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Cobertura do Circuito 4X1 – Dia 05/03 Parte da Manhã

Em : 07-03-2010 | Por : Leonardo Spinardi | Categorias : Atualidade, Mídias sociais, Tendências, comportamento

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Com o objetivo de levar informação, novidades e incitar o questionamento aos profissionais de Marketing Digital e comunicação no Rio de Janeiro, o Circuito 4X1 foi realizado na Faculdade CCAA, no Riachuelo, e contou com um primeiro dia muito agitado e repleto de palestras.

Ciclo de palestras sobre Marketing Digital, em dois dias de evento.

Ciclo de palestras sobre Marketing Digital, em dois dias de evento.

Cheguei às nove horas em ponto e o auditório, muito bonito, com ótima acústica e confortável, ainda estava vazio. Meia-hora depois, tempo que o evento se permitiu atrasar para aguardar a chegada de mais gente, começou a palestra do Maurício Vargas, Diretor Executivo do site Reclame Aqui que, com sua voz por vezes parecida com a do Lula, o presidente, discorreu sobre o comportamento do consumidor 2.0 e as experiências do site em mediar a conversa entre estes consumidores e as empresas.

CONSUMIDOR 2.0 – Maurício Vargas – Diretor Executivo do Reclame Aqui

Com 3/4 do auditório ocupado, majoritariamente por um público entre 20 e 30 anos, Maurício Vargas entrou com o pé na porta ao garantir que as empresas não compreendem essa nova dinâmica das mídias sociais porque pessoas com a idade dele (47) estão no comando das corporações. Deixou bem claro que não se trata exatamente da idade, mas de uma geração que precisa se destravar, perder o medo, para entender o que está acontecendo. Vestido com uma camisa verde, com o que me pareceu o lema do Reclame Aqui (“Deus Perdoa. O Consumidor Não.”), Maurício abordou o comportamento das gerações da Belle Epoque, Baby Boomers, X, Y e Z, e reuniu a porcentagem ativa na internet dessas gerações dentro da “Geração G”, segundo conceito próprio. E contou o caso curioso da mãe dele, ativa da internet, que comprou um Ephone – sim, o Ephone! – no site Compre da China, para mostrar como parcelas dessas gerações usam a web.

Palestra do Meurício Vargas, do site Reclame Aqui, sobre o Consumidor 2.0.

Palestra do Maurício Vargas, do site Reclame Aqui, sobre o Consumidor 2.0.

Ficou claro na palestra que a principal habilidade de uma empresa hoje não está em vender, mas em conversar com o cliente. Cliente este que está cada vez mais crítico e exigente, que está no comando, e que se ainda chega na loja física para reclamar de forma acanhada ou tímida, na internet ele incorpora e tem consciência do seu poder de disseminação (“Tô Podendo!”).

“Quantas vezes o diretor da sua empresa leu alguma reclamação de cliente?”

Por fim, Maurício contou que um trabalho de SEO realizado em 2007 trouxe muita relevância para o site Reclame Aqui, que começou a aparecer em primeiro lugar quando o nome de alguma empresa muito citada era procurado no Google. As empresas ficavam loucas de estarem associadas a um site de reclamação. Garantiu que o Reclame Aqui não aceita patrocínios, que eles estão retirando gradativamente o Google AdSense por algumas incompatibilidade geradas pelos anúncios automáticos e que o site sobrevive de consultoria. Ao final, explicou que mais do que ajudar os clientes a lidar com produtos ruins e serviços mal prestados, a grande satisfação dele está em ser protagonista dessa grande revolução.

“Terceirizar atendimento na sua empresa é como passar um cheque em branco.”

Mais Reclame Aqui…
CONSUMIDOR 2.0 – Eduardo Neveswww.pensarsobretudo.com.br

Após a palestra do Maurício Vargas, fomos para o cofee break e no retorno já emendamos no bate-papo com Eduardo Neves, também do Reclame Aqui, que abordou outros pontos do consumidor 2.0 e o relacionamento com o SAC das empresas. De início, ressaltou a importância dos profissionais de marketing na mudança de cultura dentro das empresas. Ele acredita que as novidades acontecem fora do mercado e estes profissionais são os responsáveis por captá-las e apresentá-las dentro das empresas em forma de possibilidades. Passou rapidamente pelo termo “crowdsourcing” e a importância de ser transparente para contar com a colaboração do usuário

“Ninguém vai ajudar uma empresa sem saber como o jogo funciona, de que forma está colaborando e o que pode ganhar com isso”.

Em um dos slides, citou o curioso caso da Grainger e do lema “One Call Does It All” adotado pela empresa, que visou garantir que o cliente que ligasse teria seu problema resolvido nessa ligação. Para isso, foi criada uma estrutura absurda que garantisse que diversas áreas da companhia se comunicassem de forma ágil para dar esse retorno ao cliente ainda naquela ligação.

Eduardo Neves atribui o sucesso do Reclame Aqui ao fato dele desempenhar uma tarefa que as empresas não fazem, promovendo a conciliação e respondendo o que deve ser respondido. Chamou atenção para o perfil compreensivo do cliente quando há transparência no processo de atendimento. Se ele percebe que a coisa não está congelada, que estão fazendo algo para resolver o problema dele, ele espera, é paciente.

Na reta final da palestra, criticou o comportamento das empresas de usarem a web para vender, mas focar o pós-vendo nos call centers. Segundo ele, não bate. Cadê as ferramentas que permitiriam que o usuário resolvesse pela internet o seu problema, da mesma forma de quando fez a compra? Ainda finalizou dizendo que muitas agências estão oferecendo serviços de monitoramento de redes sociais, mas que são vendidos como nada para resolver coisa nenhuma. É preciso uma imersão no universo da empresa para traçar uma estratégia diante dos gráficos e números gerados pelos robôs.

E tome mais Reclame Aqui…
Diego Campos – Diretor de TI e Conteúdo do Reclame Aqui
A palestra do Diego Campos foi em substituição a outra que não pôde ocorrer, mas nem por isso foi menos interessante. Ele acabou dando um panorama geral sobre o serviço que o Reclame Aqui presta e das próximas novidades que estão por vir, segundo ele, ainda este ano. Diego tentou mostrar o lado de que não é só o consumidor que deve buscar a empresa, mas o contrário também. Ele acredita que o Reclame Aqui proporciona essa oportunidade às empresas, mas que o objetivo é ajudar o consumidor, que sempre está em desvantagem e conta com órgãos muito burocráticos como o PROCON, para ter seus problemas resolvidos.

Segundo Diego, engana-se quem acredita que somente as empresas grandes é que são criticadas no Reclame Aqui. Ele garante que as pessoas estão usando o Reclame Aqui para reivindicar qualidade dos produtos e serviços de micro e pequenas empresas também. Não é porque o cara tem uma única loja no interior de uma cidade distante que ele está imune ao poder do consumidor 2.0.

Para este ano, Diego prometeu uma versão light voltada exclusivamente para consultas; uma reformulação do portal que permita mais integração entre clientes com problemas similares; e, por último, um site com foco em notícias contendo relatos de compras enviados pelos próprios consumidores. Vamos aguardar porque vem muita coisa nova por aí!

Debate da Manhã

A platéia pode perguntar à equipe do site Reclame Aqui sobre o consumidor 2.0.

A platéia pode perguntar à equipe do site Reclame Aqui sobre o consumidor 2.0.


Com os 3 convidados no palco, e mediado pelo Oscar Ferreira (@kakamachine), o bate-papo ao final da manhã rondou em torno do tão falado consumidor 2.0. Acredita-se que o brasileiro ainda reclame pouco, por dois fatores que são a cultura passiva e a descrença que os jovens herdaram dos pais nos canais convencionais, principalmente do governo. Nesse momento, foi citada uma reportagem feita pela Revista Exame em julho de 2009, onde mostrava a eficácia do site Reclame Aqui, com 15 empregados, em relação ao PROCON com uma equipe muito superior (foto abaixo).

Box da revista Exame (Jul/09) comparando a eficácia do PROCON e do reclame Aqui.

Box da revista Exame (Jul/09) comparando a eficácia do atendimento do PROCON a do site Reclame Aqui.

Surgiu da platéia a sugestão para que o Reclame Aqui permita a publicação de evidências da reclamação como áudio, print screen e vídeos. Diego Campos, Diretor de TI e Conteúdo do site, informou que recebe recomendações do departamento jurídico para a limitação dessa possibilidade. “Não dá para ter controle sobre as fotos postadas, que podem vir a ser um print ou uma foto de pedofilia”, justificou. Sem citar as questões de segurança em relação à propagação de vírus e malwares. Contudo, Diego reconhece a importância e garante que há esforços dentro da empresa para viabilizar essa necessidade que, segundo ele, as próprias empresas já solicitaram. Contou um caso de uma empresa de telecomunicação – veja só! – que disse que se o usuário conseguisse mandar um PDF com a conta telefônica dele seria muito mais rápido resolver o problema do que se a empresa tivesse que solicitar ao departamento interno responsável.

Ao fim, questionado se o Reclame Aqui recebera muitos processos das empresas, Maurício Vargas disse que sim, contabilizando cerca de 30, mas que nunca foi condenado pela justiça. Isso porque existem medidas que repassam a responsabilidade da reclamação ao consumidor. É ele quem assina a reclamação e é responsável pela publicação daquele conteúdo. Obviamente, mediado pelo Reclame Aqui. Mas a justiça tem entendido que se trata de um direito do consumidor e até hoje ainda não condenou nenhum caso do site.

“No Reclame Aqui, que é um site de reclamação, destaca-se o menos pior. Mas este menos pior, naquele ambiente, é percebido como o melhor pelo consumidor”.

Saiba mais:
- Confira galeria de fotos do DNA Digital no Flickr
- Veja também a cobertura do Plus TV, com entrevista dos palestrantes do primeiro dia.

Com o objetivo de levar informação, novidades e incitar o questionamento aos profissionais de Marketing Digital e comunicação no Rio de Janeiro, o Circuito 4X1 foi realizado na faculdade CCAA, no Riachuelo, e contou com um primeiro dia muito agitado e repleto de palestras.

Cheguei às nove horas em ponto e o auditório, muito bonito, com ótima acústica e confortável, ainda estava vazio. Meia-hora depois, tempo que o evento se permitiu atrasar para aguardar a chegada de mais gente, começou a palestra do Maurício Vargas, Diretor Executivo do site Reclame Aqui que, com sua voz por vezes parecida com a do Lula, o presidente, discorreu sobre o comportamento do consumidor 2.0 e as experiências do site em mediar a conversa entre estes consumidores e as empresas.

CONSUMIDOR 2.0 – Maurício Vargas – Diretor Executivo do Reclame Aqui

Com 3/4 do auditório ocupado, majoritariamente por um público entre 20 e 30 anos, Maurício Vargas entrou com o pé na porta ao garantir que as empresas não compreendem essa nova dinâmica das mídias sociais porque pessoas com a idade dele (47) estão no comando das corporações. Deixou bem claro que não se trata exatamente da idade, mas de uma geração que precisa se destravar, perder o medo, para entender o que está acontecendo. Vestido com uma camisa verde, com o que me pareceu o lema do Reclame Aqui (“Deus Perdoa. O Consumidor Não.”), Maurício abordou o comportamento das gerações da Belle Epoque, Baby Boomers, X, Y e Z, e reuniu a porcentagem ativa na internet dessas gerações dentro da “Geração G”, segundo conceito próprio. E contou o caso curioso da mãe dele, ativa da internet, que comprou um Ephone – sim, o Ephone! – no site Compre da China, para mostrar como parcelas dessas gerações usam a web.

Ficou claro na palestra que a principal habilidade de uma empresa hoje não está em vender, mas em conversar com o cliente. Cliente este que está cada vez mais crítico e exigente, que está no comando, e que se ainda chega na loja física para reclamar de forma acanhada ou tímida, na internet ele incorpora e tem consciência do seu poder de disseminação (“Tô Podendo!”).

Quantas vezes o diretor da sua empresa leu alguma reclamação de cliente?

Terceirizar atendimento na sua empresa é como passar um cheque em branco.

Por fim, Maurício contou que um trabalho de SEO realizado em 2007 trouxe muita relevância para o site Reclame Aqui, que começou a aparecer em primeiro lugar quando o nome de alguma empresa muito citada era procurado no Google. As empresas ficavam loucas de estarem associadas a um site de reclamação. Garantiu que o Reclame Aqui não aceita patrocínios, que eles estão retirando gradativamente o Google AdSense por algumas incompatibilidade geradas pelos anúncios automáticos e que o site sobrevive de consultoria. Ao final, explicou que mais do que ajudar os clientes a lidar com produtos ruins e serviços mal prestados, a grande satisfação dele está em ser protagonista dessa grande revolução.

Mais Reclame Aqui…

CONSUMIDOR 2.0 – Eduardo Neves – www.pensarsobretudo.com.br

Após a palestra do Maurício Vargas, fomos para o cofee break e no retorno já emendamos no bate-papo com Eduardo Neves, também do Reclame Aqui, que abordou outros pontos do consumidor 2.0 e o relacionamento com o SAC das empresas. De início, ressaltou a importância dos profissionais de marketing na mudança de cultura dentro das empresas. Ele acredita que as novidades acontecem fora do mercado e estes profissionais são os responsáveis por captá-las e apresentá-las dentro das empresas em forma de possibilidades. Passou rapidamente pelo termo “crowdsourcing” e a importância de ser transparente para contar com a colaboração do usuário

“Ninguém vai ajudar uma empresa sem saber como o jogo funciona, de que forma está colaborando e o que pode ganhar com isso”.

Em um dos slides, citou o curioso caso da Grainger (HIPERLINK) e do lema “One Call Does It All” adotado pela empresa, que visou garantir que o cliente que ligasse teria seu problema resolvido nessa ligação. Para isso, foi criada uma estrutura absurda que garantisse que diversas áreas da companhia se comunicassem de forma ágil para dar esse retorno ao cliente ainda naquela ligação.

Eduardo Neves atribui o sucesso do Reclame Aqui ao fato dele desempenhar uma tarefa que as empresas não fazem, promovendo a conciliação e respondendo o que deve ser respondido. Chamou atenção para o perfil compreensivo do cliente quando há transparência no processo de atendimento. Se ele percebe que a coisa não está congelada, que estão fazendo algo para resolver o problema dele, ele espera, é paciente.

Na reta final da palestra, criticou o comportamento das empresas de usarem a web para vender, mas focar o pós-vendo nos call centers. Segundo ele, não bate. Cadê as ferramentas que permitiriam que o usuário resolvesse pela internet o seu problema, da mesma forma de quando fez a compra? Ainda finalizou dizendo que muitas agências estão oferecendo serviços de monitoramento de redes sociais, mas que são vendidos como nada para resolver coisa nenhuma. É preciso uma imersão no universo da empresa para traçar uma estratégia diante dos gráficos e números gerados pelos robôs.

E tome mais Reclame Aqui…

Diego Campos – Diretor de TI e Conteúdo do Reclame Aqui

A palestra do Diego Campos foi em substituição a outra que não pode ocorrer, mas nem por isso foi menos interessante. Ele acabou dando um panorama geral sobre o serviço que o Reclame Aqui presta e das próximas novidades que estão por vir, segundo ele, ainda este ano. Diego tentou mostrar o lado de que não é só o consumidor que deve buscar a empresa, mas o contrário também. Ele acredita que o Reclame Aqui proporciona essa oportunidade às empresas, mas que o objetivo é ajudar o consumidor, que sempre está em desvantagem e conta com órgãos muito burocráticos como o PROCON, para ter seus problemas resolvidos.

Segundo Diego, engana-se quem acredita que somente as empresas grandes é que são criticadas no Reclame Aqui. Ele garante que as pessoas estão usando o Reclame Aqui para reivindicar qualidade dos produtos e serviços de micro e pequenas empresas também. Não é porque o cara tem uma única loja no interior de uma cidade distante que ele está imune ao poder do consumidor 2.0.

Para este ano, Diego prometeu uma versão light voltada exclusivamente para consultas; uma reformulação do portal que permita mais integração entre clientes com problemas similares; e, por último, um site com foco em notícias contendo relatos de compras enviados pelos próprios consumidores. Vamos aguardar porque vem muita coisa nova por aí!

Debate da Manhã

Com os 3 convidados no palco, e mediado pelo Oscar Ferreira (@kakamachine), o bate-papo ao final da manhã rondou em torno do tão falado consumidor 2.0. Acredita-se que o brasileiro ainda reclame pouco, por dois fatores que são a cultura passiva e a descrença que os jovens herdaram dos pais nos canais convencionais, principalmente do governo. Nesse momento, foi citada uma reportagem feita pela Revista Exame em julho de 2009, onde mostrava a eficácia do site Reclame Aqui, com 15 empregados, em relação ao PROCON com uma equipe muito superior (foto abaixo).

Surgiu da platéia a sugestão para que o Reclame Aqui permita a publicação de evidências da reclamação como áudio, print screen e vídeos. Diego Campos, Diretor de TI e Conteúdo do site, informou que recebe recomendações do departamento jurídico para a limitação dessa possibilidade. “Não dá para ter controle sobre as fotos postadas, que podem vir a ser um print ou uma foto de pedofilia”, justificou. Sem citar as questões de segurança em relação à propagação de vírus e malwares. Contudo, Diego reconhece a importância e garante que há esforços dentro da empresa para viabilizar essa necessidade que, segundo ele, as próprias empresas já solicitaram. Contou um caso de uma empresa de telecomunicação – veja só! – que disse que se o usuário conseguisse mandar um PDF com a conta telefônica dele seria muito mais rápido resolver o problema do que se a empresa tivesse que solicitar ao departamento interno responsável.

Ao fim, questionado se o Reclame Aqui recebera muitos processos das empresas, Maurício Vargas disse que sim, contabilizando cerca de 30, mas que nunca foi condenado pela justiça. Isso porque existem medidas que repassam a responsabilidade da reclamação ao consumidor. É ele quem assina a reclamação e é responsável pela publicação daquele conteúdo. Obviamente, mediado pelo Reclame Aqui. Mas a justiça tem entendido que se trata de um direito do consumidor e até hoje ainda não condenou nenhum caso do site.

“No Reclame Aqui, que é um site de reclamação, destaca-se o menos pior. Mas este menos pior, naquele ambiente, é percebido como o melhor pelo consumidor”.

http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0947/tecnologia/rival-procon-482556.html

Geração Y: só se for agora!

Em : 08-12-2009 | Por : Cibele Aviles | Categorias : Mídias sociais, comportamento

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gerayNascidos mais ou menos entre 1979 e 1991, esta é a geração cuja infância foi marcada por grandes mudanças, em alta velocidade. Seus pais, com o pensamento de sempre lhes dar o que não puderam ter, os encheram de atividades: além dos estudos, futebol, natação, balé, inglês…façam tudo, aproveitem, mas façam bem feito!

Eles viram a tv, que antes tinha número fixo de canais, ganhar de repente centenas de outros, através das tvs a cabo; e agora a entrada da tv digital; viram a chegada dos aparelhos de CD de DVD e, num piscar de olhos, de walkmans e diskmans pularam para os tocadores de MP3, MP4, MP7 e iPods.

Grandes avanços tecnológicos, múltiplas tarefas (com início, meio e fim), muitos desafios durante a infância, fazem destes jovens pessoas proativas, com grande facilidade de aprender coisas novas, que não gostam de rotina e nem se submetem ao que não estão dispostos por muito tempo; com senso de coletividade e prezando o seu bem estar, acabam por ser um tanto impacientes com o que consideram fácil demais para ser realizado, como tarefas rotineiras, do dia-a-dia.

Para eles, a verticalização dentro de uma empresa não tem mais importância: trata todos igualmente, pois sabe que todos tem muito a aprender com todos, a acrescentar coisas novas o tempo todo e agregar mais valores para um fim comum. A história de “sim, chefe”, muda um pouco de figura.

Com o simples clique do mouse estão onde quiserem, navegando, pesquisando, aprendendo, apreendendo e compartilhando as suas experiências com os serviços, marcas, produtos…ou mesmo descobertas individuais que acham que podem refletir no coletivo. Exigem, tanto quanto exteriorizam, a clareza e sinceridade nas relações, ética, honestidade, transparência e compromisso. E publicam em blogs, escrevem e comentam nas redes sociais, espalham pelo mundo afora seus sentimentos sobre o que quer que seja.

Poético? Pois bem…

Agora, pare e pense neles como consumidores. Imagine como a sua empresa está lidando com esse novo consumidor, como deve agir e interagir com ele. Vemos cada vez mais as marcas sendo citadas nas redes sociais (ou Rede de Pessoas) e esta geração, totalmente antenada e on line, exige respostas imediatas.

Mas isso já é papo para outro post…se quiser saber um pouco sobre as marcas nas redes sociais, leia aqui um post que escrevi referente a um curso que fiz, sobre o tema. Veja abaixo um video que retrata um pouco a geração Y.

Notícia relacionada:
Web torna pessoas mais impacientes no mundo off-line, diz estudo

[ ]’s,
Ciba Aviles
@ctaviles

Enoblogs – para amantes de vinho

Em : 02-12-2009 | Por : Guilherme Mattoso | Categorias : Mídias sociais

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E viva a cauda longa! Não é que tá rolando um agregador de blogs… de vinho?! É o Enoblogs! O objetivo da ferramenta, de acordo com a descrição no site, é “agrupar e organizar o conteúdo produzido na blogosfera brasileira, escrito carinhosamente por dezenas de pessoas apaixonadas pelo vinho e pela gastronomia”. Até a redação deste post, já são 144 blogs cadastrados. Interessante, pois trata-se de uma empreitada brazuca, o que por um lado pode limitar a popularidade apenas ao público de língua portuguesa, mas por outro, tem potencial e pode ser oportunidade para um nicho que, há tempos, não para de crescer no Brasil.

enoblogs
Foi dos anos 90 pra cá, com a “abertura dos portos à nações amigas” que o brasileiro passou a consumir mais e se interessar também por vinhos. Não à toa, hoje sempre esbarramos em festinhas com um mala tirando uma de enófilo, ou com aquele coroa classe média que acha um must guardar as rolhas dos vinhos que bebe em um potão de vidro. Mas, enfim, achei legal a ideia do Enoblogs, mesmo não sendo público-alvo. Será uma fonte de consulta praquele dia que eu quiser agradar a namorada com um jantar romântico…
 
O site tem várias funcionalidades típicas de agregadores, como ranking, listagem de posts, tudo bastante simples, com design leve. Gostei muito do Mapa do Vinho, um aplicativo (posso chamar de mashup tb) que usa o Google Maps pra mostrar onde estão os blogueiros de Baco pelo Brasil.

Abs,
Guilherme Mattoso |
@mattoso

Brizzly: Twitter e Facebook num lugar só

Em : 25-11-2009 | Por : Guilherme Mattoso | Categorias : Inovação, Mídias sociais

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brizzlyTwitter e Facebook num mesmo ambiente? Com tradutor? E com aquele esquema de bloquear o seguidor, parecido com o que rola no MSN? Pois é. Este é o Brizzly, uma espécie de leitor de feeds de mídias sociais. Antes fechado somente para convidados, o site foi lançado abertamente nessa semana e permite que os usuários gerenciem, ao mesmo tempo, os perfis do Twitter e Facebook.

Será que mais pra frente ele incluirá também outras social media?

O design é um pouco infantil, com um ursinho como mascote e umas texturas de madeira, mas uma vez logado a interface do serviço é bem simples e funcional, dando uma turbinada nas funcionalidades, se compararmos com o Twitter, ou uma simplificada em relação ao Facebook.

Com o Brizzly você não pode adicionar fotos, vídeos, cadastrar eventos (Facebook) e também não aceita aplicativos para o Twitter. Tá, mas  qual é a grande vantagem pr’eu começar a usá-lo?

Bom, os criadores do site prometem uma série de novidades, aproximando-se do que hoje nós encontramos no Google Reader, indo além de um simples RSS Feed, aproximando-se dos hábitos dos seus usuários e facilitando sempre a vida deles. É isso que o Brizzly promete também. O ThingLabs, aliás, é formado por ex-funcionários do Google. (Via Tiago Dória)

Abs,
Guilherme Mattoso |
@mattoso

O Futuro das Agências – o que fazer para garantir a sobrevivência numa nova era?

Em : 18-10-2009 | Por : Cibele Aviles | Categorias : #soumaisweb, Eventos, Mídias sociais

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E este foi o tema do 11º Sou+web, no dia 17 de outubro. Desta vez o DNA Digital não conseguiu marcar presença, porém, como vários twitters, acompanhamos a transmissão através do qik, via @bigdigo.

Com participação de profissionais de grandes agências, as exposições e discussões foram muito agregadoras e de extrema reflexão, passando pela humildade na mudança da cultura interna, entendimento do seu dna, análise SWOT, até a qualificação e atualização constante do profissional.

Diversas colocações como “querer continuar na zona de conforto é o mesmo que se manter na zona de miopia”, “não existem super especialistas em web 2.0, só existem estudiosos; portanto, sejam mais humildes”, “já não somos mais a geração Coca-cola, somos a geração Digitalis”, “especialista sabe-tudo? Somos generalistas e aprendemos de tudo. Sempre desafiamos a zona de conforto” trouxeram a tona o que os profissionais de Marketing Digital andam vivendo ultimamente não só dentro das agências mas também dentro das empresas como um todo. Levante a mão quem nunca tentou inovar e foi em algum momento questionado sobre a real confiabilidade dessa tal web….

Estamos no século XXI e as ‘novas gerações’ – X e Y -, já nascidas no mundo digital (aliás, até que ponto eles sabem o que é analógico?) ou durante a transição, já não veem as midias tradicionais como as demais gerações. Hoje tudo está integrado, as midias se convergem e se completam. E é por isso que os profissionais das áreas de comunicação e marketing devem ficar fora da zona de conforto, da zona de miopia; mais do que entender analógico ou digital, devem conhecer e analisar o cenário, compreender o comportamento do consumidor, montar estratégia e planos de ação, saber antropologia, filosofia, análise SWOT…devem trazer o conhecimento e aplicá-los no ambiente on line!

E, as empresas, quando olharem para os seus funcionários e compreenderem que ali também existem conhecimentos e experiências para serem agregados, entenderão que seu planejamento estratégico deverá ser revisto e que o caminho da convergência é inevitável. Afinal, dentro das empresas as pessoas são funcionários, mas fora delas, são consumidores, blogueiros, twitteiros etc.

Algumas outras frases que surgiram durante o encontro e que achei que agregam bastante foram:

- “Tem muitos “especialistas” em mídias socias. Como se é um meio em transformação constante?” (Este tema está bem polêmico: existe especialista ou não, afinal?)

- “Somos transformadores da história e isso nos faz ter TESÃO em trabalhar em internet”

- “Depois d Darwin agora vivemos o homo digitalis. É o novo profissional, novo pensamento: pensamento multiplataforma”

- “A internet é o desenvolvimento do pensamento humano que se desdobra em conceito e tecnologia”

Let’s think about it!!

Palestrantes desta edição:

- Nick Ellis (@nickellis) – Blogueiro do Digital Drops

- Risoletta Miranda (@rizzomiranda) – Diretora-Executiva da FSB PR Digital

- George Benson (@superbenson) – Diretor de Novas Mídias da DPZ

- Alexandre Carvalho (@acarvalho) – Executivo de mídias sociais da LVBA Comunicação.

Veja aqui um consolidado do evento, feito por @cristianoweb

E aqui as fotos, clicadas por @brunofontes

Sua marca nas redes sociais

Em : 16-09-2009 | Por : Cibele Aviles | Categorias : Cursos, Eventos, Mídias sociais

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No dia 15/09 participei do curso “Como trabalhar sua marca nas redes sociais”, promovido pelo iDig (Instituto Digital), em Botafogo. Foram 3 professores:
- Robert Rodrigues (@alvinerius), Gerente de SEO e Mídias Sociais da Agência Frog;
- Roberto ALoureiro (@betoaloureiro), Gerente de Redes Sociais da Tecnisa;
- Guilherme Rios (@guirios), Gestor de Projetos da E.Life

Diante das três visões diferentes de mercado, de cada professor, o primeiro, profissional que atua em agência, o segundo, com foco corporativo, e o terceiro, com foco em agência específica em análise de mídias sociais, o conteúdo foi bastante rico e proveitoso, e percebi que, apesar de muitas vezes os profissionais desta área não se comunicarem com frequencia, as estratégias estão bem alinhadas frente a movimentação do mercado.

foto: Flickr da @pathaddad

foto: Flickr da @pathaddad

Robert Rodrigues começou dizendo que independente do veículo com o qual trabalhamos, lidamos o tempo todo com pessoas. Se antes a rede mundial era de computadores, hoje ela é uma rede mundial de pessoas. Antes, os formadores de opinião eram a família, a igreja e o Estado; depois foram as mídias de massa; e hoje todos podem ser. Simplesmente porque todos produzem conteúdo na rede, opinam, influenciam decisões. O boca-a-boca foi potencializado pela internet, afinal, pessoas confiam em pessoas, e nas redes sociais a mensagem é imediata e por isso, menos distorcida. E o brasileiro é um povo que adora redes sociais, faz parte e participa delas, tanto que o IBOPE revelou que no mês de julho já eram 5 milhões que utilizavam o twitter, por exemplo.

As empresas devem ter transparência ao entregar a sua mensagem ou prometer qualquer coisa pela internet justamente por isso. Uma informação, quando compartilhada com os consumidores, gera mais confiança para uma marca, e ao dialogar com os seus clientes, a conquista pode ser mais rápida.

E como a internet não possui fronteiras geográficas, quando é feito algum comentário, seja ele positivo ou negativo, possui um alcance inestimável. Por exemplo, se falo mal de um serviço prestado por uma empresa aqui no Rio de Janeiro e possuo entre os meus seguidores do twitter, pessoas que moram na Amazônia ou em Porto Alegre, elas ficarão sabendo e poderão replicar para a sua rede.

Lembrou também que é importante saber medir as ferramentas utilizadas, que cada uma possui sua característica e que mesmo que uma empresa não queira levar sua marca para a internet, com certeza ela já está lá, sendo comentada por muita gente!

Descreveu, ainda, as redes sociais mais ativas no momento, com as características de cada uma, e como neste momento é legal atuar nelas e monitorá-las.

O segundo tempo veio com Roberto ALoureiro, fornecendo dados sobre os internautas, e já colocando que iria fazer um terrorismo com a galera em relação as redes sociais. Terrorismo no sentido de que não adianta a sua marca/empresa estar nas redes sociais se não atua ativamente, se não tem pessoas respondendo pela empresa e falando com os consumidores por ali. E que antes de utilizá-las, é necessário conhecê-las, e as suas particularidades, para não gerar um resultado negativo, uma impressão inversa a qual se deseja.

Para isso, o Seeding deve ser feito com bom senso, a marca deve estar atuando como uma parceira dos clientes, conversando, participando e trocando com eles. Quando ele abordou este assunto, lembrei do sou+web de sábado, quando falamos do “rastro” deixado na internet: devemos tomar cuidado com promessas, comentários e respostas que deixamos na internet, pois o google indexa e fica lá, registrado!

Lembrou também que o consumidor hoje tem o poder de escolha, pois está tudo ao seu alcance, basta um clique no botão “Pesquisa google”. E que, se alguma informação não é encontrada ali por ser muito específica, basta procurá-la nas comunidades do Orkut…

Depois, assim como o Robert Rodrigues, descreveu comunidades utilizadas e suas características, de acordo com a sua visão e abordagem diária, o que enriqueceu bastante o conteúdo para nós, que estávamos ali assistindo, pois pudemos ter a visão dos dois lados: agência e empresa.

Paradinha para repor as energias, e o Beto ALoureiro retornou dando continuidade, desta vez falando do diagnóstico e planejamento estratégico para ações nas mídias sociais. As redes sociais devem ser um braço da estratégia on line da empresa, então, por que começar com mídias sociais se o site não existe ou não está atualizado?

Ao fazer o diagnóstico da sua marca, se não for encontrado nenhum comentário tecido até então nas redes sociais, assuntos relacionados ao negócio devem estar na prioridade de busca. Conheça o mercado, a concorrência, escolha palavras relevantes, monte a sua estratégia, alinhe à cultura da empresa, e mão na massa! (Análise SWOT, gente!!) Lembrando sempre que o sucesso da estratégia on line está ligado ao sucesso da estratégia off line. E veja o que ele tem a nos dizer sobre isso:

No planejamento, definir as oportunidades, possíveis problemas, objetivo, metas, verba, equipe e suporte. A evolução dentro das redes sociais vai depender do público e do tipo do negócio. As fases são: presença, conteúdo, relacionamento, SEO/SEM. Medir os resultados das ações também é fundamental: as metas foram alcançadas?

E comece devagar, afinal, o mundo não foi criado em apenas um dia!

Guilherme Rios (@guirios) Foto: Cibele Aviles

Guilherme Rios (@guirios) Foto: Cibele Aviles

A última aula do dia foi sobre mensuração de resultados nas redes sociais, com Guilherme Rios. A geração Y é o consumidor 2.0, pois viu e viveu esta revolução digital e tecnológica, que ainda acontece. Hoje o consumidor é o canal, as mídias sociais são controladas por ele, porém há como medir isso. E a pessoa que for medir, não deve ser a mesma que comunica, que transmite a informação, pois quem mede também acaba auditando.

Ele deu uma dica legal: os consumidores são impulsivos ao comunicar algo negativo em relação a uma marca, porém, ao falar positivamente, devem ser estimulados através de questionamentos.

A sua abordagem não foi técnica, mas sim, conceitual, passando pela cognição, cooperação e confiança dos consumidores: as pessoas avaliam informações, se organizam rumo a objetivos individuais e coletivos, formam rede em torno de uma meta e confiam nas opiniões das outras.

Colocou que a colaboração, quando estimulada, gera buzz positivo e que dentro de um blog o número de comentários também é uma métrica. E dentro de cada tipo de rede social, podem ser medidos: relevância, popularidade, repercussão e influência.

Enfim, o curso foi bastante proveitoso, as diferentes visões por diferentes profissionais do mercado agregaram bastante. Percebemos ao final que apesar de estarmos conectados por uma rede virtual, lidamos o tempo todo com pessoas, e com as informações ao seu alcance, estão cada vez mais exigentes e atuantes em relação as marcas. É necessário transparência, diálogo e uma aproximação com o cliente para que haja conquista, satisfação e fidelização do público que se deseja atingir.

No dia 15/09 participei do curso “Como trabalhar sua marca nas redes sociais”, promovido

pelo iDig (Instituto Digital), em Botafogo. Foram 3 professores:

Robert Rodrigues, Gerente de SEO e Mídias Sociais da Agência Frog
Roberto ALoureiro, Gerente de Redes Sociais da Tecnisa
Guilherme Rios, Gestor de Projetos da E.Life

Diante das três visoes diferentes de mercado, de cada professor, o primeiro, profissional

que atua em agência, o segundo, com foco corporativo, e o terceiro, com foco em agência

específica em análise de mídias sociais, o conteúdo foi bastante rico e proveitoso, e

percebi que, apesar de muitas vezes o profissional desta área não se falar com frequencia,

as estratégias estão bem alinhadas frente a movimentação do mercado.

Robert Rodrigues começou dizendo que independente do veículo com o qual trabalhamos,

lidamos o tempo todo com pessoas. Se antes a rede mundial era de computadores, hoje ela é

uma rede mundial de pessoas. Antes, os formadores de opinião eram a família, a igreja e o

Estado; depois foram as mídias de massa; e hoje todos podem ser. Simplesmente porque todos

produzem conteúdo na rede, opinam, influenciam decisões. O boca-a-boca foi potencializado

pela internet, afinal, pessoas confiam em pessoas, e nas redes sociais a mensagem é

imediata e por isso, menos distorcida. E o brasileiro é um povo que adora redes sociais,

faz parte e participa delas, tanto que o IBOPE revelou que no mês de julho já eram 5

milhões que utilizavam o twitter, por exemplo.

Foi colocado também que as redes sociais facilitam a identificação do nicho, o que facilita

bastante as ações para as empresas.

As empresas devem ter transparência ao entregar a sua mensagem ou prometer qualquer coisa

pela internet justamente por isso. Uma informaçao, quando compartilhada com os

consumidores, gera mais confiança para uma marca, e ao dialogar com os seus clientes, a

conquista pode ser mais rápida.

E como a internet não possui fronteiras geográficas, quando é feito algum comentário, seja

ele positivo ou negativo, possui um alcance inestimável. Por exemplo, se falo mal de um

serviço prestado por uma empresa aqui no Rio de Janeiro e possuo entre os meus seguidores

do twitter, pessoas que moram na Amazônia ou em Porto Alegre, elas ficarão sabendo e

poderão replicar para a sua rede.

Lembrou também que é importante saber medir as ferramentas utilizadas, que cada uma possui

sua característica e que mesmo que uma empresa não queira levar sua marca para a internet,

com certeza ela já está lá, sendo comentada por muita gente!

Descreveu, ainda, as redes sociais mais ativas no momento, com as características de cada

uma, e como neste momento é legal atuar nelas e monitorá-las.

O segundo tempo veio com Roberto ALoureiro, fornecendo dados sobre os internautas, e já

colocando que iria fazer um terrorismo com a galera em relação as redes sociais. Terrorismo

no sentido de que não adianta a sua marca/empresa estar nas redes sociais se não atua

ativamente, se não tem pessoas respondendo pela empresa e falando com os consumidores por

ali. E que antes de utilizá-las, é necessário conhecê-las, e as suas particularidades, para

não gerar um resultado negativo, uma impressão inversa a qual se deseja.

Para isso, o Seeding deve ser feito com bom senso, a marca deve estar atuando como uma

parceira dos cliente, conversando, participando e trocando com eles. Quando ele abordou

este assunto, lembrei do sou+web de sábado, quando falamos do “rastro” deixado na internet:

devemos tomar cuidado com promessas, comentários e respostas que deixamos na internet, pois

o google indexa e fica lá, registrado!

Lembrou também que o consumidor hoje tem o poder de escolha, pois está tudo ao seu alcance,

basta um clique no botão “Pesquisa google”. E que, se alguma informação não é encontrada

ali por ser muito específica, basta procurá-la nas comunidades do Orkut…

Depois, assim como o Robert Rodrigues, descreveu comunidades utilizadas e suas

características, de acordo com a sua visão e abordagem diária, o que enriqueceu bastante o

conteúdo para nós, que estávamos ali assistindo, pois pudemos ter a visão dos dois lados:

agência e empresa.

Paradinha para repor as energias, e o Beto ALoureiro retornou dando continuidade, desta vez

falando do diagnóstico e planejamento estratégico para ações nas mídias sociais. As redes

sociais devem compor um braço da estratégia on line da empresa, portanto, porque começar

com mídias sociais se o site não existe ou não está atualizado?

Ao fazer o diagnóstico da sua marca, se não for encontrado nenhum comentário tecido até

então nas redes sociais, assuntos relacionados ao negócio devem estar na prioridade de

busca. Conheça o mercado, a concorrência, escolha palavras relevantes, monte a sua

estratégia, alinhe à cultura da empresa, e mão na
massa! E lembrando sempre que o sucesso

da estratégia on line está ligado ao sucesso da estratégia off line. E veja o que ele tem a

nos dizer sobre isso:

No planejamento, definir as oportunidades, possíveis problemas, objetivo, metas, verba,

equipe e suporte. A evolução dentro das redes sociais vai depender do público e do tipo do

negócio. As fases são: presença, conteúdo, relacionamento, SEO/SEM. Medir os resultados das

ações também é fundamental: as metas foram alcançadas?

E comece devagar, afinal, o mundo não foi criado em apenas um dia!

Banco Imobiliário Online

Em : 09-09-2009 | Por : Guilherme Mattoso | Categorias : Mídias sociais

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Medo! Tensão! Frenesi! O Banco Imobiliário (Monopoly lá fora) está lançando hoje uma versão online integrada ao GoogleMaps onde o jogador poderá, tipo, comprar qualquer rua do mundo! Por agora, qualquer player receberá uma quantia de três milhões de dólares virtuais e, por enquanto, não será necessário fazer negociação.

A competição será mais ou menos assim: a disputa vai rolar durante quatro meses, tempo ideal para o jogador construir seu “império imobiliário”. No fim da corrida, quem tiver mais dinheiro será o dono do mundo campeão (será que terá prêmio em dólares de verdade?). Neste exato momento, simplesmente não consigo entrar na página do jogo… que deve estar apinhada de gente querendo seu quinhão virtual! A parceria entre o Google e o jogo foi muito bem sacada.

Não vejo a hora de rolar um Simcity online ou dar uma turbinada no Simcity Classic Live. Imagina só: você criando suas cidades e interagindo com players do mundo inteiro? Negociando com vizinhos, criando acessos nas fronteiras, trocando mercadoria nos portos, viajando por outras cidades… se liga aí EA!

Bom, assim que conseguir entrar no Monopoly City Streets atualizo o post.


Abs,
Guilherme Mattoso |
@mattoso

LIVRO – Tudo o que você precisa saber sobre o Twitter

Em : 03-09-2009 | Por : Guilherme Mattoso | Categorias : Biblioteca DNA, Mídias sociais

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twitterA primeira vista – muito em função do título – o livro “Tudo o que você precisa saber sobre o Twitter” parece mais um daqueles manuais oportunistas que vão na cola dos hits, mas engana-se quem acha que a publicação é picaretagem. Lançado no início de agosto, o e-livro já deve ter passado, com certeza, a casa dos 10 mil downloads, registrada dias depois do début. Sim, o livro é gratuito e usa a licença Creative Commons, ideal pra gente usar e abusar do conteúdo, compartilhando tudo por aí. A obra é uma iniciativa da Talk, assinada pelo especialista web, Juliano Spyer e tem prefácio de quem??? Marcelo Tas, claro.

Tá, mas e o livro? Bom, não vou negar que o livro é bastante didático e mostra o caminho das pedras para aqueles que ainda não se aventuraram com os 140 caracteres. O grande barato, porém, é que Spyer consegue em um único documento reunir uma quantidade relevante de informações – em português! – sobre o Twitter, não deixando de privilegiar também os hard users da ferramenta.

Acho o livro fundamental para pessoas e/ou empresas que têm interesse em twittar (ou já twittam), mas ainda ficam se perguntando “pra quê serve isso?”. Caríssimos, leiam a Parte 2, “Negócios, Jornalismo e Política”, e vocês terão insumos para um uso racional da parada. Recomendo, inclusive a impressão do livro, sério mesmo. Só dei mole na hora de imprimir, pois não configurei pra landscape (fiquem ligados!), mas ganhei um bom espaço pra rabiscar e anotar as observações e notinhas. Enfim, quem não curte manuais?! Baixa aí que o DNA recomenda!

Abs,
Guilherme Mattoso | @mattoso

* Com esta resenha estreamos a seção Biblioteca DNA, espaço dedicado às recomendações de leitura. Conforme a gente for arrumando a casa, o espaço estará melhor estruturado em breve!

Blog Day 2009

Em : 31-08-2009 | Por : Guilherme Mattoso | Categorias : Mídias sociais

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Blog Day 2009 

Semana com início agitado, dia corrido. Isso não impediu que o DNA participasse, aos 45 do segundo tempo, do Blog Day 2009, neste dia 31 de agosto. Abaixo, listamos nossas 5 indicações que valem o clique e o acompanhamento no RSS!

Tudo Está Rodando – fonte e referência quando o assunto é cultura pop, leia-se música, séries, cinema e coisinhas nerd/geek. Sob o comando do gente boníssima, Carlos Alexandre, o blog tem como destaque o excelente podcast e a seção Vitamina, com pílulas de novidade sobre o tema.

CHMKT – fonte de informação de primeira, principalmente para quem se interessa pela área de planejamento. Tocado pelo publicitário Carlos Henrique Vilela, o blog tem conteúdo bem didático e as seções são ótimas, com destaque para as entrevistas e para as séries Por Dentro e A evolução das Marcas.

Marketing de Cozinha – sacada de mestre o tema do blog que une o marketing à criatividade da cozinha em posts bem bolados e cheios de dicas. Rafael Mantesseo é o responsável pelos posts, unindo bom-humor, campanhas legais, produtos… recomendamos!

let’s blogar – esse é das antigas! Tocado pelo fotógrafo e designer, Danilo Siqueira, desde 2001, o blog fala sobre fotografia, design, marketing e publicidade. Os posts são curtos e certeiros.

Grupo Sal – blog da galera do Grupo Sal, formado pela Mar Design, C2 Web, Mellin Vídeos e Brabo Motion. Além dos trabalhos feitos pelo coletivo e pelos temas bem surfe, o blog dá dicas e publica posts bacanas pra quem curte design, fotografia, vídeo…

Abs,
Guilherme Mattoso |
@mattoso