Não deixe de ler

Como terminou a disputa entre o Greenpeace e a Nestlé?Como terminou a disputa entre o Greenpeace e a Nestlé? Há quase 3 meses, publiquei um post a respeito do duelo que o Greenpeace e a Nestlé travavam nas redes sociais. A história tinha diversos ingredientes para se tornar um case interessante, pois abordava...

>>> Oba, quero ler!

Manifesto Cluetrain tem o poder de ficar mais atual a cada anoManifesto Cluetrain tem o poder de ficar mais atual... Corro o risco de soar datado e publicar um post mais manjado do que parabéns (aquele da Xuxa!) em festa de aniversário, mas meu orgulho não irá me impedir de dividir esse conteúdo com o público que,...

>>> Oba, quero ler!

Sou+Web - 13ª Edição - E-brandingSou+Web - 13ª Edição - E-branding Recorde de inscrições e de público (e de crianças com menos de 5 anos na platéia também, pois alguns profissionais estavam com seus filhos lá), o Sou+Web, organizado pelo sempre polêmico Nino Carvalho,...

>>> Oba, quero ler!

Cobertura do Circuito 4X1 - Dia 05/03 Parte da ManhãCobertura do Circuito 4X1 - Dia 05/03 Parte da Manhã Com o objetivo de levar informação, novidades e incitar o questionamento aos profissionais de Marketing Digital e comunicação no Rio de Janeiro, o Circuito 4X1 foi realizado na Faculdade CCAA, no...

>>> Oba, quero ler!

Fórum ABA Petrobras de Comunicação Digital - Parte 1 de 2Fórum ABA Petrobras de Comunicação Digital - Parte... Na última quinta-feira, dia 04 de fevereiro, participei do III Fórum Internacional ABA Petrobras de Comunicação Digital, realizado no auditório do edifício da própria Petrobras, no centro do Rio,...

>>> Oba, quero ler!

  • Prev
  • Next

Sou+Web – 13ª Edição – E-branding

Em : 22-03-2010 | Por : Leonardo Spinardi | Categorias : eventos, sou+web

1

Recorde de inscrições e de público (e de crianças com menos de 5 anos na platéia também, pois alguns profissionais estavam com seus filhos lá), o Sou+Web, organizado pelo sempre polêmico Nino Carvalho, chegou a sua 13ª edição, no dia 13 de março, para abordar o tema E-Branding.

Idealizador do evento, Nino Carvalho faz a abertura do 13º Sou+Web, no IBEU, em Copacabana.

Idealizador do evento, Nino Carvalho faz a abertura do 13º Sou+Web, no IBEU, em Copacabana.

O evento aconteceu no mesmo lugar de sempre, no IBEU, em Copacabana, sempre aos sábados, e às 10h, quando cheguei lá, o auditório já estava bem cheio. O local oferece acesso à rede wi-fi, através da qual o público interage com o telão por meio de seus notebooks, celulares e outros dispositivos móveis. A dinâmica do evento acaba ficando interessante porque a platéia faz uma cobertura ao vivo através do Twitter (#soumaisweb), publicando tudo o que vai sendo falado e discutido dentro do auditório.

Com o auditório lotado, a platéia se vira do jeito que pode para fazer as anotações e cobrir o evento em tempo real.

Com o auditório lotado, a platéia se vira do jeito que pode para fazer as anotações e cobrir o evento em tempo real.

Como de costume, o evento trouxe um elenco fera para falar sobre o assunto. Dessa vez, o time de palestrantes era formado por Danielle Meirelles (@dmeirelles), CEO da DBrand, com atuação no Rio, São Paulo, Nova Iorque e Londres; Andrei Scheiner (@inobvio), Mestre em Comunicação Social pela PUC-Rio com pesquisa focada em branding, tatuagens e consumo; e Gabriel Rossi (@gabrielrossi), Sócio  fundador da consultoria em branding digital que leva o seu nome e profissional focado na construção e gerenciamento de marcas na websocial.

Mediado por Fábio Carvalho (@fabiocarvalho), Gerente de Novas Mídias da Textual Comunicação e ex-aluno do Nino (ele tem costume de colocar os alunos para moderar as apresentações e até mesmo como palestrantes) o evento começou pouco depois das 10h, com a apresentação da Daniella Meirelles, que focou bastante em cases de sucesso de marcas internacionais.

Fábio Carvalho mediou o debate sobre e-branding.

Fábio Carvalho mediou o debate sobre e-branding.

 

Danielle Meirelles – CEO da DBrand
Entre cases manjados e outros nem tanto, Danielle começou a palestra falando da formas que as marcas podem obter na internet para criar pontos de contato e possibilitar o fortalecimento junto ao consumidor. Entre os exemplos, Daniella citou sites, pop-up, banners, links patrocinados, blogs,  jogos, entre outros. Ela acredita que existem três palavras que devem comandar as ações das empresas na web, sendo elas “compartilhar”, “ouvir” e “interagir”. Sobre cada uma, ela citou exemplos de ferramentas e formas de praticar cada um desses verbos. Foi uma palestra rápida, com exemplos breves de cases e serviu bem como esquenta para o que estava por vir.

Andrei Scheinner com microfone, é observado por Daniella Meirelles e Gabriel Rossi, durante sua palestra.

Andrei Scheiner, com microfone, é observado por Danielle Meirelles e Gabriel Rossi, durante sua palestra.

 

Andrei Scheiner – Mestre em Comunicação Social pela PUC-Rio
Andrei Scheiner abordou o e-branding sob um foco muito interessante, que também foi o tema do seu mestrado em comunicação: “Mercado de pele: consumo, tatuagem e cultura de massa“. A abordagem passa pela atitude das pessoas que, sendo tão fãs das marcas, tatuam em seu corpo a logo e outras referências.

O contexto que ele cria para falar do poder das marcas e, por consequência, do e-branding, incitou a platéia que começou a participar mais. “Nome a gente não escolhe, mas um @ (referência aos nicks do twitter) e tatuar uma marca no corpo, sim!”, exemplificou Andrei sobre a relação entre as marcas, as pessoas e seus corpos.

Palestra do Andrei Scheiner sobre "Mercado de pele: consumo, tatuagem e cultura de massa".

Palestra do Andrei sobre "Mercado de pele: consumo, tatuagem e cultura de massa".

Enfatizando o pressuposto do “pra sempre” que uma tatuagem carrega consigo, Andrei explicou que as Lovemarks acabam cumprindo um papel que antigamente era cumprido pela família, pela religião ou pelos amigos. Existem casos de tatuagens feitas em busca de um benefício tangível e material, como pessoas que colocaram a própria testa à venda para anúncios ou que tatuaram marcas de restaurante em busca de almoço grátis, mas o ato é espontâneo na grande maioria das vezes.

A apresentação passou pelo questionamento do que são as marcas para o consumidor e o que elas representam nesse novo contexto, quando o cliente compra mais do que o produto, mas a experiência da marca, que passa por diversos fatores como o atendimento, a qualidade e o pós-venda. “Pós-venda no Brasil é visto quase como um favor. Eu vejo que as marcas no Brasil ainda não se atentaram da importância de estar bem representada na web”, enfatizou Andrei. Por fim, ele acredita que assim como na teoria de Darwin, nas novas mídias também acontecerá o que ele chamou de “Seleção Digital”, onde o próprio mercado acabará selecionando as empresas que se preocuparam e se estruturaram para atender a essa nova dinâmica, que passa pelo cuidado da marca e sua percepção no mundo digital pelo consumidor.

 

Gabriel Rossi – Sócio  fundador da consultoria em branding digital que leva o seu nome
Quando a sequência do debate parecia não ter mais para onde crescer, chegou a vez do paulista Gabriel Rossi fazer sua apresentação, misturando referências bibliográficas, frases de efeito e declarações positivas sobre o Rio de Janeiro. Não preciso dizer que conquistou a platéia e protagonizou a melhor apresentação daquela manhã.

Para começar, homenageou Peter Drucker citando uma frase do capítulo 5 de determinado livro do autor: “Marketing é tudo o que uma empresa faz; o que não é, é decorrência”. De cara, Gabriel fez questão de esclarecer que a internet não é a panacéia, mas que ela ampliou e acelerou os processos de boca-aboca que aconteciam antes dela. “O boca-a-boca ganhou uma nova dimensão, e as empresas que entenderem que o marketing é uma filosofia, e não uma área ou ferramenta, serão premiadas pela web”, garantiu Gabriel. Isto porque  agora é o consumidor que controla a marca, e esse consumidor acredita cada vez mais em outros consumidores, no lugar do que dizem as próprias marcas.

Gabriel ainda falou sobre os funcionários das empresas representarem as marcas nas redes sociais, fato que ele acredita ser uma tendência. “As marcas pessoais deverão se sobressair às institucionais”, apostou. Nesse momento, citou o exemplo da fábrica de calçados Zappos, onde existe uma cultura interna de felicidade, uma cultura de atendimento ao consumidor. Nesse contexto, Gabriel Rossi garantiu que as marcas estão percebendo o grande valor de pequenas trocas.

Na reta final da apresentação, o assunto chegou aos nativos digitais, que não percebem a diferença entre meios e interações on e off, e sobre como as empresas estão preparadas para receber essa geração como força de trabalho, uma vez que ela não está acostumada com os valores atualmente cultivados nas corporações. Por fim, Gabirel recomendou não seguirmos a tecnologia, mas sim o comportamento. “Desconfie das ‘twitter and facebooks strategys’. O que vale é o aprendizado e a pesquisa”. Antes de terminar, ele citou sua teoria de “passar batom em porco”. “Se você tem uma marca ou produto ruim, utilizar as redes sociais para auto-elogio é como passar batom em porco”, finalizou, recebendo palmas acaloradas da platéia.

 

Resumo do Evento:
Nos últimos 3 eventos que fui este ano, independente do tema (e-branding, redes sociais, consumidor 2.0) ficou claro que existe uma interseção, um assunto comum, que é abordado em todas essas palestras e apresentações. Na verdade, o debate macro atual não cabe em apenas uma definição. Falar de e-branding envolve redes sociais, que envolve consumidor 2.0, que envolve privacidade, que envolve e-mail marketing, que envolve métrica, que envolve tecnologia… A verdade é que essa nova dinâmica trabalha em diversas interfaces, com detalhes de cada uma, mas que busca desvendar as características desse mercado onde as marcas descem do pedestal, os clientes tem poder e a humildade e transparência começam a ganhar destaque nas relações comerciais.

O Nino é um cara fera e consegue fazer um evento com nível elevado e público idem, uma vez por mês, nas manhãs de sábado, ensolaradas ou não. Esse não foi diferente. Platéia participativa e convidados com muito a dividir. Para fechar esse post, me aproveito de uma frase que o Gabriel Rossi disse após a sua apresentação, quando as perguntas foram abertas ao público, que diz muito a respeito das tendências atuais: “O atendimento ao consumidor é a próxima publicidade”. Nada pode vender um produto ou serviço tão bem quanto outros consumidores bem atendidos. Veremos o que as empresas nos reservam…

 

Saiba mais:
- Blog da Textual Serviços em Comunicação
- Blog Cristiano Web, do Cristiano Santos, com um excelente apanhado dos melhores tweets do evento
- Blog Meme de Carbono

 

O Futuro das Agências – o que fazer para garantir a sobrevivência numa nova era?

Em : 18-10-2009 | Por : Cibele Aviles | Categorias : eventos, mídias sociais, sou+web

2

E este foi o tema do 11º Sou+web, no dia 17 de outubro. Desta vez o DNA Digital não conseguiu marcar presença, porém, como vários twitters, acompanhamos a transmissão através do qik, via @bigdigo.

Com participação de profissionais de grandes agências, as exposições e discussões foram muito agregadoras e de extrema reflexão, passando pela humildade na mudança da cultura interna, entendimento do seu dna, análise SWOT, até a qualificação e atualização constante do profissional.

Diversas colocações como “querer continuar na zona de conforto é o mesmo que se manter na zona de miopia”, “não existem super especialistas em web 2.0, só existem estudiosos; portanto, sejam mais humildes”, “já não somos mais a geração Coca-cola, somos a geração Digitalis”, “especialista sabe-tudo? Somos generalistas e aprendemos de tudo. Sempre desafiamos a zona de conforto” trouxeram a tona o que os profissionais de Marketing Digital andam vivendo ultimamente não só dentro das agências mas também dentro das empresas como um todo. Levante a mão quem nunca tentou inovar e foi em algum momento questionado sobre a real confiabilidade dessa tal web….

Estamos no século XXI e as ‘novas gerações’ – X e Y -, já nascidas no mundo digital (aliás, até que ponto eles sabem o que é analógico?) ou durante a transição, já não veem as midias tradicionais como as demais gerações. Hoje tudo está integrado, as midias se convergem e se completam. E é por isso que os profissionais das áreas de comunicação e marketing devem ficar fora da zona de conforto, da zona de miopia; mais do que entender analógico ou digital, devem conhecer e analisar o cenário, compreender o comportamento do consumidor, montar estratégia e planos de ação, saber antropologia, filosofia, análise SWOT…devem trazer o conhecimento e aplicá-los no ambiente on line!

E, as empresas, quando olharem para os seus funcionários e compreenderem que ali também existem conhecimentos e experiências para serem agregados, entenderão que seu planejamento estratégico deverá ser revisto e que o caminho da convergência é inevitável. Afinal, dentro das empresas as pessoas são funcionários, mas fora delas, são consumidores, blogueiros, twitteiros etc.

Algumas outras frases que surgiram durante o encontro e que achei que agregam bastante foram:

- “Tem muitos “especialistas” em mídias socias. Como se é um meio em transformação constante?” (Este tema está bem polêmico: existe especialista ou não, afinal?)

- “Somos transformadores da história e isso nos faz ter TESÃO em trabalhar em internet”

- “Depois d Darwin agora vivemos o homo digitalis. É o novo profissional, novo pensamento: pensamento multiplataforma”

- “A internet é o desenvolvimento do pensamento humano que se desdobra em conceito e tecnologia”

Let’s think about it!!

Palestrantes desta edição:

- Nick Ellis (@nickellis) – Blogueiro do Digital Drops

- Risoletta Miranda (@rizzomiranda) – Diretora-Executiva da FSB PR Digital

- George Benson (@superbenson) – Diretor de Novas Mídias da DPZ

- Alexandre Carvalho (@acarvalho) – Executivo de mídias sociais da LVBA Comunicação.

Veja aqui um consolidado do evento, feito por @cristianoweb

E aqui as fotos, clicadas por @brunofontes

Cobertura Sou+Web – Privacidade na Era da Intimidade Coletiva

Em : 14-09-2009 | Por : Leonardo Spinardi | Categorias : eventos, sou+web

12

Diferente das edições anteriores, este Sou+Web se anunciava um debate com perfil mais filosófico, acadêmico, menos prático e repleto de subjetividade. Talvez por isso o número de pessoas na platéia tenha sido um pouco menor, de forma que ninguém precisou ficar em pé ou sentado no chão como em edições anteriores. Mas poucas eram as cadeiras vazias.

Cláudio Hannig, Fernanda Bruno, Marcelo Thompson e Andrea Thompson aguardam perguntas da platéia. Foto: Cibele Aviles

Cláudio Hannig, Fernanda Bruno, Marcelo Thompson e Andrea Thompson aguardam perguntas da platéia. Foto: Cibele Aviles

Pra começar, o mix de palestrantes foi muito bem equilibrado, permitindo que o debate abordasse 3 óticas diferentes sobre como a privacidade vem sendo trabalhada na era da intimidade coletiva. Após a breve introdução do organizador Nino Carvalho, Andréa Thompson, integrante da equipe do DNA Digital, assumiu seu papel de moderadora e contou uma breve história sobre uma menina chamada Sofia e de que forma a sua intimidade era impactada pelas novas mídias, com ofertas de serviços e produtos a cada momento do seu dia. Foi um exemplo lúdico que serviu como pano de fundo para a palestra da Fernanda Bruno, professora adjunta do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura e do Instituto de Psicologia, ambos da UFRJ.

Viés Filosófico – Como nós, consumidores, estamos inseridos
Mais do que trazer algum tipo de resposta, a primeira apresentação da manhã veio repleta de questionamentos. De onde vem esse desejo de compartilhar a intimidade que a gente tanto vê na internet? Fernanda Bruno chamou a atenção para os rastros que são deixados por cada atitude que a gente faz na rede. Uma busca, um comentário, uploads e downloads, entre outros, vão deixando pegadas que abastecem um banco de dados. Nesse vai-e-vem de dados, o que é público e o que é privado? Esta linha tênue que divide esses dois conceitos é uma característica inerente da internet? Fernanda acredita que devemos pensar nisso e participar de uma forma mais ativa. Confira um trechinho do bate-papo no vídeo abaixo:

Viés de Mercado – Como as marcas estão agindo
Para falar sobre como as agências e as grandes empresas tem trabalhado os dados dos clientes obtidos em campanhas e utilizados em relacionamentos, Cláudio Hannig, Diretor de Contas da Rapp Brasil e responsável pelo escritório carioca da agência, trouxe uma visão otimista sobre o caso. Neste novo mercado, onde o consumidor tem mais poder, as empresas devem cuidar de sua reputação oferecendo-se como parceiras na caminhada com o cliente. Uma relação como essa exige confiança e as empresas não querem perde-la usando os dados de seu cliente de forma irresponsável. Do contrário, não se reconquista mais essa confiança. A permissão dada pelo cliente deve ser usada na dinâmica de interação, com linguagem e conteúdo customizado, de forma a estimular a relação e o constante aprendizado sobre os consumidores. A palestra do Nino Carvalho sobre Redes Sociais, no Planetário, ressaltava a importância da relevância e da privacidade para conseguir se relacionar com o consumidor. É com esse cuidado que a RAPP trabalha e com o qual o Cláudio acredita que o mercado está se desenvolvendo.

Viés Legal – Como o Direito está tentando regulamentar a bagunça
A apresentação de Marcelo Thompson poderia ter sido o momento menos acalorado dos debates. Pensei que, por conta do seu perfil jurídico e até intimidador como Professor Pesquisador Assistente de Direito e Tecnologia da Informação na Universidade de Hong Kong, falaríamos muito sobre meandros do Direito. Que nada! Foi uma apresentação pra lá de informal, cujo destaque ficou por conta do caso do Bus Uncle (o caso de um tio do ônibus estressado em Hong Kong, que gerou debate na mídia sobre as doenças dos tempos modernos e a ética nos meios de comunicação). Foi um exemplo perfeito de como essa bagunça chamada internet confunde conceitos. Ele falou ainda sobre como o Direito vem enfrentando esses novos desafios e como as redes buscam desenvolver suas próprias regulamentações na ausênciade uma lei específica. Assunto para horas de bate-papo. Confira o vídeo:

Mais uma vez, conteúdo relevante e debate produtivo na manhã de sábado no Ibeu, em Copacabana, onde o evento Sou+Web tem acontecido. A cobertura em tempo real e de forma colaborativa, feita pela própria platéia através do twitter é imbatível. Aguardamos novas informações do Nino Carvalho sobre o tema da próxima edição e o elenco de palestrantes convidados.

E você? Se sente invadido com as propagandas que aparecem no seu e-mail? Com a quantidade de spams que recebe? O behavioral targeting está ganhando proporções assustadoras? Você é dos que acham que o Google um dia vai mandar a conta? Comente esse post, manifeste sua opinião e colabore conosco!

Confira também algumas fotos do evento Sou+Web no Flickr, clicadas por Cibele Aviles.

grande abraço,
Leonardo Spinardi

#soumaisweb – Privacidade na Era da Intimidade Coletiva

Em : 01-09-2009 | Por : Guilherme Mattoso | Categorias : eventos, sou+web

0

soumaisweb

Alô galera! No dia 12/09 rola mais uma edição do #soumaisweb com o tema Privacidade na Era da Intimidade Coletiva. A queridíssima Andrea Thompson, que também assina esse blog, será a moderadora do debate e a sugestão dos palestrantes é indicação dela. O encontro será no auditório do Ibeu de Copa das 10h às 13h. Para fazer a inscrição ou saber mais sobre o evento visite o The Godfather!

Abs,
Guilherme Mattoso |
@mattoso