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	<title>DNA Digital &#187; mídias sociais</title>
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	<description>Pensamentos sobre o novo profissional web e os desafios de comunicação na era do marketing digital.</description>
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		<title>Estudo revela como empresas internacionais se estruturam para as mídias sociais</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Mar 2011 15:14:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Spinardi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Acabou de sair do forno um estudo da Useful Social Media (@usefulsocial), intitulado &#8220;The State of Corporate Social media in 2011&#8243;, que traz o resultado de uma pesquisa feita com mais de 100 funcionários de diversos níveis da hierarquia corporativa das principais empresas do mundo, de segmentos variados como finanças, eletrônicos, energia, automotivos, entre outros. Escrito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acabou de sair do forno um estudo da <a href="http://usefulsocialmedia.com/" target="_blank">Useful Social Media</a> (<a href="http://www.twitter.com/usefulsocial" target="_blank">@usefulsocial</a>), intitulado &#8220;The State of Corporate Social media in 2011&#8243;, que traz o resultado de uma pesquisa feita com mais de 100 funcionários de diversos níveis da hierarquia corporativa das principais empresas do mundo, de segmentos variados como finanças, eletrônicos, energia, automotivos, entre outros.</p>
<div id="attachment_2040" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-2040" title="useful-social-media" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/03/useful-social-media.jpg" alt="Estudo foi publicado pela Useful Social Media - http://usefulsocialmedia.com." width="400" height="284" /><p class="wp-caption-text">Estudo foi publicado pela Useful Social Media - http://usefulsocialmedia.com.</p></div>
<p>Escrito por Nick Johnson, fundador da Useful Social Media, o documento procura ajudar outras empresas a entender as tendências emergentes e métodos de sucesso para integrar as mídias sociais nas suas culturas corporativas.</p>
<p>Tive acesso ao documento através de um dos boletins eletrônicos que recebo da <a href="http://hootsuite.com/" target="_blank">Hootsuite</a>, ferramenta de administração de perfis nas redes sociais e parceira da Useful Social Media na produção do estudo. Você pode fazer o download de &#8220;<a href="http://usefulsocialmedia.com/stateofCSM" target="_blank">The State of Corporate Social Media in 2011</a>&#8221; aqui, como eu fiz, e ter acesso a um panorama de como grandes empresas estão integrando as questões das mídias sociais em suas estruturas e como estão previstos os investimentos para 2011.</p>
<div id="attachment_2041" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-2041" title="useful-nick-johnson" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/03/useful-nick-johnson.jpg" alt="&quot;The State of Corporate Social Media in 2011: Results from the first corporate social media survey&quot;, por Nick Johnson." width="400" height="284" /><p class="wp-caption-text">&quot;The State of Corporate Social Media in 2011: Results from the first corporate social media survey&quot;, por Nick Johnson.</p></div>
<p><strong><br />
Quem cuida e como é a estrutura?</strong><br />
Gerentes, executivos, diretores e vice-presidentes de empresas da Ásia, Europa, Estados Unidos, Reino Unido e outros lugares do mundo contaram como são pensadas as estruturas das empresas para lidar com as mídias sociais. As empresas costumam ter dúvidas em relação à utilização de uma equipe interna ou externa, e se esta equipe estaria situada exclusivamente em uma área ou espalhada pela companhia.</p>
<p>Segundo o estudo, um grupo de duas a três pessoas da equipe interna fica responsável por trabalhar diariamente, mas não exclusivamente, com as redes sociais, como parte das tarefas que desempenha. Essas pessoas costumam estar alocadas dentro do departamento de marketing ou espalhadas por diferentes setores, mas sem a criação de um departamento exclusivo para o assunto. O profissional de posição mais elevada que mais trabalha diretamente com mídias sociais são os gerentes, seguidos por diretores, executivos, CEO e, por último, vice-presidentes.</p>
<div id="attachment_2042" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-2042" title="useful-industries-from" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/03/useful-industries-from.jpg" alt="Gráfico mostra os segmentos das empresas entrevistadas para o estudo." width="400" height="284" /><p class="wp-caption-text">Gráfico mostra os segmentos das empresas entrevistadas para o estudo.</p></div>
<p><strong><br />
Investimento e mudanças para 2011</strong><br />
Para entender melhor como as mídias sociais estão sendo percebidas pelas empresas, o estudo buscou saber com os entrevistados sobre a parcela de investimento previsto na área. Dos entrevistados, 77% disse que os investimentos irão aumentar em 2011. No entanto, a média desse aumento fica em torno de 10%.</p>
<p>Além disso, o estudo reconhece que as mídias sociais têm se tornado parte importante das estratégias das companhias, mas, na maioria delas, somente para marketing e comunicação. A boa revelação é o significativo crescimento da utilização para atendimento ao consumidor, engajamento dos empregados e desenvolvimento de produtos, o que mostra um amadurecimento da questão dentro das corporações.</p>
<p><strong><br />
Métricas e assistência externa</strong><br />
O estudo não foge do assunto delicado e pergunta sobre a confiança das empresas na precisão com a qual medem suas ações de marketing nas redes sociais. Apenas 40% se sentem confiantes em relação à precisão, enquanto os outros 60% não se sentem seguros. O retorno sobre o investimento em marketing nas mídias sociais não é medido por 55% dos entrevistados. Particularmente, desconfio se os profissionais respondentes não teriam dito que medem o retorno só para não mostrar essa fragilidade, que me parece ser muito mais comum do que imaginamos.</p>
<p>Para manter a presença digital, 43% das empresas entrevistadas disseram pagar por suporte externo de agências ou consultorias. Apesar disso, a comunicação nas redes sociais é produzida por membros da equipe interna em 89% dos casos pesquisados, o que mostra que as empresas entenderam a importância do conteúdo veiculado e optaram por caminhar com as próprias pernas nesse quesito. Suponho que muito desse suporte externo contratado se dê através de serviços de design e monitoramento das mídias sociais disponíveis.</p>
<p><strong><br />
Empresas líderes</strong><br />
Por fim, a pesquisa pergunta quais empresas são vistas como líderes nas mídias sociais. A lista abaixa apresenta as 16 mais votadas e chama a atenção para o fato de que todas partencem ao segmento B2C. Segundo o estudo, isso acontece porque as ações de marketing nas redes sociais têm sido pensadas de forma massiva, ao invés de tentar atingir pequenos públicos-alvo. As empresas B2B ainda estão se esforçando para encontrar casos de sucesso e, por esta razão, não aparecem no ranking das citadas:</p>
<p>- Dell<br />
- Starbucks<br />
- For<br />
- Coca-Cola<br />
- Google<br />
- Apple<br />
- Best Buy<br />
- Comcast<br />
- General Motors<br />
- Intel<br />
- Kodak<br />
- Microsoft<br />
- Nike<br />
- P&amp;G<br />
- PepsiCo<br />
- Southwest Airlines</p>
<p>- <a href="http://usefulsocialmedia.com/stateofCSM?utm_source=Hootsuite&amp;utm_medium=Newsletter&amp;utm_campaign=USM" target="_blank">Preencha o formulário e faça o download do estudo em PDF</a>.</p>
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		<title>E se o Facebook fosse uma cidade?</title>
		<link>http://dnadigital.com.br/e-se-o-facebook-fosse-uma-cidade/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Feb 2011 10:03:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Mattoso</dc:creator>
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		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>
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		<description><![CDATA[Adoro infográficos criativos e o blog Get Satisfation postou recentemente este mapa (veja em tamanho maior aqui) que revela as dimensões do Facebook através de uma ilustração bem legal. Não sei pq, mas me lembrou o mapa de Springfield, dos Simpsons&#8230; Via Alexandre Matias.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2022" class="wp-caption aligncenter" style="width: 346px"><a href="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/02/facebook-city.png"><img class="size-large wp-image-2022" title="facebook-city" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/02/facebook-city-336x1024.png" alt="" width="336" height="1024" /></a><p class="wp-caption-text">Onde você moraria?</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p>Adoro infográficos criativos e o blog <a href="http://blog.getsatisfaction.com/">Get Satisfation</a> postou recentemente este mapa (<a href="http://blog.getsatisfaction.com/2011/02/08/facebook-city/?view=socialstudies">veja em tamanho maior aqui</a>) que revela as dimensões do Facebook através de uma ilustração bem legal. Não sei pq, mas me lembrou o <a href="http://es.simpsons.wikia.com/wiki/Springfield">mapa de Springfield</a>, dos Simpsons&#8230;</p>
<p>Via <a href="http://blogs.estadao.com.br/alexandre-matias/">Alexandre Matias</a>.</p>
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		<title>User Experience Designer [vídeo]</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Feb 2011 21:57:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Mattoso</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Videozinho muito bacana que explica o que é esta bendita (!?) profissão com bom humor e qualidade na animação. Via Grupo Sal.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/19131028" width="580" height="326" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Videozinho muito bacana que explica o que é esta bendita (!?) profissão com bom humor e qualidade na animação.</p>
<p>Via <a href="http://www.gruposal.com.br/site/blog/">Grupo Sal</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>19 Boas Práticas em Mídias Sociais [vídeo]</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Jan 2011 11:31:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Mattoso</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Confiram o vídeo elaborado por Mark Smiciklas, compilando 19 boas práticas em mídias sociais em aproximadamente: E você, acha que alguma boa prática ficou de fora? Diga aí! Via: YouTube do Mark.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Confiram o vídeo elaborado por <a href="http://twitter.com/intersection1">Mark Smiciklas</a>, compilando 19 boas práticas em mídias sociais em aproximadamente:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="580" height="460" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/iqaFuAsTjjo?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="580" height="460" src="http://www.youtube.com/v/iqaFuAsTjjo?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>E você, acha que alguma boa prática ficou de fora? Diga aí!</p>
<p>Via: <a href="http://www.youtube.com/user/msmiciklas">YouTube do Mark</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>IV Fórum ABA Petrobras de Comunicação Digital 2011 &#8211; Parte 02 de 02</title>
		<link>http://dnadigital.com.br/iv-forum-aba-petrobras-de-comunicacao-digital-2011-parte-02-de-02/</link>
		<comments>http://dnadigital.com.br/iv-forum-aba-petrobras-de-comunicacao-digital-2011-parte-02-de-02/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 28 Jan 2011 19:44:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Spinardi</dc:creator>
				<category><![CDATA[campanhas]]></category>
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		<description><![CDATA[Na segunda etapa do fórum, a platéia sofreu uma pequena baixa após o almoço, mas o auditório ainda assim seguiu cheio para assistir ao módulo &#8220;Reinventando a Comunicação&#8221;, que visava abordar novas disciplinas e questões relacionadas aos mecanismos de busca e às tecnologias mobile. + Confira a parte 01 de 02 da cobertura do IV [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na segunda etapa do fórum, a platéia sofreu uma pequena baixa após o almoço, mas o auditório ainda assim seguiu cheio para assistir ao módulo &#8220;Reinventando a Comunicação&#8221;, que visava abordar novas disciplinas e questões relacionadas aos mecanismos de busca e às tecnologias mobile.</p>
<p>+ <a href="http://dnadigital.com.br/iv-forum-aba-petrobras-de-comunicacao-digital-2011-parte-01-de-02/" target="_blank">Confira a parte 01 de 02 da cobertura do IV Fórum Aba Petrobras</a></p>
<div id="attachment_1973" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-1973" title="foruym-aba-auditori-cheio-tarde" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/01/foruym-aba-auditori-cheio-tarde.jpg" alt="Público se manteve presente na parte da tarde, no belo auditório da Universidade Petrobras." width="400" height="284" /><p class="wp-caption-text">Público se manteve presente na parte da tarde, no belo auditório da Universidade Petrobras.</p></div>
<p><strong><br />
Tornando sua marca encontrável</strong><br />
Para falar sobre o primeiro assunto, <strong>Alexandre Kavinski, Sócio-diretor da iCherry</strong>, assumiu a palavra apresentando o conceito de links patrocinados e o modelo de leilão na compra de palavras-chave, destacando o excelente ROI que esse tipo de anúncio oferece.</p>
<p>Kavinski destacou a importância da presença e do alcance dos links patrocinados, já que aparecem nos resultados das ferramentas de busca, que são portas de entrada tanto para usuários novatos quanto avançados. </p>
<p>Um slide interessante mostrava um comparativo de valor de palavras-chave no mercado brasileiro e no norte-americano, para exemplificar o quanto esse recurso ainda pode ser explorado no Brasil. Como há menos competição, as palavras são muito mais baratas de se comprar no mercado brasileiro. Além disso, as marcas que aparecem nos resultados das buscas são percebidas pelos consumidores como líderes de mercado por 36% das pessoas.</p>
<p>Apesar de se aprofundar um pouco no tecniquês, Kavinski mostrou como as ferramentas podem ser usadas de forma estratégica para compreender as nuances do mercado. Através de ferramentas do Google como o <a href="http://www.google.com/insights/search" target="_blank">Insight for Search</a>, onde é possível acompanhar gráficos com números de buscas feitas por uma palavra-chave em determinado período, Kavinski citou o exemplo da palavra &#8220;jóias&#8221;, cujas buscas relacionadas também faziam referência às palavras &#8220;jóias indianas&#8221;. A justificativa era o sucesso da novela &#8220;Caminho das Índias&#8221;. Mas o apresentador disse que os camelôs da 25 de Março souberam aproveitar melhor isso do que as lojas de jóias, que não disponibilizavam na vitrine dos seus sites nenhum destaque do gênero na época, desperdiçando a oportunidade de ser a resposta para as perguntas que essas pessoas faziam nas buscas.</p>
<p>Para finalizar, Kavinski também alertou para a oportunidade de benchmarking que as buscas permitem, através de um acompanhamento minucioso das ações da concorrência e ressaltou que o universo das buscas ainda vai se desenvolver muito, de formas que ainda não somos capazes de imaginar. É esperar pra ver. E garantir o nosso nome naquela página tão sagrada de resultados.</p>
<div id="attachment_1974" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-1974" title="forum-aba-mobile" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/01/forum-aba-mobile.jpg" alt="Eduardo Maluf apresentou questões interessantes sobre sites mobile e aplicativos, mas o final despencou pro jabá." width="400" height="284" /><p class="wp-caption-text">Eduardo Maluf apresentou questões interessantes sobre sites mobile e aplicativos, mas o final despencou pro jabá.</p></div>
<p><strong><br />
Site Móvel x Aplicativos &#8211; Uma questão de estratégia</strong><br />
Em seguida, a palavra ficou com <strong>Edison Maluf, Diretor Executivo da Hands Awesome Mobile</strong>, que abordou a complexidade de se fazer sites e/ou aplicativos para Mobile, por conta dos diversos formatos de tela e sistemas existentes. Segundo ele, essa variedadade surgiu porque os fabricantes viram na AppStore um excelente modelo de negócio e todos quiseram ter o seu próprio esquema e sua própria loja, através de sistemas fechados.</p>
<p>Maluf também apresentou um excelente comparativo das características entre sites mobile e aplicativos que, de forma resumida, resultou no seguinte raio-x:</p>
<p style="text-align: center;">Sites mobile são acessados  <strong>X</strong> Aplicativos são baixados<br />
O endereço web já é conhecido  <strong>X </strong> É preciso procurar na loja virtual<br />
Promoção contínua e simples  <strong>X </strong> Divulgação intensa para que não fique esquecido na loja<br />
Atualização feita no servidor  <strong>X </strong> Upgrade do software e posterior download<br />
Site em miniatura  <strong>X </strong> Novo aprendizado contextualizado<br />
Acessado de qualquer sistema operacional  <strong>X </strong> Plataformas específicas<br />
Restrição de limitação do celular  <strong>X </strong> Explora os recursos do sistema operacional<br />
Cara de site  <strong>X </strong> Recursos originais do próprio celular<br />
Adicionado como favorito no browser  <strong>X</strong> Adicionado à lista de destaque para acesso<br />
Seguro com alguma vulnerabilidade  <strong>X</strong> Software fechado e seguro</p>
<p style="text-align: left;">Edison Maluf ainda nos contou que o número de usuários que usavam celular para acessar a internet cresceu de 13% para 85% após o advento do iPhone e iPod. A cultura e a propaganda dessas maravilhas tecnológicas teriam despertado no público o hábito e a vontade de se conectar através dos seus celulares, mesmo os de gerações anteriores.</p>
<p style="text-align: left;">A partir daí a apresentação descambou pro jabá e Maluf apresentou um dúzia de cases de sua empresa, de forma superficial, que deu uma dispersada na galera, pouco antes da hora do coffee break.</p>
<div id="attachment_1975" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-1975" title="forum-aba-whatever" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/01/forum-aba-whatever.jpg" alt="Debate irreverente e conceitos surreais com a turma da MISSA." width="400" height="284" /><p class="wp-caption-text">Debate irreverente e conceitos surreais com a turma da MISSA.</p></div>
<p><strong><br />
Painel: A Missa e suas idéias sobre os novos caminhos da comunicação.</strong><br />
Chegou a hora de assistir ao debate que eu mais esperava. Na verdade, essa expectativa só se justificava porque eu gostaria de entender o que passa na cabeça de pessoas que se denominam <strong>Diretores de Whatever, como é o caso do Felipe Anghinoni e Tiago Mattos</strong>, ambos da Perestroika. </p>
<p>A mesa também era composta por <strong>Yentl Delanhesi, Concept da CUBOCC;</strong> <strong>Mauro Silva, Diretor de Criação da LiveAD</strong>; e <strong>André Passamani, CoCEO da Colmeia</strong>. O que vi foi uma desconstrução de conceitos, entre eles, o de modelos atuais de agências.</p>
<p>Felipe Anghioni iniciou a primeira parte da apresentação explicando que <a href="http://www.amissa.com.br/?c=home&amp;m=presentation&amp;code=000000" target="_blank">A MISSA</a> foi um curso que juntou as 4 empresas citadas acima para abrirem suas tecnologias e modelos de produção de forma a compartilharem, em detalhe, como os cases foram feitos, no melhor estilo open source. As aulas foram divididas em 4 pilares e 50 horas, que seriam resumidas a partir daquele momento na próxima uma hora e meia de apresentações.</p>
<p>Mauro Silva então se lavantou da mesa e assumiu a posição de destaque para falar do tema <strong>Riqueza Social</strong>. O foco foi o conceito de moeda social existente entre as marcas e seus seguidores, que pode ser convertida em gratidão ou vingança, de acordo com o reflexo de reciprocidade. Segundo Mauro, reflexo de reciprocidade é o que pessoas e animais fazem aos outros com a expectativa velada de que o mesmo seja feito a eles. Seria uma troca de gratidão, como a gente pode ver nas atitudes dos usuário do &#8220;peer to peer&#8221; e do &#8220;pay with a tweet&#8221;. </p>
<p>Todo esse papo meio sociológico serviu para explicar o grande desafio que as marcas tem em suas ações de comunicação, que para gerar engajamento, agora devem doar algo único e útil para a vida das pessoas. E nem sempre é o produto. Logo o retorno virá na mesma moeda. Se for algo bom, gera paixão. Se for algo nocivo, vingança.</p>
<p>Yentl Delanhesi ganhou os holofotes e se dedicou a explicar a questão do <strong>Whatever</strong> que possivelmente devia intrigar muita gente na platéia. Os argumentos vieram em forma de desconstrução. A moça de cabelo raspado, com franjas e mullets, disse que os briefings dos clientes muitas vezes chegam maiores do que os serviços ofertados pelas agências. E para atender essa demanda é preciso fugir dos pacotes pré-estabelecidos e desobrir um caso para cada caso, trabalhando mais próximo do cliente, entendendo de forma consistente o que deve ser o sucesso da campanha, viabilizando uma &#8220;liquidez de comunicação&#8221; que possa se encaixar num &#8220;copo, caneca ou balde vazio&#8221;. </p>
<p>Yentl fez questão de ressaltar que os consumidores são muito mais críticos e que os diálogos precisam ser mais interessantes, defendendo que a imposição da comunicação top-down já não tem mais a mesma potência de tempos atrás.</p>
<p>Por fim, falou sobre S-CRM, que seria a unificação do&#8221; social&#8221; com o banco de dados, cujo trabalho bem feito proporcionaria ações mais agradáveis, interessantes e oportunas. Benefício para marcas e consumidores.</p>
<p>A penúltima palestra do dia ficou a cargo de André Passamani, que abordou o tema <strong>Agnosticismo</strong> (&#8220;um pouco de metafísica de botequim&#8221;), para ressaltar a importância de não saber as coisas e ser conflitado por opiniões diferentes. O tema reforçava a questão do whatever, uma vez que o intuito é reconhecer que não há uma resposta milagrosa para todas as perguntas, e que as situações de desconforto é que propõem desafios que te obrigam a buscar um caminho diferente. Me pareceu mais curtinha, mas teve espaço para cases do Santander, Greenpeace e Petrobras.</p>
<p>Para finalizar, Tiago Mattos deixou sua postura mais comportada na mesa e iniciou sua palestra bastante animado, ajudando os sobreviventes da maratona de apresentações a aguentarem a reta final. E não foi nenhum sacrifício. Para falar de engajamento, Tiago abordou o tema <strong>Causabilidade</strong>, buscando refletir sobre o sentimento que faz as pessoas se unirem para um flash mob, criarem vídeos e tatuarem as marcas. Por trás desse impulso, deve existir alguma moral, um sentido ou uma causa. Para Tiago, as marcas que conseguirem liderar causas, conseguirão fazer com que seus consumidores orbitem em torndo de sua campanha, produto ou serviço, conquistando o tão falado engajamento. Isto porque as pessoas não são tocadas por posturas chapa-branca. Ele acredita que se posicionar, escolher um lado, fará com que muitas pessoas se aproximem da marca. As pessoas que ficarão do outro lado, somente uma pequena parcela se incomodará. </p>
<p>Foi engraçado ouvi-lo dizer que as pessoas não entram na comunidade &#8220;Sou Eclético&#8221;. Ou são do rock, ou são do reggae, ou do axé&#8230; O figura colocou um vídeo e disse que sua vida e seu modo de pensar mudaram após assistí-lo. É um modo de pensar às avessas, realmente interessante. Mas achei o &#8220;changed life&#8221; um pouco exagerado. Tirem suas própria conclusões:</p>
<p><object width="446" height="326"><param name="movie" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf"></param><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always"/><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="bgColor" value="#ffffff"></param><param name="flashvars" value="vu=http://video.ted.com/talks/dynamic/SimonSinek_2009X-medium.flv&#038;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/SimonSinek-2009X.embed_thumbnail.jpg&#038;vw=432&#038;vh=240&#038;ap=0&#038;ti=848&#038;introDuration=15330&#038;adDuration=4000&#038;postAdDuration=830&#038;adKeys=talk=simon_sinek_how_great_leaders_inspire_action;year=2009;theme=a_taste_of_tedx;theme=not_business_as_usual;theme=new_on_ted_com;theme=unconventional_explanations;event=TEDxPuget+Sound+;&#038;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;" /><embed src="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" pluginspace="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" bgColor="#ffffff" width="446" height="326" allowFullScreen="true" allowScriptAccess="always" flashvars="vu=http://video.ted.com/talks/dynamic/SimonSinek_2009X-medium.flv&#038;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/SimonSinek-2009X.embed_thumbnail.jpg&#038;vw=432&#038;vh=240&#038;ap=0&#038;ti=848&#038;introDuration=15330&#038;adDuration=4000&#038;postAdDuration=830&#038;adKeys=talk=simon_sinek_how_great_leaders_inspire_action;year=2009;theme=a_taste_of_tedx;theme=not_business_as_usual;theme=new_on_ted_com;theme=unconventional_explanations;event=TEDxPuget+Sound+;"></embed></object></p>
<p>Felipe Anghinoni retomou a palavra para encerrar o evento, mas chamou a atenção para a velocidade com que as coisas mudam, dizendo que acredita muito em tudo o que foi apresentado ali, mas que daqui há 3 meses esses conceitos já podem ter se alterado. E é preciso que as marcas e comunicadores consigam mudar junto e aproveitarem o que surgir de diferente na dinâmica da comunicação.</p>
<p><strong><br />
Enfim, o fim &#8211; Resumo do evento</strong><br />
O destaque do dia ficou mesmo com a galera da Missa, que entre conceitos e surrealismo, sem dúvida fez a platéia refletir sobre os desafios e trabalhos que os profissionais de comunicação devem enfrentar. </p>
<p>O evento te deixa cansado. Ser platéia também não é fácil. Mas o auditório da Universidade Petrobras é confortável e a estrutura do evento, que incluía dois coffe breaks ao longo do dia, ajudou a recarregar as energias.  A apresentação da Nestlé, por ser uma empresa de grande porte e um case de grande investimento, deixou muito a desejar, sendo o mico do evento. </p>
<p>Também acho extremamente caro o valor de R$ 750,00 cobrado pelo evento. Segundo e-mail de divulgação, associados da ABA, ABP, AMPRO RJ, ABAP RJ, Grupo de Mídia RJ, que têm desconto, pagam R$ 550,00. O valor mais barato é para estudantes de graduação: R$ 350,00. Consegui um convite, sou muito grato e acho o evento realmente interessante. Mas não pagaria valores como esse para estar presente.</p>
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		<title>IV Fórum ABA Petrobras de Comunicação Digital 2011 &#8211; Parte 01 de 02</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Jan 2011 02:43:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Spinardi</dc:creator>
				<category><![CDATA[campanhas]]></category>
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		<description><![CDATA[Estive hoje no Fórum Internacional ABA Petrobras de Comunicação Digital, que acontece no Rio de Janeiro pelo quarto ano, desta vez no auditório da Universidade Petrobras, na Cidade Nova, onde foram discutidos os novos aspectos da comunicação e suas consequências para as marcas, agências e consumidores. O que se viu nesse panorama repleto de palestras [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estive hoje no Fórum Internacional ABA Petrobras de Comunicação Digital, que acontece no Rio de Janeiro pelo quarto ano, desta vez no auditório da Universidade Petrobras, na Cidade Nova, onde foram discutidos os novos aspectos da comunicação e suas consequências para as marcas, agências e consumidores.</p>
<p>O que se viu nesse panorama repleto de palestras e debates, que durou das 8h30 até as 18h30, foi um contraste de apresentações que ora beiravam o jabá, ora o surrealismo, mas sempre com bons cases que apresentavam diversos caminhos através dos quais as marcas podem se aproximar do consumidor, viabilizando o tão falado engajamento.</p>
<div id="attachment_1954" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-1954" title="logo-forum-aba-petrobras" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/01/logo-forum-aba-petrobras.jpg" alt="IV Fórum Internacional ABA Petrobras de Comunicação Digital " width="400" height="284" /><p class="wp-caption-text">IV Fórum Internacional ABA Petrobras de Comunicação Digital </p></div>
<p><strong><br />
Início morno</strong><br />
Após a introdução do presidente da ABA Rio e de uma breve palavra de um representante da Petrobras, <strong>Daniella Monteiro</strong> assumiu o microfone para apresentar o case &#8220;<a href="http://www2.galeranimal.com.br/index.html#/home" target="_blank">Galera Animal</a>&#8220;. Especialista em Comunicação Digital da Nestlé do Brasil, Daniella passou dois filmes a respeito da campanha, que, com temática infantil, visava abordar valores de sustentabilidade como reciclagem, uso inteligente da água e reaproveitamento de alimentos. O &#8220;Galera Animal&#8221; foi uma série de comerciais, protagonizada por animais de pelúcia &#8220;fofinhos&#8221;, exibida nos intervalos da novela Passione, que ganhou continuação na web através de uma comunidade, com jogos e criação de personagens.</p>
<p><object style="height: 390px; width: 640px"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/5iDBimgFZvA?version=3"><param name="allowFullScreen" value="true"><param name="allowScriptAccess" value="always"><embed src="http://www.youtube.com/v/5iDBimgFZvA?version=3" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="640" height="390"></object></p>
<p>O tema parecia que ia dar pano pra manga, pelo fato de carregar a marca através de uma história. No entanto, talvez pelo fato de estar com o horário apertado, a apresentação foi curtíssima e o debate não rendeu nada. Perguntas interessantes ficaram com respostas vazias. Uma delas questionava a dificuldade de aprovar internamente a campanha, já que a série animada exigiu um investimento pesado (ela não pode falar quanto), mas trabalhou a marca de forma indireta e sutil, muito diferente da visão tradicional corporativa. Os executivos teriam aprovado facilmente? Daniella disse que sim, devido aos valores de sustentabilidade embutidos na história. Outra questionava o porquê da campanha ter sido inserida nos intervalos de Passione, uma vez que a temática era infantil. A apresentadora disse que apesar da temática, era um história para ser curtida com a família inteira, mas que os capítulos também eram reprisados na TV Globinho do dia seguinte. Início bem morno e superficial.</p>
<div id="attachment_1955" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-1955" title="forum-aba-debate-manha" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/01/forum-aba-debate-manha.jpg" alt="Palestrantes da manhã debatem: Maurício Mota, Marina Mizumoto e Léo Sá." width="400" height="284" /><p class="wp-caption-text">Palestrantes da manhã debatem: Maurício Mota, Marina Mizumoto e Léo Sá.</p></div>
<p><strong><br />
Procter &#038; Gamble e 2 cases excelentes</strong><br />
Felizes ou não com a resposta, o debate se encerrou, Daniella chegou a ficar um tempinho na mesa dos palestrantes, mas logo se levantou e seguiu para o compromisso que a aguardava. O espaço então ficou disponível para <strong>Marina Mizumoto, Gerente de comunicação da P&amp;G do Brasil</strong>, apresentar dois excelentes cases da companhia.</p>
<p>O primeiro abordou o processo de entrada no mercado do sabão líquido para lavar roupas da marca Ariel. Lavar roupas com sabão líquido já é costume em países como Estados Unidos, Espanha e Itália. O desafio no mercado brasileiro era provocar uma mudança de hábito, proporcionar o conhecimento e estimular a experimentação. Mas como falar de lavar roupas no mundo digital?</p>
<p>A sacada foi perceber que as pessoas estão acostumadas a &#8220;lavar roupa suja&#8221; nas redes sociais e, com esse gancho definido, ficou a cargo de Fernanda Torres a webserie que aborda temas como &#8220;Passando a Limpo&#8221;, &#8220;Relacionamento Sem Manchas&#8221;, &#8220;Deu Branco&#8221;, entre outras, bem ao estilo &#8220;Os Normais&#8221; que já conhecemos.</p>
<p>Com textos de Fernanda Young, a webserie foi publicada no YouTube e embutida na <a href="http://www.facebook.com/descubraariel" target="_blank">fan page do Facebook</a>, que contém os aplicativos Lavador de Roupa Suja (que gera aqueles ppts piegas com musiquinhas para as pessoas pedirem desculpas umas às outras) e Tanquinho. Além disso, a fan page permitia que as pessoas solicitassem amostras do produto, que chegaram a 15.000 embalagens de 400 ml enviadas para a casa dos consumidores. </p>
<p>A divulgação foi amparada por campanhas em portais, sites verticais, blogs, links patrocinados, além de ações no Twitter e Orkut, que ajudaram à página do Facebook a se tornar a 6a maior do Brasil com mais de 33 mil membros. Curta um pouquinho da Fernanda Torres arrebentando:</p>
<p><iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="640" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/5dSqGuDkMbA" frameborder="0" allowFullScreen></iframe></p>
<p>O outro case é internacional e ficou muito conhecido. Trata-se da revitalização da marca de sabonete líquido Old Spice, que era visto pelos consumidores como marca ultrapassada, com poucas fragrâncias e que lembrava o avô das pessoas. Com uma temática bem-humorada e o lema &#8220;Smells Like a Man&#8221;, o filme ficou famoso por ter sido feito sem cortes de edição e o personagem Old Spice Guy ganhou vida, chegando a estar presente em programas de auditório norte-americanos. Também foram gravados mais de 180 vídeos com o Old Spice Guy, que respondia aos tweets de usuários, inclusive a um do ator Ashton Kutcher, na época com 1,2 milhões de seguidores. Até pedido de casamento o Old Spice Guy fez atendendo à solicitação de um consumidor através do Twitter. Achei demais o desenrolar dessa história!</p>
<p>Com a febre do personagem, diversos vídeos produzidos pelos consumidores começaram a brotar no YouTube. Crianças imitaram, sósias apareceram, usuários fizeram paródias. Para se ter uma idéia do sucesso, nas primeiras 24 horas, o vídeo foi mais visto do que o discurso do Obama quando venceu as eleições, também nas primeiras 24 horas.</p>
<p><iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="640" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/owGykVbfgUE" frameborder="0" allowFullScreen></iframe></p>
<p><strong><br />
Storytelling e o caminho sem volta da comunicação digital</strong><br />
Figurinha carimbada dos eventos anteriores, o mediador <strong>Maurício Mota, Chief Storytelling Officer e Co-fundador da The Alchemists</strong>, assumiu o microfone para apresentar a empresa e revisitar os questionamentos que rondavam o tema do transmedia storytelling nos anos anteriores. Falou sobre a importância de contra histórias para auxiliar o engajamento dos consumidores com as marcas e abordou a relevância do conceito de fã, ressaltando a questão emocional que envolve essa relação, mas sem trazer nada de muito novo em relação às palestras anteriores.</p>
<p>Maurício é um bom apresentador, fala bem e me parece desempenhar um papel de elo entre/com a Petrobras e o MIT (Massachusetts Institute of Technology) e já conseguiu trazer diversos feras do mercado internacional como Henry Jenkins (A Cultura da Convergência) e Jeff Gomez (Avatar) para palestrar por aqui. Esse ano não foi diferente.</p>
<p><strong><br />
Nem on, nem off: Quando todas as agências deveriam ser digitais.</strong><br />
O convidado gringo da vez foi <strong>Winston Binch, Sócio- Diretor da CPB Group</strong>, sediada no Colorado, EUA, que veio para tentar elucidar questões persistentes sobre a divisão de agências em on e offline. Logo após o coffee break matinal, ele apresentou a empresa, citou alguns clientes e destacou a importância de uma equipe multidisciplinar para produzir soluções criativas. Ele acredita que o profissional de TI não pode ficar de fora da conversa costumeira entre clientes, redatores e criativos, pois este possui uma visão complementar a dos outros participantes que não pode ser dispensada nem na fase de brainstorm dos projetos.</p>
<div id="attachment_1956" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-1956" title="forum-aba-winston-binch" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/01/forum-aba-winston-binch.jpg" alt="Winston Binch comenta as atitudes que fizeram com que a empresa se tornasse durante essa década a agência mais inovadora do mundo." width="400" height="284" /><p class="wp-caption-text">Winston Binch comenta as atitudes que fizeram com que a empresa se tornasse durante essa década a agência mais inovadora do mundo.</p></div>
<p>Para Winston, a briga entre on e off é desnecessária e já deveria estar amadurecida no mercado, uma vez que é de conhecimentos que ambas são baseadas nos mesmos princípios de marketing e estes não mudam. Ele demonstrou os cases da Domino&#8217;s Pizza, com a campanha &#8220;<a href="http://www.pizzaturnaround.com/" target="_blank">Oh Yes We Did</a>&#8220;, de 2010, que reconhecia o sabor ruim e os aspectos negativos da pizza em comerciais de TV e propunha uma mudança radical no modo de fazê-la. <a href="http://exame.abril.com.br/revista-exame/edicoes/0963/marketing/noticias/reclamacao-acabou-pizza-536632" target="_blank">Saiu aqui na Exame de março de 2010</a>. Também mostrou cases da <a href="http://creativity-online.com/work/bolthouse-farms-baby-carrot-rebrand/21117" target="_blank">Baby Carrots</a> e do <a href="http://creativity-online.com/work/burger-king-the-truth-about-tony/17654" target="_blank">Burguer King</a>.</p>
<p>O gringo ainda recomendou que tudo seja feito pensando no social e que as conversas sejam transportadas através de histórias para dentro de jogos. Para finalizar, mostrou a importância de contadores de histórias criativos, justificando que pessoas com grandes idéias são mais difíceis de encontrar do que as grandes tecnologias para realizá-las.</p>
<div id="attachment_1965" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/01/forum-aba-auditorio-cheio-manha.jpg" alt="Auditório da Universidade Petrobras lotado na parte da manhã." title="forum-aba-auditorio-cheio-manha" width="400" height="284" class="size-full wp-image-1965" /><p class="wp-caption-text">Auditório da Universidade Petrobras lotado na parte da manhã.</p></div>
<p><strong><br />
Intervalo</strong><br />
Fim da primeira parte do fórum e hora do almoço. Como o post já está ficando grande e periga você não ler tudo, vou dividí-lo em dois e a segunda parte vem amanhã, ok? Mas não deixe de ler se você quiser entender o que é o cargo de Diretor de Whatever e o conceito por trás que a turma da tarde apresentou. Continua&#8230;</p>
<p>+ <a href="http://dnadigital.com.br/iv-forum-aba-petrobras-de-comunicacao-digital-2011-parte-02-de-02/">Confira a parte 02 de 02 do IV Fórum ABA Petrobras</a></p>
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		<title>Faber Castell faz a festa no Facebook</title>
		<link>http://dnadigital.com.br/faber-castell-faz-a-festa-no-facebook/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 Jan 2011 03:05:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Mattoso</dc:creator>
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		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
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		<description><![CDATA[Me parece que a Faber-Castell está entrando de sola com aplicativos para Facebook. A tradicionalíssima empresa &#8211; que já me deu muitas alegrias na infância (não é jabá!) &#8211; lançou recentemente três aplicativos com foco no público do Facebook: Minhas Metas Eu, que me amarro em listas, achei o Minhas Metas o mais legal. Trata-se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1925" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/01/Captura-de-tela-2011-01-26-às-00.44.42.png"><img class="size-full wp-image-1925   " title="Captura de tela 2011-01-26 às 00.44.42" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/01/Captura-de-tela-2011-01-26-às-00.44.42.png" alt="" width="400" height="284" /></a><p class="wp-caption-text">Tem que ter coragem para compartilhar sua lista!</p></div>
<p>Me parece que a <a href="http://fabercastell.com.br/">Faber-Castell</a> <a href="http://fabercastellapps.com.br/">está entrando de sola com aplicativos para Facebook</a>. A tradicionalíssima empresa &#8211; que já me deu muitas alegrias na infância (não é jabá!) &#8211; lançou recentemente três aplicativos com foco no público do <a href="http://www.facebook.com">Facebook</a>:</p>
<p><strong>Minhas Metas</strong><br />
Eu, que me amarro em listas, achei o <a href="http://apps.facebook.com/minhas-metas/">Minhas Metas</a> o mais legal. Trata-se de um &#8220;to-do&#8221; que tem o objetivo de nos ajudar a cumprir metas e resoluções para o ano novo (ainda dá tempo de fazer sua lista). As metas são divididas em “Lazer”, “Saúde”, “Relacionamento” e “Profissão e Estudo”. Em cada categoria rolam sugestões, mas vc tb pode criar as suas pessoais.</p>
<p><strong>Risque Rabisque</strong><br />
O <a href="http://apps.facebook.com/risquerabisque/">Risque Rabisque</a> me fez lembrar muito de longe o famigerado Paint Brush e vai divertir a molecada, permitindo criar desenhos com o mouse simulando o lápis e publicando no seu perfil depois de pronto.</p>
<p><strong>Quiz Faber Castell</strong><br />
Neste <a href="http://apps.facebook.com/quiz-faber-castell/">Quiz</a> você responde perguntas sobre o &#8220;Ecolápis&#8221; e pode desafiar seus amigos. A empresa vai lançar em breve um checklist para o Facebook.</p>
<p>+ E para matar a saudade dos mais crescidinhos, vai um clássico que encantou a criançada no início dos anos 80:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="580" height="460" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/LP55uXmyN7A?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="580" height="460" src="http://www.youtube.com/v/LP55uXmyN7A?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Via: <a href="http://www.digitaldrops.com.br">Digital Drops</a></p>
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		<title>Adeus 2010&#8230; E as tendências para a internet em 2011?</title>
		<link>http://dnadigital.com.br/adeus-2010-e-as-tendencias-para-a-internet-em-2011/</link>
		<comments>http://dnadigital.com.br/adeus-2010-e-as-tendencias-para-a-internet-em-2011/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 18 Jan 2011 03:01:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Spinardi</dc:creator>
				<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[tendências]]></category>
		<category><![CDATA[previsões tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[tendências 2011]]></category>

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		<description><![CDATA[Fim de ano é período de retrospectiva. Já o início, é período de apostas. Desde a última semana de 2010 até hoje, já li meia dúzia de artigos e reportagens sobre as tendências que devem se consolidar no marketing digital e na internet como um todo em 2011. Concordo com umas, outras eu acho até [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fim de ano é período de retrospectiva. Já o início, é período de apostas. Desde a última semana de 2010 até hoje, já li meia dúzia de artigos e reportagens sobre as tendências que devem se consolidar no marketing digital e na internet como um todo em 2011.</p>
<p>Concordo com umas, outras eu acho até que já estão acontecendo, mas também duvido de uma parcela delas. É bom deixar claro que se escrevo em um blog voltado para comunicação digital é porque, no mínimo, sou um entusiasta do assunto. E costumo ver essas tendências com muito otimismo, na torcida para que as coisas boas realmente aconteçam, principalmente com a velocidade prevista. Afinal, é o mercado no qual trabalho. Mas o que estão prevendo?</p>
<div id="attachment_1850" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/01/binoculo-pedro-de-helena.jpg"><img class="size-full wp-image-1850" title="binoculo-pedro-de-helena" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/01/binoculo-pedro-de-helena.jpg" alt="De olho nas tendências para 2011 (Arte: Pedro de Helena)" width="400" height="284" /></a><p class="wp-caption-text">De olho nas tendências para 2011 (Arte: Pedro de Helena)</p></div>
<p>A <strong>Consumer Eletronics Association</strong> (CEA) já havia <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/tecnologia,especialistas-apontam-cinco-tendencias-em-tecnologia-para-2011,628447,0.htm" target="_blank">divulgado um relatório</a>, em outubro do ano passado, sobre as tendências em tecnologia para 2011, num total de cinco:</p>
<p><strong>1)</strong> o aumento do consumo de vídeos sob demanda;<br />
<strong>2)</strong> o pagamento por parte das empresas para ter acesso a informações pessoais nas redes;<br />
<strong>3)</strong> o desenvolvimento de tecnologias verdes;<br />
<strong>4)</strong> o crescimento de aplicativos para smartphones;<br />
<strong>5)</strong> o aumento da banda larga móvel e 4G.</p>
<p>Devemos chamar a atenção para o fato de que a associação é americana e, se essas coisas são vistas como tendências por lá, precisamos acrescentar algum delay para que comecem a virar tendência por aqui também. Ou talvez nem se apliquem à nossa cultura. Vejamos&#8230;</p>
<p>Das previsões citadas pela CEA, acredito que o crescimento de aplicativos para smartphones é a mais estabelecida. É óbvio que a popularidade deve aumentar, mas é um fato notório que os aplicativos já mudaram a forma de se <a href="http://www.itweb.com.br/noticias/index.asp?cod=67251" target="_blank">usar a internet através de aparelhos móveis</a>. Os aplicativos para iPhone, por exemplo, alcançaram seu primeiro bilhão no período entre julho de 2008 e abril de 2009. O segundo bilhão foi alcançado na metade do tempo, em outubro de 2009, e em janeiro de 2010 já alcançava 3 bilhões. Estudo da International Data Corporation (IDC) indica que cerca de <a href="http://ecommercenews.com.br/noticias/pesquisas-noticias/769-bilhoes-de-aplicativos-devem-ser-baixados-ate-2014" target="_blank">76,9 bilhões de aplicativos devem ser baixados até 2014</a>. Desculpe, mas não é tendência. É realidade. A febre não deve mesmo parar por aí e os aplicativos para as mais variadas utilidades continuarão surgindo.</p>
<p>A mesma coisa eu diria a respeito dos vídeos sob demanda. É uma tendência fácil de se apostar porque a transformação já começou. Começou e os downloads nem sempre legais de filmes na web podem comprovar isso. Não são legais, no termo jurídico da palavra, mas são sob demanda. Segundo o relatório da CEA, a chegada da alta definição HD ajudará a redefinir a forma com que os usuários consomem seus programas preferidos, podendo assistí-los na hora e no dispositivo que preferirem, dos grandes distribuidores ou diretamente dos produtores.</p>
<p>O aumento da banda larga móvel e 4G é a tendência que eu acho mais distante de acontecer nesse ano. Não que eu tenha dados que corroborem minha opinião, mas a evolução com que isso se desenvolve no Brasil não me permite pensar diferente. Ainda é caro desfrutar de boas condições de navegação de qualidade em 3G. Uma das mais caras do mundo! O que diremos então da chegada do 4G?</p>
<p>Já as questões em torno do pagamento por informações pessoais e o desenvolvimento de tecnologia verde são as mais delicadas. Em relação à primeira, o que o artigo diz é que as empresas interessadas em usar os dados dos consumidores nas redes deverão pagar por eles. É bem provável que essa mudança encontre interesse nos anseios dos consumidores, que cederiam seus dados como parte de um acordo de negócios. Mas não ficou claro no artigo como aconteceria essa regulamentação. Como as empresas muitas vezes já tem acesso a esses dados, que estão disponíveis em troca de ferramentas gratuitas úteis (o Google que o diga), por que elas achariam interessante começar a pagar por isso? A vantagem para o consumidor é perceptível, mas o que as empresas ganhariam com isso? Tá difícil levar fé nessa previsão.</p>
<div id="attachment_1882" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-1882" title="tecnologias-verde" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/01/tecnologias-verde.jpg" alt="Tecnologias verdes guiarão a criação de novos produtos em uma era de escassez de recursos. (Crédito: http://www.myessentia.com)" width="400" height="284" /><p class="wp-caption-text">Tecnologias verdes guiarão a criação de novos produtos em uma era de escassez de recursos. (Crédito: http://www.myessentia.com)</p></div>
<p>Sobre a onda verde que promete tomar conta das próximas criações tecnológicas, posso dizer que já não era sem tempo. Mas seria mesmo em 2011? A tecnologia nos ajudou a limpar alguns processos, otimizar recursos e reduzir o consumo de papel. Mas o lixo tecnológico e a energia necessária para manter computadores e celulares ligados necessitam de abordagens mais cuidadosas. E o cuidado para o qual aponta o relatório é em relação ao surgimento de novas opções de produtos ecológicos, que ajudem a contornar as crises econômica e de recursos atuais, compreendendo que a &#8220;tendência verde&#8221; será um negócio cada vez mais lucrativo.</p>
<p>+ <a href="http://www.ce.org/Press/CEA_Pubs/135.asp" target="_blank">Faça o download do relatório &#8220;5 Technologies to Watch&#8221;, da CEA</a>.</p>
<p><strong><br />
Mais tendências?<br />
</strong>Uma outra <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/12/22/8-tendencias-para-a-web-2-0-em-2011/" target="_blank">matéria da IDG Now</a>, publicada em dezembro de 2010, listou diferentes expectativas para a tecnologia no ano que se inicia. Desta vez, mais voltadas para as questões de marketing, mais especificamente, as redes sociais. Segundo a notícia, o começo do fim do Orkut será em 2011. A audiência atual do Orkut no Brasil, aquela que alguns apontam como a classe C, já estão migrando de ambiente e colaborando com o crescimento gritante do Facebook. Será que os early adopters buscarão outra rede social para fugir da sombra da classe C? Teremos em breve as &#8220;Pérolas do Facebook&#8221;? Como acontecerá o amadurecimento dessa nova audiência e como isso influenciará a percepção da ferramenta? Os próximos capítulos prometem ser interessantes.</p>
<div id="attachment_1870" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-1870" title="facebook-vs-orkut" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/01/facebook-vs-orkut.jpg" alt="Em 2011 o Facebook deixará o orkut para traz também no Brasil? (Crédito: http://flashnewstoday.com)" width="400" height="284" /><p class="wp-caption-text">Em 2011 o Facebook deixará o orkut para traz também no Brasil? (Crédito: http://flashnewstoday.com)</p></div>
<p>Outra previsão aborda o amadurecimento da relação das empresas com seus consumidores nas redes sociais, com a observação de que os sites institucionais se tornarão cada vez mais irrelavantes. A previsão é que em 2011 haja uma ascenção do atendimento ao consumidor nas redes sociais. Sem dúvida eu apostaria num número cada vez maior de empresas que vão ouvir o que os clientes já estão falando há algum tempo nesses ambientes. Muitas começarão a interagir pesado. Talvez a migração do modelo atual para este seja lenta, mas acredito que as empresas vão buscar um meio termo para atender os consumidores nas redes sociais sem desconsiderar suas estruturas de CRM. Pelo contrário, tentando inclusive usá-las para desempenhar esse papel. Com essa perspectiva, é possível que os sites institucionais venham a perder a sua relevância sim, mas diferente da matéria, acho difícil que as empresas se desprendam dessa fortaleza &#8211; e acho certo que não o façam! -, mas possivelmente tentarão integrar cada vez mais o ambiente controlado com a dinâmica das redes sociais.</p>
<p>Além disso, a matéria também destaca o uso de redes sociais para insights imediatos. É uma previsão que me assusta, visto que as empresas ainda estão se acostumando com o hábito de monitorar as redes sociais, ter relatórios períodicos mensais (talvez quinzenais) e incluí-los como base para decisões de marketing. E o que a matéria quer dizer é que esse monitoramento e esse relatório deverão ser acompanhados com muito mais frequência, talvez diariamente, por um profissional capaz de extrair dali idéias para aperfeiçoar produtos, serviços e processos&#8230; e em tempo real! Ousado, não?</p>
<div id="attachment_1884" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-1884" title="monitoramento-insights" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/01/monitoramento-insights.jpg" alt="Relatórios de monitoramento das redes sociais serão mais constantes e ajudarão as empresas a fazerem e responderem as perguntas certas (Crédito: http://meghanlane.wordpress.com)" width="400" height="284" /><p class="wp-caption-text">Relatórios de monitoramento das redes sociais serão mais constantes e ajudarão as empresas a fazerem e responderem as perguntas certas (Crédito: http://meghanlane.wordpress.com)</p></div>
<p>Ainda há previsões de marcas anunciando para brasileiros no Twitter, cuja forma prevista será através de tweets e trend topics pagos. A reportagem também chama atenção para o fim da barreira on/off, que já acabou para muitos consumidores, mas que deverá se intensificar, como exemplifica a matéria, a ponto de começarmos a encontrar sinalização do perfil do Twitter oficial nos pontos de venda e até aplicativos que permitirão a interação quando estivermos na loja física. Do lado das agências, a questão do on/off já era para ter acabado há muito tempo e a compra de pequenas agências digitais por grandes agências tradicionais já vem acontecendo. Em 2011, a tendência vai ganhar força.</p>
<p>Como profissionais, nos resta trabalhar para que as tendências possam ser absorvidas e implementadas de forma madura e saudável para o mercado e para os clientes. Como consumidores, vislumbramos um futuro próximo com ainda mais vantagens que nos colocarão de igual para igual frente as empresas. E isso não pode ser ruim. Que venha 2011!</p>
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		<title>@casodepolicia dá show de cobertura na internet durante ataques no RJ</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Nov 2010 13:15:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cibele Aviles</dc:creator>
				<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[tendências]]></category>
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		<description><![CDATA[#caosnorio #rio #paz #paznorio: essas foram as hashtags mais comuns durante a semana que passou. Pânico, medo, população do Rio assustada e sem saber para onde correr. Empresas liberaram seus funcionários mais cedo, escolas e faculdades deixaram de funcionar. No Trending Topics: BOPE, Penha, Vila Cruzeiro, Marinha, Cabral, Complexo Alemão&#8230;. Mas afinal, o que é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste"><a href="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/11/casodepolicia.jpg"><img class="size-full wp-image-1823 aligncenter" style="margin-top: 3px; margin-bottom: 15px;" title="casodepolicia" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/11/casodepolicia.jpg" alt="@casodepolicia" width="581" height="262" /></a></div>
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<p class="MsoNormal">#caosnorio #rio #paz #paznorio: essas foram as hashtags mais comuns durante a semana que passou. Pânico, medo, população do Rio assustada e sem saber para onde correr. Empresas liberaram seus funcionários mais cedo, escolas e faculdades deixaram de funcionar.</p>
<p class="MsoNormal">No Trending Topics: BOPE, Penha, Vila Cruzeiro, Marinha, Cabral, Complexo Alemão&#8230;. Mas afinal, o que é verdade e o que é mentira? Onde estamos realmente “seguros” ao sair na rua? E como conseguir uma informação verdadeira?</p>
<p class="MsoNormal">Neste momento a informação correta é fundamental para que a população não fique mais desestabilizada e perdida do que já está. Temos uma quantidade imensa de brasileiros na internet, e vejo que no twitter muitos estão postando sobre o que ouvem, procurando colaborar, porém a fonte nem sempre é confiável.</p>
<p class="MsoNormal">É aí que está entrando, e com muita força e credibilidade, o perfil do <a href="http://extra.globo.com/geral/casodepolicia/" target="_blank">Jornal Extra</a> no twitter <a href="http://twitter.com/#%21/CasodePolicia" target="_blank">@CasodePolicia</a>.</p>
<p class="MsoNormal">O @casodepolicia soube aproveitar bem a oportunidade e em seu perfil a todo o momento publica o que <strong><a href="http://search.twitter.com/search?q=%23eboato" target="_blank">#eboato</a></strong> e o que <strong><a href="http://search.twitter.com/search?q=%23everdade" target="_blank">#everdade</a></strong> sobre os acontecimentos. Além das hashtags, estão também transmitindo online através do endereço <a href="http://twitcam.livestream.com/user/CasodePolicia">http://twitcam.livestream.com/user/CasodePolicia</a></p>
<p class="MsoNormal">A equipe está dando um show de cobertura neste momento de ataques no Rio de Janeiro. Eles buscam a informação em tempo real, procurando atender a todas as requisições dos seus seguidores, de forma a transmitir veracidade acima de tudo.</p>
<p class="MsoNormal">Ontem, quando comecei a escrever este post,  por volta das 15h, eles tinham 14993 seguidores; hoje, ao publicá-lo,  às 11h15, este número  já chega a quase 17 mil pessoas. Recebeu diversos #FFs, como vocês podem <a href="http://search.twitter.com/search?q=%23FF+%40casodepolicia" target="_blank">ver aqui</a>, cujos elogios também se estenderam aos profissionais que estão nas apurações e divulgação das informações.</p>
<p class="MsoNormal">Sabemos que o caos sempre trás mudanças, e geralmente para melhor.</p>
<p class="MsoNormal">Talvez o que vivemos neste momento pode nos levar a refletir um pouco sobre a confiabilidade do que lemos e postamos na internet, sobretudo no twitter, onde as pessoas simplesmente escrevem e enviam seus conteúdos, muitas vezes, sem checar se é real ou não.</p>
<p class="MsoNormal">Talvez este seja o <em>gap </em>que os profissionais de comunicação estavam precisando para conseguir seu espaço na web, como fontes confiáveis de informação, retomando e finalmente se recolocando de forma correta no mercado digital.</p>
<p class="MsoNormal">Que seja este o início do amadurecimento da Comunicação Digital! E fica o <a href="http://twitter.com/#!/casodepolicia" target="_blank">@CasodePolicia</a> como um excelente exemplo de case positivo!</p>
</div>
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		<title>Prêmio Sesc de Fomento à Cultura</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 00:17:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cibele Aviles</dc:creator>
				<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[novas mídias]]></category>
		<category><![CDATA[premiação]]></category>
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		<category><![CDATA[sesc rio]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde o dia 28 de julho estão abertas as inscrições para o Prêmio Sesc de Fomento à Cultura. Uma iniciativa do Sesc Rio e L21 Conteúdo, do empresário Luiz Calainho, o objetivo aqui não é apenas premiar, mas sim, incentivar produtores, curadores, escritores, artistas e criadores em geral, a construir e colocar em prática os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1748" class="wp-caption aligncenter" style="width: 290px"><a href="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/08/premio-sesc.gif"><img class="size-full wp-image-1748" title="premio-sesc" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/08/premio-sesc.gif" alt="Prêmio Sesc" width="280" height="208" /></a><p class="wp-caption-text">Prêmio Sesc</p></div>
<p style="text-align: left;">Desde o dia 28 de julho estão abertas as inscrições para o Prêmio Sesc de Fomento à Cultura. Uma iniciativa do Sesc Rio e L21 Conteúdo, do empresário Luiz Calainho, o objetivo aqui não é apenas premiar, mas sim, incentivar produtores, curadores, escritores, artistas e criadores em geral, a construir e colocar em prática os seus projetos.</p>
<p>Dentre categorias como Teatro, Música, Dança, Artes Plásticas, Literatura, Cinema e Novos Talentos, existe a de <strong>Novas Mídias &#8211; Redes Sociais</strong>, e é esse o motivo do nosso post! É justamente ajudar a divulgar e difundir a todos aqueles que possuem projetos nas redes sociais de caráter cultural. Vejam a descrição da categoria:</p>
<p>NOVAS MÍDIAS – Redes Sociais – Projeto que utilize novas e diferentes mídias como suporte de produto cultural. Deve ser inédito, interativo e de forte conectividade com as redes sociais.</p>
<p>Para inscrever o seu projeto, que já pode estar em produção, porém sem ter sido divulgado nem concluído, acesse o site <a href="http://www.sescriofomentocultura.com.br" target="_blank">www.sescriofomentocultura.com.br</a>. As inscrições vão até o dia 20 de setembro, portanto #corrao!</p>
<p>A premiação é bem interessante: os vencedores vão receber em cada uma das categorias uma verba de R$ 200 mil (Duzentos Mil Reais!) para a produção, execução e apresentação para o público da obra em, no máximo, oito meses a partir da data da premiação.</p>
<p>Interessou, tem um projeto bacana? Corre lá! Não é todo o dia que se concorre a um prêmio desses fazendo o que gostamos, ainda mais nesta área né!</p>
<p>O prêmio na web:</p>
<p>Site oficial<br />
<a href="http://www.sescriofomentocultura.com.br/" target="_blank">http://www.sescriofomentocultura.com.br/</a></p>
<p><a href="http://www.facebook.com/profile.php?id=100001339195700" target="_blank">Facebook</a></p>
<p><a href="http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=104732476" target="_blank">Comunidade no Orkut</a></p>
<p><a href="http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=10153301231565303324" target="_blank">Perfil no Orkut</a></p>
<p><a href="http://www.twitter.com/premiosescrio" target="_blank">Twitter</a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/premiosescrio" target="_blank">Youtube</a></p>
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