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	<title>DNA Digital &#187; cursos</title>
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	<description>Pensamentos sobre o novo profissional web e os desafios de comunicação na era do marketing digital.</description>
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		<title>Sua marca nas redes sociais</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 14:04:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cibele Aviles</dc:creator>
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		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[mercado internet]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
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		<description><![CDATA[No dia 15/09 participei do curso &#8220;Como trabalhar sua marca nas redes sociais&#8221;, promovido pelo iDig (Instituto Digital), em Botafogo. Foram 3 professores:
- Robert Rodrigues (@alvinerius), Gerente de SEO e Mídias Sociais da Agência Frog;
- Roberto ALoureiro (@betoaloureiro), Gerente de Redes Sociais da Tecnisa;
- Guilherme Rios (@guirios), Gestor de Projetos da E.Life
Diante das três visões [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 15/09 participei do curso &#8220;Como trabalhar sua marca nas redes sociais&#8221;, promovido pelo <a href="http://www.idig-institutodigital.com.br/" target="_blank">iDig</a> (Instituto Digital), em Botafogo. Foram 3 professores:<br />
- Robert Rodrigues (<a href="http://twitter.com/alvinerius" target="_blank">@alvinerius</a>), Gerente de SEO e Mídias Sociais da <a href="http://agenciafrog.com.br/" target="_blank">Agência Frog</a>;<br />
- Roberto ALoureiro (<a href="http://twitter.com/betoaloureiro" target="_blank">@betoaloureiro</a>), Gerente de Redes Sociais da <a href="http://www.tecnisa.com.br/" target="_blank">Tecnisa</a>;<br />
- Guilherme Rios (<a href="http://twitter.com/guirios" target="_blank">@guirios</a>), Gestor de Projetos da <a href="http://www.elife.com.br/" target="_blank">E.Life</a></p>
<p>Diante das três visões diferentes de mercado, de cada professor, o primeiro, profissional que atua em agência, o segundo, com foco corporativo, e o terceiro, com foco em agência específica em análise de mídias sociais, o conteúdo foi bastante rico e proveitoso, e percebi que, apesar de muitas vezes os profissionais desta área não se comunicarem com frequencia, as estratégias estão bem alinhadas frente a movimentação do mercado.</p>
<div id="attachment_966" class="wp-caption aligncenter" style="width: 188px"><img class="size-medium wp-image-966" title="Robert Rodrigues (@alvinerius)" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2009/09/alvinerius-178x300.jpg" alt="foto: Flickr da @pathaddad" width="178" height="230" /><p class="wp-caption-text">foto: Flickr da @pathaddad</p></div>
<p>Robert Rodrigues começou dizendo que independente do veículo com o qual trabalhamos, lidamos o tempo todo com pessoas. Se antes a rede mundial era de computadores, hoje ela é uma rede mundial de pessoas. Antes, os formadores de opinião eram a família, a igreja e o Estado; depois foram as mídias de massa; e hoje todos podem ser. Simplesmente porque todos produzem conteúdo na rede, opinam, influenciam decisões. O boca-a-boca foi potencializado pela internet, afinal, pessoas confiam em pessoas, e nas redes sociais a mensagem é imediata e por isso, menos distorcida. E o brasileiro é um povo que adora redes sociais, faz parte e participa delas, tanto que o IBOPE revelou que no mês de julho já eram 5 milhões que utilizavam o twitter, por exemplo.</p>
<p>As empresas devem ter transparência ao entregar a sua mensagem ou prometer qualquer coisa pela internet justamente por isso. Uma informação, quando compartilhada com os consumidores, gera mais confiança para uma marca, e ao dialogar com os seus clientes, a conquista pode ser mais rápida.</p>
<p>E como a internet não possui fronteiras geográficas, quando é feito algum comentário, seja ele positivo ou negativo, possui um alcance inestimável. Por exemplo, se falo mal de um serviço prestado por uma empresa aqui no Rio de Janeiro e possuo entre os meus seguidores do twitter, pessoas que moram na Amazônia ou em Porto Alegre, elas ficarão sabendo e poderão replicar para a sua rede.</p>
<p>Lembrou também que é importante saber medir as ferramentas utilizadas, que cada uma possui sua característica e que mesmo que uma empresa não queira levar sua marca para a internet, com certeza ela já está lá, sendo comentada por muita gente!</p>
<p>Descreveu, ainda, as redes sociais mais ativas no momento, com as características de cada uma, e como neste momento é legal atuar nelas e monitorá-las.</p>
<p>O segundo tempo veio com Roberto ALoureiro, fornecendo dados sobre os internautas, e já colocando que iria fazer um terrorismo com a galera em relação as redes sociais. Terrorismo no sentido de que não adianta a sua marca/empresa estar nas redes sociais se não atua ativamente, se não tem pessoas respondendo pela empresa e falando com os consumidores por ali. E que antes de utilizá-las, é necessário conhecê-las, e as suas particularidades, para não gerar um resultado negativo, uma impressão inversa a qual se deseja.</p>
<p>Para isso, o Seeding deve ser feito com bom senso, a marca deve estar atuando como uma parceira dos clientes, conversando, participando e trocando com eles. Quando ele abordou este assunto, lembrei do <a href="http://dnadigital.com.br/cobertura-souweb-%E2%80%93-privacidade-na-era-da-intimidade-coletiva/" target="_blank">sou+web</a> de sábado, quando falamos do &#8220;rastro&#8221; deixado na internet: devemos tomar cuidado com promessas, comentários e respostas que deixamos na internet, pois o google indexa e fica lá, registrado!</p>
<p>Lembrou também que o consumidor hoje tem o poder de escolha, pois está tudo ao seu alcance, basta um clique no botão &#8220;Pesquisa google&#8221;. E que, se alguma informação não é encontrada ali por ser muito específica, basta procurá-la nas comunidades do Orkut&#8230;</p>
<p>Depois, assim como o Robert Rodrigues, descreveu comunidades utilizadas e suas características, de acordo com a sua visão e abordagem diária, o que enriqueceu bastante o conteúdo para nós, que estávamos ali assistindo, pois pudemos ter a visão dos dois lados: agência e empresa.</p>
<p>Paradinha para repor as energias, e o Beto ALoureiro retornou dando continuidade, desta vez falando do diagnóstico e planejamento estratégico para ações nas mídias sociais. As redes sociais devem ser um braço da estratégia on line da empresa, então, por que começar com mídias sociais se o site não existe ou não está atualizado?</p>
<p>Ao fazer o diagnóstico da sua marca, se não for encontrado nenhum comentário tecido até então nas redes sociais, assuntos relacionados ao negócio devem estar na prioridade de busca. Conheça o mercado, a concorrência, escolha palavras relevantes, monte a sua estratégia, alinhe à cultura da empresa, e mão na massa! (Análise SWOT, gente!!) Lembrando sempre que o sucesso da estratégia on line está ligado ao sucesso da estratégia off line. E veja o que ele tem a nos dizer sobre isso:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="424" height="318" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.videolog.tv/ajax/codigoPlayer.php?id_video=480140&amp;v=67/9f/480140&amp;v_hd=null&amp;relacionados=S&amp;default=S&amp;lang=PT_BR&amp;cor_fundo=000000&amp;swf=1&amp;width=424&amp;height=318" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="424" height="318" src="http://www.videolog.tv/ajax/codigoPlayer.php?id_video=480140&amp;v=67/9f/480140&amp;v_hd=null&amp;relacionados=S&amp;default=S&amp;lang=PT_BR&amp;cor_fundo=000000&amp;swf=1&amp;width=424&amp;height=318" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>No planejamento, definir as oportunidades, possíveis problemas, objetivo, metas, verba, equipe e suporte. A evolução dentro das redes sociais vai depender do público e do tipo do negócio. As fases são: presença, conteúdo, relacionamento, SEO/SEM. Medir os resultados das ações também é fundamental: as metas foram alcançadas?</p>
<p>E comece devagar, afinal, o mundo não foi criado em apenas um dia!</p>
<div id="attachment_967" class="wp-caption aligncenter" style="width: 266px"><img class="size-medium wp-image-967" title="Guilherme Rios (@guirios)" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2009/09/guirios-256x300.jpg" alt="Guilherme Rios (@guirios) Foto: Cibele Aviles" width="256" height="300" /><p class="wp-caption-text">Guilherme Rios (@guirios) Foto: Cibele Aviles</p></div>
<p>A última aula do dia foi sobre mensuração de resultados nas redes sociais, com Guilherme Rios. A geração Y é o consumidor 2.0, pois viu e viveu esta revolução digital e tecnológica, que ainda acontece. Hoje o consumidor é o canal, as mídias sociais são controladas por ele, porém há como medir isso. E a pessoa que for medir, não deve ser a mesma que comunica, que transmite a informação, pois quem mede também acaba auditando.</p>
<p>Ele deu uma dica legal: os consumidores são impulsivos ao comunicar algo negativo em relação a uma marca, porém, ao falar positivamente, devem ser estimulados através de questionamentos.</p>
<p>A sua abordagem não foi técnica, mas sim, conceitual, passando pela cognição, cooperação e confiança dos consumidores: as pessoas avaliam informações, se organizam rumo a objetivos individuais e coletivos, formam rede em torno de uma meta e confiam nas opiniões das outras.</p>
<p>Colocou que a colaboração, quando estimulada, gera buzz positivo e que dentro de um blog o número de comentários também é uma métrica. E dentro de cada tipo de rede social, podem ser medidos: relevância, popularidade, repercussão e influência.</p>
<p>Enfim, o curso foi bastante proveitoso, as diferentes visões por diferentes profissionais do mercado agregaram bastante. Percebemos ao final que apesar de estarmos conectados por uma rede virtual, lidamos o tempo todo com pessoas, e com as informações ao seu alcance, estão cada vez mais exigentes e atuantes em relação as marcas. É necessário transparência, diálogo e uma aproximação com o cliente para que haja conquista, satisfação e fidelização do público que se deseja atingir.</p>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden; top: 0px; left: -10000px;">No dia 15/09 participei do curso &#8220;Como trabalhar sua marca nas redes sociais&#8221;, promovido</div>
<p>pelo iDig (Instituto Digital), em Botafogo. Foram 3 professores:</p>
<p>Robert Rodrigues, Gerente de SEO e Mídias Sociais da Agência Frog<br />
Roberto ALoureiro, Gerente de Redes Sociais da Tecnisa<br />
Guilherme Rios, Gestor de Projetos da E.Life</p>
<p>Diante das três visoes diferentes de mercado, de cada professor, o primeiro, profissional</p>
<p>que atua em agência, o segundo, com foco corporativo, e o terceiro, com foco em agência</p>
<p>específica em análise de mídias sociais, o conteúdo foi bastante rico e proveitoso, e</p>
<p>percebi que, apesar de muitas vezes o profissional desta área não se falar com frequencia,</p>
<p>as estratégias estão bem alinhadas frente a movimentação do mercado.</p>
<p>Robert Rodrigues começou dizendo que independente do veículo com o qual trabalhamos,</p>
<p>lidamos o tempo todo com pessoas. Se antes a rede mundial era de computadores, hoje ela é</p>
<p>uma rede mundial de pessoas. Antes, os formadores de opinião eram a família, a igreja e o</p>
<p>Estado; depois foram as mídias de massa; e hoje todos podem ser. Simplesmente porque todos</p>
<p>produzem conteúdo na rede, opinam, influenciam decisões. O boca-a-boca foi potencializado</p>
<p>pela internet, afinal, pessoas confiam em pessoas, e nas redes sociais a mensagem é</p>
<p>imediata e por isso, menos distorcida. E o brasileiro é um povo que adora redes sociais,</p>
<p>faz parte e participa delas, tanto que o IBOPE revelou que no mês de julho já eram 5</p>
<p>milhões que utilizavam o twitter, por exemplo.</p>
<p>Foi colocado também que as redes sociais facilitam a identificação do nicho, o que facilita</p>
<p>bastante as ações para as empresas.</p>
<p>As empresas devem ter transparência ao entregar a sua mensagem ou prometer qualquer coisa</p>
<p>pela internet justamente por isso. Uma informaçao, quando compartilhada com os</p>
<p>consumidores, gera mais confiança para uma marca, e ao dialogar com os seus clientes, a</p>
<p>conquista pode ser mais rápida.</p>
<p>E como a internet não possui fronteiras geográficas, quando é feito algum comentário, seja</p>
<p>ele positivo ou negativo, possui um alcance inestimável. Por exemplo, se falo mal de um</p>
<p>serviço prestado por uma empresa aqui no Rio de Janeiro e possuo entre os meus seguidores</p>
<p>do twitter, pessoas que moram na Amazônia ou em Porto Alegre, elas ficarão sabendo e</p>
<p>poderão replicar para a sua rede.</p>
<p>Lembrou também que é importante saber medir as ferramentas utilizadas, que cada uma possui</p>
<p>sua característica e que mesmo que uma empresa não queira levar sua marca para a internet,</p>
<p>com certeza ela já está lá, sendo comentada por muita gente!</p>
<p>Descreveu, ainda, as redes sociais mais ativas no momento, com as características de cada</p>
<p>uma, e como neste momento é legal atuar nelas e monitorá-las.</p>
<p>O segundo tempo veio com Roberto ALoureiro, fornecendo dados sobre os internautas, e já</p>
<p>colocando que iria fazer um terrorismo com a galera em relação as redes sociais. Terrorismo</p>
<p>no sentido de que não adianta a sua marca/empresa estar nas redes sociais se não atua</p>
<p>ativamente, se não tem pessoas respondendo pela empresa e falando com os consumidores por</p>
<p>ali. E que antes de utilizá-las, é necessário conhecê-las, e as suas particularidades, para</p>
<p>não gerar um resultado negativo, uma impressão inversa a qual se deseja.</p>
<p>Para isso, o Seeding deve ser feito com bom senso, a marca deve estar atuando como uma</p>
<p>parceira dos cliente, conversando, participando e trocando com eles. Quando ele abordou</p>
<p>este assunto, lembrei do sou+web de sábado, quando falamos do &#8220;rastro&#8221; deixado na internet:</p>
<p>devemos tomar cuidado com promessas, comentários e respostas que deixamos na internet, pois</p>
<p>o google indexa e fica lá, registrado!</p>
<p>Lembrou também que o consumidor hoje tem o poder de escolha, pois está tudo ao seu alcance,</p>
<p>basta um clique no botão &#8220;Pesquisa google&#8221;. E que, se alguma informação não é encontrada</p>
<p>ali por ser muito específica, basta procurá-la nas comunidades do Orkut&#8230;</p>
<p>Depois, assim como o Robert Rodrigues, descreveu comunidades utilizadas e suas</p>
<p>características, de acordo com a sua visão e abordagem diária, o que enriqueceu bastante o</p>
<p>conteúdo para nós, que estávamos ali assistindo, pois pudemos ter a visão dos dois lados:</p>
<p>agência e empresa.</p>
<p>Paradinha para repor as energias, e o Beto ALoureiro retornou dando continuidade, desta vez</p>
<p>falando do diagnóstico e planejamento estratégico para ações nas mídias sociais. As redes</p>
<p>sociais devem compor um braço da estratégia on line da empresa, portanto, porque começar</p>
<p>com mídias sociais se o site não existe ou não está atualizado?</p>
<p>Ao fazer o diagnóstico da sua marca, se não for encontrado nenhum comentário tecido até</p>
<p>então nas redes sociais, assuntos relacionados ao negócio devem estar na prioridade de</p>
<p>busca. Conheça o mercado, a concorrência, escolha palavras relevantes, monte a sua</p>
<p>estratégia, alinhe à cultura da empresa, e mão na<br />
massa! E lembrando sempre que o sucesso</p>
<p>da estratégia on line está ligado ao sucesso da estratégia off line. E veja o que ele tem a</p>
<p>nos dizer sobre isso:</p>
<p>No planejamento, definir as oportunidades, possíveis problemas, objetivo, metas, verba,</p>
<p>equipe e suporte. A evolução dentro das redes sociais vai depender do público e do tipo do</p>
<p>negócio. As fases são: presença, conteúdo, relacionamento, SEO/SEM. Medir os resultados das</p>
<p>ações também é fundamental: as metas foram alcançadas?</p>
<p>E comece devagar, afinal, o mundo não foi criado em apenas um dia!</p>
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