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LIVRO – A Vida Digital

Em : 05-06-2010 | Por : Leonardo Spinardi | Categorias : biblioteca DNA, tendências

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A Vida Digital, de Nicholas Negroponte.

A Vida Digital, de Nicholas Negroponte.

Há algum tempo a obra de Nicholas Negroponte encontra-se parada na minha fila de leitura. Fila esta que tenho grande dificuldade de fazer andar. A leitura se adiava ainda mais por conta das declarações de um amigo meu, dono do livro, que dizia que a obra era datada e tratava-se exclusivamente de previsões a respeito do desenvolvimento das tecnologias.

Diante desse cenário quase desanimador, qual não foi minha surpresa ao descobrir que o trabalho de futurólogo de Nicholas Negroponte fora muito bem sucedido, e que o livro surpreende, principalmente se levarmos em consideração o fato de ter sido lançado em 1995.

Tudo bem que Negroponte é um dos fundadores do Media Lab, o laboratório de Multimeios do MIT e há anos assina uma coluna na revista Wired. Na crista da onda, deve mesmo ser mais fácil fazer previsões do gênero. Fico imaginando o que teria acontecido com minha cabeça se tivesse lido este livro na época de seu lançamento, quando ainda me deslumbrava com o meu primeiro computador pessoal, sem kit multimídia nem acesso à internet.

Com boas doses de humor e cinismo, Nicholas Negroponte faz previsões e estimula reflexões que, 15 anos depois, ainda fazem sentido na relação dos humanos com a evolução da tecnologia. Filosofa sobre a transformação de átomos em bits e sobre a forma que essa digitalização pode afetar a economia, a comunicação e até o uso de recursos naturais.

Negroponto é um dos fundadores do Media Lab, o laboratório de Multimeios do MIT, e há anos assina uma coluna na revista Wired.

Negroponto é um dos fundadores do Media Lab, o laboratório de Multimeios do MIT, e há anos assina uma coluna na revista Wired.

Sobre átomos e bits
Segundo o livro, o bit é o menor elemento atômico do DNA da informação e se mostra mais econômico que os átomos, pois possibilita transferências instantâneas e dispensa gastos com transporte e estocagem. Negroponte citou como exemplo um computador que pode ser declarado no valor de U$ 2.000 em átomos, mas em bits, pode valer U$ 2.000.000, dependendo do conteúdo que carrega. No fim do capítulo, ele é apocalíptico ao dizer que o futuro das empresas dependerá diretamente da capacidade de seus produtos e serviços adquirirem formato digital.

Em seguida, Negroponte antecipa a democratização que a internet causaria ao transferir o poder dos grandes meios de comunicação para o usuário comum, ressaltando que o meio digital cria oportunidades para que um novo conteúdo venha a ter origem a partir de uma combinação inteiramente nova de fontes.

“E se transportar esses bits não requer esforço algum, que vantagens as grandes empresas de comunicação teriam sobre vocês ou sobre mim?”

Sobre essa combinação de fontes, consegui traçar um paralelo com as questões atuais de filtros, sejam eles RSS ou até nossos filtros sociais, pessoas e empresas que seguimos, e que aparecem como fonte primária de informação para gente, antes mesmo dos grandes veículos. Ficou bem claro que esses filtros atuais são parte do que Negroponte previu.

“A resposta está na criação de computadores que filtrem, classifiquem, estabeleçam prioridades e gerenciem múltiplos veículos, a multimídia, para nós – computadores que leiam jornais, assistam à televisão e que ajam como editores quando solicitados.”

Em seguida, uma dezena de páginas aborda a evolução da TV, a mídia mais avançada e popular até o surgimento da internet. Segundo o livro, os Estados Unidos, a Europa e o Japão acreditaram que a evolução da TV, após passar de preto e branco para colorido, seria buscar uma qualidade de imagem cada vez melhor. Só que nunca tiveram informações que corroborassem esse tipo de pensamento. Segundo Negroponte, eles desprezaram a importância do formato do conteúdo a ser exibido. Para os fabricantes de TV nos EUA, TV tem a ver com imagem (alta definição), e não com bits (digital).

“Ser digital é ter licença para crescer. Ser digital é optar por ser independente de tais padrões predominantes (PAL – NTSC). No caso da TV, se ela não fala determinado dialeto, você vai até a loja de informática mais próxima e compra um decodificador, como se compra programas para PC.”

Nessa altura do livro, o autor faz questão de abordar as vantagens de ser digital e chega a contestar a máxima da comunicação, ao afirmar que o meio não é mais a mensagem, mas sim uma das formas que ela assume. Cada vez mais, o receptor, e não o transmissor, dará forma à informação recebida.

“Os bits de uma partida de futebol podem ser convertidos pela TV-computador para que você assista ao jogo em forma de vídeo, o ouça na voz de um locutor ou o veja em formato de diagramas das jogadas. Em todos esses casos, trata-se do mesmo jogo e do mesmo conjunto de bits.”

A verdade é que no mundo de átomos, limites físicos impedem que se tenha volume e profundidade ao mesmo tempo, a não ser que se tenha um livro com quilômetros de espessura.  Esse problema do volume versus profundidade desaparece no mundo digital, de modo que leitores e autores podem mover-se com maior liberdade entre o geral e o específico. Na verdade, a idéia de “querer saber mais” é parte integrante da multimídia, e está na base da hipermídia.

Negroponte rodeado dos laptos XO, do projeto educacional "One Laptop For Child" (OLFC).

Negroponte rodeado de laptos XO, do projeto educacional "One Laptop For Child" (OLFC).

+ Visite o site em português da ONG “Um Laptop Por Criança” para saber mais.

Te conheço?
Nicholas dedica um capítulo inteiro à importância das interfaces, onde as pessoas e os bits se encontram, garantindo que o desafio da próxima década (e continua sendo) é desenvolver computadores que conheçam o usuário, aprendam quais são suas necessidades e entendam línguas verbais e não-verbais. Segundo ele, um computador deveria saber distinguir “Kissinger” de “kissing her”, não por ser capaz de identificar a pequena diferença acústica, mas por compreender o sentido. Estaria ele falando da web semântica há 15 anos atrás?

Esse capítulo explora a idéia de que o segredo do projeto de uma interface é fazê-la desaparecer. Os testes precisam julgar as experiências sensoriais como um todo.

“O ver e o sentir se complementam. Dois filmes graficamente iguais se diferenciarão caso um deles possua melhor qualidade de som. Assim como uma comida fica mais gostosa para quem usa óculos. Ver a comida com clareza é parte da qualidade de uma refeição.”

Fala que eu te escuto
Após abordar questões sobre realidade virtual, Negroponte retoma o debate da relação entre humanos e computadores ressaltando a importância de interfaces multimodo. Essas interfaces estariam preparadas para receber informações de canais diversos e concorrentes, como o toque, a fala ou  a escrita, de forma a enriquecer e complementar a informação faltante no outro.

“Se estamos numa sala com um punhado de pessoas e eu pergunto ‘como é que você se chama?’, a pergunta não faz sentido algum, a não ser que você possa ver para quem estou olhando ao formulá-la. Isto é, o pronome ‘você’ extrai seu sentido da direção do meu olhar.”

É com essa deixa que o livro afirma a importância das máquinas reconhecerem o mouse, o toque, o olhar e a fala como entrada de dados. Muitas vezes as pessoas não querem usar a máquina, mas sim que ela desempenhe as tarefas para elas. Então, os computadores devem aprender a ler diferentes expressões humanas para enriquecer a conversa, sem que seja necessário falar com a boca colada no microfone

A explanação sobre a importância do uso da fala para se comunicar com computadores continua e Negroponte explica que esse recurso evoluiu pouco ao longo dos anos não por falta de tecnologia, mas por falta de perspectiva adequada. A fala deixa as mãos livres e pode ser empregada à distância. No entanto, as nuances da fala (sarcasmo, subserviência, raiva) são tratadas como problemas (defeito) pelos computadores e não como riqueza (qualidade).

Negroponte dá sequência às suas previsões falando sobre a miniaturização como tendência.  Segundo ele, é possível que venhamos a carregar no pulso, o que hoje (em 1995, lembre-se!) nós temos em cima da mesa, é que há alguns anos ocupava uma sala inteira. Esse processo só não é mais utilizado por uma questão física, e não tecnológica.

“O principal motivo pelo qual não se coloca um modem na cabeça de um alfinete já não é de ordem tecnológica: é que temos dificuldade em saber onde deixamos as cabeças de alfinetes, e costumamos colocá-las no lugar errado”

O autor reforça sua previsão a respeito da miniaturização, ressaltando novamente a importância da fala, já que interfaces cada vez mais reduzidas dificultarão a implementação de botões e o uso dos dedos para interação.


Se é pra falar de previsões, neste vídeo de 1984, no primeiro TED, Negroponte fala sobre tendências como o CD-ROM, interfaces web e até telas touch screen (em inglês).

Na reta final do livro, as previsões de Negroponte passam por casas inteligentes, com eletrodomésticos e eletrônicos que conversam entre si e trocam informações para que possam facilitar a nossa vida. Como exemplo, ele cita um despertador inteligente que, por saber que o vôo está atrasado, permitirá que você durma mais um pouco, regulando automaticamente o horário do alarme. Esse tipo de inteligência ele também acredita que será usada nos automóveis e que todos esses aparatos dotados de tecnologia também poderão ter algum tipo de personalidade, algo que fuja daquela voz metálica e sem entonação, e que torne mais humana a conversa entre pessoas e máquinas.

Para terminar, o autor escreve algumas páginas sobre o otimismo e esperança em relação à influência da vida digital nas artes e na educação, encerrando o livro com o seguinte trecho:

“À medida que as crianças se apropriarem dos recursos de informação global, e à medida que descobrirem que só os adultos precisam de licença para aprender, nós com certeza encontraremos uma nova esperança e dignidade em lugares onde ambos existiam apenas em pequena medida”

E mais:

“Os bits de controle desse futuro digital estão mais do que nunca nas mãos dos jovens. Nada seria capaz de me deixar mais feliz do que isso”.

Leitura leve, rápida e divertida que, mesmo com alguns pontos datados, tem muito a acrescentar sobre a visão macro das vantagens que a vida digital pode trazer para o mundo.

LIVRO – A Lógica do Consumo

Em : 13-05-2010 | Por : Guilherme Mattoso | Categorias : biblioteca DNA

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A Lógico do Consumo

Livrinho bom, honesto, de leitura fácil. Um ótimo passatempo para você que gasta seu precioso tempo em ônibus, barca, metrô, salas de embarque… a Lógica do Consumo, de Martin Lindstrom, ao mesmo tempo que diverte, desconstrói alguns mitos do mundo da propaganda e aponta para novas tendências ao apresentar as pesquisas de neurociência como o futuro do marketing.

Os cases são divertidos e, na maioria das vezes, surpreendentes. Por exemplo, os resultados de uma pesquisa feita com fumantes mostrou que os avisos de alerta antifumo e as fotos chocantes não causam efeito repulsivo, mas estimulam o fumante a continuar comprando cigarros!

“… como a dra. Calvert concluiu mais tarde, os nossos voluntários não se sentiam envergonhados pelo que o cigarro estava fazendo com seu corpo; sentiam-se culpados porque aquelas imagens estimulavam as áreas de seu cérebro ligadas ao desejo”.

E ao longo das páginas, Lindstrom vai desconstruindo outros mitos e revelando novas “verdades” como: mershandising não funciona, aromas e sons são mais poderosos do que as logomarcas, sexo e sensualidade na publicidade não funciona e por aí vai… os resultados e interpretações das pesquisas surpreendem e os exemplos também são muito interessantes.

Porém, o excesso de exemplos que permeiam a narrativa às vezes cansa um pouco. Do início ao fim do livro você se depara com coisas como “aí eu estava esperando meu vôo da American Airlines, vendo e-mails no iPhone e tomando um café do Starbucks…”. Isso acontece direto! Tanto que o livro tem até um índice remissivo.

Alguns capítulos também tornam-se um pouco cansativos, pois ao invés de ir direto ao ponto, Lindstrom faz todo um prelúdio para chegar ao ponto. O capítulo sobre fé, religião e marcas é um pouco assim: ele começa com a pesquisa com as freiras e ai embora… e até voltar para os trilhos, você fica cansado com a leitura.

Outro contra: às vezes fica um pouco explícito que Martin Lindstrom quer vender seu peixe, insinuando em vários momentos que o futuro do marketing é o neuromarketing, que pra se destacar no mercado vai ter que buscar esse diferencial lá. Não sou especialista em marketing, aliás, nem trabalho na área, mas esse tom, apesar de discreto, não pegou bem.

Ainda assim, este livro não está aqui na seção à toa. É uma leitura agradável e interessante. Nos faz pensar sobre os novos rumos do marketing. E não duvido nada que aquela capa amarela, chapada, sem muita firula, tenha um quê de neuromarketing… algo do tipo “livros amarelos estimulam o intelecto dos leitores que, por sua vez, sintem-se estimulados a comprá-lo”. Eu mesmo, na dúvida entre outra publicação, levei esse por causa da capa.

LIVRO – As Redes Sociais na Internet

Em : 01-04-2010 | Por : Guilherme Mattoso | Categorias : biblioteca DNA

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Redes Sociais na Internet, de Raquel Recuero.

Redes Sociais na Internet, de Raquel Recuero.

Prepare-se, pois no livro “As Redes Sociais na Internet” você vai encontrar conteúdo! Diferente de muitos dos seus contemporâneos, principalmente os gringos, o material produzido pela jornalista e doutora em comunicação e informação, Raquel Recuero, tem consistência e apresenta um conteúdo denso sobre o tema proposto.

Engana-se quem, a julgar pelo título, espera encontrar apenas o hype que gira em torno das “redes sociais”. Aqui, meu caro, nós estamos falando de Ciências Humanas. A capa do livro, escura, tensa, com raios e umas bolas meio sci-fi, reflete um pouco da tônica da obra.

“As Redes Sociais na Internet” aborda um assunto que transcende à Internet e tem nela, hoje, um momento de explosão e popularidade. Ninguém duvida que a web é terreno fértil quando o assunto é redes sociais e Raquel mergulha fundo em uma análise que mostra o importante papel da internet na criação e união de diferentes grupos sociais. E tudo isso em constante metamorfose, na velocidade da banda larga e dos tweets.

Ao ler o livro, você  vai entender como realmente se dão as dinâmicas das redes sociais, dos movimentos de cooperação e de conflito, passando por definições como “redes sociais emergentes” e “redes de afiliação” ou “associativas”. Mas não se preocupe, toda narrativa é permeada por exemplos bem conhecidos de quem vive conectado: Orkut, Facebook, Twitter, Flickr… tá todo mundo lá, ilustrando alguns casos e também nas páginas finais, em um epílogo caprichado.

Trata-se de um livro com foco no público acadêmico, mas também serve – e muito! – para profissionais que trabalham com Internet, sejam eles jornalistas, publicitários, designers e… os famigerados analistas de redes sociais!

LIVRO – SEO Otimização de sites

Em : 24-11-2009 | Por : Guilherme Mattoso | Categorias : biblioteca DNA

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livro_seo

SEO Otimização de sites

O Livro “SEO Otimização de Sites”, de Paulo Teixeira, serve como um verdadeiro manual para o profissional de internet que está interessado em se aventurar no campo da Search Engine Optimization (SEO), ou seja, da otimização de websites. É sempre bom lembrar que estamos falando de um profissional que é referência no assunto, por isso a relevância do conteúdo está mais do que garantida!
 
O livro é bem didático e tem uma linguagem simples e clara, muito útil e indicado para não iniciados no assunto e marinheiros de primeira viagem. Paulo mostra o caminho das pedras para obter “sucesso” utilizando das técnicas de SEO, mas sem muito be-á-bá, ou seja, não espere por tutoriais completos mostrando como se fazer um planejamento tim-tim por tim-tim.
 
Nesse sentido, o livro nos leva desde os números e a importância de se estar bem posicionado nos sites de busca até a explicação do que é palavra-chave e sua importância no planejamento de SEO. E tudo isso com dicas e links úteis para ampliar a pesquisa e se aprofundar no assunto. Para mim, um dos capítulos mais bacanas é o “Otimizando Sites”, onde é possível ter uma visão ampla de como tornar seu site alinhado aos padrões web e prontinho para ficar no topo das pesquisas.
 
E no final do livro ainda rola um glossário com termos utilizados em marketing de busca! Se você tem interesse na área e não sabe como começar este livro pode ser o pontapé inicial pra você começar a entender do assunto sem muita complicação.

Abs,
Guilherme Mattoso |
@mattoso

LIVRO – Tudo o que você precisa saber sobre o Twitter

Em : 03-09-2009 | Por : Guilherme Mattoso | Categorias : biblioteca DNA, mídias sociais

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twitter

Tudo o que você precisa saber

Tá, mas e o livro? Bom, não vou negar que o livro é bastante didático e mostra o caminho das pedras para aqueles que ainda não se aventuraram com os 140 caracteres. O grande barato, porém, é que Spyer consegue em um único documento reunir uma quantidade relevante de informações – em português! – sobre o Twitter, não deixando de privilegiar também os hard users da ferramenta.

Acho o livro fundamental para pessoas e/ou empresas que têm interesse em twittar (ou já twittam), mas ainda ficam se perguntando “pra quê serve isso?”. Caríssimos, leiam a Parte 2, “Negócios, Jornalismo e Política”, e vocês terão insumos para um uso racional da parada. Recomendo, inclusive a impressão do livro, sério mesmo. Só dei mole na hora de imprimir, pois não configurei pra landscape (fiquem ligados!), mas ganhei um bom espaço pra rabiscar e anotar as observações e notinhas. Enfim, quem não curte manuais?! Baixa aí que o DNA recomenda!

Abs,
Guilherme Mattoso | @mattoso

 

* Com esta resenha estreamos a seção Biblioteca DNA, espaço dedicado às recomendações de leitura. Conforme a gente for arrumando a casa, o espaço estará melhor estruturado em breve!