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Sou+Web - 13ª Edição - E-branding Recorde de inscrições e de público (e de crianças com menos de 5 anos na platéia também, pois alguns profissionais estavam com seus filhos lá), o Sou+Web, organizado pelo sempre polêmico Nino Carvalho,...
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Fórum ABA Petrobras de Comunicação Digital - Parte... Na última quinta-feira, dia 04 de fevereiro, participei do III Fórum Internacional ABA Petrobras de Comunicação Digital, realizado no auditório do edifício da própria Petrobras, no centro do Rio,...
Em : 28-04-2010 | Por : Cibele Aviles | Categorias : eventos
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A 2a edição do InNet RJ aconteceu no Intituto Infnet, no dia 24 de abril. Nós fomos lá conferir o evento organizado pela @cfsardinha
Quando cheguei já tinham algumas pessoas aguardando o início das palestras, e estava passando videos sobre twittadas, muito bacana! Ri muito com o video o processador se matando para atender a todas as requisições dos componentes do computador. Logo na entrada do auditório tinha uma mesa com chapéus, anteninhas, óculos, tudo para o pessoal entrar no clima do evento, criando seu próprio avatar. E, falando em clima, mesmo sendo no meio de um feriadão e com uma chuvinha caindo, até que tinha bastante gente.
Após a abertura do evento pela Cláudia, Bruno Leal do Café História (@cafehistoria) iniciou a sua palestra contando como começou a comunidade que é hoje a segunda maior sobre História, no Brasil. A ideia inicial foi de um blog e logo passou para uma comunidade, utilizando o Ning como base para reunir conteúdo, troca e produção de conhecimento na área. Voltada para historiadores, alunos e professores, além de amantes do tema, a comunidade convida todos a participarem com conteúdo e troca de ideias, bem como a web 2 oferece – e ele precisava disso!
palestra de Bruno Leal, Cafe Historia
Nos deixou uma curiosidade: Ning, em chinês, significa paz. E, sobre o fim da gratuidade pela utilização da ferramenta, disse que o comunicado oficial, com detalhes sobre a cobrança do uso do Ning, sairá no próximo dia 04 de maio.
Entre conceitos de midia sociais, Groundswell da Charlene Li, questionou sobre a colaboração na web: por quê no mundo on line as pessoas contribuem com coisas que no mundo offline cobrariam? Colaboram porque sabem que terão a colaboração em troca, é o conhecimento em troca de conhecimento. Disse, ainda, que as redes sociais estão sendo a porta de entrada das pessoas na internet, e que ela não é mais e apenas uma rede de computadores, mas sim, uma rede de pessoas, de colaboração. E que se o seu negócio é na web, invista no mundo on line.
Terminada a primeira palestra da tarde, um rápido coffee break seguido por duas oficinas consecutivas: Podcast, com Gustavo Guanabara, e Jogos Sociais, com Cleber Tavares Jr. Participei da primeira.
Gustavo Guanabara, oficina de Posdcast
Gustavo Guanabara (@guanabara), em uma rápida palestra sobre podcast, transmitiu conceito, utilização e deu dicas de ferramentas gratuitas para quem quiser fazer o seu. E durante a palestra, trouxe diversos convidados “gravados”, dando dicas, respondendo a questionamentos, bastante interativo.
Ele começou dizendo a diferença e principal vantagem entre um podcast e uma rádio offline: o primeiro pode ser ouvido quantas vezes você quiser! O termo podcast apareceu pela primeira vez no The Guardian, em 12/fev/2004, e aqui no Brasil, no ano seguinte. Para gravar um, basta ter em casa um fone de ouvido e um microfone. Claro que, de acordo com o nivel de profissionalismo a ser alcançado.
Depois de definido o equipamento, escolher o tema. E este não é fácil, pois deve-se atentar para o público e o nivel de interesse no assunto. É legal dar uma olhada na Pod Pesquisa.
Escolhido o tema, partir para a pauta. Ele compara a montagem da pauta com a de um sanduíche. Durante a construção e execução do podcast, deve-se atentar aos espaços vazios, e tentar preenche-los com música. E neste ponto, ficar ligado, pois existe um tal de ECAD que pode vir bater na sua porta e cobrar os direitos autorais por aquela música. Portanto, muito cuidado.
Deu algumas dicas de como gravar, quais programas utilizar, e onde publicar:
- software de podcast para skype: Tapur;
- Jamendo, um site em Creative Commons que permite baixar músicas sem problemas de direitos autorais;
- Mevio, como hospedagem gratuita para podcast, sem ter dor de cabeça com provedor.
Finalizadas as oficinas, fomos para a última palestra do dia, sobre SEO para Blogs no wordpress, com Leo Cabral (@leocabral).
SEO para Blogs, Leo Cabral
SEO hoje é muito mais estratégia do que técnica; as análises das palavras, termos, fazem diferença. Citou o site do G1, que mudou a plataforma para o Wordpress nesta última reformulação, e que o Google, na hora de indexar, “prefere” o Wordpress ao próprio Blogger.
Seguiu falando sobre ferramentas, como: o google keywords tools (pesquisa de palavras-chave), sitemap xml e Dagon Design Sitemap Generator, configurações para o robots.txt; sobre o erro 404, deixou a dica do plugin http://www.404plugin.com. Com tempo curto e muitos questionamentos da platéia, Leo teve que encerrar a palestra (abaixo).
Cláudia, antes de encerrar o evento, colocou em prática uma ideia que achei bacana: o “Blog na Roda”. Pessoas no auditório são voluntários para colocar seu blog na tela e ser avaliado pelos participantes. Dois avaliados foram: blog.soalgoritmo.com.br e infomafia.wordpress.com. Logo depois, houve sorteio de livros e o evento foi assim encerrado.
Em : 19-04-2010 | Por : Guilherme Mattoso | Categorias : eventos
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Para você, que ainda não se inscreveu para o In Net 2ª edição, fique ligado! A Tecnologia Outonal, organizadora do evento, em parceria com o DNA Digital irá sortear amanhã (20/04) uma cortesia para o encontro, que acontecerá no dia 24 de abril no Instituto Infnet, no Rio de Janeiro, das 13 às 18 horas.
- Tá, mas como eu faço pra participar?
- É MUITO fácil! Veja:
1- Siga o @dnadigital no twitter;
2- Dê um RT na mensagem “Eu quero ganhar a entrada pro InNet que o @dnadigital irá sortear dia 20/04! – http://migre.me/xV5i ”
- O sorteio será amanhã (20/04) às 15h, pelo site sorteie.me. Ele dá direito apenas ao convite para o evento.
- O nome do ganhador será divulgado amanhã neste post, até às 17h.
Estão esperando o que?
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E vamos ao resultado:
O ganhador foi o @_thebest_, parabéns!!! Entraremos em contato pelo twitter, via DM com as orientações. Abaixo a imagem do resultado, com o link.
Resultado do sorteio do convite para a 2ª edição do InNet
Agradecemos a participação dos demais. Até o próximo, pessoALL!!
Em : 22-03-2010 | Por : Leonardo Spinardi | Categorias : eventos, sou+web
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Recorde de inscrições e de público (e de crianças com menos de 5 anos na platéia também, pois alguns profissionais estavam com seus filhos lá), o Sou+Web, organizado pelo sempre polêmico Nino Carvalho, chegou a sua 13ª edição, no dia 13 de março, para abordar o tema E-Branding.
Idealizador do evento, Nino Carvalho faz a abertura do 13º Sou+Web, no IBEU, em Copacabana.
O evento aconteceu no mesmo lugar de sempre, no IBEU, em Copacabana, sempre aos sábados, e às 10h, quando cheguei lá, o auditório já estava bem cheio. O local oferece acesso à rede wi-fi, através da qual o público interage com o telão por meio de seus notebooks, celulares e outros dispositivos móveis. A dinâmica do evento acaba ficando interessante porque a platéia faz uma cobertura ao vivo através do Twitter (#soumaisweb), publicando tudo o que vai sendo falado e discutido dentro do auditório.
Com o auditório lotado, a platéia se vira do jeito que pode para fazer as anotações e cobrir o evento em tempo real.
Como de costume, o evento trouxe um elenco fera para falar sobre o assunto. Dessa vez, o time de palestrantes era formado por Danielle Meirelles (@dmeirelles), CEO da DBrand, com atuação no Rio, São Paulo, Nova Iorque e Londres; Andrei Scheiner (@inobvio), Mestre em Comunicação Social pela PUC-Rio com pesquisa focada em branding, tatuagens e consumo; e Gabriel Rossi (@gabrielrossi), Sócio fundador da consultoria em branding digital que leva o seu nome e profissional focado na construção e gerenciamento de marcas na websocial.
Mediado por Fábio Carvalho (@fabiocarvalho), Gerente de Novas Mídias da Textual Comunicação e ex-aluno do Nino (ele tem costume de colocar os alunos para moderar as apresentações e até mesmo como palestrantes) o evento começou pouco depois das 10h, com a apresentação da Daniella Meirelles, que focou bastante em cases de sucesso de marcas internacionais.
Fábio Carvalho mediou o debate sobre e-branding.
Danielle Meirelles – CEO da DBrand
Entre cases manjados e outros nem tanto, Danielle começou a palestra falando da formas que as marcas podem obter na internet para criar pontos de contato e possibilitar o fortalecimento junto ao consumidor. Entre os exemplos, Daniella citou sites, pop-up, banners, links patrocinados, blogs, jogos, entre outros. Ela acredita que existem três palavras que devem comandar as ações das empresas na web, sendo elas “compartilhar”, “ouvir” e “interagir”. Sobre cada uma, ela citou exemplos de ferramentas e formas de praticar cada um desses verbos. Foi uma palestra rápida, com exemplos breves de cases e serviu bem como esquenta para o que estava por vir.
Andrei Scheiner, com microfone, é observado por Danielle Meirelles e Gabriel Rossi, durante sua palestra.
Andrei Scheiner – Mestre em Comunicação Social pela PUC-Rio
Andrei Scheiner abordou o e-branding sob um foco muito interessante, que também foi o tema do seu mestrado em comunicação: “Mercado de pele: consumo, tatuagem e cultura de massa“. A abordagem passa pela atitude das pessoas que, sendo tão fãs das marcas, tatuam em seu corpo a logo e outras referências.
O contexto que ele cria para falar do poder das marcas e, por consequência, do e-branding, incitou a platéia que começou a participar mais. “Nome a gente não escolhe, mas um @ (referência aos nicks do twitter) e tatuar uma marca no corpo, sim!”, exemplificou Andrei sobre a relação entre as marcas, as pessoas e seus corpos.
Palestra do Andrei sobre "Mercado de pele: consumo, tatuagem e cultura de massa".
Enfatizando o pressuposto do “pra sempre” que uma tatuagem carrega consigo, Andrei explicou que as Lovemarks acabam cumprindo um papel que antigamente era cumprido pela família, pela religião ou pelos amigos. Existem casos de tatuagens feitas em busca de um benefício tangível e material, como pessoas que colocaram a própria testa à venda para anúncios ou que tatuaram marcas de restaurante em busca de almoço grátis, mas o ato é espontâneo na grande maioria das vezes.
A apresentação passou pelo questionamento do que são as marcas para o consumidor e o que elas representam nesse novo contexto, quando o cliente compra mais do que o produto, mas a experiência da marca, que passa por diversos fatores como o atendimento, a qualidade e o pós-venda. “Pós-venda no Brasil é visto quase como um favor. Eu vejo que as marcas no Brasil ainda não se atentaram da importância de estar bem representada na web”, enfatizou Andrei. Por fim, ele acredita que assim como na teoria de Darwin, nas novas mídias também acontecerá o que ele chamou de “Seleção Digital”, onde o próprio mercado acabará selecionando as empresas que se preocuparam e se estruturaram para atender a essa nova dinâmica, que passa pelo cuidado da marca e sua percepção no mundo digital pelo consumidor.
Gabriel Rossi – Sócio fundador da consultoria em branding digital que leva o seu nome
Quando a sequência do debate parecia não ter mais para onde crescer, chegou a vez do paulista Gabriel Rossi fazer sua apresentação, misturando referências bibliográficas, frases de efeito e declarações positivas sobre o Rio de Janeiro. Não preciso dizer que conquistou a platéia e protagonizou a melhor apresentação daquela manhã.
Para começar, homenageou Peter Drucker citando uma frase do capítulo 5 de determinado livro do autor: “Marketing é tudo o que uma empresa faz; o que não é, é decorrência”. De cara, Gabriel fez questão de esclarecer que a internet não é a panacéia, mas que ela ampliou e acelerou os processos de boca-aboca que aconteciam antes dela. “O boca-a-boca ganhou uma nova dimensão, e as empresas que entenderem que o marketing é uma filosofia, e não uma área ou ferramenta, serão premiadas pela web”, garantiu Gabriel. Isto porque agora é o consumidor que controla a marca, e esse consumidor acredita cada vez mais em outros consumidores, no lugar do que dizem as próprias marcas.
Gabriel ainda falou sobre os funcionários das empresas representarem as marcas nas redes sociais, fato que ele acredita ser uma tendência. “As marcas pessoais deverão se sobressair às institucionais”, apostou. Nesse momento, citou o exemplo da fábrica de calçados Zappos, onde existe uma cultura interna de felicidade, uma cultura de atendimento ao consumidor. Nesse contexto, Gabriel Rossi garantiu que as marcas estão percebendo o grande valor de pequenas trocas.
Na reta final da apresentação, o assunto chegou aos nativos digitais, que não percebem a diferença entre meios e interações on e off, e sobre como as empresas estão preparadas para receber essa geração como força de trabalho, uma vez que ela não está acostumada com os valores atualmente cultivados nas corporações. Por fim, Gabirel recomendou não seguirmos a tecnologia, mas sim o comportamento. “Desconfie das ‘twitter and facebooks strategys’. O que vale é o aprendizado e a pesquisa”. Antes de terminar, ele citou sua teoria de “passar batom em porco”. “Se você tem uma marca ou produto ruim, utilizar as redes sociais para auto-elogio é como passar batom em porco”, finalizou, recebendo palmas acaloradas da platéia.
Resumo do Evento:
Nos últimos 3 eventos que fui este ano, independente do tema (e-branding, redes sociais, consumidor 2.0) ficou claro que existe uma interseção, um assunto comum, que é abordado em todas essas palestras e apresentações. Na verdade, o debate macro atual não cabe em apenas uma definição. Falar de e-branding envolve redes sociais, que envolve consumidor 2.0, que envolve privacidade, que envolve e-mail marketing, que envolve métrica, que envolve tecnologia… A verdade é que essa nova dinâmica trabalha em diversas interfaces, com detalhes de cada uma, mas que busca desvendar as características desse mercado onde as marcas descem do pedestal, os clientes tem poder e a humildade e transparência começam a ganhar destaque nas relações comerciais.
O Nino é um cara fera e consegue fazer um evento com nível elevado e público idem, uma vez por mês, nas manhãs de sábado, ensolaradas ou não. Esse não foi diferente. Platéia participativa e convidados com muito a dividir. Para fechar esse post, me aproveito de uma frase que o Gabriel Rossi disse após a sua apresentação, quando as perguntas foram abertas ao público, que diz muito a respeito das tendências atuais: “O atendimento ao consumidor é a próxima publicidade”. Nada pode vender um produto ou serviço tão bem quanto outros consumidores bem atendidos. Veremos o que as empresas nos reservam…
Em : 18-03-2010 | Por : Cibele Aviles | Categorias : eventos
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Para quem ainda não se inscreveu no EDTED, o DNA Digital, em parceria com a Arteccom, está sorteando HOJE duas cortesias para o evento no Rio de Janeiro, que irá acontecer neste sábado, no Centro de Convenções SulAmérica, a partir das 9h.
2- dê um RT na mensagem “Eu vou ganhar a cortesia para o EDTED-RJ que o @dnadigital está sorteando hoje! – http://bit.ly/dAsMwU“
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O sorteio será hoje às 15h, pelo site random.org. Ele dá direito apenas ao convite para o evento.
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Os nomes dos ganhadores serão divulgados ainda hoje neste post, até às 16h.
Estão esperando o que? #CORRAO
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ATUALIZANDO:
PessoALL, encerrado o sorteio, temos os dois vencedores dos convites. Fomos elencando cada @, a medida que foram dando RT na mensagem. Tivemos 18 participantes, e, como combinado, sorteamos os números no random.org.
Mandem para nós agora via DM seu nome completo e e-mail. Caso não queiram participar, é só nos dizer que faremos novo sorteio com os demais participantes.
A tarde de sábado foi de bate-papo sobre e-commerce com Fábio Seixas, Marcelo Vitorino e dinâmica com os participantes. Confira!
Fábio Seixas, do Camiseteria
Fábio Seixas (@fseixas), do Camiseteria (@camiseteria), iniciou a tarde de sábado falando sobe inovação e tendências no e-commerce.
Site em prol do usuário, visualização de produto em 360º e em vídeo, integração com as redes sociais, e-commerce em dispositivos móveis foram alguns temas levantados por ele que trazem muita reflexão na hora de idealizar um site de vendas. Não podemos nunca esquecer que devemos facilitar ao máximo a vida dos consumidores, e levá-los de maneira intuitiva até o ok na conclusão da compra.
A integração do on com off line já existe, e lojas possuem inclusive vitrines interativas. O store pick-up também é bem vindo: comprar on line e retirar na loja, off line.
Um tema interessante que ele citou foi a criação de sites de nichos, com informações e um conjunto de produtos específicos. Neste momento, a primeira lembrança que veio a cabeça, de maneira fácil, foi o livro Cauda Longa de Chris Anderson.
Outra coisa importante falada por ele foi sobre o carrinho de compras: quando é abandonado, pode e deve ser encarado e revertido de ameaça para oportunidade, pois aquelas compras não finalizadas refletem desejos. Nesta hora, ações de marketing bem aplicadas podem trazer a finalização da compra.
Investir nas embalagens dos produtos também é uma inovação interessante: ela pode se tornar algo útil, ao invés de ir para a lixeira.
Finalizada a palestra, Lígia Dutra (@upalupa) sobe ao palco e elogia a presença da galera no evento em pleno sábado de sol e convida Marcelo Vitorino, o @pergunteaourso para dar continuidade nas palestras da tarde.
Marcelo Vitorino, Pergunte ao Urso
Ele apresentou um histórico da web, como as pessoas se comportavam nela e o que as empresas buscavam nas décadas em que foi popularizada: na déc de 90, queriam a presença na web; em 2000, a interação com o seu site; e agora, em 2010, é necessário a ativação, ou seja, a conversão desta interação em lucro. Neste momento lembramos de um post que publicamos sobre sites institucionais, que falava um pouco sobre isto também.
E para quem quer saber mais sobre a evolução das tecnologias e formas de interação com os usuários na web, recomendo o livro “Gestão de Conteúdo 360º”, listado em nossos livros recomendados. Em breve teremos uma resenha dele aqui em nosso blog.
Falou que a web sempre foi 2.0, as pessoas é que eram 1.0, e que as inovações nunca podem deixar de considerar a cultura e hábitos do consumidor. E sabemos que estudantes e profissionais de marketing estão bem acostumados com estas considerações, não é!
Partiu então para os desafios na web, vividos hoje:
1º: agrupar pessoas;
2º: preparar os meios;
3º: promover ações de ativação; e
4º: mensurar os resultados.
Lembrou que no mundo corporativo, preparar os meios é também treinar o funcionário que irá responder pela empresa na internet.
Ao final da palestra, @upalupa volta com uma dinâmica a fim de integrar os participantes: a galera foi separada em grupos que deveriam discutir idéias, criar um serviço ou produto viável, e on line! A criatividade entrou em jogo e saíram coisas interessantes. Mas, como o tempo já estava esgotado, as apresentações foram rápidas.
Pessoal dos grupos no palco apresentando as ideias
Considero que o evento terminou, porém apenas por lá, porque muito dele ficou e deixo aqui os parabéns ao @kakamachine e a todos que o fizeram acontecer. O conteúdo foi riquíssimo e trouxe muitas reflexões, além de ter reunido uma galera fera no assunto.
Kaka Ferreira (@kakamachine) abriu o segundo dia do evento.
O segundo dia começou com a galera chegando aos poucos, e logo o @kakamachine abriu com o tema “Criatividade e Péssimas Ideias”. Entre citações, vieram “a maioria das pessoas é outra pessoa” (Oscar Wilde) e o polêmico case da propaganda da Devassa: fail ou sucesso? Afinal, gerou buzz e a marca foi comentada e muito vista. Falou, ainda, que o grande problema de uma campanha é também a falta da troca de informações e comunicação entre as diversas áreas de uma empresa.
Edson Mackeenzy – Diretor de Planejamento Videolog
Palestra: O Brasileiro e Seus Hábitos de Consumo
Mackeenzy (@mackeenzy), do Videolog (@videolog), veio logo depois, e começou falando sobre a como a crise afetou o setor. Apresentou números sobre os hábitos de consumo do brasileiro em relação aos vídeos, retirados de uma pesquisa anual que rola com os participantes do Videolog. Confira alguns:
- videos acima de 10 min vem crescendo nos últimos 3 anos;
- videos de 15 a 20 min (na maioria, webseries e curtas) cresceram mais de 100% de 2008 para 2009;
- entretenimento e música são mais vistos;
- 97% dos videos são assistidos até a metade, e apenas 30% das pessoas chegam ao fim deles;
Em 2009:
- 158 milhões de vídeos foram exibidos no Videolog;
- mais de 16 milhões dos vídeos exibidos foram em alta definição;
- 9% dos videos publicados foram em HD.
Mack colocou que a classe C, cada vez mais presente na internet, está potencializando o aumento da audiência no entretenimento, por isso está entre os mais vistos.
Nesta altura, a hashtag #circuito4×1 já era segundo lugar no Trending Topics Brasil, o evento estava bombando desde o dia anterior!
Entre dados e números, foi apresentado também um pouco do Videolog. Totalmente brasileiro, possui um e-learning gratuito para a galera: o e-videolog! Com um estímulo a produção própria, a partir dele todos podem aprender a fazer vídeos, indo ao encontro do foco da empresa, que é incentivar a produção de conteúdo próprio, e não “clonar” o que existe na TV.
Querendo inspirar pessoas a aprender e compartilhar, inovações vem por aí: um espaço para as pessoas aprenderem, negociarem, divulgarem, além de se relacionarem, e tudo grátis.
Após uma pausa para o coffee, a galera da PlusTV (@plustv) subiu ao palco e foi apresentada aos participantes.
Fábio Lima – Analista de Marketing Videolog
Palestra: O Uso do Vídeo na Publicidade
Em seguida, Fábio Lima (@fabiolima), Videolog, inicia a sua apresentação de uma forma inusitada: uma conversa com ele mesmo! Ele simplesmente gravou um vídeo dele falando e respondendo a um diálogo com ele mesmo no palco, o que foi bastante divertido!
Fábio Lima (@fabiolima), também do Videolog, iniciou a palestra conversando com ele mesmo no telão.
“Hoje todos podem produzir um vídeo”
Resgatando do fundo do baú os comerciais do (011) 1406 (com o vídeo dos óculos de sol Ambervision), frisou que não tem como adaptar um anúncio da TV para a web, pois esta possui uma linguagem diferente. A web é interativa, permite que se saia fora da caixa.
Inovar de diversas formas e interagir através de vídeo, sendo este como um complemento das ações de marketing, foi um dos recados passados por ele, dentre um exemplo e outro. Um desses exemplos foi o vídeo da campanha da Saveiro e um outro que explora os recursos de vídeo pra web, interagindo com o site inteiro: é “impactar além do vídeo”.
Lembrou também que “A arte é maior que o veículo”, não importa qual seja, a criatividade do artista, do produtor, é que será mais importante do que onde for divulgado; a cultura que fica é maior do que o meio que a exibe. Finalizou com a exibição do primeiro capítulo da webserie – 2012 Onda Zero -, que está rolando no Videolog.
Ariel Alexandre – Sòcio e Diretor de TI Videolog
Palestra: A Vida na TV
Ariel Alexandre sobe ao palco e logo mostra cases de sucesso com videologgers, exibindo e valorizando produções nacionais independentes, de qualidade. Só no ano de 2009 foram 158 milhões de vídeos independentes no Brasil postados na web.
Em seguida, sobe ao palco Vanessa Riche (@VanessaRiche), apresentadora do programa Tá na área, Sportv, primeira mulher a narrar um jogo de futebol na televisão. E falando em TV, revelou que a faixa etária do público do SporTV é de 50 anos, que o jovem está em casa acessando a internet, e ouvindo a tv.
Ariel Alexandre entrevista Vanessa Richie, apresentadora do Tá na Área, da SporTV.
Em um bate-papo descontraído e animado, contou um pouco da sua experiência na TV, relembrou fatos da carreira na área de Comunicação e deu várias dicas profissionais para o público, como, “todo estudante de comunicação deveria começar pelo rádio”; “com a internet, o que vai sobreviver na televisão é o que for feito ao vivo”; “a sua criatividade vai aflorar quando você não tiver recurso ou equipamento quase nenhum para produzir alguma coisa”; e que devemos “saber aproveitar as pequenas oportunidades, o importante é começar, e aprender com os erros e acertos na carreira”.
Desconferência com videologgersPRO e bate-papo.
Em seguida, sobem ao palco para o bate-papo com @fimdejogo, Marco Fisbhen e @modices. Eles falaram sobre as dificuldades que passaram até hoje para fazer suas produções independentes, os poucos recursos em mãos porém que não os impediram de transmitir uma informação relevante em determinado momento.
“Para se ter vídeos de qualidade não é necessário ter super equipamentos!!!”
Recados passados pelos profissionais, antes da sua despedida:
- O fato em si é muito mais importante do que a qualidade. Não perca a situação!
- Aproveitem a oportunidade que a vida dá para vocês! Mesmo que seja pequena, alguém irá te ver!
- Use a criatividade! É assim que vocês vão fazer a diferença…
E o primeiro tempo deste dia terminou com a exibição inédita do 2º capítulo da web serie 2012 Onda Zero, produção iniciada antes do filme 2012.
A segunda etapa do Circuito 4X1, realizada na sexta-feira à tarde, começou logo após o almoço e o risco de ter uma platéia sonolenta não era pequeno. Tal fato só não aconteceu porque a sequência de palestras arrebentou e garantiu a agitação do público com assuntos pra lá de relevantes.
Cracha do evento, realizado nos dias 05 e 06 de março, na Faculdade CCAA, no Riachuelo.
Seguida uma após a outra, em um ritmo acelerado, assisti as palestras de Risoleta Miranda (Gestão em Mídias Sociais), Jonatas Abbott (Inovação é Conteúdo e Resultado), Gustavo Loureiro (Web Analytics – Por quê e para quem?) e Patrícia Moura (Empresas mal estruturadas X mídias sociais), que vocês poderão conferir com mais detalhes a partir de agora.
Risoleta Miranda – FSB Digital
Palestra: Gestão em Mídias Sociais
Rizzo Miranda abordou as questões em torno das estratégias para mídias digitais dentro das empresas.
Usando a definição de “gestão” encontrada no Wikipédia, Rizzo Miranda, como é mais conhecida, iniciou sua palestra diminuindo a importância das ferramentas no processo de gestão das mídias sociais por considerá-las passageiras, enquanto as pessoas, estas sim importantes, protagonizam a comunicação nas extremidades do processo e devem ser colocadas no foco da questão.
Rizzo abordou o assunto sob a ótica das agências, destacando o desafio de estruturar uma proposta de atuação nas redes sociais para as empresas. “É preciso assumir o papel de tradutor dessa nova realidade de comunicação. Como explicar para o diretor de uma empresa o que são followers? Alguém que tem delírio paranóide, ao se cadastrar no twitter e receber a mensagem ‘Fulaninho está seguindo você!’ pode olhar pra trás e tomar um susto”, brincou.
“É preciso assumir o papel de tradutor dessa nova realidade de comunicação. Como explicar para o diretor de uma empresa o que são followers? Alguém que tem delírio paranóide, ao se cadastrar no twitter e receber a mensagem ‘Fulaninho está seguindo você!’ pode olhar pra trás e tomar um susto”
Segundo Risoleta, a gestão de redes sociais tem mais a ver com causas do que com campanhas. As campanhas têm início, meio e fim e funcionam como um botão de on e off. Ou você está no período de campanha ou não está. Já a causa funciona mais como o dial de um rádio, quando as pessoas vão se sintonizando e se engajando de acordo com que entram em contato com aquele assunto e com a relevância que ele tem para cada um.
“A entrega de uma estratégia que faça sentido passa por conhecimentos anteriores como marketing, gestão, Project, cronogramas.”
Ainda assim, Risoleta Miranda garantiu que a palavra-chave em mídias sociais é experimentar, mas que, sem dúvida, planejar ajuda. E muito! “A entrega de uma estratégia que faça sentido passa por conhecimentos anteriores como marketing, gestão, Project, cronogramas.”, ressaltou. Por fim, listou 5 coisas que aprendeu e outras 5 que ainda não aprendeu no trabalho de gestão em mídias digitais:
- O que ela aprendeu: 01- Escolha a pessoa certa para liderar – Ou você fica do tamanho do seu cliente ou não rola. Seu cliente não irá diminuir para ficar do seu tamanho. 02- Tenha metodologia – imersão -> estratégia -> definição do gestor -> analistas de mídias sociais -> monitoramento -> robô -> resultado. 03- A 04- Não há mágica: defina KPIs (metas) – conseguir seguidores, aumentar pageviews ou citações positivas em x comunidades. Mesmo que você depois as derrube. 05- Combine com os clientes a regra do jogo.
- O que ela ainda não aprendeu: 01- Como não ficar stressada – saudável paranóia de monitorar tudo 02- Como lidar com os “millenials” 03- Como não atrasar a entrega do projeto – já chegam com prazos estourados. 04- Como mensurar “engagement” – não dá! (ainda) 05- Como fazer um cliente feliz quando você “só” acertou 99,999999%.
Numa mistura de simpatia com diversas referências culturais e científicas, a palestra de Risoleta Miranda chegou ao fim deixando uma excelente impressão. Não a conhecia e gostei muito da sua postura e da sua visão sobre o assunto. Vou buscar conhecer mais sobre seu trabalho nas redes.
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Jonatas Abbott – Diretor Executivo da Dinamize
Palestra: Inovação é Conteúdo e Resultado
Jonatas Abbott não acredita na "Trilha de Sangue" que veiculam por aí.
Aparentando ser uma pessoa séria e fechada, Jonatas Abbott começou sua palestra mostrando a sua indignação com a “Trilha de Sangue” que se sucede atualmente nos meios de comunicação. Ledo engano sobre a sua personalidade. Rapidamente a gente consegue perceber o humor e entende que a “Trilha de Sangue” a qual se refere logo nos primeiros slides da apresentação, trata das constantes mortes à TV, jornal, cinema e até e-mail que são anunciadas em veículos formadores de opinião. “Com tanta morte assim, tá parecendo o Notícias Populares de São Paulo”, satirizou.
A indignação de Jonatas com a “Trilha de Sangue” está na crença de que o ser humano não é monofásico, e, portanto, não há necessidade de algum meio morrer para que outro possa existir. “O uso desses meios deve ser crossmedia, complementares. É cada vez mais comum o uso do computador com a TV, com o celular, com a revista”, exemplificou. “Os meios estão se reinventando com o crescimento da internet”.
Em busca da verdade sobre a morte de alguns meios, Jonatas contou que foi buscar conhecer mais sobre o comportamento de um profissional de vanguarda do meio para saber se ele não vê mais TV, não vai ao cinema ou desconsidera jornal como pregam as manchetes. Mostrou slides com opiniões de Michel Lent sobre um programa de TV e sobre um filme visto recentemente no cinema. “Quando vi que o Michel ainda usava esses meios, me senti aliviado. Não estou louco”, contou. A indignação com o frenesi em torno do hype prosseguiu com exemplos das ditas publicidades inteligentes que a internet pode oferecer. Um atrás do outro, foram exibidos exemplos ruins e inconvenientes de propaganda na web dentro dos portais da Globo.com, UOL, entre outros , como botão “fechar” escondido e links por cima de notícias de destaque que o fazem clicar sem querer na publicidade ao tentar visualizar a notícia.
Dando sequência à “Trilha de Sangue”, citou um exemplo de matéria publicada pela Revista Exame, em outubro de 2009, que anunciava a morte do e-mail. “Disparo de e-mail marketing é um dos principais serviços que minha empresa presta. E ele vai morrer?”, se questionou. A matéria justificava a morte do e-mail através do crescimento das redes sociais, mensageiros instantâneos e blogs. “Só se esqueceram de dizer que você precisa de um e-mail para ter uma conta em qualquer um desses meios, né?”, argumentou Jonatas, reforçando a sua crença de que o e-mail está longe de chegar ao fim.
Perto de terminar, o palestrante listou o que considera o tripé de tendências que vão fazer a diferença nos próximos anos. “A entrada das classes C e D, o mercado mobile e as possibilidades de e-commerce dentro desse contexto são tendências que deverão trazer resultados reais”. Segundo Jonatas, muito se fala em realidade aumentada, hologramas e outras tecnologias mais avançadas, mas ele acredita que o que ainda fará diferença será , dentro do contexto acima, ter um bom site (SEO, chat, serviço, usabilidade), estar bem posicionado nos buscadores e um trabalho de e-mail marketing buscando relacionamento direto com os clientes.
No final, surpreendeu a todos ao afirmar que acredita que o cargo de redator pode ser a profissão do futuro. “É preciso respeitar a técnica de quem estudou 4 anos e adquiriu a capacidade de criar títulos interessantes, resumir notícias e elaborar lides que, não raros, possuem 140 caracteres como o Twitter”. Como o conteúdo ainda é o rei, compreendi que o redator seguirá responsável pelo formato, relevância e sedução que textos, fotos, vídeos e infográficos podem exercer na conquista de audiência.
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Gustavo Loureiro – Coordenador do curso de Marketing Digital da Infnet
Palestra: Web Analytics: Por quê e Para quem?
Gustavo Loureiro falou sobre a importância de se medir as ações online.
Após a palestra ligada no 220v do Jonatas Abbott, tivemos uma palestra mais breve e um pouco mais técnica que as demais. Ela ficou a cargo de Gustavo Loureiro, que focou na importância de se medir as ações realizadas na web. Gustavo ressaltou que é importante fazer campanhas de banner, links patrocinados e e-mail marketing, mas é mais importante ainda mensurar para se ter uma idéia do quanto aquele investimento lhe trouxe de retorno. Dependendo do caso, o acompanhamento pode ser mensal, quinzenal ou semanal, mas é importante acompanhar essa evolução até que se tenha um histórico rico de informações para avaliar.
Gustavo citou o exemplo de um disparo de e-mail marketing que teria custado mil reais. Se apenas duas pessoas responderam e compraram através daquele e-mail, cada uma delas teria saído a 500 reais para empresa. “Valeria mais ter pago um almoço para cada uma”, brincou. Gustavo ainda fez uma observação da importância do qualitativo em relação ao quantitativo. Em muitos casos, como no caso de um vídeo de divulgação do curso da Infnet, é muito mais interessante saber que os alunos estão ansiosos para o início das aulas (qualitativo) do que quantas pessoas viram o vídeo (quantitativo). Mas essas métricas devem respeitar a característica do que está sendo medido, seja a audiência de um site, o retorno de um e-mail marketing ou os benefícios de ações de SEO.
Para terminar, Gustavo Loureiro achou importante ressaltar que talvez o acompanhamento das métricas esteja sendo feito por uma área específica dentro das empresas, mas que elas podem ganhar muito mais importância se forem compartilhadas com outros setores da companhia como a área comercial ou outras áreas técnicas. Áreas com visões diferentes podem identificar outros sentidos e oportunidades nas informações monitoradas.
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Patrícia Moura – Coordenadora de Mídias Sociais da agência Binder/FC+M
Palestra: Empresas Mal Estruturadas X Mídias Digitais
Patrícia Moura chamou atenção para a falta de estrutura das empresas e o desejo delas de estar nas redes sociais.
Conhecida por @missmoura, Patrícia também fez uma palestra rápida, na reta final do evento, quando o público já se encontrava cansado. O assunto, sem dúvida, era pertinente e Patrícia veio para colocar o dedo na ferida. “O que a gente tem visto é que o desejo dos clientes de estar nas mídias sociais tem gerado estratégias prematuras”. A palestra veio para avaliar a entrada das empresas nas mídias sociais em relação às alterações que precisariam ser feitas em sua estruturas para que estejam prontas.
Segundo Miss Moura, uma reclamação que surja nas redes sociais, como no site Reclame Aqui, não impacta somente a área de marketing responsável por monitorar esse ambiente, mas respinga também no chão de fábrica, envolve a logística, comunicação interna e até o funcionário insatisfeito que está atendendo ao telefone mal. “É uma mudança estrutural, até física mesmo, para se construir um caminho que possa atender os canais”.
Patrícia Moura falou a respeito do “Contrato Psicológico” que acontece entre consumidor e marca. Segundo ela, ao entrar em contato com uma propaganda, antes mesmo da compra/contrato, a pessoa já se vislumbra desfrutando dos benefícios daquele produto ou serviço. No exemplo de uma bicicleta, Patrícia reforçou que a expectativa de passear, emagrecer e viver bons momentos já estão embutidas nesse contrato psicológico. Quando esse contrato não se realiza ou é quebrado, o resultado é o ódio declarado por parte do usuário.
Patrícia ainda chamou a atenção para os impactos que uma imagem negativa na web pode gerar para marca além da internet. “Se geral está falando mal, menos pessoas irão acreditar nas próximas propagandas na TV ou revista”, exemplificou. Por fim, Patrícia concluiu: “Ou as empresas atendem as expectativas geradas ou é melhor realinhar as promessas.”
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Resumo do Evento
Após a apresentação de Patrícia Moura, ainda aconteceu um debate, que foi curto, sem a presença de Rizzo Miranda e com curta participação do Jonatas Abbott. A platéia também já estava cansada e já se passava das 18h.
Sobre o evento, gostei da estrutura, do ambiente e do conteúdo dos palestrantes. Saí da Faculdade CCAA ainda meio zonzo diante de tanta informação. Cabe aqui os parabéns para o Oscar Ferrira (@kakamachine) pela organização e estruturação do evento. Muita gente que vê não deve ter idéia do quão custoso e trabalhoso é reunir profissionais de destaque dentro de um estrutura com telão, internet wi-fi, boa acústica e pontos de eletricidade ao longo do auditório para a platéia poder conectar seus note e netbooks. Que venham os próximos aqui no Rio. Pelo que já fiquei sabendo, parece que o Circuito 4X1 vai rodar em outras cidades do Brasil.
Após o almoço, retornamos para a segunda parte do evento, quando se anunciava um grande debate das marcas e das agências fornecedoras. Confira!
Painel – Fiat e Petrobras – Casos de Anunciantes de Sucesso
As apresentações e o bate-papo com Ana Luisa Brant, Gerente de Internet da Fiat Brasil, e Léo Sá, Coordenador de Comunicação Digital de Multimeios da Petrobras, se basearam nos desafios de trabalhar casos mais delicados, amplos e em um mercado extremamente competitivo, como são os das respectivas empresas.
Ao longo da palestra de cada um foram apresentados os bastidores da produção desses cases. Ana Luisa trouxe o caso do Fiat Mio e Fiat Linea, onde blogs e vídeos no YouTube foram usados para envolver os consumidores nas campanhas. No primeiro caso, a idéia é fazer com que as pessoas brinquem de criar um carro do futuro, passando por cinco etapas: nosso futuro, pergunta-chave, ideias para o carro, briefing, projetando o carro do futuro, organização de ideias. O projeto da Fiat para este ano é oferecer ao internauta a opção de escolher o nome do carro e até como será a campanha digital. “O blog do Mio já tem mais de 1 milhão de visitas desde agosto de 2009 e reunimos mais de 8 mil ideias para o carro”, afirma Ana.
Fiat Mio - Colaboração para pensar o carro do futuro.
Léo Sá pontuou sua apresentação com diversas ações que a Petrobras vem fazendo nas mídias digitais. Uma das principais foi a reformulação do site institucional, em 2009, que, aproveitando-se das histórias de diversas pessoas, entre empregados, parceiros e até pessoas beneficiadas através de projetos sociais e culturais, conta um pouco da história da própria Petrobras. Os vídeos são de alta qualidade, boa edição e estão espalhados pelo site com imagens incríveis. Assista!
Pessoas contam suas histórias particulares para fazer um retrato da história da Petrobras.
Outra ação que repercutiu muito foi a criação do blog Fatos e Dados, lançado em meio à polêmica do pré-sal, cujo objetivo inicial estava em combater e esclarecer as matérias que saiam na mídia, com a versão da Petrobras. Independente de qualquer polêmica, o blog gerou resultado e atingiu mais de 1 milhão de acessos, sem apoio de mídia. O sucesso das ações tem incentivado a Petrobras a explorar cada vez mais as possibilidades que os canais digitais proporcionam.
Painel – Os desafios de criar e implementar soluções utilizando a comunicação digital.
No meio da tarde, após mais um cofee break, subiram ao palco Eduardo Camargo (sócio e produtor executivo da Colméia), Roberto Schmidt (diretor de desenvolvimento de projetos de marketing da Rede Globo) e André Matarazo, (sócio-diretor da Gringo) para apresentarem casos e soluções implementadas com sucesso.
Cada um dos participantes trouxe uma apresentação para falar sobre os desafios de implementar soluções utilizando a comunicação digital.
André Matarazo – Gringo Em vez de trazer conclusões, André Matarazo trouxe provocações nos slides de sua apresentação. O primeiro do grupo a se apresentar levantou questionamentos que nos fizeram refletir sobre a mudança de papel dos consumidores, que hoje são as mídias mais confiáveis. Defendeu ainda que os ciclos convencionais de campanhas não garantem mais a sustentação da marca ao longo do ano. Ele acredita que o relacionamento – este sim! – impulsionados pelas campanhas podem garantir a sustentação. Reforçou que o digital deve ser o centro das campanhas por se tratar de uma mídia flexível, confiável, agregadora, interativa e pessoal.
Ainda sobre o meio digital, ressaltou a importância dos investimentos em conteúdo próprio e de qualidade, pois seriam estes os responsáveis pela geração de uma mídia conquistada de forma espontânea, confiável e engajante. A mídia comprada ainda é importante, mas não atinge o consumidor da mesma forma que a conquistada. Finalizou apresentando umas peças da campanha da Coca-Cola e concluiu que é o consumidor que influência para onde devem ir os esforços de comunicação das empresas.
Roberto Schimdt – Rede Globo Em seguida foi a vez de Roberto Schmidt, da Rede Globo, trazer alguns cases da emissora, como as ações digitais para as minisséries Capitu (Mil Casmurros), A Pedra do Reino e a novela Três Irmãs, que incluíram games, ambientes interativos e recursos que incluíam o usuário na criação e divulgação de conteúdo.
Projeto Mil Casmurros e a leitura coletiva de Machado de Assis.
Robert Schimdt falou sobre a importância de se prestar atenção às necessidades humanas, porque elas permanecem, mas as tecnologias mudam. Mostrou alguns slides que falavam sobre o cenário atual do varejo, a diversidade de consumidores e a mídia fragmentada dos dias de hoje. Além disso, apresentou uma pesquisa sobre o comportamento dos americanos que indicava que apenas 3% das pessoas que assistem a TV estão conectadas à web simultaneamente. Enquanto 28% das pessoas que estão navegando na internet assistem TV ao mesmo tempo. Esses dados complementaram o argumento de Roberto sobre a grande parcela da população brasileira analfabeta que, sem conseguir ler e escrever, ficam impedidas de se beneficiar e participar da internet. Óbvio, como profissional da rede Globo, ele deve compreender bem a importância que a TV ainda desempenha, mesmo frente aos novos formatos de mídias e seus relacionamentos com os consumidores.
Eduardo Camargo O grande barato da apresentação de Eduardo Camargo foi o paralelo que ele traçou entre o formato que as campanhas são trazidas aos consumidores e os jogos de boliche e pinball. Acreditando que as pessoas estão cansadas de receber mensagens passivamente, sendo bombardeadas por imposições de hábitos de consumo, Eduardo comparou as campanhas convencionais a um jogo de boliche, e os novos formatos de campanha a um jogo de pinball. Nas campanhas convencionais, você joga a bola (mensagem) e a partir daquele momento você não tem mais controle sobre o percurso dela. Você tenta acertar o maior número de pinos possíveis enquanto a bola rola. Os novos formatos se assemelham mais a um pinball de fliperama, aonde o jogo começa a partir do momento que a bola é colocada em jogo. O objetivo é fazer durar o máximo de tempo e ganhar o máximo de pontos interagindo com os elementos do jogo. Haverá erros, a bola pode passar entre os rebatedores e cair, mas existe mais uma bola para jogar. Tudo é exemplificado através de um divertido vídeo produzido pela própria produtora.
Ao final, trouxe o case do Novo Orkut com o personagem Daniel Miedi, onde a Colméia participou da divulgação, e depois um vídeo sobre o TEDxSP 2009 (conferência sem fins lucrativos que reuniu mais de 30 pensadores de áreas de conhecimento tão diversas quanto arte e tecnologia, ciência e negócios) do qual a Colméia foi um dos patronos.
O debate realizado após as apresentações foi prejudicado pelo horário e acabou sendo fraco. O público já estava cansado e muitas pessoas começaram a ir embora, pois já se aproximava das 18h. Dessa forma, os profissionais ali presentes foram pouco explorados pelas perguntas que vinham da platéia em pedaços de papel.
De forma geral, o Fórum foi bem organizado e abrangeu assuntos bem distintos dentro do contexto da comunicação digital. Não faltaram profissionais de destaque no mercado e empresas que realmente vem fazendo acontecer. No entanto, achei o preço muito caro. Eram 300,00 para estudantes de graduação, R$ 500,00 para sócios da ABA, ABP, ABAP RJ, Grupo de Mídia RJ e AMPRO RJ e R$ 700,00 para não sócios. Não sei se o objetivo era mesmo inibir a inscrição de aventureiros, já que o auditório era de médio porte. Minha sorte foi trabalhar no sistema e ter conseguido pleitear uma das poucas cortesias oferecidas às subsidiárias da Petrobras. E a empresa deve ter visto que valeu a pena me incluir. Está aqui uma resenha bem completa do evento!
Na última quinta-feira, dia 04 de fevereiro, participei do III Fórum Internacional ABA Petrobras de Comunicação Digital, realizado no auditório do edifício da própria Petrobras, no centro do Rio, onde perfis diferentes de profissionais do mundo digital puderam trocar algumas impressões sobre o futuro da comunicação nas novas mídias.
Bela iniciativa da ABA/Petrobras em promover esse tipo de debate, que contou, inclusive, com a presença internacional de Jeff Gomez, CEO da Starlight Runner Entertainment e um dos pioneiros mundiais em transmedia storytelling.
Para quem não sabe, storytelling se caracteriza por contar uma história através de múltiplas plataformas de mídia (TV,HQ, internet, cinema)com cada novo elemento contribuindo para o enriquecimento do enredo, mas sem comprometer a história original. E foi em cima deste tema que passamos toda a parte da manhã conversando.
O evento estava previsto para as 9h30 e começou com um pouco mais de 20 minutos de atraso, enquanto o público chegava ao auditório. Cerca de 250 profissionais presenciaram a abertura do evento nas palavras de Sérgio Azevedo, presidente da ABA Rio, seguida da palestra de Maurício Mota, que assumiu o microfone para falar sobre a nova forma de se fazer comunicação através da velha arte de se contar histórias.
Palestra – Maurício Motta
Maurício Motta falou sobre o que aconteceu de melhor no storytelling nos últimos anos.
Co-fundador da empresa de transmedia storytelling The Alchemists, Maurício Mota resumiu um pouco sobre o que aconteceu de melhor nos últimos anos dentro do storytelling, valorizando a importância de se arriscar mais na hora de contar histórias. Uma das coisas mais importantes que ele destacou foi o fato de que as marcas passaram a se perceber como produtoras de conteúdo, como estúdios capazes de criar narrativas e mitologias através de mundos multimídias.
Maurício também destacou a importância do fã e a diferença de como eles são percebidos lá fora e aqui no Brasil. Parece que aqui ainda há uma caricatura do fã como o fã de rock, enquanto lá fora o poder do fã o caracteriza como pilar básico de qualquer estratégica. E é com essa perspectiva que contar uma nova história, em plataformas diferentes, pode atingir pessoas diferentes, tornando-as fãs, e até possibilitando a migração destas de um meio para o outro, fisgados pelo desenrolar da história.
Por fim, Maurício Mota garantiu que, apesar do destaque que vem ganhando, este ano ainda NÃO É o ano do transmedia storytelling no Brasil. Segundo ele, é um ano para as empresas ganharem intimidade com o assunto e conhecerem um pouco mais antes de começarem a investir em comunicação com esse perfil. Muito já vem sendo feito. Muito ainda está para acontecer.
Palestra – Jeff Gomez
Maurício Motta fala sobre o que aconteceu de melhor no storytelling nos últimos anos.
Terminada a palestra, houve um cofee break para esticarmos as pernas e, em seguida, Maurício Mota chamou ao palco o americano Jeff Gomez, cujos recentes trabalhos com Coca-Cola e Walt Disney o destacaram como talento incomum na tarefa de contar histórias em narração transmídia. Jeff sobiu ao palco e iniciou sua palestra falando sobre a deficiência que possui do lado esquerdo do rosto, característica que o influenciou a ouvir mais do que falar nos tempos de escola, quando ainda era criança. Ele contou que era satirizado pelos amigos da escola, mas percebeu que estes tinham tais atitudes, muitas vezes, porque também eram sozinhos. Então, Jeff Gomez, um apaixonado por HQs e filmes como Star Wars, buscou fazer amizade com essas pessoas e conversar sobre histórias em comum. Essa atitude acabou garantindo tempos de paz, pois com ela conquistou a amizade de um dos colegas que passou a lhe oferecer proteção.
Com essa humildade e bom humor, Jeff Gomez conduziu sua palestra, passando superficialmente sobre os trabalhos desenvolvidos com a Coca-Cola (fábrica de felicidade) e Avatar, e destacando o fato de que duas pessoas são separadas por uma lacuna que pode ser preenchida por uma boa história. Relembrou dos primeiros contatos com o transmedia, ainda na adolescência, quando curtia os HQs japoneses do Kikaider, cujas histórias não acabavam nas páginas do quadrinho, mas sim nas continuações nas telas do cinema.
De forma geral, a concepção de Gomez defende que as marcas podem gerar histórias, cuja sustentação passa pela criação de novos ingredientes em outras mídias. Segundo Gomez, a idéia é planejar uma história desde o começo e aproveitar os diversos canais para divulgar um produto e abrir novas possibilidades de receitas. Mas deve existir o cuidado de não repetir simplesmente uma única história em várias mídias, sem acrescentar novidades para os fãs, e de não criar enredos conflitantes com a história original, que possam deixar os consumidores confusos.
O filme Avatar já foi lançado, mas muitas narrativas transmídias estão por vir.
No debate que aconteceu após a sua apresentação, a platéia ainda tentou tirar mais algumas informações sobre o trabalho desenvolvido no filme Avatar, mas Gomez despistou, sinalizando que muita coisa complementar ao filme ainda está por vir e que ele podia dizer pouco no momento. Aguardemos!
CONTINUA… Amanhã, a segunda parte da cobertura do Fórum ABA Petrobras de Comunicação Digital.
E este foi o tema do 11º Sou+web, no dia 17 de outubro. Desta vez o DNA Digital não conseguiu marcar presença, porém, como vários twitters, acompanhamos a transmissão através do qik, via @bigdigo.
Com participação de profissionais de grandes agências, as exposições e discussões foram muito agregadoras e de extrema reflexão, passando pela humildade na mudança da cultura interna, entendimento do seu dna, análise SWOT, até a qualificação e atualização constante do profissional.
Diversas colocações como “querer continuar na zona de conforto é o mesmo que se manter na zona de miopia”, “não existem super especialistas em web 2.0, só existem estudiosos; portanto, sejam mais humildes”, “já não somos mais a geração Coca-cola, somos a geração Digitalis”, “especialista sabe-tudo? Somos generalistas e aprendemos de tudo. Sempre desafiamos a zona de conforto” trouxeram a tona o que os profissionais de Marketing Digital andam vivendo ultimamente não só dentro das agências mas também dentro das empresas como um todo. Levante a mão quem nunca tentou inovar e foi em algum momento questionado sobre a real confiabilidade dessa tal web….
Estamos no século XXI e as ‘novas gerações’ – X e Y -, já nascidas no mundo digital (aliás, até que ponto eles sabem o que é analógico?) ou durante a transição, já não veem as midias tradicionais como as demais gerações. Hoje tudo está integrado, as midias se convergem e se completam. E é por isso que os profissionais das áreas de comunicação e marketing devem ficar fora da zona de conforto, da zona de miopia; mais do que entender analógico ou digital, devem conhecer e analisar o cenário, compreender o comportamento do consumidor, montar estratégia e planos de ação, saber antropologia, filosofia, análise SWOT…devem trazer o conhecimento e aplicá-los no ambiente on line!
E, as empresas, quando olharem para os seus funcionários e compreenderem que ali também existem conhecimentos e experiências para serem agregados, entenderão que seu planejamento estratégico deverá ser revisto e que o caminho da convergência é inevitável. Afinal, dentro das empresas as pessoas são funcionários, mas fora delas, são consumidores, blogueiros, twitteiros etc.
Algumas outras frases que surgiram durante o encontro e que achei que agregam bastante foram:
- “Tem muitos “especialistas” em mídias socias. Como se é um meio em transformação constante?” (Este tema está bem polêmico: existe especialista ou não, afinal?)
- “Somos transformadores da história e isso nos faz ter TESÃO em trabalhar em internet”
- “Depois d Darwin agora vivemos o homo digitalis. É o novo profissional, novo pensamento: pensamento multiplataforma”
- “A internet é o desenvolvimento do pensamento humano que se desdobra em conceito e tecnologia”
Let’s think about it!!
Palestrantes desta edição:
- Nick Ellis (@nickellis) – Blogueiro do Digital Drops
- Risoletta Miranda (@rizzomiranda) – Diretora-Executiva da FSB PR Digital
- George Benson (@superbenson) – Diretor de Novas Mídias da DPZ
- Alexandre Carvalho (@acarvalho) – Executivo de mídias sociais da LVBA Comunicação.