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	<title>DNA Digital &#187; tendências</title>
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	<description>Pensamentos sobre o novo profissional web e os desafios de comunicação na era do marketing digital.</description>
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		<title>IV Fórum ABA Petrobras de Comunicação Digital 2011 &#8211; Parte 02 de 02</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Jan 2011 19:44:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Spinardi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na segunda etapa do fórum, a platéia sofreu uma pequena baixa após o almoço, mas o auditório ainda assim seguiu cheio para assistir ao módulo &#8220;Reinventando a Comunicação&#8221;, que visava abordar novas disciplinas e questões relacionadas aos mecanismos de busca e às tecnologias mobile. + Confira a parte 01 de 02 da cobertura do IV [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na segunda etapa do fórum, a platéia sofreu uma pequena baixa após o almoço, mas o auditório ainda assim seguiu cheio para assistir ao módulo &#8220;Reinventando a Comunicação&#8221;, que visava abordar novas disciplinas e questões relacionadas aos mecanismos de busca e às tecnologias mobile.</p>
<p>+ <a href="http://dnadigital.com.br/iv-forum-aba-petrobras-de-comunicacao-digital-2011-parte-01-de-02/" target="_blank">Confira a parte 01 de 02 da cobertura do IV Fórum Aba Petrobras</a></p>
<div id="attachment_1973" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-1973" title="foruym-aba-auditori-cheio-tarde" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/01/foruym-aba-auditori-cheio-tarde.jpg" alt="Público se manteve presente na parte da tarde, no belo auditório da Universidade Petrobras." width="400" height="284" /><p class="wp-caption-text">Público se manteve presente na parte da tarde, no belo auditório da Universidade Petrobras.</p></div>
<p><strong><br />
Tornando sua marca encontrável</strong><br />
Para falar sobre o primeiro assunto, <strong>Alexandre Kavinski, Sócio-diretor da iCherry</strong>, assumiu a palavra apresentando o conceito de links patrocinados e o modelo de leilão na compra de palavras-chave, destacando o excelente ROI que esse tipo de anúncio oferece.</p>
<p>Kavinski destacou a importância da presença e do alcance dos links patrocinados, já que aparecem nos resultados das ferramentas de busca, que são portas de entrada tanto para usuários novatos quanto avançados. </p>
<p>Um slide interessante mostrava um comparativo de valor de palavras-chave no mercado brasileiro e no norte-americano, para exemplificar o quanto esse recurso ainda pode ser explorado no Brasil. Como há menos competição, as palavras são muito mais baratas de se comprar no mercado brasileiro. Além disso, as marcas que aparecem nos resultados das buscas são percebidas pelos consumidores como líderes de mercado por 36% das pessoas.</p>
<p>Apesar de se aprofundar um pouco no tecniquês, Kavinski mostrou como as ferramentas podem ser usadas de forma estratégica para compreender as nuances do mercado. Através de ferramentas do Google como o <a href="http://www.google.com/insights/search" target="_blank">Insight for Search</a>, onde é possível acompanhar gráficos com números de buscas feitas por uma palavra-chave em determinado período, Kavinski citou o exemplo da palavra &#8220;jóias&#8221;, cujas buscas relacionadas também faziam referência às palavras &#8220;jóias indianas&#8221;. A justificativa era o sucesso da novela &#8220;Caminho das Índias&#8221;. Mas o apresentador disse que os camelôs da 25 de Março souberam aproveitar melhor isso do que as lojas de jóias, que não disponibilizavam na vitrine dos seus sites nenhum destaque do gênero na época, desperdiçando a oportunidade de ser a resposta para as perguntas que essas pessoas faziam nas buscas.</p>
<p>Para finalizar, Kavinski também alertou para a oportunidade de benchmarking que as buscas permitem, através de um acompanhamento minucioso das ações da concorrência e ressaltou que o universo das buscas ainda vai se desenvolver muito, de formas que ainda não somos capazes de imaginar. É esperar pra ver. E garantir o nosso nome naquela página tão sagrada de resultados.</p>
<div id="attachment_1974" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-1974" title="forum-aba-mobile" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/01/forum-aba-mobile.jpg" alt="Eduardo Maluf apresentou questões interessantes sobre sites mobile e aplicativos, mas o final despencou pro jabá." width="400" height="284" /><p class="wp-caption-text">Eduardo Maluf apresentou questões interessantes sobre sites mobile e aplicativos, mas o final despencou pro jabá.</p></div>
<p><strong><br />
Site Móvel x Aplicativos &#8211; Uma questão de estratégia</strong><br />
Em seguida, a palavra ficou com <strong>Edison Maluf, Diretor Executivo da Hands Awesome Mobile</strong>, que abordou a complexidade de se fazer sites e/ou aplicativos para Mobile, por conta dos diversos formatos de tela e sistemas existentes. Segundo ele, essa variedadade surgiu porque os fabricantes viram na AppStore um excelente modelo de negócio e todos quiseram ter o seu próprio esquema e sua própria loja, através de sistemas fechados.</p>
<p>Maluf também apresentou um excelente comparativo das características entre sites mobile e aplicativos que, de forma resumida, resultou no seguinte raio-x:</p>
<p style="text-align: center;">Sites mobile são acessados  <strong>X</strong> Aplicativos são baixados<br />
O endereço web já é conhecido  <strong>X </strong> É preciso procurar na loja virtual<br />
Promoção contínua e simples  <strong>X </strong> Divulgação intensa para que não fique esquecido na loja<br />
Atualização feita no servidor  <strong>X </strong> Upgrade do software e posterior download<br />
Site em miniatura  <strong>X </strong> Novo aprendizado contextualizado<br />
Acessado de qualquer sistema operacional  <strong>X </strong> Plataformas específicas<br />
Restrição de limitação do celular  <strong>X </strong> Explora os recursos do sistema operacional<br />
Cara de site  <strong>X </strong> Recursos originais do próprio celular<br />
Adicionado como favorito no browser  <strong>X</strong> Adicionado à lista de destaque para acesso<br />
Seguro com alguma vulnerabilidade  <strong>X</strong> Software fechado e seguro</p>
<p style="text-align: left;">Edison Maluf ainda nos contou que o número de usuários que usavam celular para acessar a internet cresceu de 13% para 85% após o advento do iPhone e iPod. A cultura e a propaganda dessas maravilhas tecnológicas teriam despertado no público o hábito e a vontade de se conectar através dos seus celulares, mesmo os de gerações anteriores.</p>
<p style="text-align: left;">A partir daí a apresentação descambou pro jabá e Maluf apresentou um dúzia de cases de sua empresa, de forma superficial, que deu uma dispersada na galera, pouco antes da hora do coffee break.</p>
<div id="attachment_1975" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-1975" title="forum-aba-whatever" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/01/forum-aba-whatever.jpg" alt="Debate irreverente e conceitos surreais com a turma da MISSA." width="400" height="284" /><p class="wp-caption-text">Debate irreverente e conceitos surreais com a turma da MISSA.</p></div>
<p><strong><br />
Painel: A Missa e suas idéias sobre os novos caminhos da comunicação.</strong><br />
Chegou a hora de assistir ao debate que eu mais esperava. Na verdade, essa expectativa só se justificava porque eu gostaria de entender o que passa na cabeça de pessoas que se denominam <strong>Diretores de Whatever, como é o caso do Felipe Anghinoni e Tiago Mattos</strong>, ambos da Perestroika. </p>
<p>A mesa também era composta por <strong>Yentl Delanhesi, Concept da CUBOCC;</strong> <strong>Mauro Silva, Diretor de Criação da LiveAD</strong>; e <strong>André Passamani, CoCEO da Colmeia</strong>. O que vi foi uma desconstrução de conceitos, entre eles, o de modelos atuais de agências.</p>
<p>Felipe Anghioni iniciou a primeira parte da apresentação explicando que <a href="http://www.amissa.com.br/?c=home&amp;m=presentation&amp;code=000000" target="_blank">A MISSA</a> foi um curso que juntou as 4 empresas citadas acima para abrirem suas tecnologias e modelos de produção de forma a compartilharem, em detalhe, como os cases foram feitos, no melhor estilo open source. As aulas foram divididas em 4 pilares e 50 horas, que seriam resumidas a partir daquele momento na próxima uma hora e meia de apresentações.</p>
<p>Mauro Silva então se lavantou da mesa e assumiu a posição de destaque para falar do tema <strong>Riqueza Social</strong>. O foco foi o conceito de moeda social existente entre as marcas e seus seguidores, que pode ser convertida em gratidão ou vingança, de acordo com o reflexo de reciprocidade. Segundo Mauro, reflexo de reciprocidade é o que pessoas e animais fazem aos outros com a expectativa velada de que o mesmo seja feito a eles. Seria uma troca de gratidão, como a gente pode ver nas atitudes dos usuário do &#8220;peer to peer&#8221; e do &#8220;pay with a tweet&#8221;. </p>
<p>Todo esse papo meio sociológico serviu para explicar o grande desafio que as marcas tem em suas ações de comunicação, que para gerar engajamento, agora devem doar algo único e útil para a vida das pessoas. E nem sempre é o produto. Logo o retorno virá na mesma moeda. Se for algo bom, gera paixão. Se for algo nocivo, vingança.</p>
<p>Yentl Delanhesi ganhou os holofotes e se dedicou a explicar a questão do <strong>Whatever</strong> que possivelmente devia intrigar muita gente na platéia. Os argumentos vieram em forma de desconstrução. A moça de cabelo raspado, com franjas e mullets, disse que os briefings dos clientes muitas vezes chegam maiores do que os serviços ofertados pelas agências. E para atender essa demanda é preciso fugir dos pacotes pré-estabelecidos e desobrir um caso para cada caso, trabalhando mais próximo do cliente, entendendo de forma consistente o que deve ser o sucesso da campanha, viabilizando uma &#8220;liquidez de comunicação&#8221; que possa se encaixar num &#8220;copo, caneca ou balde vazio&#8221;. </p>
<p>Yentl fez questão de ressaltar que os consumidores são muito mais críticos e que os diálogos precisam ser mais interessantes, defendendo que a imposição da comunicação top-down já não tem mais a mesma potência de tempos atrás.</p>
<p>Por fim, falou sobre S-CRM, que seria a unificação do&#8221; social&#8221; com o banco de dados, cujo trabalho bem feito proporcionaria ações mais agradáveis, interessantes e oportunas. Benefício para marcas e consumidores.</p>
<p>A penúltima palestra do dia ficou a cargo de André Passamani, que abordou o tema <strong>Agnosticismo</strong> (&#8220;um pouco de metafísica de botequim&#8221;), para ressaltar a importância de não saber as coisas e ser conflitado por opiniões diferentes. O tema reforçava a questão do whatever, uma vez que o intuito é reconhecer que não há uma resposta milagrosa para todas as perguntas, e que as situações de desconforto é que propõem desafios que te obrigam a buscar um caminho diferente. Me pareceu mais curtinha, mas teve espaço para cases do Santander, Greenpeace e Petrobras.</p>
<p>Para finalizar, Tiago Mattos deixou sua postura mais comportada na mesa e iniciou sua palestra bastante animado, ajudando os sobreviventes da maratona de apresentações a aguentarem a reta final. E não foi nenhum sacrifício. Para falar de engajamento, Tiago abordou o tema <strong>Causabilidade</strong>, buscando refletir sobre o sentimento que faz as pessoas se unirem para um flash mob, criarem vídeos e tatuarem as marcas. Por trás desse impulso, deve existir alguma moral, um sentido ou uma causa. Para Tiago, as marcas que conseguirem liderar causas, conseguirão fazer com que seus consumidores orbitem em torndo de sua campanha, produto ou serviço, conquistando o tão falado engajamento. Isto porque as pessoas não são tocadas por posturas chapa-branca. Ele acredita que se posicionar, escolher um lado, fará com que muitas pessoas se aproximem da marca. As pessoas que ficarão do outro lado, somente uma pequena parcela se incomodará. </p>
<p>Foi engraçado ouvi-lo dizer que as pessoas não entram na comunidade &#8220;Sou Eclético&#8221;. Ou são do rock, ou são do reggae, ou do axé&#8230; O figura colocou um vídeo e disse que sua vida e seu modo de pensar mudaram após assistí-lo. É um modo de pensar às avessas, realmente interessante. Mas achei o &#8220;changed life&#8221; um pouco exagerado. Tirem suas própria conclusões:</p>
<p><object width="446" height="326"><param name="movie" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf"></param><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always"/><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="bgColor" value="#ffffff"></param><param name="flashvars" value="vu=http://video.ted.com/talks/dynamic/SimonSinek_2009X-medium.flv&#038;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/SimonSinek-2009X.embed_thumbnail.jpg&#038;vw=432&#038;vh=240&#038;ap=0&#038;ti=848&#038;introDuration=15330&#038;adDuration=4000&#038;postAdDuration=830&#038;adKeys=talk=simon_sinek_how_great_leaders_inspire_action;year=2009;theme=a_taste_of_tedx;theme=not_business_as_usual;theme=new_on_ted_com;theme=unconventional_explanations;event=TEDxPuget+Sound+;&#038;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;" /><embed src="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" pluginspace="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" bgColor="#ffffff" width="446" height="326" allowFullScreen="true" allowScriptAccess="always" flashvars="vu=http://video.ted.com/talks/dynamic/SimonSinek_2009X-medium.flv&#038;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/SimonSinek-2009X.embed_thumbnail.jpg&#038;vw=432&#038;vh=240&#038;ap=0&#038;ti=848&#038;introDuration=15330&#038;adDuration=4000&#038;postAdDuration=830&#038;adKeys=talk=simon_sinek_how_great_leaders_inspire_action;year=2009;theme=a_taste_of_tedx;theme=not_business_as_usual;theme=new_on_ted_com;theme=unconventional_explanations;event=TEDxPuget+Sound+;"></embed></object></p>
<p>Felipe Anghinoni retomou a palavra para encerrar o evento, mas chamou a atenção para a velocidade com que as coisas mudam, dizendo que acredita muito em tudo o que foi apresentado ali, mas que daqui há 3 meses esses conceitos já podem ter se alterado. E é preciso que as marcas e comunicadores consigam mudar junto e aproveitarem o que surgir de diferente na dinâmica da comunicação.</p>
<p><strong><br />
Enfim, o fim &#8211; Resumo do evento</strong><br />
O destaque do dia ficou mesmo com a galera da Missa, que entre conceitos e surrealismo, sem dúvida fez a platéia refletir sobre os desafios e trabalhos que os profissionais de comunicação devem enfrentar. </p>
<p>O evento te deixa cansado. Ser platéia também não é fácil. Mas o auditório da Universidade Petrobras é confortável e a estrutura do evento, que incluía dois coffe breaks ao longo do dia, ajudou a recarregar as energias.  A apresentação da Nestlé, por ser uma empresa de grande porte e um case de grande investimento, deixou muito a desejar, sendo o mico do evento. </p>
<p>Também acho extremamente caro o valor de R$ 750,00 cobrado pelo evento. Segundo e-mail de divulgação, associados da ABA, ABP, AMPRO RJ, ABAP RJ, Grupo de Mídia RJ, que têm desconto, pagam R$ 550,00. O valor mais barato é para estudantes de graduação: R$ 350,00. Consegui um convite, sou muito grato e acho o evento realmente interessante. Mas não pagaria valores como esse para estar presente.</p>
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		<title>IV Fórum ABA Petrobras de Comunicação Digital 2011 &#8211; Parte 01 de 02</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Jan 2011 02:43:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Spinardi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estive hoje no Fórum Internacional ABA Petrobras de Comunicação Digital, que acontece no Rio de Janeiro pelo quarto ano, desta vez no auditório da Universidade Petrobras, na Cidade Nova, onde foram discutidos os novos aspectos da comunicação e suas consequências para as marcas, agências e consumidores. O que se viu nesse panorama repleto de palestras [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estive hoje no Fórum Internacional ABA Petrobras de Comunicação Digital, que acontece no Rio de Janeiro pelo quarto ano, desta vez no auditório da Universidade Petrobras, na Cidade Nova, onde foram discutidos os novos aspectos da comunicação e suas consequências para as marcas, agências e consumidores.</p>
<p>O que se viu nesse panorama repleto de palestras e debates, que durou das 8h30 até as 18h30, foi um contraste de apresentações que ora beiravam o jabá, ora o surrealismo, mas sempre com bons cases que apresentavam diversos caminhos através dos quais as marcas podem se aproximar do consumidor, viabilizando o tão falado engajamento.</p>
<div id="attachment_1954" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-1954" title="logo-forum-aba-petrobras" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/01/logo-forum-aba-petrobras.jpg" alt="IV Fórum Internacional ABA Petrobras de Comunicação Digital " width="400" height="284" /><p class="wp-caption-text">IV Fórum Internacional ABA Petrobras de Comunicação Digital </p></div>
<p><strong><br />
Início morno</strong><br />
Após a introdução do presidente da ABA Rio e de uma breve palavra de um representante da Petrobras, <strong>Daniella Monteiro</strong> assumiu o microfone para apresentar o case &#8220;<a href="http://www2.galeranimal.com.br/index.html#/home" target="_blank">Galera Animal</a>&#8220;. Especialista em Comunicação Digital da Nestlé do Brasil, Daniella passou dois filmes a respeito da campanha, que, com temática infantil, visava abordar valores de sustentabilidade como reciclagem, uso inteligente da água e reaproveitamento de alimentos. O &#8220;Galera Animal&#8221; foi uma série de comerciais, protagonizada por animais de pelúcia &#8220;fofinhos&#8221;, exibida nos intervalos da novela Passione, que ganhou continuação na web através de uma comunidade, com jogos e criação de personagens.</p>
<p><object style="height: 390px; width: 640px"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/5iDBimgFZvA?version=3"><param name="allowFullScreen" value="true"><param name="allowScriptAccess" value="always"><embed src="http://www.youtube.com/v/5iDBimgFZvA?version=3" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="640" height="390"></object></p>
<p>O tema parecia que ia dar pano pra manga, pelo fato de carregar a marca através de uma história. No entanto, talvez pelo fato de estar com o horário apertado, a apresentação foi curtíssima e o debate não rendeu nada. Perguntas interessantes ficaram com respostas vazias. Uma delas questionava a dificuldade de aprovar internamente a campanha, já que a série animada exigiu um investimento pesado (ela não pode falar quanto), mas trabalhou a marca de forma indireta e sutil, muito diferente da visão tradicional corporativa. Os executivos teriam aprovado facilmente? Daniella disse que sim, devido aos valores de sustentabilidade embutidos na história. Outra questionava o porquê da campanha ter sido inserida nos intervalos de Passione, uma vez que a temática era infantil. A apresentadora disse que apesar da temática, era um história para ser curtida com a família inteira, mas que os capítulos também eram reprisados na TV Globinho do dia seguinte. Início bem morno e superficial.</p>
<div id="attachment_1955" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-1955" title="forum-aba-debate-manha" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/01/forum-aba-debate-manha.jpg" alt="Palestrantes da manhã debatem: Maurício Mota, Marina Mizumoto e Léo Sá." width="400" height="284" /><p class="wp-caption-text">Palestrantes da manhã debatem: Maurício Mota, Marina Mizumoto e Léo Sá.</p></div>
<p><strong><br />
Procter &#038; Gamble e 2 cases excelentes</strong><br />
Felizes ou não com a resposta, o debate se encerrou, Daniella chegou a ficar um tempinho na mesa dos palestrantes, mas logo se levantou e seguiu para o compromisso que a aguardava. O espaço então ficou disponível para <strong>Marina Mizumoto, Gerente de comunicação da P&amp;G do Brasil</strong>, apresentar dois excelentes cases da companhia.</p>
<p>O primeiro abordou o processo de entrada no mercado do sabão líquido para lavar roupas da marca Ariel. Lavar roupas com sabão líquido já é costume em países como Estados Unidos, Espanha e Itália. O desafio no mercado brasileiro era provocar uma mudança de hábito, proporcionar o conhecimento e estimular a experimentação. Mas como falar de lavar roupas no mundo digital?</p>
<p>A sacada foi perceber que as pessoas estão acostumadas a &#8220;lavar roupa suja&#8221; nas redes sociais e, com esse gancho definido, ficou a cargo de Fernanda Torres a webserie que aborda temas como &#8220;Passando a Limpo&#8221;, &#8220;Relacionamento Sem Manchas&#8221;, &#8220;Deu Branco&#8221;, entre outras, bem ao estilo &#8220;Os Normais&#8221; que já conhecemos.</p>
<p>Com textos de Fernanda Young, a webserie foi publicada no YouTube e embutida na <a href="http://www.facebook.com/descubraariel" target="_blank">fan page do Facebook</a>, que contém os aplicativos Lavador de Roupa Suja (que gera aqueles ppts piegas com musiquinhas para as pessoas pedirem desculpas umas às outras) e Tanquinho. Além disso, a fan page permitia que as pessoas solicitassem amostras do produto, que chegaram a 15.000 embalagens de 400 ml enviadas para a casa dos consumidores. </p>
<p>A divulgação foi amparada por campanhas em portais, sites verticais, blogs, links patrocinados, além de ações no Twitter e Orkut, que ajudaram à página do Facebook a se tornar a 6a maior do Brasil com mais de 33 mil membros. Curta um pouquinho da Fernanda Torres arrebentando:</p>
<p><iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="640" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/5dSqGuDkMbA" frameborder="0" allowFullScreen></iframe></p>
<p>O outro case é internacional e ficou muito conhecido. Trata-se da revitalização da marca de sabonete líquido Old Spice, que era visto pelos consumidores como marca ultrapassada, com poucas fragrâncias e que lembrava o avô das pessoas. Com uma temática bem-humorada e o lema &#8220;Smells Like a Man&#8221;, o filme ficou famoso por ter sido feito sem cortes de edição e o personagem Old Spice Guy ganhou vida, chegando a estar presente em programas de auditório norte-americanos. Também foram gravados mais de 180 vídeos com o Old Spice Guy, que respondia aos tweets de usuários, inclusive a um do ator Ashton Kutcher, na época com 1,2 milhões de seguidores. Até pedido de casamento o Old Spice Guy fez atendendo à solicitação de um consumidor através do Twitter. Achei demais o desenrolar dessa história!</p>
<p>Com a febre do personagem, diversos vídeos produzidos pelos consumidores começaram a brotar no YouTube. Crianças imitaram, sósias apareceram, usuários fizeram paródias. Para se ter uma idéia do sucesso, nas primeiras 24 horas, o vídeo foi mais visto do que o discurso do Obama quando venceu as eleições, também nas primeiras 24 horas.</p>
<p><iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="640" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/owGykVbfgUE" frameborder="0" allowFullScreen></iframe></p>
<p><strong><br />
Storytelling e o caminho sem volta da comunicação digital</strong><br />
Figurinha carimbada dos eventos anteriores, o mediador <strong>Maurício Mota, Chief Storytelling Officer e Co-fundador da The Alchemists</strong>, assumiu o microfone para apresentar a empresa e revisitar os questionamentos que rondavam o tema do transmedia storytelling nos anos anteriores. Falou sobre a importância de contra histórias para auxiliar o engajamento dos consumidores com as marcas e abordou a relevância do conceito de fã, ressaltando a questão emocional que envolve essa relação, mas sem trazer nada de muito novo em relação às palestras anteriores.</p>
<p>Maurício é um bom apresentador, fala bem e me parece desempenhar um papel de elo entre/com a Petrobras e o MIT (Massachusetts Institute of Technology) e já conseguiu trazer diversos feras do mercado internacional como Henry Jenkins (A Cultura da Convergência) e Jeff Gomez (Avatar) para palestrar por aqui. Esse ano não foi diferente.</p>
<p><strong><br />
Nem on, nem off: Quando todas as agências deveriam ser digitais.</strong><br />
O convidado gringo da vez foi <strong>Winston Binch, Sócio- Diretor da CPB Group</strong>, sediada no Colorado, EUA, que veio para tentar elucidar questões persistentes sobre a divisão de agências em on e offline. Logo após o coffee break matinal, ele apresentou a empresa, citou alguns clientes e destacou a importância de uma equipe multidisciplinar para produzir soluções criativas. Ele acredita que o profissional de TI não pode ficar de fora da conversa costumeira entre clientes, redatores e criativos, pois este possui uma visão complementar a dos outros participantes que não pode ser dispensada nem na fase de brainstorm dos projetos.</p>
<div id="attachment_1956" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-1956" title="forum-aba-winston-binch" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/01/forum-aba-winston-binch.jpg" alt="Winston Binch comenta as atitudes que fizeram com que a empresa se tornasse durante essa década a agência mais inovadora do mundo." width="400" height="284" /><p class="wp-caption-text">Winston Binch comenta as atitudes que fizeram com que a empresa se tornasse durante essa década a agência mais inovadora do mundo.</p></div>
<p>Para Winston, a briga entre on e off é desnecessária e já deveria estar amadurecida no mercado, uma vez que é de conhecimentos que ambas são baseadas nos mesmos princípios de marketing e estes não mudam. Ele demonstrou os cases da Domino&#8217;s Pizza, com a campanha &#8220;<a href="http://www.pizzaturnaround.com/" target="_blank">Oh Yes We Did</a>&#8220;, de 2010, que reconhecia o sabor ruim e os aspectos negativos da pizza em comerciais de TV e propunha uma mudança radical no modo de fazê-la. <a href="http://exame.abril.com.br/revista-exame/edicoes/0963/marketing/noticias/reclamacao-acabou-pizza-536632" target="_blank">Saiu aqui na Exame de março de 2010</a>. Também mostrou cases da <a href="http://creativity-online.com/work/bolthouse-farms-baby-carrot-rebrand/21117" target="_blank">Baby Carrots</a> e do <a href="http://creativity-online.com/work/burger-king-the-truth-about-tony/17654" target="_blank">Burguer King</a>.</p>
<p>O gringo ainda recomendou que tudo seja feito pensando no social e que as conversas sejam transportadas através de histórias para dentro de jogos. Para finalizar, mostrou a importância de contadores de histórias criativos, justificando que pessoas com grandes idéias são mais difíceis de encontrar do que as grandes tecnologias para realizá-las.</p>
<div id="attachment_1965" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/01/forum-aba-auditorio-cheio-manha.jpg" alt="Auditório da Universidade Petrobras lotado na parte da manhã." title="forum-aba-auditorio-cheio-manha" width="400" height="284" class="size-full wp-image-1965" /><p class="wp-caption-text">Auditório da Universidade Petrobras lotado na parte da manhã.</p></div>
<p><strong><br />
Intervalo</strong><br />
Fim da primeira parte do fórum e hora do almoço. Como o post já está ficando grande e periga você não ler tudo, vou dividí-lo em dois e a segunda parte vem amanhã, ok? Mas não deixe de ler se você quiser entender o que é o cargo de Diretor de Whatever e o conceito por trás que a turma da tarde apresentou. Continua&#8230;</p>
<p>+ <a href="http://dnadigital.com.br/iv-forum-aba-petrobras-de-comunicacao-digital-2011-parte-02-de-02/">Confira a parte 02 de 02 do IV Fórum ABA Petrobras</a></p>
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		<title>The State Of e os 10 anos da Wikipédia</title>
		<link>http://dnadigital.com.br/the-state-of-e-os-10-anos-da-wikipedia/</link>
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		<pubDate>Wed, 19 Jan 2011 20:46:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Mattoso</dc:creator>
				<category><![CDATA[atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[tendências]]></category>
		<category><![CDATA[jimmy wales]]></category>
		<category><![CDATA[wikipedia]]></category>

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		<description><![CDATA[A Wikipédia está celebrando seus 10 anos com um vídeo do sempre onipresente Jimmy Wales e um infográfico ilustrando os “highlights” da organização ao longo de sua breve, mas super relevante, vida. O “State of Wikipedia” é um projeto que leva em conta história Wikipedia, as estatísticas do site e os resultados de uma pesquisa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="http://www.wikipedia.org">Wikipédia</a> está celebrando seus 10 anos com um vídeo do sempre onipresente Jimmy Wales e um infográfico ilustrando os “highlights” da organização ao longo de sua breve, mas super relevante, vida.</p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_1910" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/01/state2.jpg"><img class="size-full wp-image-1910" title="state2" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/01/state2.jpg" alt="10 anos em um belo infográfico" width="400" height="284" /></a><p class="wp-caption-text">10 anos em um belo infográfico</p></div>
<p>O <a href="http://www.thestateofwikipedia.com/">“State  of Wikipedia”</a> é um projeto que leva em conta história Wikipedia, as estatísticas do site e os resultados de uma pesquisa realizada pela Universidade das Nações Unidas.</p>
<p>O site também incorpora dados em tempo real a partir do Twitter, uma linha do tempo interativa com citações web afora e um layout bem bacana, obra do trabalho criativo da <a href="http://jess3.com/">JESS3</a>. Tudo com o selinho Creative Commons, livre para ser compartilhado por aí.</p>
<p>&#8220;Com mais de 17 milhões de artigos em mais de 270 línguas, a Wikipédia é, sem dúvida, um dos mais relevantes sites na história da internet. E mais de um milhão de pessoas têm contribuído para tornar o site o que é hoje&#8221;, acrescenta JESS3.</p>
<p>O “State of Wikipedia” é o quarto projeto da série “State of”, desenvolvido pela JESS3. Vale muito conferir os demais projetos da agência.</p>
<p style="text-align: center;"><object width="580" height="351"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/gXD1TRGafQ0?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/gXD1TRGafQ0?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="580" height="351"></embed></object></p>
<p><strong>Mais sobre a enciclopédia global</strong><br />
Os planos da Wikipédia para os próximos anos não são nada modestos. O site, que já conta com 400 milhões de usuários, quer chegar ao primeiro (rs) bilhão de usuários por meio de expansão internacional, começando pela Índia, onde a organização planeja abrir seu primeiro escritório fora dos Estados Unidos.</p>
<p>“Acredito que nosso verdadeiro impacto humanitário acontecerá nos próximos anos, ao levarmos informações a pessoas que não dispunham delas”, disse Wales em Londres, onde aconteceu a festa do 10º aniversário da Wikipédia.</p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_1911" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/01/jimmywales.jpg"><img class="size-full wp-image-1911" title="jimmywales" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/01/jimmywales.jpg" alt="Jimmy Wales" width="400" height="284" /></a><p class="wp-caption-text">Jimmy Wales quer os emergentes</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p>A Wikipédia financia suas operações principalmente via doações (e dá-lhe Wales botando sua carinha com olhar penetrante pedindo contribuição! – <a href="http://memegenerator.net/Jimmy-Wales">virou até meme</a>) e tem orçamento de cerca de 20 milhões de dólares por ano. E olha que continua firme na posição de não abrir o site para publicidade.</p>
<p><strong>Comemorações</strong><br />
Para comemorar uma década no ar, a Fundação Wikimedia planeja uma série de eventos mundo afora, como encontros de colaboradores e palestras, além da criação de um <a href="http://ten.wikipedia.org/wiki/Main_Page">portal especial</a>. No Brasil, a comemoração acontecerá durante a Campus Party (http://www.campus-party.com.br/2011/index.html), que está rolando nesta semana.</p>
<p>Via: <a href="http://blogs.estadao.com.br/link/">Link</a> e <a href="http://mashable.com">Mashable</a>.</p>
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		<title>Adeus 2010&#8230; E as tendências para a internet em 2011?</title>
		<link>http://dnadigital.com.br/adeus-2010-e-as-tendencias-para-a-internet-em-2011/</link>
		<comments>http://dnadigital.com.br/adeus-2010-e-as-tendencias-para-a-internet-em-2011/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 18 Jan 2011 03:01:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Spinardi</dc:creator>
				<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[tendências]]></category>
		<category><![CDATA[previsões tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[tendências 2011]]></category>

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		<description><![CDATA[Fim de ano é período de retrospectiva. Já o início, é período de apostas. Desde a última semana de 2010 até hoje, já li meia dúzia de artigos e reportagens sobre as tendências que devem se consolidar no marketing digital e na internet como um todo em 2011. Concordo com umas, outras eu acho até [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fim de ano é período de retrospectiva. Já o início, é período de apostas. Desde a última semana de 2010 até hoje, já li meia dúzia de artigos e reportagens sobre as tendências que devem se consolidar no marketing digital e na internet como um todo em 2011.</p>
<p>Concordo com umas, outras eu acho até que já estão acontecendo, mas também duvido de uma parcela delas. É bom deixar claro que se escrevo em um blog voltado para comunicação digital é porque, no mínimo, sou um entusiasta do assunto. E costumo ver essas tendências com muito otimismo, na torcida para que as coisas boas realmente aconteçam, principalmente com a velocidade prevista. Afinal, é o mercado no qual trabalho. Mas o que estão prevendo?</p>
<div id="attachment_1850" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/01/binoculo-pedro-de-helena.jpg"><img class="size-full wp-image-1850" title="binoculo-pedro-de-helena" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/01/binoculo-pedro-de-helena.jpg" alt="De olho nas tendências para 2011 (Arte: Pedro de Helena)" width="400" height="284" /></a><p class="wp-caption-text">De olho nas tendências para 2011 (Arte: Pedro de Helena)</p></div>
<p>A <strong>Consumer Eletronics Association</strong> (CEA) já havia <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/tecnologia,especialistas-apontam-cinco-tendencias-em-tecnologia-para-2011,628447,0.htm" target="_blank">divulgado um relatório</a>, em outubro do ano passado, sobre as tendências em tecnologia para 2011, num total de cinco:</p>
<p><strong>1)</strong> o aumento do consumo de vídeos sob demanda;<br />
<strong>2)</strong> o pagamento por parte das empresas para ter acesso a informações pessoais nas redes;<br />
<strong>3)</strong> o desenvolvimento de tecnologias verdes;<br />
<strong>4)</strong> o crescimento de aplicativos para smartphones;<br />
<strong>5)</strong> o aumento da banda larga móvel e 4G.</p>
<p>Devemos chamar a atenção para o fato de que a associação é americana e, se essas coisas são vistas como tendências por lá, precisamos acrescentar algum delay para que comecem a virar tendência por aqui também. Ou talvez nem se apliquem à nossa cultura. Vejamos&#8230;</p>
<p>Das previsões citadas pela CEA, acredito que o crescimento de aplicativos para smartphones é a mais estabelecida. É óbvio que a popularidade deve aumentar, mas é um fato notório que os aplicativos já mudaram a forma de se <a href="http://www.itweb.com.br/noticias/index.asp?cod=67251" target="_blank">usar a internet através de aparelhos móveis</a>. Os aplicativos para iPhone, por exemplo, alcançaram seu primeiro bilhão no período entre julho de 2008 e abril de 2009. O segundo bilhão foi alcançado na metade do tempo, em outubro de 2009, e em janeiro de 2010 já alcançava 3 bilhões. Estudo da International Data Corporation (IDC) indica que cerca de <a href="http://ecommercenews.com.br/noticias/pesquisas-noticias/769-bilhoes-de-aplicativos-devem-ser-baixados-ate-2014" target="_blank">76,9 bilhões de aplicativos devem ser baixados até 2014</a>. Desculpe, mas não é tendência. É realidade. A febre não deve mesmo parar por aí e os aplicativos para as mais variadas utilidades continuarão surgindo.</p>
<p>A mesma coisa eu diria a respeito dos vídeos sob demanda. É uma tendência fácil de se apostar porque a transformação já começou. Começou e os downloads nem sempre legais de filmes na web podem comprovar isso. Não são legais, no termo jurídico da palavra, mas são sob demanda. Segundo o relatório da CEA, a chegada da alta definição HD ajudará a redefinir a forma com que os usuários consomem seus programas preferidos, podendo assistí-los na hora e no dispositivo que preferirem, dos grandes distribuidores ou diretamente dos produtores.</p>
<p>O aumento da banda larga móvel e 4G é a tendência que eu acho mais distante de acontecer nesse ano. Não que eu tenha dados que corroborem minha opinião, mas a evolução com que isso se desenvolve no Brasil não me permite pensar diferente. Ainda é caro desfrutar de boas condições de navegação de qualidade em 3G. Uma das mais caras do mundo! O que diremos então da chegada do 4G?</p>
<p>Já as questões em torno do pagamento por informações pessoais e o desenvolvimento de tecnologia verde são as mais delicadas. Em relação à primeira, o que o artigo diz é que as empresas interessadas em usar os dados dos consumidores nas redes deverão pagar por eles. É bem provável que essa mudança encontre interesse nos anseios dos consumidores, que cederiam seus dados como parte de um acordo de negócios. Mas não ficou claro no artigo como aconteceria essa regulamentação. Como as empresas muitas vezes já tem acesso a esses dados, que estão disponíveis em troca de ferramentas gratuitas úteis (o Google que o diga), por que elas achariam interessante começar a pagar por isso? A vantagem para o consumidor é perceptível, mas o que as empresas ganhariam com isso? Tá difícil levar fé nessa previsão.</p>
<div id="attachment_1882" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-1882" title="tecnologias-verde" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/01/tecnologias-verde.jpg" alt="Tecnologias verdes guiarão a criação de novos produtos em uma era de escassez de recursos. (Crédito: http://www.myessentia.com)" width="400" height="284" /><p class="wp-caption-text">Tecnologias verdes guiarão a criação de novos produtos em uma era de escassez de recursos. (Crédito: http://www.myessentia.com)</p></div>
<p>Sobre a onda verde que promete tomar conta das próximas criações tecnológicas, posso dizer que já não era sem tempo. Mas seria mesmo em 2011? A tecnologia nos ajudou a limpar alguns processos, otimizar recursos e reduzir o consumo de papel. Mas o lixo tecnológico e a energia necessária para manter computadores e celulares ligados necessitam de abordagens mais cuidadosas. E o cuidado para o qual aponta o relatório é em relação ao surgimento de novas opções de produtos ecológicos, que ajudem a contornar as crises econômica e de recursos atuais, compreendendo que a &#8220;tendência verde&#8221; será um negócio cada vez mais lucrativo.</p>
<p>+ <a href="http://www.ce.org/Press/CEA_Pubs/135.asp" target="_blank">Faça o download do relatório &#8220;5 Technologies to Watch&#8221;, da CEA</a>.</p>
<p><strong><br />
Mais tendências?<br />
</strong>Uma outra <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/12/22/8-tendencias-para-a-web-2-0-em-2011/" target="_blank">matéria da IDG Now</a>, publicada em dezembro de 2010, listou diferentes expectativas para a tecnologia no ano que se inicia. Desta vez, mais voltadas para as questões de marketing, mais especificamente, as redes sociais. Segundo a notícia, o começo do fim do Orkut será em 2011. A audiência atual do Orkut no Brasil, aquela que alguns apontam como a classe C, já estão migrando de ambiente e colaborando com o crescimento gritante do Facebook. Será que os early adopters buscarão outra rede social para fugir da sombra da classe C? Teremos em breve as &#8220;Pérolas do Facebook&#8221;? Como acontecerá o amadurecimento dessa nova audiência e como isso influenciará a percepção da ferramenta? Os próximos capítulos prometem ser interessantes.</p>
<div id="attachment_1870" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-1870" title="facebook-vs-orkut" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/01/facebook-vs-orkut.jpg" alt="Em 2011 o Facebook deixará o orkut para traz também no Brasil? (Crédito: http://flashnewstoday.com)" width="400" height="284" /><p class="wp-caption-text">Em 2011 o Facebook deixará o orkut para traz também no Brasil? (Crédito: http://flashnewstoday.com)</p></div>
<p>Outra previsão aborda o amadurecimento da relação das empresas com seus consumidores nas redes sociais, com a observação de que os sites institucionais se tornarão cada vez mais irrelavantes. A previsão é que em 2011 haja uma ascenção do atendimento ao consumidor nas redes sociais. Sem dúvida eu apostaria num número cada vez maior de empresas que vão ouvir o que os clientes já estão falando há algum tempo nesses ambientes. Muitas começarão a interagir pesado. Talvez a migração do modelo atual para este seja lenta, mas acredito que as empresas vão buscar um meio termo para atender os consumidores nas redes sociais sem desconsiderar suas estruturas de CRM. Pelo contrário, tentando inclusive usá-las para desempenhar esse papel. Com essa perspectiva, é possível que os sites institucionais venham a perder a sua relevância sim, mas diferente da matéria, acho difícil que as empresas se desprendam dessa fortaleza &#8211; e acho certo que não o façam! -, mas possivelmente tentarão integrar cada vez mais o ambiente controlado com a dinâmica das redes sociais.</p>
<p>Além disso, a matéria também destaca o uso de redes sociais para insights imediatos. É uma previsão que me assusta, visto que as empresas ainda estão se acostumando com o hábito de monitorar as redes sociais, ter relatórios períodicos mensais (talvez quinzenais) e incluí-los como base para decisões de marketing. E o que a matéria quer dizer é que esse monitoramento e esse relatório deverão ser acompanhados com muito mais frequência, talvez diariamente, por um profissional capaz de extrair dali idéias para aperfeiçoar produtos, serviços e processos&#8230; e em tempo real! Ousado, não?</p>
<div id="attachment_1884" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-1884" title="monitoramento-insights" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/01/monitoramento-insights.jpg" alt="Relatórios de monitoramento das redes sociais serão mais constantes e ajudarão as empresas a fazerem e responderem as perguntas certas (Crédito: http://meghanlane.wordpress.com)" width="400" height="284" /><p class="wp-caption-text">Relatórios de monitoramento das redes sociais serão mais constantes e ajudarão as empresas a fazerem e responderem as perguntas certas (Crédito: http://meghanlane.wordpress.com)</p></div>
<p>Ainda há previsões de marcas anunciando para brasileiros no Twitter, cuja forma prevista será através de tweets e trend topics pagos. A reportagem também chama atenção para o fim da barreira on/off, que já acabou para muitos consumidores, mas que deverá se intensificar, como exemplifica a matéria, a ponto de começarmos a encontrar sinalização do perfil do Twitter oficial nos pontos de venda e até aplicativos que permitirão a interação quando estivermos na loja física. Do lado das agências, a questão do on/off já era para ter acabado há muito tempo e a compra de pequenas agências digitais por grandes agências tradicionais já vem acontecendo. Em 2011, a tendência vai ganhar força.</p>
<p>Como profissionais, nos resta trabalhar para que as tendências possam ser absorvidas e implementadas de forma madura e saudável para o mercado e para os clientes. Como consumidores, vislumbramos um futuro próximo com ainda mais vantagens que nos colocarão de igual para igual frente as empresas. E isso não pode ser ruim. Que venha 2011!</p>
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		<title>@casodepolicia dá show de cobertura na internet durante ataques no RJ</title>
		<link>http://dnadigital.com.br/casodepolicia-da-show-de-cobertura-na-internet-durante-ataques-no-rj/</link>
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		<pubDate>Sat, 27 Nov 2010 13:15:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cibele Aviles</dc:creator>
				<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[tendências]]></category>
		<category><![CDATA[@casodepolicia]]></category>
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		<description><![CDATA[#caosnorio #rio #paz #paznorio: essas foram as hashtags mais comuns durante a semana que passou. Pânico, medo, população do Rio assustada e sem saber para onde correr. Empresas liberaram seus funcionários mais cedo, escolas e faculdades deixaram de funcionar. No Trending Topics: BOPE, Penha, Vila Cruzeiro, Marinha, Cabral, Complexo Alemão&#8230;. Mas afinal, o que é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste"><a href="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/11/casodepolicia.jpg"><img class="size-full wp-image-1823 aligncenter" style="margin-top: 3px; margin-bottom: 15px;" title="casodepolicia" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/11/casodepolicia.jpg" alt="@casodepolicia" width="581" height="262" /></a></div>
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<p class="MsoNormal">#caosnorio #rio #paz #paznorio: essas foram as hashtags mais comuns durante a semana que passou. Pânico, medo, população do Rio assustada e sem saber para onde correr. Empresas liberaram seus funcionários mais cedo, escolas e faculdades deixaram de funcionar.</p>
<p class="MsoNormal">No Trending Topics: BOPE, Penha, Vila Cruzeiro, Marinha, Cabral, Complexo Alemão&#8230;. Mas afinal, o que é verdade e o que é mentira? Onde estamos realmente “seguros” ao sair na rua? E como conseguir uma informação verdadeira?</p>
<p class="MsoNormal">Neste momento a informação correta é fundamental para que a população não fique mais desestabilizada e perdida do que já está. Temos uma quantidade imensa de brasileiros na internet, e vejo que no twitter muitos estão postando sobre o que ouvem, procurando colaborar, porém a fonte nem sempre é confiável.</p>
<p class="MsoNormal">É aí que está entrando, e com muita força e credibilidade, o perfil do <a href="http://extra.globo.com/geral/casodepolicia/" target="_blank">Jornal Extra</a> no twitter <a href="http://twitter.com/#%21/CasodePolicia" target="_blank">@CasodePolicia</a>.</p>
<p class="MsoNormal">O @casodepolicia soube aproveitar bem a oportunidade e em seu perfil a todo o momento publica o que <strong><a href="http://search.twitter.com/search?q=%23eboato" target="_blank">#eboato</a></strong> e o que <strong><a href="http://search.twitter.com/search?q=%23everdade" target="_blank">#everdade</a></strong> sobre os acontecimentos. Além das hashtags, estão também transmitindo online através do endereço <a href="http://twitcam.livestream.com/user/CasodePolicia">http://twitcam.livestream.com/user/CasodePolicia</a></p>
<p class="MsoNormal">A equipe está dando um show de cobertura neste momento de ataques no Rio de Janeiro. Eles buscam a informação em tempo real, procurando atender a todas as requisições dos seus seguidores, de forma a transmitir veracidade acima de tudo.</p>
<p class="MsoNormal">Ontem, quando comecei a escrever este post,  por volta das 15h, eles tinham 14993 seguidores; hoje, ao publicá-lo,  às 11h15, este número  já chega a quase 17 mil pessoas. Recebeu diversos #FFs, como vocês podem <a href="http://search.twitter.com/search?q=%23FF+%40casodepolicia" target="_blank">ver aqui</a>, cujos elogios também se estenderam aos profissionais que estão nas apurações e divulgação das informações.</p>
<p class="MsoNormal">Sabemos que o caos sempre trás mudanças, e geralmente para melhor.</p>
<p class="MsoNormal">Talvez o que vivemos neste momento pode nos levar a refletir um pouco sobre a confiabilidade do que lemos e postamos na internet, sobretudo no twitter, onde as pessoas simplesmente escrevem e enviam seus conteúdos, muitas vezes, sem checar se é real ou não.</p>
<p class="MsoNormal">Talvez este seja o <em>gap </em>que os profissionais de comunicação estavam precisando para conseguir seu espaço na web, como fontes confiáveis de informação, retomando e finalmente se recolocando de forma correta no mercado digital.</p>
<p class="MsoNormal">Que seja este o início do amadurecimento da Comunicação Digital! E fica o <a href="http://twitter.com/#!/casodepolicia" target="_blank">@CasodePolicia</a> como um excelente exemplo de case positivo!</p>
</div>
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		<title>Baby Boomers estão on line!</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Jun 2010 15:11:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cibele Aviles</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[tendências]]></category>
		<category><![CDATA[baby boomers]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[melhor idade]]></category>
		<category><![CDATA[terceira idade]]></category>

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		<description><![CDATA[Com o passar dos anos, o Brasil está se tornando um país da melhor idade, e pesquisas vem evidenciando isso há algum tempo. E muitos fatores tem ajudado na longevidade e aumento da expectativa de vida, tornando nossos queridos velhinhos pessoas mais ativas, participativas, com melhor qualidade de vida. A MELHOR IDADE NO BRASIL Segundo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com o passar dos anos, o Brasil está se tornando um país da melhor idade, e pesquisas vem evidenciando isso há algum tempo. E muitos fatores tem ajudado na longevidade e aumento da expectativa de vida, tornando nossos queridos velhinhos pessoas mais ativas, participativas, com melhor qualidade de vida.</p>
<p><strong>A MELHOR IDADE NO BRASIL</strong></p>
<div id="attachment_1710" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/06/IDOSOS-NO-BRASIL.gif"><img class="size-full wp-image-1710 " title="IDOSOS-NO-BRASIL" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/06/IDOSOS-NO-BRASIL.gif" alt="idosos no Brasil" width="300" height="221" /></a><p class="wp-caption-text">Img retirada do site tudoglobal.com</p></div>
<p>Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), os idosos representavam, em 2005, 10,4% da população mundial, e projeções revelam que, até 2050, esse valor será superior a 20%.</p>
<p>Com base no Censo 2000, no Brasil os idosos são hoje 14,5 milhões de pessoas, 8,6% da população total do País. O aumento da expectativa de vida do brasileiro está em ritmo bastante acelerado: em 1980, eram cerca de 560 mil idosos com mais de 80 anos, aumentando, em 2006, para quase dois milhões de habitantes (crescimento de 85,3%), sendo mais expressivo entre indivíduos acima de 75 anos, especialmente aqueles com 80 anos e mais.</p>
<p>Em 2008 pessoas com 60 anos ou mais já representavam 11,1% dos brasileiros. Neste mesmo ano, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), realizada pelo Instituto de Economia Aplicada (Ipea), mostrou que o Brasil poderá ser um país de velhos a partir de 2030. As regiões Sudeste e Sul são as mais envelhecidas: pessoas com 60 anos ou mais representavam 12,4% da população em 2008, e o Rio de Janeiro é o estado que possui mais idosos, de todo o país.</p>
<p>Dados, estatísticas, aos poucos virando realidade. E, pensando bem, em 2030 eu já estarei beirando os 60 anos, entrando nessa parcela da população!</p>
<p>Mas afinal, o que faz a melhor idade na web?</p>
<p><strong>SIM, ELES ESTÃO NA WEB!!</strong><br />
Pesquisas em diversos países vem mostrando o que nossos queridos vovôs e vovós tem feito na internet. Vamos aos dados:</p>
<p>No Brasil, um estudo feito pela Universidade de Brasília (UnB), ao comparar o comportamento dos idosos nacionais aos da Espanha, mostrou que eles buscam praticamente a mesma coisa na web: entretenimento, se relacionar e se expressar. Porém, se restringem a ser receptores passivos, pois quando se trata de produção de conteúdo, possuem dificuldades devido aos &#8220;complexos mecanismos de mediação e de filtros&#8221;, nos portais.</p>
<p>Abaixo, duas reportagens que mostram um pouco esta realidade. A do  Jornal da Gazeta é de 2007, e a do Jornal Hoje, mais recente: 2009.</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/a5kCSbp3gMk&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/a5kCSbp3gMk&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/zUq7JD85ifM&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/zUq7JD85ifM&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>No Reino Unido, uma pesquisa divulgada em fevereiro deste ano pela organização de caridade Booktrust , para ajudar a promover um projeto para leitores acima dos 60 anos &#8211; o Bookbite -,  indicou que a internet está ajudando a terceira idade a redescobrir sua paixão por literatura e escrita.</p>
<p>Esta pesquisa mostrou também que 31% dos britânicos que estão acima dos 60 anos tem vontade de publicar contos e de se associar a clubes do livro, na web.</p>
<p>Entre 2007 e 2009, a <a href="http://www.deloitte.com/" target="_blank">Deloitte </a>indicou que houve um crescimento de 16% entre os baby boomers que possuem perfil em redes de relacionamento na internet, conforme gráfico abaixo.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/06/boomers.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-1697" title="boomers" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/06/boomers.gif" alt="" width="324" height="181" /></a></p>
<p><strong>MINHA AVÓ ESTÁ NO ORKUT!</strong><br />
No Orkut existe a comunidade &#8220;Minha mãe está no orkut&#8221;, como muitos devem saber e até participar (como eu!). Pois bem, já temos 11 (até a publicação deste) denominadas &#8220;Minha avó está no orkut&#8221;. Mas nenhum tópico debatendo a respeito. Encontrei um tópico dentro da outra comunidade (a &#8216;Minha mãe está no orkut&#8217;).</p>
<div id="attachment_1682" class="wp-caption aligncenter" style="width: 429px"><a href="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/06/resultados_avo1.jpg"><img class="size-full wp-image-1682" title="resultados_avo1" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/06/resultados_avo1.jpg" alt="" width="419" height="114" /></a><p class="wp-caption-text">11 resultados na busca por &quot;Minha avó está no orkut&quot;</p></div>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_1683" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><a href="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/06/toico_avo.jpg"><img class="size-full wp-image-1683 " title="toico_avo" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/06/toico_avo.jpg" alt="" width="640" height="281" /></a><p class="wp-caption-text">Tópico na comunidade &quot;Minha mãe está no orkut&quot;</p></div>
<p>Uma pesquisa norte-americana divulgada recentemente pela <a href="http://www.aarp.org/" target="_blank">AARP</a> mostrou que mais de 25% dos norte-americanos com 50 anos, ou mais, se mantêm conectados em sites de relacionamento como facebook (o mais popular), myspace, linkedin e twitter; e que 73% dos que estão no Facebook aproveitam a rede para manter contato com parentes, amigos e colegas.</p>
<p>A pesquisa indicou ainda que 50% dos adultos mais velhos foram apresentados aos sites de redes sociais por um membro da família, em geral, um filho ou neto. Segundo a autora do estudo, Jean Koppen,</p>
<blockquote><p>&#8220;Eles usam a internet para acompanhar o mundo e também as pessoas que   lhes são importantes&#8221;</p></blockquote>
<p><strong>OS BENEFÍCIOS DA INTERNET PARA A MELHOR IDADE</strong></p>
<p>Em 2009, pesquisadores da Universidade da Califórnia fizeram um estudo  quanto ao uso da internet e o funcionamento do cérebro de idosos.  Contaram com 24 voluntários, com idades entre 55 e 78 anos, e  comprovaram que o uso diário da internet pode ajudar a melhorar o funcionamento  do cérebro de pessoas da terceira idade em pouco tempo, evitando a perda da capacidade de raciocínio, assim como as tradicionais palavras cruzadas e um jogo de quebra-cabeças.</p>
<p><strong>MAS E EU COM ISSO??</strong></p>
<p>That&#8217;s the question! Depois de ler tantos dados, nós, como profissionais da área, devemos começar a refletir &#8211; e <strong>agir</strong>!</p>
<p><em>Atendimento e Relacionamento: </em><br />
Como iremos  atendê-los? Temos paciência para explicar tudo nos mínimos detalhes para eles?</p>
<p><em>E-commerce:</em><br />
Eles tem alguma confiança e segurança para fazer compras on  line?<br />
Qual a melhor forma de pagamento para eles?<br />
Eles vão conseguir finalizar uma compra, com tantos passos a serem dados?</p>
<p><em>Prospects</em>:<br />
São hoje parcela representativa? E amanhã, serão?<br />
O que gostariam de &#8216;consumir&#8217; no mundo on line, apenas livros (como citado na pesquisa do Reino Unido)?</p>
<p><em>Ferramentas</em>:<br />
Lá em cima vimos que estão com dificuldades de utilizar ferramenta de publicação de conteúdo, o que podemos fazer para mudar isso?</p>
<p><em>Acessibilidade</em>:<br />
Estamos pensando neles e em suas limitações físicas devido a idade, ao fazermos nosso sites?</p>
<p>Devemos pensar nestes e em muitos outros pontos ao trabalhar na e com a internet. Afinal, esta geração,  que já está plugada, requer um tratamento  diferenciado.</p>
<p><strong>Fontes</strong>:<br />
- <a href="http://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/noticias/internet-faz-idosos-criarem-gosto-pela-literatura-20100208.html" target="_blank">R7</a></p>
<p>- <a href="http://www.unb.br/noticias/bcopauta/index2.php?i=591" target="_blank">Universidade de Brasília</a></p>
<p>- <a href="http://g1.globo.com/videos/jornal-hoje/v/pesquisa-decobre-o-que-mais-atrai-os-idosos-na-internet/1281577/" target="_blank">Jornal Hoje</a></p>
<p>- <a href="http://jornalnacional.globo.com/Telejornais/JN/0,,MUL1348542-10406,00-PESQUISAR+NA+INTERNET+FAZ+BEM+A+CEREBRO+IDOSO.html" target="_blank">Jornal Nacional</a></p>
<p>- <a href="http://www.emarketer.com/Article.aspx?R=1007484" target="_blank">eMarketer</a></p>
<p>- <a href="http://www.abril.com.br/pnad-2007/" target="_blank">Abril</a> (PNAD 2007)</p>
<p>- <a href="http://oglobo.globo.com/economia/mat/2009/09/17/retratos-do-brasil-pnad-2008-767663257.asp" target="_blank">O Globo</a> (PNAD 2008)</p>
<p>- <a href="http://oglobo.globo.com/economia/mat/2009/09/17/pnad-2008-populacao-brasileira-tem-cada-vez-mais-velhos-menos-jovens-767649149.asp" target="_blank">O Globo</a> <a href="http://oglobo.globo.com/economia/mat/2009/09/17/pnad-2008-populacao-brasileira-tem-cada-vez-mais-velhos-menos-jovens-767649149.asp" target="_blank">Economia</a> (PNAD 2008)</p>
<p>- <a href="http://portalexame.abril.com.br/tecnologia/noticias/redes-sociais-sao-populares-aposentados-diz-pesquisa-568890.html" target="_blank">Portal Exame</a></p>
<p>- <a href="http://tudoglobal.com/melhoridade" target="_blank">Tudo Global</a></p>
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		<title>LIVRO &#8211; A Vida Digital</title>
		<link>http://dnadigital.com.br/livro-a-vida-digital/</link>
		<comments>http://dnadigital.com.br/livro-a-vida-digital/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 05 Jun 2010 23:09:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Spinardi</dc:creator>
				<category><![CDATA[biblioteca DNA]]></category>
		<category><![CDATA[tendências]]></category>
		<category><![CDATA[a vida digital]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[nicholas negroponte]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>

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		<description><![CDATA[Há algum tempo a obra de Nicholas Negroponte encontra-se parada na minha fila de leitura. Fila esta que tenho grande dificuldade de fazer andar. A leitura se adiava ainda mais por conta das declarações de um amigo meu, dono do livro, que dizia que a obra era datada e tratava-se exclusivamente de previsões a respeito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1642" class="wp-caption alignright" style="width: 210px"><img class="size-full wp-image-1642   " title="capa-vida-digital" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/06/capa-vida-digital.jpg" alt="A Vida Digital, de Nicholas Negroponte." width="200" height="267" /><p class="wp-caption-text">A Vida Digital, de Nicholas Negroponte.</p></div>
<p>Há algum tempo a obra de Nicholas Negroponte encontra-se parada na minha fila de leitura. Fila esta que tenho grande dificuldade de fazer andar. A leitura se adiava ainda mais por conta das declarações de um amigo meu, dono do livro, que dizia que a obra era datada e tratava-se exclusivamente de previsões a respeito do desenvolvimento das tecnologias.</p>
<p>Diante desse cenário quase desanimador, qual não foi minha surpresa ao descobrir que o trabalho de futurólogo de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nicholas_Negroponte" target="_blank">Nicholas Negroponte</a> fora muito bem sucedido, e que o livro surpreende, principalmente se levarmos em consideração o fato de ter sido lançado em 1995.</p>
<p>Tudo bem que Negroponte é um dos fundadores do <a href="http://www.media.mit.edu/" target="_blank">Media Lab</a>, o laboratório de Multimeios do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/MIT_Media_Lab" target="_blank">MIT</a> e há anos assina uma coluna na revista Wired. Na crista da onda, deve mesmo ser mais fácil fazer previsões do gênero. Fico imaginando o que teria acontecido com minha cabeça se tivesse lido este livro na época de seu lançamento, quando ainda me deslumbrava com o meu primeiro computador pessoal, sem kit multimídia nem acesso à internet.</p>
<p>Com boas doses de humor e cinismo, Nicholas Negroponte faz previsões e estimula reflexões que, 15 anos depois, ainda fazem sentido na relação dos humanos com a evolução da tecnologia. Filosofa sobre a transformação de átomos em bits e sobre a forma que essa digitalização pode afetar a economia, a comunicação e até o uso de recursos naturais.</p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_1647" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-1647 " title="negroponte-01" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/06/negroponte-01.jpg" alt="Negroponto é um dos fundadores do Media Lab, o laboratório de Multimeios do MIT, e há anos assina uma coluna na revista Wired." width="400" height="284" /><p class="wp-caption-text">Negroponto é um dos fundadores do Media Lab, o laboratório de Multimeios do MIT, e há anos assina uma coluna na revista Wired.</p></div>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Sobre átomos e bits<br />
</strong>Segundo o livro, o bit é o menor elemento atômico do DNA da informação e se mostra mais econômico que os átomos, pois possibilita transferências instantâneas e dispensa gastos com transporte e estocagem. Negroponte citou como exemplo um computador que pode ser declarado no valor de U$ 2.000 em átomos, mas em bits, pode valer U$ 2.000.000, dependendo do conteúdo que carrega. No fim do capítulo, ele é apocalíptico ao dizer que o futuro das empresas dependerá diretamente da capacidade de seus produtos e serviços adquirirem formato digital.</p>
<p>Em seguida, Negroponte antecipa a democratização que a internet causaria ao transferir o poder dos grandes meios de comunicação para o usuário comum, ressaltando que o meio digital cria oportunidades para que um novo conteúdo venha a ter origem a partir de uma combinação inteiramente nova de fontes.</p>
<blockquote><p>&#8220;E se transportar esses bits não requer esforço algum, que vantagens as grandes empresas de comunicação teriam sobre vocês ou sobre mim?&#8221;</p></blockquote>
<p>Sobre essa combinação de fontes, consegui traçar um paralelo com as questões atuais de filtros, sejam eles RSS ou até nossos filtros sociais, pessoas e empresas que seguimos, e que aparecem como fonte primária de informação para gente, antes mesmo dos grandes veículos. Ficou bem claro que esses filtros atuais são parte do que Negroponte previu.</p>
<blockquote><p>&#8220;A resposta está na criação de computadores que filtrem, classifiquem, estabeleçam prioridades e gerenciem múltiplos veículos, a multimídia, para nós &#8211; computadores que leiam jornais, assistam à televisão e que ajam como editores quando solicitados.”</p></blockquote>
<p>Em seguida, uma dezena de páginas aborda a evolução da TV, a mídia mais avançada e popular até o surgimento da internet. Segundo o livro, os Estados Unidos, a Europa e o Japão acreditaram que a evolução da TV, após passar de preto e branco para colorido, seria buscar uma qualidade de imagem cada vez melhor. Só que nunca tiveram informações que corroborassem esse tipo de pensamento. Segundo Negroponte, eles desprezaram a importância do formato do conteúdo a ser exibido. Para os fabricantes de TV nos EUA, TV tem a ver com imagem (alta definição), e não com bits (digital).</p>
<blockquote><p>“Ser digital é ter licença para crescer. Ser digital é optar por ser independente de tais padrões predominantes (PAL &#8211; NTSC). No caso da TV, se ela não fala determinado dialeto, você vai até a loja de informática mais próxima e compra um decodificador, como se compra programas para PC.”</p></blockquote>
<p>Nessa altura do livro, o autor faz questão de abordar as vantagens de ser digital e chega a contestar a máxima da comunicação, ao afirmar que o meio não é mais a mensagem, mas sim uma das formas que ela assume. Cada vez mais, o receptor, e não o transmissor, dará forma à informação recebida.</p>
<blockquote><p>“Os bits de uma partida de futebol podem ser convertidos pela TV-computador para que você assista ao jogo em forma de vídeo, o ouça na voz de um locutor ou o veja em formato de diagramas das jogadas. Em todos esses casos, trata-se do mesmo jogo e do mesmo conjunto de bits.”</p></blockquote>
<p>A verdade é que no mundo de átomos, limites físicos impedem que se tenha volume e profundidade ao mesmo tempo, a não ser que se tenha um livro com quilômetros de espessura.  Esse problema do volume versus profundidade desaparece no mundo digital, de modo que leitores e autores podem mover-se com maior liberdade entre o geral e o específico. Na verdade, a idéia de &#8220;querer saber mais&#8221; é parte integrante da multimídia, e está na base da hipermídia.</p>
<div><strong> </strong></div>
<div><strong> </strong></div>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_1653" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-1653  " title="negroponte-02" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/06/negroponte-02.jpg" alt="Negroponte rodeado dos laptos XO, do projeto educacional &quot;One Laptop For Child&quot; (OLFC)." width="400" height="284" /><p class="wp-caption-text">Negroponte rodeado de laptos XO, do projeto educacional &quot;One Laptop For Child&quot; (OLFC).</p></div>
<p>+ Visite o site em português da <a href="http://www-static.laptop.org/pt//index.shtml" target="_blank">ONG &#8220;Um Laptop Por Criança&#8221;</a> para saber mais.<strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Te conheço?<br />
</strong>Nicholas dedica um capítulo inteiro à importância das interfaces, onde as pessoas e os bits se encontram, garantindo que o desafio da próxima década (e continua sendo) é desenvolver computadores que conheçam o usuário, aprendam quais são suas necessidades e entendam línguas verbais e não-verbais. Segundo ele, um computador deveria saber distinguir &#8220;Kissinger&#8221; de &#8220;kissing her&#8221;, não por ser capaz de identificar a pequena diferença acústica, mas por compreender o sentido. Estaria ele falando da web semântica há 15 anos atrás?</p>
<p>Esse capítulo explora a idéia de que o segredo do projeto de uma interface é fazê-la desaparecer. Os testes precisam julgar as experiências sensoriais como um todo.</p>
<blockquote><p>“O ver e o sentir se complementam. Dois filmes graficamente iguais se diferenciarão caso um deles possua melhor qualidade de som. Assim como uma comida fica mais gostosa para quem usa óculos. Ver a comida com clareza é parte da qualidade de uma refeição.”</p></blockquote>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Fala que eu te escuto<br />
</strong>Após abordar questões sobre realidade virtual, Negroponte retoma o debate da relação entre humanos e computadores ressaltando a importância de interfaces multimodo. Essas interfaces estariam preparadas para receber informações de canais diversos e concorrentes, como o toque, a fala ou  a escrita, de forma a enriquecer e complementar a informação faltante no outro.</p>
<blockquote><p>“Se estamos numa sala com um punhado de pessoas e eu pergunto ‘como é que você se chama?’, a pergunta não faz sentido algum, a não ser que você possa ver para quem estou olhando ao formulá-la. Isto é, o pronome ‘você’ extrai seu sentido da direção do meu olhar.”</p></blockquote>
<p>É com essa deixa que o livro afirma a importância das máquinas reconhecerem o mouse, o toque, o olhar e a fala como entrada de dados. Muitas vezes as pessoas não querem usar a máquina, mas sim que ela desempenhe as tarefas para elas. Então, os computadores devem aprender a ler diferentes expressões humanas para enriquecer a conversa, sem que seja necessário falar com a boca colada no microfone</p>
<p>A explanação sobre a importância do uso da fala para se comunicar com computadores continua e Negroponte explica que esse recurso evoluiu pouco ao longo dos anos não por falta de tecnologia, mas por falta de perspectiva adequada. A fala deixa as mãos livres e pode ser empregada à distância. No entanto, as nuances da fala (sarcasmo, subserviência, raiva) são tratadas como problemas (defeito) pelos computadores e não como riqueza (qualidade).</p>
<p>Negroponte dá sequência às suas previsões falando sobre a miniaturização como tendência.  Segundo ele, é possível que venhamos a carregar no pulso, o que hoje (em 1995, lembre-se!) nós temos em cima da mesa, é que há alguns anos ocupava uma sala inteira. Esse processo só não é mais utilizado por uma questão física, e não tecnológica.</p>
<blockquote><p>“O principal motivo pelo qual não se coloca um modem na cabeça de um alfinete já não é de ordem tecnológica: é que temos dificuldade em saber onde deixamos as cabeças de alfinetes, e costumamos colocá-las no lugar errado”</p></blockquote>
<p>O autor reforça sua previsão a respeito da miniaturização, ressaltando novamente a importância da fala, já que interfaces cada vez mais reduzidas dificultarão a implementação de botões e o uso dos dedos para interação.</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/vc8Ks6KOySg&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/vc8Ks6KOySg&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
Se é pra falar de previsões, neste vídeo de 1984, no primeiro TED, Negroponte fala sobre tendências como o CD-ROM, interfaces web e até telas touch screen (em inglês).</p>
<p>Na reta final do livro, as previsões de Negroponte passam por casas inteligentes, com eletrodomésticos e eletrônicos que conversam entre si e trocam informações para que possam facilitar a nossa vida. Como exemplo, ele cita um despertador inteligente que, por saber que o vôo está atrasado, permitirá que você durma mais um pouco, regulando automaticamente o horário do alarme. Esse tipo de inteligência ele também acredita que será usada nos automóveis e que todos esses aparatos dotados de tecnologia também poderão ter algum tipo de personalidade, algo que fuja daquela voz metálica e sem entonação, e que torne mais humana a conversa entre pessoas e máquinas.</p>
<p>Para terminar, o autor escreve algumas páginas sobre o otimismo e esperança em relação à influência da vida digital nas artes e na educação, encerrando o livro com o seguinte trecho:</p>
<blockquote><p>“À medida que as crianças se apropriarem dos recursos de informação global, e à medida que descobrirem que só os adultos precisam de licença para aprender, nós com certeza encontraremos uma nova esperança e dignidade em lugares onde ambos existiam apenas em pequena medida”</p></blockquote>
<p>E mais:</p>
<blockquote><p>“Os bits de controle desse futuro digital estão mais do que nunca nas mãos dos jovens. Nada seria capaz de me deixar mais feliz do que isso”.</p></blockquote>
<p>Leitura leve, rápida e divertida que, mesmo com alguns pontos datados, tem muito a acrescentar sobre a visão macro das vantagens que a vida digital pode trazer para o mundo.</p>
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		<title>6 dicas para recrutamento em sites de mídia social</title>
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		<pubDate>Tue, 25 May 2010 19:09:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Mattoso</dc:creator>
				<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[tendências]]></category>
		<category><![CDATA[marketing de relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[mashable]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Gosto de listas. Algumas não servem pra nada, outras são engraçadas e algumas poucas são úteis. O excelente Mashable! publicou  recentemente as seis dicas para recrutamento em sites de mídias social, com o objetivo de auxiliar você que faz uso de redes sociais para selecionar futuros empregados, mas creio que as tips servem, de maneira [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: left;">
<div id="attachment_1636" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/05/danstiles_ceu.jpg"><img class="size-medium wp-image-1636" title="danstiles_ceu" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/05/danstiles_ceu-300x280.jpg" alt="" width="300" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">Gente é o que não falta nas redes sociais!</p></div>
<p>Gosto de listas. Algumas não servem pra nada, outras são engraçadas e algumas poucas são úteis. O excelente <a href="http://mashable.com" target="_blank">Mashable!</a> publicou  recentemente as seis dicas para recrutamento em sites de mídias social, com o objetivo de auxiliar você que faz uso de redes sociais para selecionar futuros empregados, mas creio que as tips servem, de maneira geral, para todos aqueles que desejam fazer das mídias sociais um canal de relacionamento, independente do propósito. Confiram:</p>
<p><strong>1. Crie uma presença online, refletetindo quem você é:<br />
</strong>Ter um avatar interessante e atualizado ajuda. Certifique-se de organizar seus diferentes perfis (no Twitter, Facebook&#8230;). Isso aproxima você dos usuários e ajuda a formar relacionamentos. Tenha em mente que a sua biografia (ou da sua empresa) seja suscinta, clara e objetiva.</p>
<p><strong>2. Aproveite ao máximo o seu tempo:</strong><br />
Seja participativo! Não crie vários profiles para, depois, abandoná-los. Participe e dedique parte do seu tempo para as mídias sociais. Como sugere Boorman, &#8220;é preciso um grande investimento de tempo para construir uma comunidade de talento&#8221;.</p>
<p><strong>3. Individualize a abordagem:</strong><br />
Mandar aqueles e-mails padrões para zilhões de pessoas é muito caído. Comunique-se diretamente com quem você está construindo um relacionamento.</p>
<div id="attachment_1635" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/05/danstiles_arvore.jpg"><img class="size-medium wp-image-1635 " title="danstiles_arvore" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/05/danstiles_arvore-300x272.jpg" alt="Personalize o relacionamento" width="300" height="272" /></a><p class="wp-caption-text">Personalize o relacionamento!</p></div>
<p><strong>4. Seja autêntico:<br />
</strong>Esse povo de RH sempre quer ter um contato real com os candidates e para isso, estes profissionais também devem ser “reais”. É preciso ser autêntico e transparente.</p>
<p><strong>5. Compartilhe coisas interessantes:<br />
</strong>Também há espaço para entretenimento. Partilhe notícias ou links interessantes, fale sobre temas ligados ao seu negócio.</p>
<p><strong>6. Concentre-se no mérito:<br />
</strong>Se alguém fizer uma pergunta a você via mídias sociais, encontre uma maneira de responder! Mesmo que seja necessário migrar de canal e partir para uma conversação offline.</p>
<p>- Saiba mais sobre as <a href="http://mashable.com/2010/05/25/recruiting-social-media/" target="_blank">6 dicas e confira o post na íntegra (em inglês)</a>.<br />
- As ilustrações são de <a href="http://www.danstiles.com/" target="_blank">Dan Stiles</a>.</p>
</div>
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		<title>Carrefour faz muito barulho por nada com o lançamento de sua loja na internet</title>
		<link>http://dnadigital.com.br/carrefour-faz-muito-barulho-por-nada-com-o-lancamento-de-sua-loja-na-internet/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 00:09:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cibele Aviles</dc:creator>
				<category><![CDATA[e-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[tendências]]></category>
		<category><![CDATA[loja virtual]]></category>
		<category><![CDATA[mercado internet]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá, pessoALL!! Estamos com uma nova colaboradora no DNA Digital, a Andrezza Carvalho &#8211; @andrezzafcs &#8211; que vai também postar sua percepção do mercado de Marketing e Comunicação Digital, e por muitas vezes, falar sobre e-commerce. Aqui vai o primeiro post dela, sobre a loja virtual do Carrefour! Seja bem-vinda, Andrezza!! &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212; A cada dia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, pessoALL!!</p>
<div id="attachment_1571" class="wp-caption alignleft" style="width: 98px"><a href="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/04/dezza.jpg"><img class="size-full wp-image-1571   " style="margin: 4px 5px;" title="dezza" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/04/dezza.jpg" alt="" width="88" height="94" /></a><p class="wp-caption-text">@andrezzafcs</p></div>
<p>Estamos com uma nova colaboradora no DNA Digital, a Andrezza Carvalho &#8211; <a href="http://twitter.com/andrezzafcs" target="_blank">@andrezzafcs</a> &#8211; que vai também postar sua percepção do mercado de Marketing e Comunicação Digital, e por muitas vezes, falar sobre e-commerce.</p>
<p>Aqui vai o primeiro post dela, sobre a loja virtual do Carrefour!</p>
<p>Seja bem-vinda, Andrezza!!</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p>A cada dia o mercado de e-commerce se aquece no Brasil. Já cada novo ano, o e-commerce alcança mais adeptos e a a migração para o mundo virtual de grandes varejistas como Extra, Wal-Mart, Ponto-Frio,  Casas Bahia reforça cada vez o mercado on-line. Acompanhar o nascimento de um grande player [<a href="www.carrefour.com.br" target="_blank">www.carrefour.com.br</a>] é uma grande oportunidade de rever conceitos, processos e tendências. Atualmente o mercado é dominado pela gigante B2W (grupo responsável pelas empresas Americanas.com e Submarino.com).</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 329px"><a href="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/04/carrefour-mailmkt.jpg"><img class=" " title="carrefour-mailmkt" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/04/carrefour-mailmkt-299x300.jpg" alt="" width="319" height="320" /></a><p class="wp-caption-text">E-mail marketing</p></div>
<p>Acompanhei o alarde que a gigante francesa fez para a estréia de sua loja virtual. A empresa colocou no ar um pré-cadastro que garantia ao usuário, no momento da inauguração 20% de desconto no valor total da compra. Pois bem, para não dizer que não elogiei nada, essa estratégia de marketing foi a única coisa que funcionou. Criaram uma enorme base de dados oferecendo 20% de desconto na primeira compra mais frete grátis. Em nosso país, onde o comportamento do consumidor é impulsionado pela busca no menor preço, ações desse modo são quase sempre vencedoras. No caso do Carrefour conquistaram em seu lançamento 14 mil clientes.</p>
<p>A promessa de lançamento da loja para o dia 01 de março às 14h só se concretizou no dia seguinte, dia 02 na parte da manhã, com um atraso de quase 24 horas para começar a operar. Isso com uma estrutura e layout quase padrão dos demais concorrentes, sem nenhuma inovação percebida. Eu ouvi clientes dizendo: “Se eles atrasam para lançar a loja, imagina para entregar o produto?”</p>
<div id="attachment_1543" class="wp-caption aligncenter" style="width: 360px"><a href="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/04/carrefour1.jpg"><img class="  " title="carrefour1" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/04/carrefour1-300x168.jpg" alt="Mensagem antes do lançamento" width="350" height="198" /></a><p class="wp-caption-text">Site com mensagem antes do lançamento</p></div>
<p>É difícil compreender que passamos de uma comunicação unilateral (onde só um lado fala) para uma bilateral (conversa dos consumidores com outros consumidores)? Será tão complicado assim se colocar do lado do consumidor e pensar o que é bom ou não? Os clientes estão cada vez mais informados sobre os produtos a venda no mercado, pesquisam incessantemente preços e tudo com alguns poucos cliques. Então qual o caminho? Para mim, ATENDIMENTO é a chave do comércio eletrônico.</p>
<p>O montante investido no projeto, algo na ordem de 50 milhões de reais, como <a href="http://imasters.uol.com.br/noticia/16062/ecommerce/carrefour_lanca_loja_virtual/" target="_blank">noticiou o portal iMasters</a>, não apresenta muitas novidades visíveis no primeiro contato com a loja. O que me chamou a atenção na matéria, foi a pretensão da empresa em  “ocupar o quinto lugar de vendas na internet”. Tamanho investimento para ocupar o quinta lugar? A equipe do Carrefour não poderia ser mais ousado e querer brigar pela primeira posição? E ai que entra a questão do atendimento online que ainda é o “calcanhar de Aquiles&#8217; de muitas lojas virtuais.</p>
<p>O design está bem agradável e intuitivo. Ainda não testei o carrinho de compras da loja. Algumas ferramentas como vídeos demostrativos de produtos e uma seção destinada à orientação de utilidade dos produtos também são oferecidos.</p>
<p>Vamos aguardar para verificar o desempenho da nova loja, lembrando que ainda não existe nenhuma loja brasileira nos moldes de personalização da gigante americana <a href="http://www.amazon.com/" target="_blank">Amazon.com</a>.</p>
<p>Até mais!</p>
<p>Andrezza<br />
<a href="http://twitter.com/andrezzafcs" target="_blank">@andrezzafcs</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Circuito 4&#215;1 &#8211; Bate-papo sobre E-commerce &#8211; Parte da Tarde</title>
		<link>http://dnadigital.com.br/circuito-4x1-bate-papo-sobre-e-commerce-parte-da-tarde/</link>
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		<pubDate>Wed, 17 Mar 2010 14:23:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cibele Aviles</dc:creator>
				<category><![CDATA[atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[e-commerce]]></category>
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		<category><![CDATA[colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[mercado internet]]></category>

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		<description><![CDATA[A tarde de sábado foi de bate-papo sobre e-commerce com Fábio Seixas, Marcelo Vitorino e dinâmica com os participantes. Confira! Fábio Seixas (@fseixas), do Camiseteria (@camiseteria),  iniciou a tarde de sábado falando sobe inovação e tendências no e-commerce. Site em prol do usuário, visualização de produto em 360º e em vídeo, integração com as redes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A tarde de sábado foi de bate-papo sobre e-commerce com Fábio Seixas, Marcelo Vitorino e dinâmica com os participantes. Confira!</p>
<div id="attachment_1452" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/03/fseixas.jpg"><img class="size-full wp-image-1452" title="fseixas" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/03/fseixas.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a><p class="wp-caption-text">Fábio Seixas, do Camiseteria</p></div>
<p>Fábio Seixas (<a href="http://www.twitter.com/fseixas" target="_blank">@fseixas</a>), do Camiseteria (<a href="http://www.twitter.com/camiseteria" target="_blank">@camiseteria</a>),  iniciou a tarde de sábado falando sobe inovação e tendências no e-commerce.</p>
<p>Site em prol do usuário, visualização de produto em 360º e em vídeo, integração com as redes sociais, e-commerce em dispositivos móveis foram alguns temas levantados por ele que trazem muita reflexão na hora de idealizar um site de vendas. Não podemos nunca esquecer que devemos facilitar ao máximo a vida dos consumidores, e levá-los de maneira intuitiva até o <em>ok</em> na conclusão da compra.</p>
<p>A integração do <em>on</em> com <em>off line</em> já existe, e lojas possuem inclusive vitrines interativas. O store pick-up também é bem vindo: comprar on line e retirar na loja, off line.</p>
<p>Um tema interessante que ele citou foi a criação de sites de nichos, com informações e um conjunto de produtos específicos. Neste momento, a primeira lembrança que veio a cabeça, de maneira fácil, foi o livro Cauda Longa de Chris Anderson.</p>
<p>Outra coisa importante falada por ele foi sobre o carrinho de compras: quando é abandonado, pode e deve ser encarado e revertido de ameaça para oportunidade, pois aquelas compras não finalizadas refletem desejos. Nesta hora, ações de marketing bem aplicadas podem trazer a finalização da compra.</p>
<p>Investir nas embalagens dos produtos também é uma inovação interessante: ela pode se tornar algo útil, ao invés de ir para a lixeira.</p>
<p style="text-align: center;"><object id="playerFlash" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="400" height="300" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="flashvars" value="id_video=526308" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="wmode" value="opaque" /><param name="src" value="http://www.videolog.tv/ajax/codigoPlayer.php?id_video=526308&amp;relacionados=N&amp;default=S&amp;cor_fundo=003300&amp;cor_titulo=33cc66&amp;hd=N&amp;swf=1&amp;width=400&amp;height=300" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="playerFlash" type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="300" src="http://www.videolog.tv/ajax/codigoPlayer.php?id_video=526308&amp;relacionados=N&amp;default=S&amp;cor_fundo=003300&amp;cor_titulo=33cc66&amp;hd=N&amp;swf=1&amp;width=400&amp;height=300" wmode="opaque" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" flashvars="id_video=526308"></embed></object></p>
<p>Finalizada a palestra, Lígia Dutra (<a href="http://www.twitter.com/upalupa" target="_blank">@upalupa</a>) sobe ao palco e elogia a presença da galera no evento em pleno sábado de sol e convida Marcelo Vitorino, o @<a href="http://twitter.com/pergunteaourso">pergunteaourso</a> para dar continuidade nas palestras da tarde.</p>
<div id="attachment_1453" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/03/pergunteaourso.jpg"><img class="size-full wp-image-1453" title="pergunteaourso" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/03/pergunteaourso.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a><p class="wp-caption-text">Marcelo Vitorino, Pergunte ao Urso</p></div>
<p>Ele apresentou um histórico da web, como as pessoas se comportavam nela e o que as empresas buscavam nas décadas em que foi popularizada: na déc de 90, queriam a presença na web; em 2000, a interação com o seu site; e agora, em 2010, é necessário a ativação, ou seja, a conversão desta interação em lucro. Neste momento lembramos de um <a href="http://bit.ly/bMzy7v" target="_blank">post que publicamos sobre sites institucionais</a>, que falava um pouco sobre isto também.</p>
<p>E para quem quer saber mais sobre a evolução das tecnologias e formas de interação com os usuários na web, recomendo o livro “Gestão de Conteúdo 360º”, listado em nossos <a href="http://dnadigital.com.br/livros/" target="_blank">livros recomendados</a>. Em breve teremos uma resenha dele aqui em nosso blog.</p>
<p>Falou que a web sempre foi 2.0, as pessoas é que eram 1.0, e que as inovações nunca podem deixar de considerar a cultura e hábitos do consumidor. E sabemos que estudantes e profissionais de marketing estão bem acostumados com estas considerações, não é!</p>
<p>Partiu então para os desafios na web, vividos hoje:</p>
<p>1º: agrupar pessoas;</p>
<p>2º: preparar os meios;</p>
<p>3º: promover ações de ativação; e</p>
<p>4º: mensurar os resultados.</p>
<p>Lembrou que no mundo corporativo, preparar os meios é também treinar o funcionário que irá responder pela empresa na internet.</p>
<p>Ao final da palestra, @upalupa volta com uma dinâmica a fim de integrar os participantes: a galera foi separada em grupos que deveriam discutir idéias, criar um serviço ou produto viável, e on line! A criatividade entrou em jogo e saíram coisas interessantes. Mas, como o tempo já estava esgotado, as apresentações foram rápidas.</p>
<div id="attachment_1454" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/03/apresentacoes.jpg"><img class="size-full wp-image-1454" title="apresentacoes" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/03/apresentacoes.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a><p class="wp-caption-text">Pessoal dos grupos no palco apresentando as ideias</p></div>
<p>Considero que o evento terminou, porém apenas por lá, porque muito dele ficou e deixo aqui os parabéns ao @kakamachine e a todos que o fizeram acontecer. O conteúdo foi riquíssimo e trouxe muitas reflexões, além de ter reunido uma galera fera no assunto.</p>
<p>Que venham os próximos!!!</p>
<p>Algumas apresentações estão disponíveis:</p>
<p>- <a href="http://www.slideshare.net/Circuito4x1/rizzo-miranda-gesto-de-projetos-em-mdias-sociaispalestra-4-x1" target="_blank">Rizzo Miranda</a></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>- <a href="http://www.slideshare.net/reclameaqui" target="_blank">ReclameAqui!</a>: as três palestras (Ferramentas RA /  Consumidor 2.0 / Como montar sua equipe de SAC 2.0 )</p>
<p>- No <a href="http://www.videolog.tv" target="_blank">Videolog</a>, diversos vídeos do evento.</p>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 1489px; width: 1px; height: 1px;">http://dnadigital.com.br/livros/</div>
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