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	<title>DNA Digital &#187; campanhas</title>
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	<description>Pensamentos sobre o novo profissional web e os desafios de comunicação na era do marketing digital.</description>
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		<title>IV Fórum ABA Petrobras de Comunicação Digital 2011 &#8211; Parte 02 de 02</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Jan 2011 19:44:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Spinardi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na segunda etapa do fórum, a platéia sofreu uma pequena baixa após o almoço, mas o auditório ainda assim seguiu cheio para assistir ao módulo &#8220;Reinventando a Comunicação&#8221;, que visava abordar novas disciplinas e questões relacionadas aos mecanismos de busca e às tecnologias mobile. + Confira a parte 01 de 02 da cobertura do IV [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na segunda etapa do fórum, a platéia sofreu uma pequena baixa após o almoço, mas o auditório ainda assim seguiu cheio para assistir ao módulo &#8220;Reinventando a Comunicação&#8221;, que visava abordar novas disciplinas e questões relacionadas aos mecanismos de busca e às tecnologias mobile.</p>
<p>+ <a href="http://dnadigital.com.br/iv-forum-aba-petrobras-de-comunicacao-digital-2011-parte-01-de-02/" target="_blank">Confira a parte 01 de 02 da cobertura do IV Fórum Aba Petrobras</a></p>
<div id="attachment_1973" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-1973" title="foruym-aba-auditori-cheio-tarde" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/01/foruym-aba-auditori-cheio-tarde.jpg" alt="Público se manteve presente na parte da tarde, no belo auditório da Universidade Petrobras." width="400" height="284" /><p class="wp-caption-text">Público se manteve presente na parte da tarde, no belo auditório da Universidade Petrobras.</p></div>
<p><strong><br />
Tornando sua marca encontrável</strong><br />
Para falar sobre o primeiro assunto, <strong>Alexandre Kavinski, Sócio-diretor da iCherry</strong>, assumiu a palavra apresentando o conceito de links patrocinados e o modelo de leilão na compra de palavras-chave, destacando o excelente ROI que esse tipo de anúncio oferece.</p>
<p>Kavinski destacou a importância da presença e do alcance dos links patrocinados, já que aparecem nos resultados das ferramentas de busca, que são portas de entrada tanto para usuários novatos quanto avançados. </p>
<p>Um slide interessante mostrava um comparativo de valor de palavras-chave no mercado brasileiro e no norte-americano, para exemplificar o quanto esse recurso ainda pode ser explorado no Brasil. Como há menos competição, as palavras são muito mais baratas de se comprar no mercado brasileiro. Além disso, as marcas que aparecem nos resultados das buscas são percebidas pelos consumidores como líderes de mercado por 36% das pessoas.</p>
<p>Apesar de se aprofundar um pouco no tecniquês, Kavinski mostrou como as ferramentas podem ser usadas de forma estratégica para compreender as nuances do mercado. Através de ferramentas do Google como o <a href="http://www.google.com/insights/search" target="_blank">Insight for Search</a>, onde é possível acompanhar gráficos com números de buscas feitas por uma palavra-chave em determinado período, Kavinski citou o exemplo da palavra &#8220;jóias&#8221;, cujas buscas relacionadas também faziam referência às palavras &#8220;jóias indianas&#8221;. A justificativa era o sucesso da novela &#8220;Caminho das Índias&#8221;. Mas o apresentador disse que os camelôs da 25 de Março souberam aproveitar melhor isso do que as lojas de jóias, que não disponibilizavam na vitrine dos seus sites nenhum destaque do gênero na época, desperdiçando a oportunidade de ser a resposta para as perguntas que essas pessoas faziam nas buscas.</p>
<p>Para finalizar, Kavinski também alertou para a oportunidade de benchmarking que as buscas permitem, através de um acompanhamento minucioso das ações da concorrência e ressaltou que o universo das buscas ainda vai se desenvolver muito, de formas que ainda não somos capazes de imaginar. É esperar pra ver. E garantir o nosso nome naquela página tão sagrada de resultados.</p>
<div id="attachment_1974" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-1974" title="forum-aba-mobile" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/01/forum-aba-mobile.jpg" alt="Eduardo Maluf apresentou questões interessantes sobre sites mobile e aplicativos, mas o final despencou pro jabá." width="400" height="284" /><p class="wp-caption-text">Eduardo Maluf apresentou questões interessantes sobre sites mobile e aplicativos, mas o final despencou pro jabá.</p></div>
<p><strong><br />
Site Móvel x Aplicativos &#8211; Uma questão de estratégia</strong><br />
Em seguida, a palavra ficou com <strong>Edison Maluf, Diretor Executivo da Hands Awesome Mobile</strong>, que abordou a complexidade de se fazer sites e/ou aplicativos para Mobile, por conta dos diversos formatos de tela e sistemas existentes. Segundo ele, essa variedadade surgiu porque os fabricantes viram na AppStore um excelente modelo de negócio e todos quiseram ter o seu próprio esquema e sua própria loja, através de sistemas fechados.</p>
<p>Maluf também apresentou um excelente comparativo das características entre sites mobile e aplicativos que, de forma resumida, resultou no seguinte raio-x:</p>
<p style="text-align: center;">Sites mobile são acessados  <strong>X</strong> Aplicativos são baixados<br />
O endereço web já é conhecido  <strong>X </strong> É preciso procurar na loja virtual<br />
Promoção contínua e simples  <strong>X </strong> Divulgação intensa para que não fique esquecido na loja<br />
Atualização feita no servidor  <strong>X </strong> Upgrade do software e posterior download<br />
Site em miniatura  <strong>X </strong> Novo aprendizado contextualizado<br />
Acessado de qualquer sistema operacional  <strong>X </strong> Plataformas específicas<br />
Restrição de limitação do celular  <strong>X </strong> Explora os recursos do sistema operacional<br />
Cara de site  <strong>X </strong> Recursos originais do próprio celular<br />
Adicionado como favorito no browser  <strong>X</strong> Adicionado à lista de destaque para acesso<br />
Seguro com alguma vulnerabilidade  <strong>X</strong> Software fechado e seguro</p>
<p style="text-align: left;">Edison Maluf ainda nos contou que o número de usuários que usavam celular para acessar a internet cresceu de 13% para 85% após o advento do iPhone e iPod. A cultura e a propaganda dessas maravilhas tecnológicas teriam despertado no público o hábito e a vontade de se conectar através dos seus celulares, mesmo os de gerações anteriores.</p>
<p style="text-align: left;">A partir daí a apresentação descambou pro jabá e Maluf apresentou um dúzia de cases de sua empresa, de forma superficial, que deu uma dispersada na galera, pouco antes da hora do coffee break.</p>
<div id="attachment_1975" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-1975" title="forum-aba-whatever" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/01/forum-aba-whatever.jpg" alt="Debate irreverente e conceitos surreais com a turma da MISSA." width="400" height="284" /><p class="wp-caption-text">Debate irreverente e conceitos surreais com a turma da MISSA.</p></div>
<p><strong><br />
Painel: A Missa e suas idéias sobre os novos caminhos da comunicação.</strong><br />
Chegou a hora de assistir ao debate que eu mais esperava. Na verdade, essa expectativa só se justificava porque eu gostaria de entender o que passa na cabeça de pessoas que se denominam <strong>Diretores de Whatever, como é o caso do Felipe Anghinoni e Tiago Mattos</strong>, ambos da Perestroika. </p>
<p>A mesa também era composta por <strong>Yentl Delanhesi, Concept da CUBOCC;</strong> <strong>Mauro Silva, Diretor de Criação da LiveAD</strong>; e <strong>André Passamani, CoCEO da Colmeia</strong>. O que vi foi uma desconstrução de conceitos, entre eles, o de modelos atuais de agências.</p>
<p>Felipe Anghioni iniciou a primeira parte da apresentação explicando que <a href="http://www.amissa.com.br/?c=home&amp;m=presentation&amp;code=000000" target="_blank">A MISSA</a> foi um curso que juntou as 4 empresas citadas acima para abrirem suas tecnologias e modelos de produção de forma a compartilharem, em detalhe, como os cases foram feitos, no melhor estilo open source. As aulas foram divididas em 4 pilares e 50 horas, que seriam resumidas a partir daquele momento na próxima uma hora e meia de apresentações.</p>
<p>Mauro Silva então se lavantou da mesa e assumiu a posição de destaque para falar do tema <strong>Riqueza Social</strong>. O foco foi o conceito de moeda social existente entre as marcas e seus seguidores, que pode ser convertida em gratidão ou vingança, de acordo com o reflexo de reciprocidade. Segundo Mauro, reflexo de reciprocidade é o que pessoas e animais fazem aos outros com a expectativa velada de que o mesmo seja feito a eles. Seria uma troca de gratidão, como a gente pode ver nas atitudes dos usuário do &#8220;peer to peer&#8221; e do &#8220;pay with a tweet&#8221;. </p>
<p>Todo esse papo meio sociológico serviu para explicar o grande desafio que as marcas tem em suas ações de comunicação, que para gerar engajamento, agora devem doar algo único e útil para a vida das pessoas. E nem sempre é o produto. Logo o retorno virá na mesma moeda. Se for algo bom, gera paixão. Se for algo nocivo, vingança.</p>
<p>Yentl Delanhesi ganhou os holofotes e se dedicou a explicar a questão do <strong>Whatever</strong> que possivelmente devia intrigar muita gente na platéia. Os argumentos vieram em forma de desconstrução. A moça de cabelo raspado, com franjas e mullets, disse que os briefings dos clientes muitas vezes chegam maiores do que os serviços ofertados pelas agências. E para atender essa demanda é preciso fugir dos pacotes pré-estabelecidos e desobrir um caso para cada caso, trabalhando mais próximo do cliente, entendendo de forma consistente o que deve ser o sucesso da campanha, viabilizando uma &#8220;liquidez de comunicação&#8221; que possa se encaixar num &#8220;copo, caneca ou balde vazio&#8221;. </p>
<p>Yentl fez questão de ressaltar que os consumidores são muito mais críticos e que os diálogos precisam ser mais interessantes, defendendo que a imposição da comunicação top-down já não tem mais a mesma potência de tempos atrás.</p>
<p>Por fim, falou sobre S-CRM, que seria a unificação do&#8221; social&#8221; com o banco de dados, cujo trabalho bem feito proporcionaria ações mais agradáveis, interessantes e oportunas. Benefício para marcas e consumidores.</p>
<p>A penúltima palestra do dia ficou a cargo de André Passamani, que abordou o tema <strong>Agnosticismo</strong> (&#8220;um pouco de metafísica de botequim&#8221;), para ressaltar a importância de não saber as coisas e ser conflitado por opiniões diferentes. O tema reforçava a questão do whatever, uma vez que o intuito é reconhecer que não há uma resposta milagrosa para todas as perguntas, e que as situações de desconforto é que propõem desafios que te obrigam a buscar um caminho diferente. Me pareceu mais curtinha, mas teve espaço para cases do Santander, Greenpeace e Petrobras.</p>
<p>Para finalizar, Tiago Mattos deixou sua postura mais comportada na mesa e iniciou sua palestra bastante animado, ajudando os sobreviventes da maratona de apresentações a aguentarem a reta final. E não foi nenhum sacrifício. Para falar de engajamento, Tiago abordou o tema <strong>Causabilidade</strong>, buscando refletir sobre o sentimento que faz as pessoas se unirem para um flash mob, criarem vídeos e tatuarem as marcas. Por trás desse impulso, deve existir alguma moral, um sentido ou uma causa. Para Tiago, as marcas que conseguirem liderar causas, conseguirão fazer com que seus consumidores orbitem em torndo de sua campanha, produto ou serviço, conquistando o tão falado engajamento. Isto porque as pessoas não são tocadas por posturas chapa-branca. Ele acredita que se posicionar, escolher um lado, fará com que muitas pessoas se aproximem da marca. As pessoas que ficarão do outro lado, somente uma pequena parcela se incomodará. </p>
<p>Foi engraçado ouvi-lo dizer que as pessoas não entram na comunidade &#8220;Sou Eclético&#8221;. Ou são do rock, ou são do reggae, ou do axé&#8230; O figura colocou um vídeo e disse que sua vida e seu modo de pensar mudaram após assistí-lo. É um modo de pensar às avessas, realmente interessante. Mas achei o &#8220;changed life&#8221; um pouco exagerado. Tirem suas própria conclusões:</p>
<p><object width="446" height="326"><param name="movie" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf"></param><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always"/><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="bgColor" value="#ffffff"></param><param name="flashvars" value="vu=http://video.ted.com/talks/dynamic/SimonSinek_2009X-medium.flv&#038;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/SimonSinek-2009X.embed_thumbnail.jpg&#038;vw=432&#038;vh=240&#038;ap=0&#038;ti=848&#038;introDuration=15330&#038;adDuration=4000&#038;postAdDuration=830&#038;adKeys=talk=simon_sinek_how_great_leaders_inspire_action;year=2009;theme=a_taste_of_tedx;theme=not_business_as_usual;theme=new_on_ted_com;theme=unconventional_explanations;event=TEDxPuget+Sound+;&#038;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;" /><embed src="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" pluginspace="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" bgColor="#ffffff" width="446" height="326" allowFullScreen="true" allowScriptAccess="always" flashvars="vu=http://video.ted.com/talks/dynamic/SimonSinek_2009X-medium.flv&#038;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/SimonSinek-2009X.embed_thumbnail.jpg&#038;vw=432&#038;vh=240&#038;ap=0&#038;ti=848&#038;introDuration=15330&#038;adDuration=4000&#038;postAdDuration=830&#038;adKeys=talk=simon_sinek_how_great_leaders_inspire_action;year=2009;theme=a_taste_of_tedx;theme=not_business_as_usual;theme=new_on_ted_com;theme=unconventional_explanations;event=TEDxPuget+Sound+;"></embed></object></p>
<p>Felipe Anghinoni retomou a palavra para encerrar o evento, mas chamou a atenção para a velocidade com que as coisas mudam, dizendo que acredita muito em tudo o que foi apresentado ali, mas que daqui há 3 meses esses conceitos já podem ter se alterado. E é preciso que as marcas e comunicadores consigam mudar junto e aproveitarem o que surgir de diferente na dinâmica da comunicação.</p>
<p><strong><br />
Enfim, o fim &#8211; Resumo do evento</strong><br />
O destaque do dia ficou mesmo com a galera da Missa, que entre conceitos e surrealismo, sem dúvida fez a platéia refletir sobre os desafios e trabalhos que os profissionais de comunicação devem enfrentar. </p>
<p>O evento te deixa cansado. Ser platéia também não é fácil. Mas o auditório da Universidade Petrobras é confortável e a estrutura do evento, que incluía dois coffe breaks ao longo do dia, ajudou a recarregar as energias.  A apresentação da Nestlé, por ser uma empresa de grande porte e um case de grande investimento, deixou muito a desejar, sendo o mico do evento. </p>
<p>Também acho extremamente caro o valor de R$ 750,00 cobrado pelo evento. Segundo e-mail de divulgação, associados da ABA, ABP, AMPRO RJ, ABAP RJ, Grupo de Mídia RJ, que têm desconto, pagam R$ 550,00. O valor mais barato é para estudantes de graduação: R$ 350,00. Consegui um convite, sou muito grato e acho o evento realmente interessante. Mas não pagaria valores como esse para estar presente.</p>
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		<title>IV Fórum ABA Petrobras de Comunicação Digital 2011 &#8211; Parte 01 de 02</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Jan 2011 02:43:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Spinardi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estive hoje no Fórum Internacional ABA Petrobras de Comunicação Digital, que acontece no Rio de Janeiro pelo quarto ano, desta vez no auditório da Universidade Petrobras, na Cidade Nova, onde foram discutidos os novos aspectos da comunicação e suas consequências para as marcas, agências e consumidores. O que se viu nesse panorama repleto de palestras [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estive hoje no Fórum Internacional ABA Petrobras de Comunicação Digital, que acontece no Rio de Janeiro pelo quarto ano, desta vez no auditório da Universidade Petrobras, na Cidade Nova, onde foram discutidos os novos aspectos da comunicação e suas consequências para as marcas, agências e consumidores.</p>
<p>O que se viu nesse panorama repleto de palestras e debates, que durou das 8h30 até as 18h30, foi um contraste de apresentações que ora beiravam o jabá, ora o surrealismo, mas sempre com bons cases que apresentavam diversos caminhos através dos quais as marcas podem se aproximar do consumidor, viabilizando o tão falado engajamento.</p>
<div id="attachment_1954" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-1954" title="logo-forum-aba-petrobras" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/01/logo-forum-aba-petrobras.jpg" alt="IV Fórum Internacional ABA Petrobras de Comunicação Digital " width="400" height="284" /><p class="wp-caption-text">IV Fórum Internacional ABA Petrobras de Comunicação Digital </p></div>
<p><strong><br />
Início morno</strong><br />
Após a introdução do presidente da ABA Rio e de uma breve palavra de um representante da Petrobras, <strong>Daniella Monteiro</strong> assumiu o microfone para apresentar o case &#8220;<a href="http://www2.galeranimal.com.br/index.html#/home" target="_blank">Galera Animal</a>&#8220;. Especialista em Comunicação Digital da Nestlé do Brasil, Daniella passou dois filmes a respeito da campanha, que, com temática infantil, visava abordar valores de sustentabilidade como reciclagem, uso inteligente da água e reaproveitamento de alimentos. O &#8220;Galera Animal&#8221; foi uma série de comerciais, protagonizada por animais de pelúcia &#8220;fofinhos&#8221;, exibida nos intervalos da novela Passione, que ganhou continuação na web através de uma comunidade, com jogos e criação de personagens.</p>
<p><object style="height: 390px; width: 640px"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/5iDBimgFZvA?version=3"><param name="allowFullScreen" value="true"><param name="allowScriptAccess" value="always"><embed src="http://www.youtube.com/v/5iDBimgFZvA?version=3" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="640" height="390"></object></p>
<p>O tema parecia que ia dar pano pra manga, pelo fato de carregar a marca através de uma história. No entanto, talvez pelo fato de estar com o horário apertado, a apresentação foi curtíssima e o debate não rendeu nada. Perguntas interessantes ficaram com respostas vazias. Uma delas questionava a dificuldade de aprovar internamente a campanha, já que a série animada exigiu um investimento pesado (ela não pode falar quanto), mas trabalhou a marca de forma indireta e sutil, muito diferente da visão tradicional corporativa. Os executivos teriam aprovado facilmente? Daniella disse que sim, devido aos valores de sustentabilidade embutidos na história. Outra questionava o porquê da campanha ter sido inserida nos intervalos de Passione, uma vez que a temática era infantil. A apresentadora disse que apesar da temática, era um história para ser curtida com a família inteira, mas que os capítulos também eram reprisados na TV Globinho do dia seguinte. Início bem morno e superficial.</p>
<div id="attachment_1955" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-1955" title="forum-aba-debate-manha" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/01/forum-aba-debate-manha.jpg" alt="Palestrantes da manhã debatem: Maurício Mota, Marina Mizumoto e Léo Sá." width="400" height="284" /><p class="wp-caption-text">Palestrantes da manhã debatem: Maurício Mota, Marina Mizumoto e Léo Sá.</p></div>
<p><strong><br />
Procter &#038; Gamble e 2 cases excelentes</strong><br />
Felizes ou não com a resposta, o debate se encerrou, Daniella chegou a ficar um tempinho na mesa dos palestrantes, mas logo se levantou e seguiu para o compromisso que a aguardava. O espaço então ficou disponível para <strong>Marina Mizumoto, Gerente de comunicação da P&amp;G do Brasil</strong>, apresentar dois excelentes cases da companhia.</p>
<p>O primeiro abordou o processo de entrada no mercado do sabão líquido para lavar roupas da marca Ariel. Lavar roupas com sabão líquido já é costume em países como Estados Unidos, Espanha e Itália. O desafio no mercado brasileiro era provocar uma mudança de hábito, proporcionar o conhecimento e estimular a experimentação. Mas como falar de lavar roupas no mundo digital?</p>
<p>A sacada foi perceber que as pessoas estão acostumadas a &#8220;lavar roupa suja&#8221; nas redes sociais e, com esse gancho definido, ficou a cargo de Fernanda Torres a webserie que aborda temas como &#8220;Passando a Limpo&#8221;, &#8220;Relacionamento Sem Manchas&#8221;, &#8220;Deu Branco&#8221;, entre outras, bem ao estilo &#8220;Os Normais&#8221; que já conhecemos.</p>
<p>Com textos de Fernanda Young, a webserie foi publicada no YouTube e embutida na <a href="http://www.facebook.com/descubraariel" target="_blank">fan page do Facebook</a>, que contém os aplicativos Lavador de Roupa Suja (que gera aqueles ppts piegas com musiquinhas para as pessoas pedirem desculpas umas às outras) e Tanquinho. Além disso, a fan page permitia que as pessoas solicitassem amostras do produto, que chegaram a 15.000 embalagens de 400 ml enviadas para a casa dos consumidores. </p>
<p>A divulgação foi amparada por campanhas em portais, sites verticais, blogs, links patrocinados, além de ações no Twitter e Orkut, que ajudaram à página do Facebook a se tornar a 6a maior do Brasil com mais de 33 mil membros. Curta um pouquinho da Fernanda Torres arrebentando:</p>
<p><iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="640" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/5dSqGuDkMbA" frameborder="0" allowFullScreen></iframe></p>
<p>O outro case é internacional e ficou muito conhecido. Trata-se da revitalização da marca de sabonete líquido Old Spice, que era visto pelos consumidores como marca ultrapassada, com poucas fragrâncias e que lembrava o avô das pessoas. Com uma temática bem-humorada e o lema &#8220;Smells Like a Man&#8221;, o filme ficou famoso por ter sido feito sem cortes de edição e o personagem Old Spice Guy ganhou vida, chegando a estar presente em programas de auditório norte-americanos. Também foram gravados mais de 180 vídeos com o Old Spice Guy, que respondia aos tweets de usuários, inclusive a um do ator Ashton Kutcher, na época com 1,2 milhões de seguidores. Até pedido de casamento o Old Spice Guy fez atendendo à solicitação de um consumidor através do Twitter. Achei demais o desenrolar dessa história!</p>
<p>Com a febre do personagem, diversos vídeos produzidos pelos consumidores começaram a brotar no YouTube. Crianças imitaram, sósias apareceram, usuários fizeram paródias. Para se ter uma idéia do sucesso, nas primeiras 24 horas, o vídeo foi mais visto do que o discurso do Obama quando venceu as eleições, também nas primeiras 24 horas.</p>
<p><iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="640" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/owGykVbfgUE" frameborder="0" allowFullScreen></iframe></p>
<p><strong><br />
Storytelling e o caminho sem volta da comunicação digital</strong><br />
Figurinha carimbada dos eventos anteriores, o mediador <strong>Maurício Mota, Chief Storytelling Officer e Co-fundador da The Alchemists</strong>, assumiu o microfone para apresentar a empresa e revisitar os questionamentos que rondavam o tema do transmedia storytelling nos anos anteriores. Falou sobre a importância de contra histórias para auxiliar o engajamento dos consumidores com as marcas e abordou a relevância do conceito de fã, ressaltando a questão emocional que envolve essa relação, mas sem trazer nada de muito novo em relação às palestras anteriores.</p>
<p>Maurício é um bom apresentador, fala bem e me parece desempenhar um papel de elo entre/com a Petrobras e o MIT (Massachusetts Institute of Technology) e já conseguiu trazer diversos feras do mercado internacional como Henry Jenkins (A Cultura da Convergência) e Jeff Gomez (Avatar) para palestrar por aqui. Esse ano não foi diferente.</p>
<p><strong><br />
Nem on, nem off: Quando todas as agências deveriam ser digitais.</strong><br />
O convidado gringo da vez foi <strong>Winston Binch, Sócio- Diretor da CPB Group</strong>, sediada no Colorado, EUA, que veio para tentar elucidar questões persistentes sobre a divisão de agências em on e offline. Logo após o coffee break matinal, ele apresentou a empresa, citou alguns clientes e destacou a importância de uma equipe multidisciplinar para produzir soluções criativas. Ele acredita que o profissional de TI não pode ficar de fora da conversa costumeira entre clientes, redatores e criativos, pois este possui uma visão complementar a dos outros participantes que não pode ser dispensada nem na fase de brainstorm dos projetos.</p>
<div id="attachment_1956" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-1956" title="forum-aba-winston-binch" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/01/forum-aba-winston-binch.jpg" alt="Winston Binch comenta as atitudes que fizeram com que a empresa se tornasse durante essa década a agência mais inovadora do mundo." width="400" height="284" /><p class="wp-caption-text">Winston Binch comenta as atitudes que fizeram com que a empresa se tornasse durante essa década a agência mais inovadora do mundo.</p></div>
<p>Para Winston, a briga entre on e off é desnecessária e já deveria estar amadurecida no mercado, uma vez que é de conhecimentos que ambas são baseadas nos mesmos princípios de marketing e estes não mudam. Ele demonstrou os cases da Domino&#8217;s Pizza, com a campanha &#8220;<a href="http://www.pizzaturnaround.com/" target="_blank">Oh Yes We Did</a>&#8220;, de 2010, que reconhecia o sabor ruim e os aspectos negativos da pizza em comerciais de TV e propunha uma mudança radical no modo de fazê-la. <a href="http://exame.abril.com.br/revista-exame/edicoes/0963/marketing/noticias/reclamacao-acabou-pizza-536632" target="_blank">Saiu aqui na Exame de março de 2010</a>. Também mostrou cases da <a href="http://creativity-online.com/work/bolthouse-farms-baby-carrot-rebrand/21117" target="_blank">Baby Carrots</a> e do <a href="http://creativity-online.com/work/burger-king-the-truth-about-tony/17654" target="_blank">Burguer King</a>.</p>
<p>O gringo ainda recomendou que tudo seja feito pensando no social e que as conversas sejam transportadas através de histórias para dentro de jogos. Para finalizar, mostrou a importância de contadores de histórias criativos, justificando que pessoas com grandes idéias são mais difíceis de encontrar do que as grandes tecnologias para realizá-las.</p>
<div id="attachment_1965" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/01/forum-aba-auditorio-cheio-manha.jpg" alt="Auditório da Universidade Petrobras lotado na parte da manhã." title="forum-aba-auditorio-cheio-manha" width="400" height="284" class="size-full wp-image-1965" /><p class="wp-caption-text">Auditório da Universidade Petrobras lotado na parte da manhã.</p></div>
<p><strong><br />
Intervalo</strong><br />
Fim da primeira parte do fórum e hora do almoço. Como o post já está ficando grande e periga você não ler tudo, vou dividí-lo em dois e a segunda parte vem amanhã, ok? Mas não deixe de ler se você quiser entender o que é o cargo de Diretor de Whatever e o conceito por trás que a turma da tarde apresentou. Continua&#8230;</p>
<p>+ <a href="http://dnadigital.com.br/iv-forum-aba-petrobras-de-comunicacao-digital-2011-parte-02-de-02/">Confira a parte 02 de 02 do IV Fórum ABA Petrobras</a></p>
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		<title>Faber Castell faz a festa no Facebook</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Jan 2011 03:05:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Mattoso</dc:creator>
				<category><![CDATA[atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[campanhas]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
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		<description><![CDATA[Me parece que a Faber-Castell está entrando de sola com aplicativos para Facebook. A tradicionalíssima empresa &#8211; que já me deu muitas alegrias na infância (não é jabá!) &#8211; lançou recentemente três aplicativos com foco no público do Facebook: Minhas Metas Eu, que me amarro em listas, achei o Minhas Metas o mais legal. Trata-se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1925" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/01/Captura-de-tela-2011-01-26-às-00.44.42.png"><img class="size-full wp-image-1925   " title="Captura de tela 2011-01-26 às 00.44.42" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/01/Captura-de-tela-2011-01-26-às-00.44.42.png" alt="" width="400" height="284" /></a><p class="wp-caption-text">Tem que ter coragem para compartilhar sua lista!</p></div>
<p>Me parece que a <a href="http://fabercastell.com.br/">Faber-Castell</a> <a href="http://fabercastellapps.com.br/">está entrando de sola com aplicativos para Facebook</a>. A tradicionalíssima empresa &#8211; que já me deu muitas alegrias na infância (não é jabá!) &#8211; lançou recentemente três aplicativos com foco no público do <a href="http://www.facebook.com">Facebook</a>:</p>
<p><strong>Minhas Metas</strong><br />
Eu, que me amarro em listas, achei o <a href="http://apps.facebook.com/minhas-metas/">Minhas Metas</a> o mais legal. Trata-se de um &#8220;to-do&#8221; que tem o objetivo de nos ajudar a cumprir metas e resoluções para o ano novo (ainda dá tempo de fazer sua lista). As metas são divididas em “Lazer”, “Saúde”, “Relacionamento” e “Profissão e Estudo”. Em cada categoria rolam sugestões, mas vc tb pode criar as suas pessoais.</p>
<p><strong>Risque Rabisque</strong><br />
O <a href="http://apps.facebook.com/risquerabisque/">Risque Rabisque</a> me fez lembrar muito de longe o famigerado Paint Brush e vai divertir a molecada, permitindo criar desenhos com o mouse simulando o lápis e publicando no seu perfil depois de pronto.</p>
<p><strong>Quiz Faber Castell</strong><br />
Neste <a href="http://apps.facebook.com/quiz-faber-castell/">Quiz</a> você responde perguntas sobre o &#8220;Ecolápis&#8221; e pode desafiar seus amigos. A empresa vai lançar em breve um checklist para o Facebook.</p>
<p>+ E para matar a saudade dos mais crescidinhos, vai um clássico que encantou a criançada no início dos anos 80:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="580" height="460" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/LP55uXmyN7A?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="580" height="460" src="http://www.youtube.com/v/LP55uXmyN7A?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Via: <a href="http://www.digitaldrops.com.br">Digital Drops</a></p>
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		<title>Como terminou a disputa entre o Greenpeace e a Nestlé?</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Jul 2010 03:17:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Spinardi</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
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		<description><![CDATA[Há quase 3 meses, publiquei um post a respeito do duelo que o Greenpeace e a Nestlé travavam nas redes sociais. A história tinha diversos ingredientes para se tornar um case interessante, pois abordava questões ambientais a respeito do desmatamento na Indonésia, crise de imagem, censura no Facebook e repercussão internacional. Tudo proliferado através de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há quase 3 meses, publiquei <a href="http://dnadigital.com.br/greenpeace-e-nestle-protagonizam-o-duelo-da-vez-nas-redes-sociais/" target="_self">um post a respeito do duelo que o Greenpeace e a Nestlé travavam</a> nas redes sociais. A história tinha diversos ingredientes para se tornar um <em>case</em> interessante, pois abordava questões ambientais a respeito do desmatamento na Indonésia, crise de imagem, censura no Facebook e repercussão internacional. Tudo proliferado através de vídeos e blogs na internet. Fiquei devendo o desenrolar dessa história e pago minha dívida agora com juros e correção monetária.</p>
<div id="attachment_1717" class="wp-caption alignright" style="width: 210px"><a href="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/06/nestle-kitkat-02.jpg"><img class="size-full wp-image-1717" title="nestle-kitkat-02" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/06/nestle-kitkat-02.jpg" alt="" width="200" height="267" /></a><p class="wp-caption-text">Os orangotangos celebram a atitude da Nestlé.</p></div>
<p><strong>Dando um tempo aos orangotangos<br />
</strong>Se o objetivo do Greenpeace era forçar a Nestlé a dar um tempo (“Give a Break”, parodiando o slogan do chocolate Kit Kat) aos orangotangos existentes nas florestas tropicais da Indonésia, parece que ela conseguiu. Após dois meses de campanha e a participação de algumas centenas de milhares de pessoas através do Facebook, Twitter e outras redes sociais, a Nestlé anunciou, na manhã do dia 17 de maio, o compromisso de interromper a compra de matérias-primas de empresas suspeitas de desmatar florestas tropicais no país, como a Sinar Mas e Cargill, e, por consequência, de colocar em risco a existência dos orangotangos.</p>
<p>Mais impressionante do que a conquista do Greenpeace, foi a forma como a causa se espalhou através das redes sociais. Sem dúvida, nasceu mais um <em>case</em> para as palestras sobre o assunto. O vídeo da campanha foi visto mais 1.5 milhões de vezes e muitos usuários do Facebook trocaram suas fotos do perfil por imagens de orangotangos, de florestas tropicas ou da logo “Kit Kat Killer”.</p>
<p>É claro que essas ações online foram acompanhadas de manifestações diretas, como a intervenção na Assembléia Geral Anual da Nestlé, realizada em 15 de abril, quando ativistas do Greenpeace fantasiados de orangotangos saudaram os acionistas da empresa que chegavam para o encontro. Enquanto isso, do lado de dentro, militantes escondidos no teto penduravam cartazes que pediam o famoso “Give a Break” para os então famosos animais. Como se não bastasse, através de uma rede sem fio improvisada, ativistas enviavam tweets aos acionistas durante toda a reunião, cujos links levavam direto para o <a href="http://greenpeace.org/kitkat" target="_blank">greenpeace.org/kitkat</a> quando clicados. Belo cruzamento entre o on e o off, não?</p>
<div id="attachment_1718" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-1718" title="nestle-kitkat-03" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/06/nestle-kitkat-03.jpg" alt="Ativistas do Greenpeace protestam fantasiados de orangotango durante a Assembléia Geral Anual da Nestlé." width="400" height="284" /><p class="wp-caption-text">Ativistas do Greenpeace protestam fantasiados de orangotango durante a Assembléia Geral Anual da Nestlé.</p></div>
<p>O pessoal do Greenpeace resolveu atingir a Nestlé onde dói, no bolso, mostrando aos acionistas da empresa que a sociedade está ciente do que está acontecendo &#8211; e mais! &#8211; está se importando muito com isso. Segundo informações no próprio site do Greenpeace, a intenção é deixar bem claro, inclusive para outras empresas de atuação internacional, como Wal Mart e Carrefour, que não existe espaço para desmatamento de florestas nos produtos que o consumidor moderno adquire.</p>
<p><strong>As redes sociais podem mudar o mundo?</strong><br />
É com um título parecido com esse que <a href="http://www.greenpeace.org/international/en/news/Blogs/makingwaves/social-media-can-save-the-planet/blog/11832" target="_blank">um post do blog Making Waves</a>, do Greenpeace, celebra o poder das redes sociais no angajamento das pessoas por grandes causas. Essa bela história me fez sonhar com um lado ainda mais romântico das redes sociais, quando elas serão capazes, não só de fortalecer o poder do consumidor e potencializar vendas nas empresas, mas de, efetivamente, mudar o mundo para melhor. As redes sociais vão mesmo ajudar a diminuir o desmatamento? Podemos acabar com a fome no mundo com a ajuda das redes sociais? Há esperança contra a AIDS nas redes sociais? A corrupção deve começar a colocar seu rabinho entre as pernas?</p>
<p>Há fortes indícios positivos. Mas esse é um assunto para um próximo post. Nesse próximo post, vou destilar todo o meu romantismo para tentar enxergar as redes sociais sobre uma outra ótica. E vou ver se consigo trazer alguns bons exemplos sobre o assunto. Coloca esse post na lista das minhas dívidas e pode me cobrar.</p>
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		<title>Greenpeace e Nestlé protagonizam o duelo da vez nas redes sociais</title>
		<link>http://dnadigital.com.br/greenpeace-e-nestle-protagonizam-o-duelo-da-vez-nas-redes-sociais/</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Mar 2010 21:50:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Spinardi</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
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		<description><![CDATA[Acordei hoje de manhã e vi uma mensagem do @ninocarvalho no Twitter falando sobre um combate entre o Greenpeace e a Nestlé nas redes sociais, envolvendo uma das marcas de chocolate mais adoradas do mundo, o Kit Kat. O link levava para um post de Mauro Segura, no blog A Quinta Onda, que eu gosto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acordei hoje de manhã e vi uma mensagem do <a href="http://www.twitter.com/ninocarvalho" target="_blank">@ninocarvalho</a> no Twitter falando sobre um combate entre o Greenpeace e a Nestlé nas redes sociais, envolvendo uma das marcas de chocolate mais adoradas do mundo, o Kit Kat. O link levava para um post de Mauro Segura, no blog <a href="http://aquintaonda.blogspot.com/2010/03/nestle-e-greenpeace-travam-queda-de.html" target="_blank">A Quinta Onda</a>, que eu gosto muito e recomendo.</p>
<div id="attachment_1506" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/03/greenpeace-nestle-killer.jpg"><img class="size-full wp-image-1506" title="greenpeace-nestle-killer" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/03/greenpeace-nestle-killer.jpg" alt="Logo do Kit Kat alterada Para Killer, com a imagem de um orangotango ao lado." width="400" height="267" /></a><p class="wp-caption-text">Greenpeace lança campanha contra Nestlé.</p></div>
<p>Você pode ficar por dentro do assunto visitando o blog A quinta Onda, mas, resumidamente, o debate gira em torno de uma campanha que o Greenpeace lançou contra a Nestlé, denunciando a compra de óleo de dendê de fornecedores que estão &#8220;destruindo as florestas tropicais da Indonésia, que ameaça a subsistência dos povos locais e empurra orangotangos para a extinção&#8221;.</p>
<div id="attachment_1510" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/03/print-greenpeace-uk.jpg"><img class="size-full wp-image-1510" title="print-greenpeace-uk" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/03/print-greenpeace-uk.jpg" alt="Print da página do Greenpeace no Reino Unido" width="400" height="267" /></a><p class="wp-caption-text">A home do www.greenpeace.co.uk está toda decorada com a campanha.</p></div>
<p>Desde que o debate explodiu, o Greenpeace lançou um vídeo chocante e a Nestlé contactou o Google para retirá-lo do Youtube, alegando que o vídeo infringia direitos autorais. Como a gente bem sabe, o vídeo se proliferou por outras ferramentas de compartilhamento e hoje já estampa a HOME da página do Greenpeace no Reino Unido, onde ele é oferecido para download como um presente, com opções de &#8220;embed&#8221; e estimulando os usuários a fazerem o download e publicarem em seus sites de compartilhamento de vídeo prediletos. Foi de lá que a gente tirou pra colocar aqui ó:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=10236827&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=00ADEF&amp;fullscreen=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="385" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=10236827&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=00ADEF&amp;fullscreen=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>A Nestlé também soltou um <a href="http://www.nestle.co.uk/PressOffice/PressReleases/March/NestleUKResponseToGreenpeaceReport" target="_blank">release</a> informando que não compra óleo de dendê do Sinars Mas Group para elaborar nenhum de seus produtos , incluindo o Kit Kat. Mas esse método mais tradicional de responder à mídia não parece ter gerado o efeito esperado.</p>
<p>Navegando por alguns links de sites estrangeiros que abordaram o assunto, como o do Scott Gould que escreveu um post chamado &#8220;<a href="http://scottgould.me/the-7-things-nestle-shouldve-done/" target="_blank">The 7 Things Nestlé Should’ve Done</a>&#8220;, pude perceber que a Nestlé contrariou tudo o que se lê sobre relacionamento das marcas nas redes sociais e &#8211; me arrisco a dizer &#8211; foi a principal responsável para que o caso ganhasse a dimensão que ganhou. Scott Gould não parou por aí e, alegando que é fácil dizer o que a empresa não deveria fazer, postou hoje o texto <a href="http://scottgould.me/what-nestle-should-do-in-4-steps/" target="_blank">What Nestlé Should Do Now</a>, listando 4 passos que podem surtir efeito no combate à crise.</p>
<p>No post <a href="http://www.labnol.org/internet/nestle-facebook-page/13208/" target="_blank">What Other Companies Can Learn from Nestle’s Facebook Page</a>, do site Digital Inspiration, há um print do tipo de diálogo que o representante da Nestlé no Facebook travou com os usuários que contactavam a marca questionando-a sobre o assunto. Se não bastasse ter censurado o vídeo, tentou censurar a manifestação dos usuários que aderiram à alteração da marca feita pelo Greenpeace, que substituia o nome Kit Kat por Killer. Atitude autoritária e arrogante, que reproduzo aqui para apreciação:</p>
<div id="attachment_1503" class="wp-caption aligncenter" style="width: 554px"><a href="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/03/nestle-facebook.gif"><img class="size-full wp-image-1503" title="nestle-facebook" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/03/nestle-facebook.gif" alt="Print do diálogo entre fãs e a Nestlé no Facebook." width="544" height="1501" /></a><p class="wp-caption-text">RP da Nestlé rasga a cartilha de relacionamento nas redes sociais e impulsiona campanha lançada pelo Greenpeace.</p></div>
<p>Pelo visto, acompanharemos durante as próximas semanas um acalorado debate e um excelente caso de crise nas redes sociais. Como a Nestlé conseguirá contornar esse caso? A produção do Kit Kat será afetada caso a Nestlé reconheça o erro e suspenda a compra de matéria-prima? Dá pra sair de uma dessas sem arranhar a marca? E aquela velha história de sair da crise mais forte? A Nestlé vai conseguir fazer limonada desse abacaxi?</p>
<p>Vamos acompanhar as cenas dos próximos capítulos&#8230;</p>
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