuAsTjjo?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>E você, acha que alguma boa prática ficou de fora? Diga aí!</p>
<p>Via: <a href="http://www.youtube.com/user/msmiciklas">YouTube do Mark</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>IV Fórum ABA Petrobras de Comunicação Digital 2011 &#8211; Parte 02 de 02</title>
		<link>http://dnadigital.com.br/iv-forum-aba-petrobras-de-comunicacao-digital-2011-parte-02-de-02/</link>
		<comments>http://dnadigital.com.br/iv-forum-aba-petrobras-de-comunicacao-digital-2011-parte-02-de-02/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 28 Jan 2011 19:44:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Spinardi</dc:creator>
				<category><![CDATA[campanhas]]></category>
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		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
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		<description><![CDATA[Na segunda etapa do fórum, a platéia sofreu uma pequena baixa após o almoço, mas o auditório ainda assim seguiu cheio para assistir ao módulo &#8220;Reinventando a Comunicação&#8221;, que visava abordar novas disciplinas e questões relacionadas aos mecanismos de busca e às tecnologias mobile. + Confira a parte 01 de 02 da cobertura do IV [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na segunda etapa do fórum, a platéia sofreu uma pequena baixa após o almoço, mas o auditório ainda assim seguiu cheio para assistir ao módulo &#8220;Reinventando a Comunicação&#8221;, que visava abordar novas disciplinas e questões relacionadas aos mecanismos de busca e às tecnologias mobile.</p>
<p>+ <a href="http://dnadigital.com.br/iv-forum-aba-petrobras-de-comunicacao-digital-2011-parte-01-de-02/" target="_blank">Confira a parte 01 de 02 da cobertura do IV Fórum Aba Petrobras</a></p>
<div id="attachment_1973" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-1973" title="foruym-aba-auditori-cheio-tarde" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/01/foruym-aba-auditori-cheio-tarde.jpg" alt="Público se manteve presente na parte da tarde, no belo auditório da Universidade Petrobras." width="400" height="284" /><p class="wp-caption-text">Público se manteve presente na parte da tarde, no belo auditório da Universidade Petrobras.</p></div>
<p><strong><br />
Tornando sua marca encontrável</strong><br />
Para falar sobre o primeiro assunto, <strong>Alexandre Kavinski, Sócio-diretor da iCherry</strong>, assumiu a palavra apresentando o conceito de links patrocinados e o modelo de leilão na compra de palavras-chave, destacando o excelente ROI que esse tipo de anúncio oferece.</p>
<p>Kavinski destacou a importância da presença e do alcance dos links patrocinados, já que aparecem nos resultados das ferramentas de busca, que são portas de entrada tanto para usuários novatos quanto avançados. </p>
<p>Um slide interessante mostrava um comparativo de valor de palavras-chave no mercado brasileiro e no norte-americano, para exemplificar o quanto esse recurso ainda pode ser explorado no Brasil. Como há menos competição, as palavras são muito mais baratas de se comprar no mercado brasileiro. Além disso, as marcas que aparecem nos resultados das buscas são percebidas pelos consumidores como líderes de mercado por 36% das pessoas.</p>
<p>Apesar de se aprofundar um pouco no tecniquês, Kavinski mostrou como as ferramentas podem ser usadas de forma estratégica para compreender as nuances do mercado. Através de ferramentas do Google como o <a href="http://www.google.com/insights/search" target="_blank">Insight for Search</a>, onde é possível acompanhar gráficos com números de buscas feitas por uma palavra-chave em determinado período, Kavinski citou o exemplo da palavra &#8220;jóias&#8221;, cujas buscas relacionadas também faziam referência às palavras &#8220;jóias indianas&#8221;. A justificativa era o sucesso da novela &#8220;Caminho das Índias&#8221;. Mas o apresentador disse que os camelôs da 25 de Março souberam aproveitar melhor isso do que as lojas de jóias, que não disponibilizavam na vitrine dos seus sites nenhum destaque do gênero na época, desperdiçando a oportunidade de ser a resposta para as perguntas que essas pessoas faziam nas buscas.</p>
<p>Para finalizar, Kavinski também alertou para a oportunidade de benchmarking que as buscas permitem, através de um acompanhamento minucioso das ações da concorrência e ressaltou que o universo das buscas ainda vai se desenvolver muito, de formas que ainda não somos capazes de imaginar. É esperar pra ver. E garantir o nosso nome naquela página tão sagrada de resultados.</p>
<div id="attachment_1974" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-1974" title="forum-aba-mobile" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/01/forum-aba-mobile.jpg" alt="Eduardo Maluf apresentou questões interessantes sobre sites mobile e aplicativos, mas o final despencou pro jabá." width="400" height="284" /><p class="wp-caption-text">Eduardo Maluf apresentou questões interessantes sobre sites mobile e aplicativos, mas o final despencou pro jabá.</p></div>
<p><strong><br />
Site Móvel x Aplicativos &#8211; Uma questão de estratégia</strong><br />
Em seguida, a palavra ficou com <strong>Edison Maluf, Diretor Executivo da Hands Awesome Mobile</strong>, que abordou a complexidade de se fazer sites e/ou aplicativos para Mobile, por conta dos diversos formatos de tela e sistemas existentes. Segundo ele, essa variedadade surgiu porque os fabricantes viram na AppStore um excelente modelo de negócio e todos quiseram ter o seu próprio esquema e sua própria loja, através de sistemas fechados.</p>
<p>Maluf também apresentou um excelente comparativo das características entre sites mobile e aplicativos que, de forma resumida, resultou no seguinte raio-x:</p>
<p style="text-align: center;">Sites mobile são acessados  <strong>X</strong> Aplicativos são baixados<br />
O endereço web já é conhecido  <strong>X </strong> É preciso procurar na loja virtual<br />
Promoção contínua e simples  <strong>X </strong> Divulgação intensa para que não fique esquecido na loja<br />
Atualização feita no servidor  <strong>X </strong> Upgrade do software e posterior download<br />
Site em miniatura  <strong>X </strong> Novo aprendizado contextualizado<br />
Acessado de qualquer sistema operacional  <strong>X </strong> Plataformas específicas<br />
Restrição de limitação do celular  <strong>X </strong> Explora os recursos do sistema operacional<br />
Cara de site  <strong>X </strong> Recursos originais do próprio celular<br />
Adicionado como favorito no browser  <strong>X</strong> Adicionado à lista de destaque para acesso<br />
Seguro com alguma vulnerabilidade  <strong>X</strong> Software fechado e seguro</p>
<p style="text-align: left;">Edison Maluf ainda nos contou que o número de usuários que usavam celular para acessar a internet cresceu de 13% para 85% após o advento do iPhone e iPod. A cultura e a propaganda dessas maravilhas tecnológicas teriam despertado no público o hábito e a vontade de se conectar através dos seus celulares, mesmo os de gerações anteriores.</p>
<p style="text-align: left;">A partir daí a apresentação descambou pro jabá e Maluf apresentou um dúzia de cases de sua empresa, de forma superficial, que deu uma dispersada na galera, pouco antes da hora do coffee break.</p>
<div id="attachment_1975" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-1975" title="forum-aba-whatever" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/01/forum-aba-whatever.jpg" alt="Debate irreverente e conceitos surreais com a turma da MISSA." width="400" height="284" /><p class="wp-caption-text">Debate irreverente e conceitos surreais com a turma da MISSA.</p></div>
<p><strong><br />
Painel: A Missa e suas idéias sobre os novos caminhos da comunicação.</strong><br />
Chegou a hora de assistir ao debate que eu mais esperava. Na verdade, essa expectativa só se justificava porque eu gostaria de entender o que passa na cabeça de pessoas que se denominam <strong>Diretores de Whatever, como é o caso do Felipe Anghinoni e Tiago Mattos</strong>, ambos da Perestroika. </p>
<p>A mesa também era composta por <strong>Yentl Delanhesi, Concept da CUBOCC;</strong> <strong>Mauro Silva, Diretor de Criação da LiveAD</strong>; e <strong>André Passamani, CoCEO da Colmeia</strong>. O que vi foi uma desconstrução de conceitos, entre eles, o de modelos atuais de agências.</p>
<p>Felipe Anghioni iniciou a primeira parte da apresentação explicando que <a href="http://www.amissa.com.br/?c=home&amp;m=presentation&amp;code=000000" target="_blank">A MISSA</a> foi um curso que juntou as 4 empresas citadas acima para abrirem suas tecnologias e modelos de produção de forma a compartilharem, em detalhe, como os cases foram feitos, no melhor estilo open source. As aulas foram divididas em 4 pilares e 50 horas, que seriam resumidas a partir daquele momento na próxima uma hora e meia de apresentações.</p>
<p>Mauro Silva então se lavantou da mesa e assumiu a posição de destaque para falar do tema <strong>Riqueza Social</strong>. O foco foi o conceito de moeda social existente entre as marcas e seus seguidores, que pode ser convertida em gratidão ou vingança, de acordo com o reflexo de reciprocidade. Segundo Mauro, reflexo de reciprocidade é o que pessoas e animais fazem aos outros com a expectativa velada de que o mesmo seja feito a eles. Seria uma troca de gratidão, como a gente pode ver nas atitudes dos usuário do &#8220;peer to peer&#8221; e do &#8220;pay with a tweet&#8221;. </p>
<p>Todo esse papo meio sociológico serviu para explicar o grande desafio que as marcas tem em suas ações de comunicação, que para gerar engajamento, agora devem doar algo único e útil para a vida das pessoas. E nem sempre é o produto. Logo o retorno virá na mesma moeda. Se for algo bom, gera paixão. Se for algo nocivo, vingança.</p>
<p>Yentl Delanhesi ganhou os holofotes e se dedicou a explicar a questão do <strong>Whatever</strong> que possivelmente devia intrigar muita gente na platéia. Os argumentos vieram em forma de desconstrução. A moça de cabelo raspado, com franjas e mullets, disse que os briefings dos clientes muitas vezes chegam maiores do que os serviços ofertados pelas agências. E para atender essa demanda é preciso fugir dos pacotes pré-estabelecidos e desobrir um caso para cada caso, trabalhando mais próximo do cliente, entendendo de forma consistente o que deve ser o sucesso da campanha, viabilizando uma &#8220;liquidez de comunicação&#8221; que possa se encaixar num &#8220;copo, caneca ou balde vazio&#8221;. </p>
<p>Yentl fez questão de ressaltar que os consumidores são muito mais críticos e que os diálogos precisam ser mais interessantes, defendendo que a imposição da comunicação top-down já não tem mais a mesma potência de tempos atrás.</p>
<p>Por fim, falou sobre S-CRM, que seria a unificação do&#8221; social&#8221; com o banco de dados, cujo trabalho bem feito proporcionaria ações mais agradáveis, interessantes e oportunas. Benefício para marcas e consumidores.</p>
<p>A penúltima palestra do dia ficou a cargo de André Passamani, que abordou o tema <strong>Agnosticismo</strong> (&#8220;um pouco de metafísica de botequim&#8221;), para ressaltar a importância de não saber as coisas e ser conflitado por opiniões diferentes. O tema reforçava a questão do whatever, uma vez que o intuito é reconhecer que não há uma resposta milagrosa para todas as perguntas, e que as situações de desconforto é que propõem desafios que te obrigam a buscar um caminho diferente. Me pareceu mais curtinha, mas teve espaço para cases do Santander, Greenpeace e Petrobras.</p>
<p>Para finalizar, Tiago Mattos deixou sua postura mais comportada na mesa e iniciou sua palestra bastante animado, ajudando os sobreviventes da maratona de apresentações a aguentarem a reta final. E não foi nenhum sacrifício. Para falar de engajamento, Tiago abordou o tema <strong>Causabilidade</strong>, buscando refletir sobre o sentimento que faz as pessoas se unirem para um flash mob, criarem vídeos e tatuarem as marcas. Por trás desse impulso, deve existir alguma moral, um sentido ou uma causa. Para Tiago, as marcas que conseguirem liderar causas, conseguirão fazer com que seus consumidores orbitem em torndo de sua campanha, produto ou serviço, conquistando o tão falado engajamento. Isto porque as pessoas não são tocadas por posturas chapa-branca. Ele acredita que se posicionar, escolher um lado, fará com que muitas pessoas se aproximem da marca. As pessoas que ficarão do outro lado, somente uma pequena parcela se incomodará. </p>
<p>Foi engraçado ouvi-lo dizer que as pessoas não entram na comunidade &#8220;Sou Eclético&#8221;. Ou são do rock, ou são do reggae, ou do axé&#8230; O figura colocou um vídeo e disse que sua vida e seu modo de pensar mudaram após assistí-lo. É um modo de pensar às avessas, realmente interessante. Mas achei o &#8220;changed life&#8221; um pouco exagerado. Tirem suas própria conclusões:</p>
<p><object width="446" height="326"><param name="movie" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf"></param><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always"/><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="bgColor" value="#ffffff"></param><param name="flashvars" value="vu=http://video.ted.com/talks/dynamic/SimonSinek_2009X-medium.flv&#038;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/SimonSinek-2009X.embed_thumbnail.jpg&#038;vw=432&#038;vh=240&#038;ap=0&#038;ti=848&#038;introDuration=15330&#038;adDuration=4000&#038;postAdDuration=830&#038;adKeys=talk=simon_sinek_how_great_leaders_inspire_action;year=2009;theme=a_taste_of_tedx;theme=not_business_as_usual;theme=new_on_ted_com;theme=unconventional_explanations;event=TEDxPuget+Sound+;&#038;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;" /><embed src="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" pluginspace="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" bgColor="#ffffff" width="446" height="326" allowFullScreen="true" allowScriptAccess="always" flashvars="vu=http://video.ted.com/talks/dynamic/SimonSinek_2009X-medium.flv&#038;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/SimonSinek-2009X.embed_thumbnail.jpg&#038;vw=432&#038;vh=240&#038;ap=0&#038;ti=848&#038;introDuration=15330&#038;adDuration=4000&#038;postAdDuration=830&#038;adKeys=talk=simon_sinek_how_great_leaders_inspire_action;year=2009;theme=a_taste_of_tedx;theme=not_business_as_usual;theme=new_on_ted_com;theme=unconventional_explanations;event=TEDxPuget+Sound+;"></embed></object></p>
<p>Felipe Anghinoni retomou a palavra para encerrar o evento, mas chamou a atenção para a velocidade com que as coisas mudam, dizendo que acredita muito em tudo o que foi apresentado ali, mas que daqui há 3 meses esses conceitos já podem ter se alterado. E é preciso que as marcas e comunicadores consigam mudar junto e aproveitarem o que surgir de diferente na dinâmica da comunicação.</p>
<p><strong><br />
Enfim, o fim &#8211; Resumo do evento</strong><br />
O destaque do dia ficou mesmo com a galera da Missa, que entre conceitos e surrealismo, sem dúvida fez a platéia refletir sobre os desafios e trabalhos que os profissionais de comunicação devem enfrentar. </p>
<p>O evento te deixa cansado. Ser platéia também não é fácil. Mas o auditório da Universidade Petrobras é confortável e a estrutura do evento, que incluía dois coffe breaks ao longo do dia, ajudou a recarregar as energias.  A apresentação da Nestlé, por ser uma empresa de grande porte e um case de grande investimento, deixou muito a desejar, sendo o mico do evento. </p>
<p>Também acho extremamente caro o valor de R$ 750,00 cobrado pelo evento. Segundo e-mail de divulgação, associados da ABA, ABP, AMPRO RJ, ABAP RJ, Grupo de Mídia RJ, que têm desconto, pagam R$ 550,00. O valor mais barato é para estudantes de graduação: R$ 350,00. Consegui um convite, sou muito grato e acho o evento realmente interessante. Mas não pagaria valores como esse para estar presente.</p>
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		<title>IV Fórum ABA Petrobras de Comunicação Digital 2011 &#8211; Parte 01 de 02</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Jan 2011 02:43:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Spinardi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estive hoje no Fórum Internacional ABA Petrobras de Comunicação Digital, que acontece no Rio de Janeiro pelo quarto ano, desta vez no auditório da Universidade Petrobras, na Cidade Nova, onde foram discutidos os novos aspectos da comunicação e suas consequências para as marcas, agências e consumidores. O que se viu nesse panorama repleto de palestras [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estive hoje no Fórum Internacional ABA Petrobras de Comunicação Digital, que acontece no Rio de Janeiro pelo quarto ano, desta vez no auditório da Universidade Petrobras, na Cidade Nova, onde foram discutidos os novos aspectos da comunicação e suas consequências para as marcas, agências e consumidores.</p>
<p>O que se viu nesse panorama repleto de palestras e debates, que durou das 8h30 até as 18h30, foi um contraste de apresentações que ora beiravam o jabá, ora o surrealismo, mas sempre com bons cases que apresentavam diversos caminhos através dos quais as marcas podem se aproximar do consumidor, viabilizando o tão falado engajamento.</p>
<div id="attachment_1954" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-1954" title="logo-forum-aba-petrobras" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/01/logo-forum-aba-petrobras.jpg" alt="IV Fórum Internacional ABA Petrobras de Comunicação Digital " width="400" height="284" /><p class="wp-caption-text">IV Fórum Internacional ABA Petrobras de Comunicação Digital </p></div>
<p><strong><br />
Início morno</strong><br />
Após a introdução do presidente da ABA Rio e de uma breve palavra de um representante da Petrobras, <strong>Daniella Monteiro</strong> assumiu o microfone para apresentar o case &#8220;<a href="http://www2.galeranimal.com.br/index.html#/home" target="_blank">Galera Animal</a>&#8220;. Especialista em Comunicação Digital da Nestlé do Brasil, Daniella passou dois filmes a respeito da campanha, que, com temática infantil, visava abordar valores de sustentabilidade como reciclagem, uso inteligente da água e reaproveitamento de alimentos. O &#8220;Galera Animal&#8221; foi uma série de comerciais, protagonizada por animais de pelúcia &#8220;fofinhos&#8221;, exibida nos intervalos da novela Passione, que ganhou continuação na web através de uma comunidade, com jogos e criação de personagens.</p>
<p><object style="height: 390px; width: 640px"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/5iDBimgFZvA?version=3"><param name="allowFullScreen" value="true"><param name="allowScriptAccess" value="always"><embed src="http://www.youtube.com/v/5iDBimgFZvA?version=3" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="640" height="390"></object></p>
<p>O tema parecia que ia dar pano pra manga, pelo fato de carregar a marca através de uma história. No entanto, talvez pelo fato de estar com o horário apertado, a apresentação foi curtíssima e o debate não rendeu nada. Perguntas interessantes ficaram com respostas vazias. Uma delas questionava a dificuldade de aprovar internamente a campanha, já que a série animada exigiu um investimento pesado (ela não pode falar quanto), mas trabalhou a marca de forma indireta e sutil, muito diferente da visão tradicional corporativa. Os executivos teriam aprovado facilmente? Daniella disse que sim, devido aos valores de sustentabilidade embutidos na história. Outra questionava o porquê da campanha ter sido inserida nos intervalos de Passione, uma vez que a temática era infantil. A apresentadora disse que apesar da temática, era um história para ser curtida com a família inteira, mas que os capítulos também eram reprisados na TV Globinho do dia seguinte. Início bem morno e superficial.</p>
<div id="attachment_1955" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-1955" title="forum-aba-debate-manha" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/01/forum-aba-debate-manha.jpg" alt="Palestrantes da manhã debatem: Maurício Mota, Marina Mizumoto e Léo Sá." width="400" height="284" /><p class="wp-caption-text">Palestrantes da manhã debatem: Maurício Mota, Marina Mizumoto e Léo Sá.</p></div>
<p><strong><br />
Procter &#038; Gamble e 2 cases excelentes</strong><br />
Felizes ou não com a resposta, o debate se encerrou, Daniella chegou a ficar um tempinho na mesa dos palestrantes, mas logo se levantou e seguiu para o compromisso que a aguardava. O espaço então ficou disponível para <strong>Marina Mizumoto, Gerente de comunicação da P&amp;G do Brasil</strong>, apresentar dois excelentes cases da companhia.</p>
<p>O primeiro abordou o processo de entrada no mercado do sabão líquido para lavar roupas da marca Ariel. Lavar roupas com sabão líquido já é costume em países como Estados Unidos, Espanha e Itália. O desafio no mercado brasileiro era provocar uma mudança de hábito, proporcionar o conhecimento e estimular a experimentação. Mas como falar de lavar roupas no mundo digital?</p>
<p>A sacada foi perceber que as pessoas estão acostumadas a &#8220;lavar roupa suja&#8221; nas redes sociais e, com esse gancho definido, ficou a cargo de Fernanda Torres a webserie que aborda temas como &#8220;Passando a Limpo&#8221;, &#8220;Relacionamento Sem Manchas&#8221;, &#8220;Deu Branco&#8221;, entre outras, bem ao estilo &#8220;Os Normais&#8221; que já conhecemos.</p>
<p>Com textos de Fernanda Young, a webserie foi publicada no YouTube e embutida na <a href="http://www.facebook.com/descubraariel" target="_blank">fan page do Facebook</a>, que contém os aplicativos Lavador de Roupa Suja (que gera aqueles ppts piegas com musiquinhas para as pessoas pedirem desculpas umas às outras) e Tanquinho. Além disso, a fan page permitia que as pessoas solicitassem amostras do produto, que chegaram a 15.000 embalagens de 400 ml enviadas para a casa dos consumidores. </p>
<p>A divulgação foi amparada por campanhas em portais, sites verticais, blogs, links patrocinados, além de ações no Twitter e Orkut, que ajudaram à página do Facebook a se tornar a 6a maior do Brasil com mais de 33 mil membros. Curta um pouquinho da Fernanda Torres arrebentando:</p>
<p><iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="640" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/5dSqGuDkMbA" frameborder="0" allowFullScreen></iframe></p>
<p>O outro case é internacional e ficou muito conhecido. Trata-se da revitalização da marca de sabonete líquido Old Spice, que era visto pelos consumidores como marca ultrapassada, com poucas fragrâncias e que lembrava o avô das pessoas. Com uma temática bem-humorada e o lema &#8220;Smells Like a Man&#8221;, o filme ficou famoso por ter sido feito sem cortes de edição e o personagem Old Spice Guy ganhou vida, chegando a estar presente em programas de auditório norte-americanos. Também foram gravados mais de 180 vídeos com o Old Spice Guy, que respondia aos tweets de usuários, inclusive a um do ator Ashton Kutcher, na época com 1,2 milhões de seguidores. Até pedido de casamento o Old Spice Guy fez atendendo à solicitação de um consumidor através do Twitter. Achei demais o desenrolar dessa história!</p>
<p>Com a febre do personagem, diversos vídeos produzidos pelos consumidores começaram a brotar no YouTube. Crianças imitaram, sósias apareceram, usuários fizeram paródias. Para se ter uma idéia do sucesso, nas primeiras 24 horas, o vídeo foi mais visto do que o discurso do Obama quando venceu as eleições, também nas primeiras 24 horas.</p>
<p><iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="640" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/owGykVbfgUE" frameborder="0" allowFullScreen></iframe></p>
<p><strong><br />
Storytelling e o caminho sem volta da comunicação digital</strong><br />
Figurinha carimbada dos eventos anteriores, o mediador <strong>Maurício Mota, Chief Storytelling Officer e Co-fundador da The Alchemists</strong>, assumiu o microfone para apresentar a empresa e revisitar os questionamentos que rondavam o tema do transmedia storytelling nos anos anteriores. Falou sobre a importância de contra histórias para auxiliar o engajamento dos consumidores com as marcas e abordou a relevância do conceito de fã, ressaltando a questão emocional que envolve essa relação, mas sem trazer nada de muito novo em relação às palestras anteriores.</p>
<p>Maurício é um bom apresentador, fala bem e me parece desempenhar um papel de elo entre/com a Petrobras e o MIT (Massachusetts Institute of Technology) e já conseguiu trazer diversos feras do mercado internacional como Henry Jenkins (A Cultura da Convergência) e Jeff Gomez (Avatar) para palestrar por aqui. Esse ano não foi diferente.</p>
<p><strong><br />
Nem on, nem off: Quando todas as agências deveriam ser digitais.</strong><br />
O convidado gringo da vez foi <strong>Winston Binch, Sócio- Diretor da CPB Group</strong>, sediada no Colorado, EUA, que veio para tentar elucidar questões persistentes sobre a divisão de agências em on e offline. Logo após o coffee break matinal, ele apresentou a empresa, citou alguns clientes e destacou a importância de uma equipe multidisciplinar para produzir soluções criativas. Ele acredita que o profissional de TI não pode ficar de fora da conversa costumeira entre clientes, redatores e criativos, pois este possui uma visão complementar a dos outros participantes que não pode ser dispensada nem na fase de brainstorm dos projetos.</p>
<div id="attachment_1956" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-1956" title="forum-aba-winston-binch" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/01/forum-aba-winston-binch.jpg" alt="Winston Binch comenta as atitudes que fizeram com que a empresa se tornasse durante essa década a agência mais inovadora do mundo." width="400" height="284" /><p class="wp-caption-text">Winston Binch comenta as atitudes que fizeram com que a empresa se tornasse durante essa década a agência mais inovadora do mundo.</p></div>
<p>Para Winston, a briga entre on e off é desnecessária e já deveria estar amadurecida no mercado, uma vez que é de conhecimentos que ambas são baseadas nos mesmos princípios de marketing e estes não mudam. Ele demonstrou os cases da Domino&#8217;s Pizza, com a campanha &#8220;<a href="http://www.pizzaturnaround.com/" target="_blank">Oh Yes We Did</a>&#8220;, de 2010, que reconhecia o sabor ruim e os aspectos negativos da pizza em comerciais de TV e propunha uma mudança radical no modo de fazê-la. <a href="http://exame.abril.com.br/revista-exame/edicoes/0963/marketing/noticias/reclamacao-acabou-pizza-536632" target="_blank">Saiu aqui na Exame de março de 2010</a>. Também mostrou cases da <a href="http://creativity-online.com/work/bolthouse-farms-baby-carrot-rebrand/21117" target="_blank">Baby Carrots</a> e do <a href="http://creativity-online.com/work/burger-king-the-truth-about-tony/17654" target="_blank">Burguer King</a>.</p>
<p>O gringo ainda recomendou que tudo seja feito pensando no social e que as conversas sejam transportadas através de histórias para dentro de jogos. Para finalizar, mostrou a importância de contadores de histórias criativos, justificando que pessoas com grandes idéias são mais difíceis de encontrar do que as grandes tecnologias para realizá-las.</p>
<div id="attachment_1965" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/01/forum-aba-auditorio-cheio-manha.jpg" alt="Auditório da Universidade Petrobras lotado na parte da manhã." title="forum-aba-auditorio-cheio-manha" width="400" height="284" class="size-full wp-image-1965" /><p class="wp-caption-text">Auditório da Universidade Petrobras lotado na parte da manhã.</p></div>
<p><strong><br />
Intervalo</strong><br />
Fim da primeira parte do fórum e hora do almoço. Como o post já está ficando grande e periga você não ler tudo, vou dividí-lo em dois e a segunda parte vem amanhã, ok? Mas não deixe de ler se você quiser entender o que é o cargo de Diretor de Whatever e o conceito por trás que a turma da tarde apresentou. Continua&#8230;</p>
<p>+ <a href="http://dnadigital.com.br/iv-forum-aba-petrobras-de-comunicacao-digital-2011-parte-02-de-02/">Confira a parte 02 de 02 do IV Fórum ABA Petrobras</a></p>
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		<title>Faber Castell faz a festa no Facebook</title>
		<link>http://dnadigital.com.br/faber-castell-faz-a-festa-no-facebook/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 Jan 2011 03:05:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Mattoso</dc:creator>
				<category><![CDATA[atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[campanhas]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>

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		<description><![CDATA[Me parece que a Faber-Castell está entrando de sola com aplicativos para Facebook. A tradicionalíssima empresa &#8211; que já me deu muitas alegrias na infância (não é jabá!) &#8211; lançou recentemente três aplicativos com foco no público do Facebook: Minhas Metas Eu, que me amarro em listas, achei o Minhas Metas o mais legal. Trata-se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1925" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/01/Captura-de-tela-2011-01-26-às-00.44.42.png"><img class="size-full wp-image-1925   " title="Captura de tela 2011-01-26 às 00.44.42" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/01/Captura-de-tela-2011-01-26-às-00.44.42.png" alt="" width="400" height="284" /></a><p class="wp-caption-text">Tem que ter coragem para compartilhar sua lista!</p></div>
<p>Me parece que a <a href="http://fabercastell.com.br/">Faber-Castell</a> <a href="http://fabercastellapps.com.br/">está entrando de sola com aplicativos para Facebook</a>. A tradicionalíssima empresa &#8211; que já me deu muitas alegrias na infância (não é jabá!) &#8211; lançou recentemente três aplicativos com foco no público do <a href="http://www.facebook.com">Facebook</a>:</p>
<p><strong>Minhas Metas</strong><br />
Eu, que me amarro em listas, achei o <a href="http://apps.facebook.com/minhas-metas/">Minhas Metas</a> o mais legal. Trata-se de um &#8220;to-do&#8221; que tem o objetivo de nos ajudar a cumprir metas e resoluções para o ano novo (ainda dá tempo de fazer sua lista). As metas são divididas em “Lazer”, “Saúde”, “Relacionamento” e “Profissão e Estudo”. Em cada categoria rolam sugestões, mas vc tb pode criar as suas pessoais.</p>
<p><strong>Risque Rabisque</strong><br />
O <a href="http://apps.facebook.com/risquerabisque/">Risque Rabisque</a> me fez lembrar muito de longe o famigerado Paint Brush e vai divertir a molecada, permitindo criar desenhos com o mouse simulando o lápis e publicando no seu perfil depois de pronto.</p>
<p><strong>Quiz Faber Castell</strong><br />
Neste <a href="http://apps.facebook.com/quiz-faber-castell/">Quiz</a> você responde perguntas sobre o &#8220;Ecolápis&#8221; e pode desafiar seus amigos. A empresa vai lançar em breve um checklist para o Facebook.</p>
<p>+ E para matar a saudade dos mais crescidinhos, vai um clássico que encantou a criançada no início dos anos 80:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="580" height="460" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/LP55uXmyN7A?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="580" height="460" src="http://www.youtube.com/v/LP55uXmyN7A?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Via: <a href="http://www.digitaldrops.com.br">Digital Drops</a></p>
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		<title>The State Of e os 10 anos da Wikipédia</title>
		<link>http://dnadigital.com.br/the-state-of-e-os-10-anos-da-wikipedia/</link>
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		<pubDate>Wed, 19 Jan 2011 20:46:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Mattoso</dc:creator>
				<category><![CDATA[atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[tendências]]></category>
		<category><![CDATA[jimmy wales]]></category>
		<category><![CDATA[wikipedia]]></category>

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		<description><![CDATA[A Wikipédia está celebrando seus 10 anos com um vídeo do sempre onipresente Jimmy Wales e um infográfico ilustrando os “highlights” da organização ao longo de sua breve, mas super relevante, vida. O “State of Wikipedia” é um projeto que leva em conta história Wikipedia, as estatísticas do site e os resultados de uma pesquisa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="http://www.wikipedia.org">Wikipédia</a> está celebrando seus 10 anos com um vídeo do sempre onipresente Jimmy Wales e um infográfico ilustrando os “highlights” da organização ao longo de sua breve, mas super relevante, vida.</p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_1910" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/01/state2.jpg"><img class="size-full wp-image-1910" title="state2" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/01/state2.jpg" alt="10 anos em um belo infográfico" width="400" height="284" /></a><p class="wp-caption-text">10 anos em um belo infográfico</p></div>
<p>O <a href="http://www.thestateofwikipedia.com/">“State  of Wikipedia”</a> é um projeto que leva em conta história Wikipedia, as estatísticas do site e os resultados de uma pesquisa realizada pela Universidade das Nações Unidas.</p>
<p>O site também incorpora dados em tempo real a partir do Twitter, uma linha do tempo interativa com citações web afora e um layout bem bacana, obra do trabalho criativo da <a href="http://jess3.com/">JESS3</a>. Tudo com o selinho Creative Commons, livre para ser compartilhado por aí.</p>
<p>&#8220;Com mais de 17 milhões de artigos em mais de 270 línguas, a Wikipédia é, sem dúvida, um dos mais relevantes sites na história da internet. E mais de um milhão de pessoas têm contribuído para tornar o site o que é hoje&#8221;, acrescenta JESS3.</p>
<p>O “State of Wikipedia” é o quarto projeto da série “State of”, desenvolvido pela JESS3. Vale muito conferir os demais projetos da agência.</p>
<p style="text-align: center;"><object width="580" height="351"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/gXD1TRGafQ0?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/gXD1TRGafQ0?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="580" height="351"></embed></object></p>
<p><strong>Mais sobre a enciclopédia global</strong><br />
Os planos da Wikipédia para os próximos anos não são nada modestos. O site, que já conta com 400 milhões de usuários, quer chegar ao primeiro (rs) bilhão de usuários por meio de expansão internacional, começando pela Índia, onde a organização planeja abrir seu primeiro escritório fora dos Estados Unidos.</p>
<p>“Acredito que nosso verdadeiro impacto humanitário acontecerá nos próximos anos, ao levarmos informações a pessoas que não dispunham delas”, disse Wales em Londres, onde aconteceu a festa do 10º aniversário da Wikipédia.</p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_1911" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/01/jimmywales.jpg"><img class="size-full wp-image-1911" title="jimmywales" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/01/jimmywales.jpg" alt="Jimmy Wales" width="400" height="284" /></a><p class="wp-caption-text">Jimmy Wales quer os emergentes</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p>A Wikipédia financia suas operações principalmente via doações (e dá-lhe Wales botando sua carinha com olhar penetrante pedindo contribuição! – <a href="http://memegenerator.net/Jimmy-Wales">virou até meme</a>) e tem orçamento de cerca de 20 milhões de dólares por ano. E olha que continua firme na posição de não abrir o site para publicidade.</p>
<p><strong>Comemorações</strong><br />
Para comemorar uma década no ar, a Fundação Wikimedia planeja uma série de eventos mundo afora, como encontros de colaboradores e palestras, além da criação de um <a href="http://ten.wikipedia.org/wiki/Main_Page">portal especial</a>. No Brasil, a comemoração acontecerá durante a Campus Party (http://www.campus-party.com.br/2011/index.html), que está rolando nesta semana.</p>
<p>Via: <a href="http://blogs.estadao.com.br/link/">Link</a> e <a href="http://mashable.com">Mashable</a>.</p>
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