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	<title>DNA Digital &#187; artigos</title>
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	<link>http://dnadigital.com.br</link>
	<description>Pensamentos sobre o novo profissional web e os desafios de comunicação na era do marketing digital.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 09 Jul 2010 23:09:42 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Como terminou a disputa entre o Greenpeace e a Nestlé?</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Jul 2010 03:17:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Spinardi</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[campanhas]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
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		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Há quase 3 meses, publiquei um post a respeito do duelo que o Greenpeace e a Nestlé travavam nas redes sociais. A história tinha diversos ingredientes para se tornar um case interessante, pois abordava questões ambientais a respeito do desmatamento na Indonésia, crise de imagem, censura no Facebook e repercussão internacional. Tudo proliferado através de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há quase 3 meses, publiquei <a href="http://dnadigital.com.br/greenpeace-e-nestle-protagonizam-o-duelo-da-vez-nas-redes-sociais/" target="_self">um post a respeito do duelo que o Greenpeace e a Nestlé travavam</a> nas redes sociais. A história tinha diversos ingredientes para se tornar um <em>case</em> interessante, pois abordava questões ambientais a respeito do desmatamento na Indonésia, crise de imagem, censura no Facebook e repercussão internacional. Tudo proliferado através de vídeos e blogs na internet. Fiquei devendo o desenrolar dessa história e pago minha dívida agora com juros e correção monetária.</p>
<div id="attachment_1717" class="wp-caption alignright" style="width: 210px"><a href="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/06/nestle-kitkat-02.jpg"><img class="size-full wp-image-1717" title="nestle-kitkat-02" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/06/nestle-kitkat-02.jpg" alt="" width="200" height="267" /></a><p class="wp-caption-text">Os orangotangos celebram a atitude da Nestlé.</p></div>
<p><strong>Dando um tempo aos orangotangos<br />
</strong>Se o objetivo do Greenpeace era forçar a Nestlé a dar um tempo (“Give a Break”, parodiando o slogan do chocolate Kit Kat) aos orangotangos existentes nas florestas tropicais da Indonésia, parece que ela conseguiu. Após dois meses de campanha e a participação de algumas centenas de milhares de pessoas através do Facebook, Twitter e outras redes sociais, a Nestlé anunciou, na manhã do dia 17 de maio, o compromisso de interromper a compra de matérias-primas de empresas suspeitas de desmatar florestas tropicais no país, como a Sinar Mas e Cargill, e, por consequência, de colocar em risco a existência dos orangotangos.</p>
<p>Mais impressionante do que a conquista do Greenpeace, foi a forma como a causa se espalhou através das redes sociais. Sem dúvida, nasceu mais um <em>case</em> para as palestras sobre o assunto. O vídeo da campanha foi visto mais 1.5 milhões de vezes e muitos usuários do Facebook trocaram suas fotos do perfil por imagens de orangotangos, de florestas tropicas ou da logo “Kit Kat Killer”.</p>
<p>É claro que essas ações online foram acompanhadas de manifestações diretas, como a intervenção na Assembléia Geral Anual da Nestlé, realizada em 15 de abril, quando ativistas do Greenpeace fantasiados de orangotangos saudaram os acionistas da empresa que chegavam para o encontro. Enquanto isso, do lado de dentro, militantes escondidos no teto penduravam cartazes que pediam o famoso “Give a Break” para os então famosos animais. Como se não bastasse, através de uma rede sem fio improvisada, ativistas enviavam tweets aos acionistas durante toda a reunião, cujos links levavam direto para o <a href="http://greenpeace.org/kitkat" target="_blank">greenpeace.org/kitkat</a> quando clicados. Belo cruzamento entre o on e o off, não?</p>
<div id="attachment_1718" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-1718" title="nestle-kitkat-03" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/06/nestle-kitkat-03.jpg" alt="Ativistas do Greenpeace protestam fantasiados de orangotango durante a Assembléia Geral Anual da Nestlé." width="400" height="284" /><p class="wp-caption-text">Ativistas do Greenpeace protestam fantasiados de orangotango durante a Assembléia Geral Anual da Nestlé.</p></div>
<p>O pessoal do Greenpeace resolveu atingir a Nestlé onde dói, no bolso, mostrando aos acionistas da empresa que a sociedade está ciente do que está acontecendo &#8211; e mais! &#8211; está se importando muito com isso. Segundo informações no próprio site do Greenpeace, a intenção é deixar bem claro, inclusive para outras empresas de atuação internacional, como Wal Mart e Carrefour, que não existe espaço para desmatamento de florestas nos produtos que o consumidor moderno adquire.</p>
<p><strong>As redes sociais podem mudar o mundo?</strong><br />
É com um título parecido com esse que <a href="http://www.greenpeace.org/international/en/news/Blogs/makingwaves/social-media-can-save-the-planet/blog/11832" target="_blank">um post do blog Making Waves</a>, do Greenpeace, celebra o poder das redes sociais no angajamento das pessoas por grandes causas. Essa bela história me fez sonhar com um lado ainda mais romântico das redes sociais, quando elas serão capazes, não só de fortalecer o poder do consumidor e potencializar vendas nas empresas, mas de, efetivamente, mudar o mundo para melhor. As redes sociais vão mesmo ajudar a diminuir o desmatamento? Podemos acabar com a fome no mundo com a ajuda das redes sociais? Há esperança contra a AIDS nas redes sociais? A corrupção deve começar a colocar seu rabinho entre as pernas?</p>
<p>Há fortes indícios positivos. Mas esse é um assunto para um próximo post. Nesse próximo post, vou destilar todo o meu romantismo para tentar enxergar as redes sociais sobre uma outra ótica. E vou ver se consigo trazer alguns bons exemplos sobre o assunto. Coloca esse post na lista das minhas dívidas e pode me cobrar.</p>
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		<title>Baby Boomers estão on line!</title>
		<link>http://dnadigital.com.br/baby-boomers-estao-on-line/</link>
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		<pubDate>Sat, 19 Jun 2010 15:11:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cibele Aviles</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[tendências]]></category>
		<category><![CDATA[baby boomers]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[melhor idade]]></category>
		<category><![CDATA[terceira idade]]></category>

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		<description><![CDATA[Com o passar dos anos, o Brasil está se tornando um país da melhor idade, e pesquisas vem evidenciando isso há algum tempo. E muitos fatores tem ajudado na longevidade e aumento da expectativa de vida, tornando nossos queridos velhinhos pessoas mais ativas, participativas, com melhor qualidade de vida.
A MELHOR IDADE NO BRASIL
Segundo a Organização [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com o passar dos anos, o Brasil está se tornando um país da melhor idade, e pesquisas vem evidenciando isso há algum tempo. E muitos fatores tem ajudado na longevidade e aumento da expectativa de vida, tornando nossos queridos velhinhos pessoas mais ativas, participativas, com melhor qualidade de vida.</p>
<p><strong>A MELHOR IDADE NO BRASIL</strong></p>
<div id="attachment_1710" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/06/IDOSOS-NO-BRASIL.gif"><img class="size-full wp-image-1710 " title="IDOSOS-NO-BRASIL" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/06/IDOSOS-NO-BRASIL.gif" alt="idosos no Brasil" width="300" height="221" /></a><p class="wp-caption-text">Img retirada do site tudoglobal.com</p></div>
<p>Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), os idosos representavam, em 2005, 10,4% da população mundial, e projeções revelam que, até 2050, esse valor será superior a 20%.</p>
<p>Com base no Censo 2000, no Brasil os idosos são hoje 14,5 milhões de pessoas, 8,6% da população total do País. O aumento da expectativa de vida do brasileiro está em ritmo bastante acelerado: em 1980, eram cerca de 560 mil idosos com mais de 80 anos, aumentando, em 2006, para quase dois milhões de habitantes (crescimento de 85,3%), sendo mais expressivo entre indivíduos acima de 75 anos, especialmente aqueles com 80 anos e mais.</p>
<p>Em 2008 pessoas com 60 anos ou mais já representavam 11,1% dos brasileiros. Neste mesmo ano, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), realizada pelo Instituto de Economia Aplicada (Ipea), mostrou que o Brasil poderá ser um país de velhos a partir de 2030. As regiões Sudeste e Sul são as mais envelhecidas: pessoas com 60 anos ou mais representavam 12,4% da população em 2008, e o Rio de Janeiro é o estado que possui mais idosos, de todo o país.</p>
<p>Dados, estatísticas, aos poucos virando realidade. E, pensando bem, em 2030 eu já estarei beirando os 60 anos, entrando nessa parcela da população!</p>
<p>Mas afinal, o que faz a melhor idade na web?</p>
<p><strong>SIM, ELES ESTÃO NA WEB!!</strong><br />
Pesquisas em diversos países vem mostrando o que nossos queridos vovôs e vovós tem feito na internet. Vamos aos dados:</p>
<p>No Brasil, um estudo feito pela Universidade de Brasília (UnB), ao comparar o comportamento dos idosos nacionais aos da Espanha, mostrou que eles buscam praticamente a mesma coisa na web: entretenimento, se relacionar e se expressar. Porém, se restringem a ser receptores passivos, pois quando se trata de produção de conteúdo, possuem dificuldades devido aos &#8220;complexos mecanismos de mediação e de filtros&#8221;, nos portais.</p>
<p>Abaixo, duas reportagens que mostram um pouco esta realidade. A do  Jornal da Gazeta é de 2007, e a do Jornal Hoje, mais recente: 2009.</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/a5kCSbp3gMk&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/a5kCSbp3gMk&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/zUq7JD85ifM&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/zUq7JD85ifM&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>No Reino Unido, uma pesquisa divulgada em fevereiro deste ano pela organização de caridade Booktrust , para ajudar a promover um projeto para leitores acima dos 60 anos &#8211; o Bookbite -,  indicou que a internet está ajudando a terceira idade a redescobrir sua paixão por literatura e escrita.</p>
<p>Esta pesquisa mostrou também que 31% dos britânicos que estão acima dos 60 anos tem vontade de publicar contos e de se associar a clubes do livro, na web.</p>
<p>Entre 2007 e 2009, a <a href="http://www.deloitte.com/" target="_blank">Deloitte </a>indicou que houve um crescimento de 16% entre os baby boomers que possuem perfil em redes de relacionamento na internet, conforme gráfico abaixo.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/06/boomers.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-1697" title="boomers" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/06/boomers.gif" alt="" width="324" height="181" /></a></p>
<p><strong>MINHA AVÓ ESTÁ NO ORKUT!</strong><br />
No Orkut existe a comunidade &#8220;Minha mãe está no orkut&#8221;, como muitos devem saber e até participar (como eu!). Pois bem, já temos 11 (até a publicação deste) denominadas &#8220;Minha avó está no orkut&#8221;. Mas nenhum tópico debatendo a respeito. Encontrei um tópico dentro da outra comunidade (a &#8216;Minha mãe está no orkut&#8217;).</p>
<div id="attachment_1682" class="wp-caption aligncenter" style="width: 429px"><a href="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/06/resultados_avo1.jpg"><img class="size-full wp-image-1682" title="resultados_avo1" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/06/resultados_avo1.jpg" alt="" width="419" height="114" /></a><p class="wp-caption-text">11 resultados na busca por &quot;Minha avó está no orkut&quot;</p></div>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_1683" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><a href="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/06/toico_avo.jpg"><img class="size-full wp-image-1683 " title="toico_avo" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/06/toico_avo.jpg" alt="" width="640" height="281" /></a><p class="wp-caption-text">Tópico na comunidade &quot;Minha mãe está no orkut&quot;</p></div>
<p>Uma pesquisa norte-americana divulgada recentemente pela <a href="http://www.aarp.org/" target="_blank">AARP</a> mostrou que mais de 25% dos norte-americanos com 50 anos, ou mais, se mantêm conectados em sites de relacionamento como facebook (o mais popular), myspace, linkedin e twitter; e que 73% dos que estão no Facebook aproveitam a rede para manter contato com parentes, amigos e colegas.</p>
<p>A pesquisa indicou ainda que 50% dos adultos mais velhos foram apresentados aos sites de redes sociais por um membro da família, em geral, um filho ou neto. Segundo a autora do estudo, Jean Koppen,</p>
<blockquote><p>&#8220;Eles usam a internet para acompanhar o mundo e também as pessoas que   lhes são importantes&#8221;</p></blockquote>
<p><strong>OS BENEFÍCIOS DA INTERNET PARA A MELHOR IDADE</strong></p>
<p>Em 2009, pesquisadores da Universidade da Califórnia fizeram um estudo  quanto ao uso da internet e o funcionamento do cérebro de idosos.  Contaram com 24 voluntários, com idades entre 55 e 78 anos, e  comprovaram que o uso diário da internet pode ajudar a melhorar o funcionamento  do cérebro de pessoas da terceira idade em pouco tempo, evitando a perda da capacidade de raciocínio, assim como as tradicionais palavras cruzadas e um jogo de quebra-cabeças.</p>
<p><strong>MAS E EU COM ISSO??</strong></p>
<p>That&#8217;s the question! Depois de ler tantos dados, nós, como profissionais da área, devemos começar a refletir &#8211; e <strong>agir</strong>!</p>
<p><em>Atendimento e Relacionamento: </em><br />
Como iremos  atendê-los? Temos paciência para explicar tudo nos mínimos detalhes para eles?</p>
<p><em>E-commerce:</em><br />
Eles tem alguma confiança e segurança para fazer compras on  line?<br />
Qual a melhor forma de pagamento para eles?<br />
Eles vão conseguir finalizar uma compra, com tantos passos a serem dados?</p>
<p><em>Prospects</em>:<br />
São hoje parcela representativa? E amanhã, serão?<br />
O que gostariam de &#8216;consumir&#8217; no mundo on line, apenas livros (como citado na pesquisa do Reino Unido)?</p>
<p><em>Ferramentas</em>:<br />
Lá em cima vimos que estão com dificuldades de utilizar ferramenta de publicação de conteúdo, o que podemos fazer para mudar isso?</p>
<p><em>Acessibilidade</em>:<br />
Estamos pensando neles e em suas limitações físicas devido a idade, ao fazermos nosso sites?</p>
<p>Devemos pensar nestes e em muitos outros pontos ao trabalhar na e com a internet. Afinal, esta geração,  que já está plugada, requer um tratamento  diferenciado.</p>
<p><strong>Fontes</strong>:<br />
- <a href="http://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/noticias/internet-faz-idosos-criarem-gosto-pela-literatura-20100208.html" target="_blank">R7</a></p>
<p>- <a href="http://www.unb.br/noticias/bcopauta/index2.php?i=591" target="_blank">Universidade de Brasília</a></p>
<p>- <a href="http://g1.globo.com/videos/jornal-hoje/v/pesquisa-decobre-o-que-mais-atrai-os-idosos-na-internet/1281577/" target="_blank">Jornal Hoje</a></p>
<p>- <a href="http://jornalnacional.globo.com/Telejornais/JN/0,,MUL1348542-10406,00-PESQUISAR+NA+INTERNET+FAZ+BEM+A+CEREBRO+IDOSO.html" target="_blank">Jornal Nacional</a></p>
<p>- <a href="http://www.emarketer.com/Article.aspx?R=1007484" target="_blank">eMarketer</a></p>
<p>- <a href="http://www.abril.com.br/pnad-2007/" target="_blank">Abril</a> (PNAD 2007)</p>
<p>- <a href="http://oglobo.globo.com/economia/mat/2009/09/17/retratos-do-brasil-pnad-2008-767663257.asp" target="_blank">O Globo</a> (PNAD 2008)</p>
<p>- <a href="http://oglobo.globo.com/economia/mat/2009/09/17/pnad-2008-populacao-brasileira-tem-cada-vez-mais-velhos-menos-jovens-767649149.asp" target="_blank">O Globo</a> <a href="http://oglobo.globo.com/economia/mat/2009/09/17/pnad-2008-populacao-brasileira-tem-cada-vez-mais-velhos-menos-jovens-767649149.asp" target="_blank">Economia</a> (PNAD 2008)</p>
<p>- <a href="http://portalexame.abril.com.br/tecnologia/noticias/redes-sociais-sao-populares-aposentados-diz-pesquisa-568890.html" target="_blank">Portal Exame</a></p>
<p>- <a href="http://tudoglobal.com/melhoridade" target="_blank">Tudo Global</a></p>
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		<title>Internet, jornalismo e weblogs</title>
		<link>http://dnadigital.com.br/internet-jornalismo-e-weblogs/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 01:07:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Mattoso</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[blogs]]></category>
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		<description><![CDATA[No já longínquo ano de 2003 &#8211; ano em que Lula assumiu a presidência e Britney e Madonna protagonizaram O beijo no VMA &#8211; eu ainda era um estudante de jornalismo perdido, desesperado atrás de um bom tema para monografia: estava muito na dúvida entre “Jornalismo Gonzo” e “Jornalismo e blogs”. Naquela época, a gente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1553" class="wp-caption aligncenter" style="width: 480px"><a href="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/04/internet.jpg"><img class="size-full wp-image-1553" title="internet" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/04/internet.jpg" alt="" width="470" height="353" /></a><p class="wp-caption-text">- Com vocês, a Internet!</p></div>
<p>No já longínquo ano de 2003 &#8211; ano em que Lula assumiu a presidência e Britney e Madonna protagonizaram O beijo no VMA &#8211; eu ainda era um estudante de jornalismo perdido, desesperado atrás de um bom tema para monografia: estava muito na dúvida entre “Jornalismo Gonzo” e “Jornalismo e blogs”. Naquela época, a gente ainda estava na ressaca do estouro da bolha, mas os blogs viviam o seu boom, ilustrando capas de revistas e tudo. Era terreno fértil, mas pouco estudado, motivo pelo qual minha orientadora me incentivou bastante a abraçar o tema.</p>
<p>A escolha caiu como uma luva. Na época, eu já estava completamente apaixonando pela web e a minha identificação era muito maior do que com as demais mídias. Além disso, eu já vivia conectado, íntimo dos blogs, graças ao trabalho que tinha com o Abaixo de Zero, minha banda na época. A web era, pra gente, terreno fértil pra divulgar nossa música. E olha que o Myspace e o Facebook nem existiam!</p>
<div id="attachment_1555" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/04/jornalismo.jpg"><img class="size-full wp-image-1555" title="jornalismo" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/04/jornalismo.jpg" alt="" width="400" height="284" /></a><p class="wp-caption-text">- O jornalismo como a gente conhecia se foi, né?</p></div>
<p>Assim nasceu a ideia de falar sobre “Internet, jornalismo e weblogs: uma nova alternativa de informação”. Hoje, o embate entre blogs e grande mídia é até meio batido, mas em 2003 a coisa tava começando a pegar fogo e esse foi o gancho que eu precisava. Como ainda não rolavam muitas publicações sobre blogs fui buscar as bases do texto em Pierre Lévy, André Lemos e Nicholas Negroponte, entre outros. Foram meses de pesquisa e trabalho que renderam muito prazer e dor de cabeça! E o esforço valeu.  Me saí bem na defesa e levei um 9 como nota final. Adivinhem o motivo do ponto perdido: muitos termos em inglês sem tradução.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Mas por que estou falando sobre isso?</strong><br />
Com a monografia aprovada, feliz da vida, mandei o texto pra <a href="http://www.bocc.ubi.pt/">Biblioteca On-Line de Ciências da Comunicação</a>, de Portugal, e eles prontamente publicaram. De lá pra cá, meu projeto foi parar em outros sites, bancos de artigos e eu nem sei por onde ela anda, perdi o controle. E o legal é que periodicamente &#8211; até hoje! &#8211; recebo e-mails de estudantes de jornalismo tirando dúvidas, pedindo referências ou marcando entrevista. O porém é que, de 2003 pra cá, eu não atualizei, revisei ou dei prosseguimento ao tema. A versão que vocês encontram por aí ainda é a mesma de 8 anos atrás!</p>
<div id="attachment_1556" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/04/webblogs.jpg"><img class="size-full wp-image-1556" title="webblogs" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/04/webblogs.jpg" alt="" width="400" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">- UAU! Um caminho alternativo para a informação...</p></div>
<p>O texto, em vários momentos, soa piegas e algumas expressões são até engraçadas, tipo&#8230; eu chamo Internet de “redes telamáticas” (!?) em determinados trechos (se não fosse meu, rolaria um sentimento de vergonha alheia!). Mas ainda assim, fico feliz ao ver que algumas infos são úteis e servem como fonte de pesquisa para estudantes que estão trabalhando no tema. É por isso que estou publicando o pdf da monografia aqui, criando mais esse espaço pros interessados baixarem e aproveitarem o que ainda pode ser aproveitado. E quem sabe, este post não seja um start pr’eu dar continuidade ao tema e criar um novo artigo?</p>
<p>Download: <a href="http://www.bocc.ubi.pt/pag/mattoso-guilherme-webjornalismo.pdf" target="_blank">Internet, jornalismo e weblogs: uma nova alternativa de informação</a></p>
<p>As <a href="http://grainedit.com/2009/01/23/max-dalton/" target="_blank">fotinhos</a> <a href="http://grainedit.com/2008/05/20/the-illustration-work-of-atsushi-hara/" target="_blank">que</a> <a href="http://grainedit.com/2008/01/23/alain-gree-childrens-book-illustrator/" target="_blank">ilustram</a> o post são do sensacional <a href="http://grainedit.com" target="_blank">Grain Edit</a>.</p>
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		<title>Manifesto Cluetrain tem o poder de ficar mais atual a cada ano</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Mar 2010 17:03:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Spinardi</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[manifesto cluetrain]]></category>
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		<description><![CDATA[Corro o risco de soar datado e publicar um post mais manjado do que parabéns (aquele da Xuxa!) em festa de aniversário, mas meu orgulho não irá me impedir de dividir esse conteúdo com o público que, assim como eu, ainda desconhece preciosidades como esta.
Tentando me aprofundar mais no duelo que está rolando entre o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Corro o risco de soar datado e publicar um post mais manjado do que parabéns (aquele da Xuxa!) em festa de aniversário, mas meu orgulho não irá me impedir de dividir esse conteúdo com o público que, assim como eu, ainda desconhece preciosidades como esta.</p>
<p>Tentando me aprofundar mais no <a href="http://dnadigital.com.br/greenpeace-e-nestle-protagonizam-o-duelo-da-vez-nas-redes-sociais/">duelo que está rolando entre o Greenpeace e a Nestlé</a>, vi um usuário criticar o administrador do perfil da Nestlé no Facebook acusando-o de desconhecer o &#8220;<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_Cluetrain_Manifesto" target="_blank">Manifesto Cluetrain</a>&#8220;. Mesmo lendo diversas revistas, assinando feeds sobre o assunto e participando de dezenas de eventos, nunca tinha ouvido falar no documento. Ou se ouvi algum dia, não tive sensibilidade suficiente para me ater à leitura.</p>
<p>Procurei saber mais no Google e descobri que &#8211; SIM! &#8211; o assunto é manjado, mas dada a relevância e pertinência nos dias de hoje, mais de 10 anos após seu lançamento, achei por bem deixar o registro aqui no blog.</p>
<div id="attachment_1514" class="wp-caption alignright" style="width: 210px"><a href="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/03/manifesto-cluetrain.jpg"><img class="size-full wp-image-1514" title="manifesto-cluetrain" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/03/manifesto-cluetrain.jpg" alt="Capa do livro Manifesto Cluetrain" width="200" height="267" /></a><p class="wp-caption-text">Manifesto Cluetrain - O Fim dos Negócios Como Conhecíamos</p></div>
<p><strong>Manifesto Cluetrain &#8211; O Fim dos Negócios Como Conhecíamos</strong><br />
O Manifesto Cluetrain foi escrito por Rick Levine, Christopher Locke, Doc Searls e David Weinberger, e publicado na internet em 1999. Ganhou uma versão impressa em 2000 com o mesmo nome, que pode ser <a href="http://www.amazon.com/Cluetrain-Manifesto-End-Business-Usual/dp/0738204315" target="_blank">comprada aqui</a> (não há versão do livro em português) ou <a href="http://www.cluetrain.com/portuguese/cluetrain.pdf" target="_blank">baixada aqui</a> (esta sim, PDF em português). Ah, e existe também uma <a href="http://www.cluetrain.com/portuguese/index.html" target="_blank">versão traduzida do site</a>.</p>
<p>São 95 teses organizadas em forma de um manifesto, que abordam as mudanças nas relações das empresas com seus clientes (mercado) e empregados, diante das possibilidades de conversação que as conexões web proporcionam.</p>
<p>É tudo aquilo que a gente lê, ouve e admira sobre consumidor 2.0, prossumers e redes sociais colaborativas hoje em dia, só que escrito de uma forma clara e direta. Sua crueza é quase punk, revolucionária, e explica sem meias palavras às empresas que a casa caiu! Se não caiu totalmente, já está desmoronando há tempos.</p>
<p>Segura essa:</p>
<div id="attachment_1519" class="wp-caption aligncenter" style="width: 210px"><a href="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/03/cluetrain-pow.jpg"><img class="size-full wp-image-1519" title="cluetrain-pow" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/03/cluetrain-pow.jpg" alt="" width="200" height="267" /></a><p class="wp-caption-text">Sweet dreams, baby!</p></div>
<blockquote><p>&#8220;Uma poderosa conversação global começou. Através da Internet, pessoas estão descobrindo e inventando novas maneiras de compartilhar rapidamente conhecimento relevante. Como um resultado direto, mercados estão ficando mais espertos—e mais espertos que a maioria das empresas.&#8221;</p></blockquote>
<p>E mais essa:</p>
<div id="attachment_1521" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/03/cluetrain-soc.jpg"><img class="size-full wp-image-1521" title="cluetrain-soc" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/03/cluetrain-soc.jpg" alt="" width="400" height="267" /></a><p class="wp-caption-text">E mais essa!</p></div>
<blockquote><p>&#8220;Estes mercados são conversações. Seus membros se comunicam em uma linguagem que é natural, aberta, honesta, direta, engraçada e muitas vezes chocante. Quer seja explicando ou reclamando, brincando ou séria, a voz humana é genuína. Ela não pode ser falsificada.&#8221;</p></blockquote>
<p>Finish Him!</p>
<div id="attachment_1526" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/03/cluetrain-finishhim.jpg"><img class="size-full wp-image-1526" title="cluetrain-finishhim" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/03/cluetrain-finishhim.jpg" alt="Liu kang prepara um Finish Him em Kano, no jogo Mortal Kombat." width="400" height="267" /></a><p class="wp-caption-text">Finish Him!</p></div>
<blockquote><p>&#8220;A maioria das empresas, por outro lado, apenas sabem como falar na linguagem calma, sem-humor e monótona da missão corporativa, prospectos de marketing, e o sinal de ocupado sua-ligação-é-importante-para-nós. O mesmo antigo tom, as mesmas antigas mentiras. Não é de se espantar que mercados conectados não tem respeito por empresas que não querem falar como eles.&#8221;</p></blockquote>
<p> </p>
<p><strong>As 95 teses do Manifesto Cluetrain:<br />
</strong>Pelo título desse post parece que eu já conhecia o manifesto, mas pelo texto vocês viram que o descobri agora. Caprichei no título para aparecer bem nos buscadores por aí. Aliás, pra aumentar a possibilidade de ser encontrado neles, optei por colocar as 95 teses do manifesto aqui no blog, como mais uma fonte de consulta. Leia com calma e divirta-se:</p>
<ol>
<li style="margin-bottom: 10;">Mercados são conversas.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Mercados são seres humanos, não segmentos demográficos.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Conversas entre seres humanos parecem humanas. Elas são conduzidas em uma voz humana.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Quer seja transmitindo informação, opiniões, perspectivas, argumentos ou apartes, a voz humana é tipicamente aberta, natural, sincera.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">As pessoas se reconhecem como tal pelo som desta voz</li>
<li style="margin-bottom: 10;">A Internet permite conversas entre seres humanos que simplesmente não eram possíveis na era dos mass-media.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Hiperligações subvertem a organização hierárquica.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Tanto nos mercados interligados como entre funcionários interligados, as pessoas estão falando umas com as outras de uma forma nova e poderosa.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Estas conversas em rede começam a permitir novas e poderosas formas de organização social e de troca de conhecimento.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Como resultado, os mercados estão ficando mais inteligentes, mais informados, mais organizados. A participação num mercado em rede muda as pessoas fundamentalmente.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">As pessoas, nos mercados em rede, perceberam que elas têm melhor informação e suporte que os fornecedores. Chega de retórica empresarial sobre agregar valor nos produtos de consumo.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Não existem segredos. O mercado em rede sabe mais que as empresas sobre seus próprios produtos. E, seja a notícia boa ou ruim, eles dizem-no quem os quiserem ouvir.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">O que está a acontecer aos mercados também está a acontecer entre os funcionários. Uma construção metafísica chamada “A Empresa” é a única coisa que separa “O Mercado” de “A Empresa”.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">As empresas não falam na mesma voz que as novas conversas em rede. Para suas pretensas audiências online, as empresas parecem ocas, ‘flat’, literalmente inumanas.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Em apenas alguns anos, a actual homogeneizada “voz” do negócio – o som das missões empresariais e panfletos – parecerá tão rebuscada e artificial quanto a linguagem da corte francesa do século XVIII.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">As empresas que falam na linguagem do charlatão, não estão falando para ninguém.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">As empresas que assumem que mercados online são os mesmos mercados que costumavam consumir os seus anúncios na televisão estão-se a enganar a si próprias.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">As empresas que não perceberam que seus mercados passaram a ser redes pessoa-a-pessoa, e como resultado ficaram mais inteligentes, e profundamente unidos nas conversas, estão perdendo sua melhor oportunidade.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">As empresas podem já comunicar-se directamente com seus mercados. Esta pode ser sua última hipótese.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">As empresas precisam perceber que seus mercados estão-se a rir. Delas.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">As empresas precisam ser mais leves e encarar-se menos seriamente. Elas precisam de ganhar um senso de humor.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Ter um senso de humor não significa colocar algumas piadas no web site empresarial. Pelo contrário, isto requer grandes valores, um pouco de humildade, honestidade, e um ponto de vista genuíno.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">As empresas que tentam “posicionar-se” devem ter uma posição. Idealmente, isto deve relacionar com algo que realmente seja importante para o seu mercado.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Declarações bombásticas – “Nós estamos posicionados para ser o principal fornecedor de XYZ” – não constituem uma posição.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">As empresas necessitam descer de suas torres de marfim e falar com as pessoas com quem têm esperança de criar relacionamentos.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Os departamentos de Relações Públicas não se relacionam com o público. As empresas têm na verdade um profundo temor de seus mercados.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Falando numa linguagem distante, pouco atractiva, arrogante, elas criam paredes para manter os mercados à distância.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">A maioria dos planos de marketing é baseada no medo de que o mercado consiga ver o que realmente está acontecendo dentro da empresa.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Elvis disse: “Não podemos caminhar juntos se não confiarmos uns nos outros.”</li>
<li style="margin-bottom: 10;">“Lealdade à Marca” é a versão empresarial de “fidelidade matrimonial”, mas a separação é não só inevitável como está já aí. Porque estão em rede, os mercados inteligentes estão prontos para renegociar relacionamentos a uma velocidade incrível.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Mercados em rede podem mudar de fornecedor da noite para o dia. Os trabalhadores em rede podem mudar de empregadores durante o almoço. Suas próprias “iniciativas de downsizing” obrigaram os empregados a fazer a pergunta: “Lealdade? O que é isto?”</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Mercados inteligentes irão à procura de, e encontrarão, fornecedores que falam sua própria língua.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Aprendendo a falar com uma voz humana não é um truque de magia. Isto não pode ser “apanhado” numa conferência qualquer.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Para falar em uma voz humana, as empresas devem compartilhar as preocupações das suas comunidades.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Mas primeiro, elas devem pertencer a uma comunidade.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">As empresas devem perguntar-se a si mesmas onde as suas culturas empresariais terminam.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Se suas culturas terminam antes de começarem as da comunidade, então elas não têm mercado.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Comunidades humanas são baseadas no diálogo – em linguagem humana – sobre preocupações humanas.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">A comunidade do diálogo é o mercado.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Empresas que não pertencem a uma comunidade de diálogo irão morrer.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Empresas fazem de sua segurança uma religião, mas isto não serve de nada. A maioria está-se protegendo menos contra os concorrente do que contra seu próprio mercado e força de trabalho.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Tal como nos mercados em rede, as pessoas estão também conversando entre si diretamente dentro da empresa – e não apenas sobre regras e regulamentos, directivas oficiais e lucros.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Tais conversas estão tomando lugar hoje nas Intranets empresariais. Mas apenas quando as condições são favoráveis.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">As empresas tipicamente instalam intranets de cima para baixo para distribuir políticas de RH e outras informações empresariais que os trabalhadores estão dando o melhor de si para ignorar.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Intranets tendem a ser chatas por definição. As melhores são feitas de baixo para cima por indivíduos participativos cooperando para construir alguma coisa muito mais valiosa: uma conversa empresarial intra-conectada.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Uma intranet sadia organiza trabalhadores nos vários sentidos da palavra. Seu efeito é mais radical que os objectivos de qualquer sindicato.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Ainda que isto assuste as empresas, elas dependem enormemente de intranets abertas para gerar e partilhar conhecimento crítico. Elas necessitam resistir à tentação de “melhorar” ou controlar estas conversas em rede.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Quando intranets empresariais não são regidas pelo medo e limitadas por regras, o tipo de conversa que elas encorajam parecem-se com conversas de mercados em rede.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Os organogramas funcionaram numa ‘ancien-economie’ onde os planos podiam ser completamente entendidos desde o topo das empinadas pirâmides administrativas e se podiam passar ordens detalhadas desde o topo.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Hoje, o organograma é hiper-ligado, ao invés de hierárquico. O respeito por conhecimento prático é maior que o respeito por autoridade abstracta.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Os estilos de gestão “comandar-e-controlar” derivam de, e reforçam, a burocracia, lutas de poder e toda a cultura da paranóia.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">A paranóia mata a conversa. Este é o ponto. Mas a falta de conversa aberta mata as empresas.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Estão a ocorrer duas conversas. Uma dentro da empresa. Outra com o mercado.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Na maioria dos casos, nenhuma das duas conversas vai muito bem. Quase invariavelmente, a causa da falha pode ser traçada nas noções obsoletas de comando e controle.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Como política, estas noções são venenosas. Como ferramentas, elas estão quebradas. Comandar e controlar são encarados com hostilidade pelos trabalhadores intra-conectados e geram desconfiança nos mercados inter-conectados.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Estas duas conversas querem também falar entre elas. Elas estão falando a mesma língua. Elas reconhecem suas vozes mutuamente.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Empresas inteligentes irão sair do caminho e fazer com que o inevitável aconteça o quanto antes.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Se a disposição de sair fora for encarada como uma medida de QI, então muito poucas empresas são sensatas.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Embora subliminarmente no momento, milhões de pessoas agora online percebem as empresas como um pouco mais que curiosas ficções legais que estão activamente impedindo que estas conversas se cruzem.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Isto é suicídio. Os mercados querem falar com as empresas.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Infelizmente, a parte da empresa com que o mercado em rede quer falar está normalmente escondida atrás de uma cortina de fumaça, de uma linguagem que soa falsa – e muitas vezes é.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Os mercados não querem conversar com charlatães e vendedores ambulantes. Eles querem participar nas conversas que estão acontecendo atrás do firewall empresarial.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Coloque-se num nível mais pessoal: nós somos estes mercados. Nós queremos falar consigo.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Nós queremos acesso às suas informações empresariais, aos seus planos e estratégias, seus melhores pensamentos, seu conhecimento genuíno. Nós não vamos nos conformar com o panfleto de 4-cores, ou com web sites cheio de malabarismos visuais mas sem nenhum conteúdo.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Nós também somos os trabalhadores que fazem sua empresa caminhar. Nós queremos falar directamente com os clientes em nossas próprias vozes, não em frases escritas num roteiro de conversação com eles.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Como mercados, como trabalhadores, ambos estamos cheios de obter nossa informação por controle remoto. Será que necessitamos de relatórios anuais impessoais e estudos de mercado de terceira-mão para nos apresentarmos uns aos outros?</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Como mercados, como trabalhadores, perguntamo-nos porque você não está ouvindo. Parece que você fala uma língua diferente.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">O calão inflacionado e pomposo que você utiliza por aí – na imprensa, nas suas conferências – o que tem a ver connosco?</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Talvez você impressione seus investidores. Talvez você impressione Wall Street. Você não nos está a impressionar.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Se você não nos impressiona, seus investidores estarão fugindo. Eles não entendem isto? Se eles entendessem, eles não deixariam você falar desta forma.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Suas noções antigas sobre “o mercado” fazem nossos olhos revirarem. Não nos reconhecemos a nós mesmos nas suas projecções – talvez porque nós sabemos que estamos em outro lugar.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Nós gostamos muito mais deste novo mercado. De fato, nós estamos a criá-lo.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Você está convidado, mas é o nosso mundo. Atire seus sapatos pela janela. Se você quiser negociar connosco, desça do pedestal!</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Nós somos imunes à publicidade. Esqueça.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Se quiser que falemos consigo, fale alguma coisa. Que seja interessante, para variar.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Nós temos algumas ideias para si também: algumas novas ferramentas que precisamos, alguns serviços melhorados. Coisas que estamos dispostos a pagar. Tem um minuto?</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Você está tão ocupado “fazendo negócios” para responder nosso email? Oh, desculpe, nós voltaremos mais tarde. Talvez.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Você quer nosso dinheiro? Nós queremos sua atenção.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Nós queremos que você largue sua viagem, saia fora do seu auto envolvimento neurótico, junte-se à festa.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Não se preocupe, você ainda pode fazer dinheiro. Isto é, desde que isto não seja a única coisa na sua mente.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Você percebeu que, por si só, o dinheiro é unidimensional e chato? Sobre o que mais podemos falar?</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Seu produto avariou. Porquê? Nós gostaríamos de perguntar ao tipo que o fez. Sua estratégia empresarial não faz sentido. Nós gostaríamos de falar com o seu CEO. Como assim ele não está?</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Nós queremos que você trate os 50 milhões de nós tão seriamente quanto você trata um repórter da Exame.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Nós conhecemos algumas pessoas da sua empresa. Eles são fixes online. Você tem mais destes escondidos por aí? Podem vir cá fora e jogar?</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Quando nós temos perguntas, nós nos apoiamos uns nos outros para obter respostas. Se você não tivesse um controle tão restrito sobre o “seu pessoal” talvez eles pudessem estar entre as pessoas em que nós nos apoiamos.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Quando nós não estamos ocupados sendo seu “target de mercado”, muitos de nós somos seu pessoal. Nós preferiríamos falar com amigos online do que olhar o relógio. Isto poderia transmitir seu nome melhor que seu web site de um milhão de euros. Mas você diz que falar com o mercado é trabalho do Marketing.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Nós gostaríamos de saber o que está acontecendo aqui. Isto seria muito bom. Mas seria um grande erro pensar que estamos esperando de braços cruzados.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Nós temos coisas melhores para fazer do que esperar pelas suas mudanças para vir fazer negócio connosco. Negócio é apenas uma parte de nossas vidas. Parece ser tudo na sua. Pense nisto: quem precisa de quem?</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Nós temos o poder real e sabemos disto. Se você não consegue ver a luz, algum outro verá e será mais atencioso, mais interessante, mais divertido para jogar.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Na pior das hipóteses, nossa nova conversa é mais interessante que aquelas feiras comerciais, mais engraçada que qualquer sitcom da TV, e certamente mais realista que os web sites empresariais que temos visto.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Nossa lealdade é para com nós mesmos – nossos amigos, nossos novos aliados e conhecidos, mesmo nossos companheiros de luta. As empresas que não tomam um partido neste mundo, também não têm futuro.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">As empresas gastaram biliões de euros no Y2K. Como é que elas não podem ouvir o tic-tac desta bomba-relógio do mercado? O que está em risco é bem mais importante.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Ambos estamos dentro das empresas e fora delas. Os limites que separam nossas conversas parecem o Muro de Berlim hoje, mas eles realmente são apenas um engulho. Nós sabemos que eles cairão. Nós iremos trabalhar de ambos os lados para derrubá-los.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Para as empresas tradicionais, conversas em rede podem parecer confusas, podem soar confusas. Mas nós estamos nos organizando mais rápido que elas. Nós temos melhores ferramentas, novas ideias e ausência de regras que nos fariam mais lentos.</li>
<li style="margin-bottom: 10;">Nós estamos acordando e nos inter-ligando. Nós estamos observando. Mas não vamos ficar à sua espera.</li>
</ol>
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		<title>Greenpeace e Nestlé protagonizam o duelo da vez nas redes sociais</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Mar 2010 21:50:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Spinardi</dc:creator>
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		<category><![CDATA[campanhas]]></category>
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		<description><![CDATA[Acordei hoje de manhã e vi uma mensagem do @ninocarvalho no Twitter falando sobre um combate entre o Greenpeace e a Nestlé nas redes sociais, envolvendo uma das marcas de chocolate mais adoradas do mundo, o Kit Kat. O link levava para um post de Mauro Segura, no blog A Quinta Onda, que eu gosto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acordei hoje de manhã e vi uma mensagem do <a href="http://www.twitter.com/ninocarvalho" target="_blank">@ninocarvalho</a> no Twitter falando sobre um combate entre o Greenpeace e a Nestlé nas redes sociais, envolvendo uma das marcas de chocolate mais adoradas do mundo, o Kit Kat. O link levava para um post de Mauro Segura, no blog <a href="http://aquintaonda.blogspot.com/2010/03/nestle-e-greenpeace-travam-queda-de.html" target="_blank">A Quinta Onda</a>, que eu gosto muito e recomendo.</p>
<div id="attachment_1506" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/03/greenpeace-nestle-killer.jpg"><img class="size-full wp-image-1506" title="greenpeace-nestle-killer" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/03/greenpeace-nestle-killer.jpg" alt="Logo do Kit Kat alterada Para Killer, com a imagem de um orangotango ao lado." width="400" height="267" /></a><p class="wp-caption-text">Greenpeace lança campanha contra Nestlé.</p></div>
<p>Você pode ficar por dentro do assunto visitando o blog A quinta Onda, mas, resumidamente, o debate gira em torno de uma campanha que o Greenpeace lançou contra a Nestlé, denunciando a compra de óleo de dendê de fornecedores que estão &#8220;destruindo as florestas tropicais da Indonésia, que ameaça a subsistência dos povos locais e empurra orangotangos para a extinção&#8221;.</p>
<div id="attachment_1510" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/03/print-greenpeace-uk.jpg"><img class="size-full wp-image-1510" title="print-greenpeace-uk" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/03/print-greenpeace-uk.jpg" alt="Print da página do Greenpeace no Reino Unido" width="400" height="267" /></a><p class="wp-caption-text">A home do www.greenpeace.co.uk está toda decorada com a campanha.</p></div>
<p>Desde que o debate explodiu, o Greenpeace lançou um vídeo chocante e a Nestlé contactou o Google para retirá-lo do Youtube, alegando que o vídeo infringia direitos autorais. Como a gente bem sabe, o vídeo se proliferou por outras ferramentas de compartilhamento e hoje já estampa a HOME da página do Greenpeace no Reino Unido, onde ele é oferecido para download como um presente, com opções de &#8220;embed&#8221; e estimulando os usuários a fazerem o download e publicarem em seus sites de compartilhamento de vídeo prediletos. Foi de lá que a gente tirou pra colocar aqui ó:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=10236827&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=00ADEF&amp;fullscreen=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="385" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=10236827&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=00ADEF&amp;fullscreen=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>A Nestlé também soltou um <a href="http://www.nestle.co.uk/PressOffice/PressReleases/March/NestleUKResponseToGreenpeaceReport" target="_blank">release</a> informando que não compra óleo de dendê do Sinars Mas Group para elaborar nenhum de seus produtos , incluindo o Kit Kat. Mas esse método mais tradicional de responder à mídia não parece ter gerado o efeito esperado.</p>
<p>Navegando por alguns links de sites estrangeiros que abordaram o assunto, como o do Scott Gould que escreveu um post chamado &#8220;<a href="http://scottgould.me/the-7-things-nestle-shouldve-done/" target="_blank">The 7 Things Nestlé Should’ve Done</a>&#8220;, pude perceber que a Nestlé contrariou tudo o que se lê sobre relacionamento das marcas nas redes sociais e &#8211; me arrisco a dizer &#8211; foi a principal responsável para que o caso ganhasse a dimensão que ganhou. Scott Gould não parou por aí e, alegando que é fácil dizer o que a empresa não deveria fazer, postou hoje o texto <a href="http://scottgould.me/what-nestle-should-do-in-4-steps/" target="_blank">What Nestlé Should Do Now</a>, listando 4 passos que podem surtir efeito no combate à crise.</p>
<p>No post <a href="http://www.labnol.org/internet/nestle-facebook-page/13208/" target="_blank">What Other Companies Can Learn from Nestle’s Facebook Page</a>, do site Digital Inspiration, há um print do tipo de diálogo que o representante da Nestlé no Facebook travou com os usuários que contactavam a marca questionando-a sobre o assunto. Se não bastasse ter censurado o vídeo, tentou censurar a manifestação dos usuários que aderiram à alteração da marca feita pelo Greenpeace, que substituia o nome Kit Kat por Killer. Atitude autoritária e arrogante, que reproduzo aqui para apreciação:</p>
<div id="attachment_1503" class="wp-caption aligncenter" style="width: 554px"><a href="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/03/nestle-facebook.gif"><img class="size-full wp-image-1503" title="nestle-facebook" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/03/nestle-facebook.gif" alt="Print do diálogo entre fãs e a Nestlé no Facebook." width="544" height="1501" /></a><p class="wp-caption-text">RP da Nestlé rasga a cartilha de relacionamento nas redes sociais e impulsiona campanha lançada pelo Greenpeace.</p></div>
<p>Pelo visto, acompanharemos durante as próximas semanas um acalorado debate e um excelente caso de crise nas redes sociais. Como a Nestlé conseguirá contornar esse caso? A produção do Kit Kat será afetada caso a Nestlé reconheça o erro e suspenda a compra de matéria-prima? Dá pra sair de uma dessas sem arranhar a marca? E aquela velha história de sair da crise mais forte? A Nestlé vai conseguir fazer limonada desse abacaxi?</p>
<p>Vamos acompanhar as cenas dos próximos capítulos&#8230;</p>
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		<title>Sites institucionais: inovação ou morte?</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 14:23:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cibele Aviles</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[tendências]]></category>
		<category><![CDATA[mercado internet]]></category>
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		<description><![CDATA[Ultimamente tenho visto posts sobre o fim dos sites institucionais e, por ter trabalhado &#8220;um tantinho&#8221; com isso, vou colocar aqui também a minha visão deste mercado.
RECORDAR É VIVER&#8230;
Lembro quando comecei o meu primeiro estágio, em 1998, como web designer: para montar os sites, as fontes de informações que chegavam em nossas mãos eram cartões [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ultimamente tenho visto posts sobre o fim dos sites institucionais e, por ter trabalhado &#8220;um tantinho&#8221; com isso, vou colocar aqui também a minha visão deste mercado.</p>
<p><strong>RECORDAR É VIVER&#8230;</strong><br />
<img class="alignleft size-full wp-image-1168" style="margin: 5px;" title="passado" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/01/passado.jpg" alt="passado" width="200" height="199" />Lembro quando comecei o meu primeiro estágio, em 1998, como web designer: para montar os sites, as fontes de informações que chegavam em nossas mãos eram cartões de visita dos clientes e folhetos impressos; os textos viravam uma página em HTML, com o logotipo e alguma animação em &#8216;.gif&#8217;. Os sites se resumiam em &#8220;quem somos&#8221;, &#8220;o que fazemos&#8221;, e um e-mail e telefone de contato. Posso dizer mesmo que eram folhetos online e as empresas se preocupavam simplesmente em estar presente na internet, sem critérios de como e por que, afinal, a web era maior novidade daquele momento.</p>
<p>Com o passar do tempo, as páginas ganharam mais conteúdo, e as empresas melhoraram a sua forma de apresentação, com uma cara mais profissional e séria. Entraram &#8220;história&#8221;, &#8220;visão e missão&#8221;, &#8220;localização&#8221;, &#8220;serviços&#8221;, &#8220;clientes&#8221;, além de um formulário de contato, não mais apenas um e-mail. Aqui também foi a época em que os sites possuiam uma página convidando os usuários a entrar no site (quem se lembra? <img src='http://dnadigital.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  ).</p>
<p>Vieram os sites que utilizavam bastante javascript (menus com on mouse over!), depois os que abusavam das animações em flash,  então o &#8216;.asp&#8217; e &#8216;.jsp&#8217;, ajax&#8230; e há pouco, o conceito de acessibilidade diminuiu o ritmo de animações invisíveis aos leitores de tela.</p>
<p>Tecnologias a parte, nos últimos anos cresceu rapidamente o conceito de comunidades, com a entrada do Orkut (hoje com 6 anos) e mais recentemente do Twitter, que mudaram a posição do telespectador: os consumidores passaram a opinar, trocar ideias e até a interferir nos serviços e produtos oferecidos pelas empresas. E os sites&#8230;</p>
<p><strong>MORTE AOS SITES? OU EVOLUÇÃO PARA PORTAIS MAIS DINÂMICOS E INTERATIVOS?</strong><br />
<img class="alignright size-full wp-image-1163" style="margin: 5px;" title="CB058865" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/01/future.jpg" alt="CB058865" width="210" height="144" />Esta semana, acessei o site de uma empresa que há tempos não via e percebi que o conteúdo era o mesmo de 3 anos atrás. Pensei: &#8220;esse literalmente parou no tempo!&#8221;. Mas por quê? Simplesmente porque, há 3 anos, não se via nem se pensava a internet com o dinamismo e o imediatismo que possui hoje.</p>
<p>Os usuários atuais, principalmente os <em>heavy users</em>, o <a href="http://mundodomarketing.com.br/10%2C12838%2Cquem-e-o-neoconsumidor-.htm" target="_blank">neoconsumidor</a>, <a href="http://dnadigital.com.br/geracao-y-so-se-for-agora/" target="_blank">a geração Y</a> e as novas que virão por aí, estão mais exigentes, mais seletivas e mais perceptivas a &#8216;falcatruas&#8217;. Sabem dessa sua condição e, por isso mesmo, quando veem que algo não está nos eixos, logo &#8220;colocam a boca no trombone&#8221;.</p>
<p>Após o &#8220;boom&#8221; das comunidades e redes sociais na web e a &#8220;nova forma&#8221; da empresa se comunicar com o seu público, tem-se percebido que os sites institucionais estão ficando realmente fora de moda. O estático perdeu espaço para o dinamismo, que está na vida das pessoas quase <em>full time</em>. A informação chega, é percebida, e dali 5 minutos já está velha. Consequência da evolução (ou revolução?) da web.</p>
<p>As empresas mais inovadoras e antenadas perceberam isso e logo trataram de mudar seus sites. Algumas começaram com o blog institucional, forma de conversar com seus clientes dentro de um ambiente mais controlado que não apenas as comunidades no orkut.</p>
<p>Chegou então o conteúdo mais dinâmico e os serviços &#8216;úteis&#8217; agregados; o RSS; o video e o audio, além dos textos e imagens, viraram também fontes de informação; aumentou &#8211; e bem &#8211; o espaço para a integração das comunidades e redes sociais, com um apelo ao conteúdo mais detalhado para o próprio portal. Muitos passaram a possuir perfis oficiais nas comunidades e redes sociais e por ali captam os sentimentos do seu público, atendendo e interagindo com ele.</p>
<p>Isso sem falar na usabilidade e acessibilidade que também começam a entrar nos layouts, contribuindo para encontrar o que se busca com mais rapidez, além das comunidades voltadas para públicos específicos, criadas pelas próprias empresas!</p>
<p>Do lado corporativo, os portais começam a tomar o lugar dos sites institucionais, ao permitir o atendimento a todos os públicos envolvidos com a empresa (internos, stakeholders, externos&#8230;). Ambientes voltados para cada um deles, com conteúdo e serviços específicos, possibilidade de personalização através da criação de perfis, participação e colaboração, crescem com mais maturidade.</p>
<p>O que nós, profissionais da área, não devemos esquecer nunca, é que este &#8220;mundo maravilhoso&#8221; demanda um planejamento alinhado com a estratégia da empresa e muito bem definido, justamente pelo dinamismo da web como um todo. E que no mundo virtual vamos nos deparar com todo o tipo de situação real, e devemos estar preparados para lidar com ela, seja qual for.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-1162" style="margin: 5px;" title="direcao" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/01/direcao.jpg" alt="direcao" width="91" height="135" />Afinal, este é o papel das áreas de Marketing e Comunicação, certo?</p>
<p>O que vem pela frente, ainda é incerto. Empresas trocarão definitivamente os seus portais por comunidades customizadas? Existe maturidade suficiente para isso dentro e fora delas? Vamos aguardar&#8230;enquanto isso, caminhamos de acordo com a evolução de cada uma das partes.</p>
<p>Leia mais:<br />
- <a href="http://www.fsb.com.br/blog/?p=238#more-238" target="_blank">post da Risoleta Miranda no FSBPR Digital;</a></p>
<p>- <a href="http://www.emarket.ppg.br/index.asp?InCdNewsletter=60&amp;InCdUsuario=14674&amp;InCdMateria=5685" target="_blank">eMarket</a>;<br />
- <a href="http://mundodomarketing.com.br/10%2C12838%2Cquem-e-o-neoconsumidor-.htm" target="_blank">Neoconsumidor</a>;<br />
- <a href="../geracao-y-so-se-for-agora/" target="_blank">Geração Y;<br />
</a>- <a href="http://www.ning.com/" target="_blank">ning</a>;</p>
<p>[ ]&#8217;s,</p>
<p>Ciba Aviles<br />
<a href="http://www.twitter.com/ctaviles" target="_blank">@ctaviles</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Brasil: Campeão Mundial no envio de mensagens indesejadas!</title>
		<link>http://dnadigital.com.br/brasil-campeao-mundial-no-envio-de-mensagens-indesejadas/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Dec 2009 01:56:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cibele Aviles</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[autoregulamentação]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<description><![CDATA[Esta semana, a Cisco Systems divulgou um relatório em que diz que ficamos em primeiro lugar no envio de Spam, porém, nossa culpa não é assim tão grande, já que muitos computadores infectados por vírus ou outro tipo de malware se aproveitam da falta de cuidado dos usuários e espalham mensagens indevidamente.
O ranking agora está [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Esta semana, a Cisco Systems divulgou um relatório em que diz que ficamos em primeiro lugar no envio de Spam, porém, nossa culpa não é assim tão grande, já que muitos computadores infectados por vírus ou outro tipo de malware se aproveitam da falta de cuidado dos usuários e espalham mensagens indevidamente.</p>
<div id="attachment_1083" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-1083" title="spam-brasil" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/01/spam-brasil.jpg" alt="Sim, ganhamos mais este título e será que vamos fechar 2009 com a medalha de ouro?" width="400" height="267" /><p class="wp-caption-text">Sim, ganhamos mais este título e será que vamos fechar 2009 com a medalha de ouro?</p></div>
<p style="text-align: left;">O ranking agora está assim:</p>
<p style="text-align: left;">1- Brasil<br />
2- Estados Unidos<br />
3- Índia}<br />
4- Coreia do Sul<br />
5- Turquia<br />
6- Vietnã<br />
7- China<br />
8- Polônia<br />
9- Rússia<br />
10- Argentina</p>
<p style="text-align: left;">Nos meses de <a href="http://bit.ly/5YDA38" target="_blank">agosto</a> e <a href="http://bit.ly/4GgUey" target="_blank">outubro</a> deste ano,  pesquisas da Symantec divulgaram que o Brasil estava em segundo lugar no ranking mundial no envio de e-mails não desejados, e assim continuou nos três meses seguintes, com os números sempre aumentando.</p>
<p style="text-align: left;">O fato é que, se estamos promovendo a Inclusão Digital sem uma legislação definida e a cultura da segurança da informação, a tendência é estes números aumentarem cada vez mais.</p>
<p style="text-align: left;">Conheça um pouco mais sobre o Spam:</p>
<p style="text-align: left;"><strong>CONCEITO</strong></p>
<p style="text-align: left;">Segundo o <a href="http://www.antispam.br/conceito/" target="_blank">antispam.br</a>,  o spam “é o termo usado para referir-se aos <em>e-mails</em> não solicitados, que geralmente são enviados para um grande número de pessoas. Quando o conteúdo é exclusivamente comercial, esse tipo de mensagem é chamada de UCE (do inglês <em>Unsolicited Commercial E-mail</em>).”</p>
<p style="text-align: left;">O termo é uma abreviação em inglês de “<a href="http://www.spam.com/" target="_blank">spiced ham</a>” (presunto condimentado). Para saber um pouco da sua <a href="http://www.antispam.br/historia/" target="_blank">história, clique aqui.</a></p>
<p style="text-align: left;"><strong>NÚMEROS</strong></p>
<p>Em 2003, o <a href="http://bit.ly/7nh6ML" target="_blank">Brasil já era o 4° colocado no ranking</a> dos países que mais enviam spam. O estudo, &#8220;E-commerce and Development Report 2003”, divulgado pela Unctad (Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento), revelou que o Brasil era responsável por 4,9% de todo o tráfego mundial de spam, ficando atrás apenas dos EUA, China e Reino Unido.</p>
<div id="attachment_1085" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-1085" title="spam-brasil-02" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/01/spam-brasil-02.jpg" alt="Em 2003, o Brasil já era o 4° colocado no ranking dos países que mais enviam spam." width="400" height="267" /><p class="wp-caption-text">Em 2003, o Brasil já era o 4° colocado no ranking dos países que mais enviam spam.</p></div>
<p style="text-align: left;">Em 30 de julho de 2004, uma pesquisa divulgada pela Commtouch revelou que, no primeiro semestre deste ano, o produto mais anunciado era o Viagra, seguido de anúncios pornográficos e de cassinos. Até então o Brasil estava ainda em 4° colocado.</p>
<p style="text-align: left;">No ano de 2005, a empresa de análise de mercado Radicati Group, divulgou que 31% dos internautas já haviam clicado em links contidos em spams e mais de 10% já haviam comprado produtos anunciados nas mensagens.</p>
<p style="text-align: left;">No segundo semestre de 2006, o Brasil liderou o ranking no envio de spam na América Latina, segundo a Symantec, sendo o responsável por 42% de todo spam detectado na região, seguido pela Argentina (14%) e Chile (11%).</p>
<p style="text-align: left;">Em 2008, um estudo realizado pela NetOfficer, representante da alemã G Data, com base nos relatórios do Security Labs, mostrou que o Brasil é o país que mais repassa mensagens indesejadas, seguido da Alemanha. Pela pesquisa da Symantec, o Brasil havia passado, no mês de julho deste ano, para o 4° lugar em envio destas mensagens.</p>
<p style="text-align: left;">Em <a href="http://bit.ly/4JlOED" target="_blank">fevereiro de 2009</a> a Symantec divulgou um estudo que mostrou que o Brasil já era o 2º do ranking mundial e em agosto 12% de toda mensagem indesejada no mundo saiu deste país.</p>
<p style="text-align: left;">No <a href="http://bit.ly/5YRb2H" target="_blank">site Barracuda Central</a> temos dados atualizados sobre este assunto, com gráfico ilustrando as categorias mais enviadas. Abaixo, o gráfico ilustrando os países e categorias que estavam no topo, no dia 25 de setembro de 2009. No <a href="http://bit.ly/6sg0Wl" target="_blank">cert.br</a> também é possível encontrar estatísticas de notificações reportadas a eles.</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1051 alignnone" title="barracudacentral25-09-09" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2009/12/barracudacentral25-09-091.jpg" alt="barracudacentral25-09-09" width="450" height="327" /></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: left;"><strong>COMO EVITAR, COMBATER E DENUNCIAR<br />
</strong></p>
<p style="text-align: left;">Uma <a href="http://bit.ly/7PpH9D" target="_blank">análise realizada em 2008</a>, por pesquisadores da Universidade de Cambridge feita com mais de 550 milhões de mensagens, indica que endereços iniciados com as letras A, M, S, R e P são as que recebem proporcionalmente mais <em>junk mail</em>, enquanto a proporção de lixo eletrônico recebido por e-mails iniciados com as letras Q, Z e Y é menor.</p>
<p style="text-align: left;">No <a href="http://bit.ly/5WVG6p" target="_blank">site da Comissão de Trabalho Antispam</a> (CT-Antispam) são encontrados documentos de análises e estudos de combate as mensagens indesejadas.</p>
<p style="text-align: left;">Para saber mais sobre o que é, as práticas e como denunciar, acesse a <a href="http://bit.ly/8pxMBm" target="_blank">Cartilha de Segurança para Internet</a>, do Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança do Brasil (CERT).</p>
<p style="text-align: left;">No dia 13 de agosto entrou em vigor o <a href="http://www.abemd.org.br/AutoRegulamentacao/AutoRegulamentacaoEmailMkt.aspx" target="_blank">Código de Autoregulamentação para prática de E-mail Marketing,</a> criado por diversas entidades brasileiras de internet, comércio e defesa do consumidor, que visa reforçar a prática do envio de e-mail marketing de forma ética, pertinente e responsável. <a href="http://www.abemd.org.br/AutoRegulamentacao/AutoRegulamentacaoEmailMkt.aspx" target="_blank"></a><a href="http://bit.ly/6H8zvD" target="_blank">Leia nosso post sobre ela.</a></p>
<p style="text-align: left;"><strong>SPAM TAMBÉM DESPERDIÇA ENERGIA E POLUI?!</strong></p>
<p style="text-align: left;">Um <a href="http://bit.ly/54kDYf" target="_blank">estudo elaborado</a> pela empresa de informática McAfee e pesquisadores independentes de alterações climáticas e especialistas em spam do ICF International, com dados levantados em 2008, realizado nos Estados Unidos, Alemanha, Austrália, Brasil, Canadá, China, Espanha, França, Índia, Japão, México e Reino Unido, mostrou que, em todo o mundo, o envio das mensagens indesejadas consome uma energia equivalente a 33 bilhões de quilowatts por hora, ao longo de um ano. Esta quantidade seria suficiente para abastecer 2,4 milhões de casas. Toda esta energia não é aproveitada, já que 80% do spams são ignorados ou apagados pelos internautas.</p>
<p style="text-align: left;">O estudo mostrou ainda que os filtros de combate ao lixo eletrônico teriam a capacidade de promover uma redução das emissões de dióxido de carbono, visto que essas mensagens não desejadas são capazes de gerar uma poluição equivalente à originada por 3,1 milhões de veículos.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>E ELE FUNCIONA!!</strong></p>
<p style="text-align: left;">Com tudo isso, nos questionamos: o spam funciona? Aparentemente sim! #medo<img class="alignright size-medium wp-image-1054" title="Mailbox with clipping path" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2009/12/mail_spam-236x300.jpg" alt="Mailbox with clipping path" width="236" height="300" /></p>
<p style="text-align: left;">A Messaging Anti-Abuse Working Group ou Grupo de Trabalho anti-abuso por mensagens (MAAWG), organização que congrega grandes provedores e empresas como Yahoo, Facebook, Telefônica, HP, Sun Microsystems, entre outras, promoveu, em 2009, uma grande <a href="http://bit.ly/6oKXiB" target="_blank">pesquisa para entender os hábitos das pessoas em relação ao e-mail e à segurança online</a>. Metade das 800 pessoas que participaram desta pesquisa afirmou que clica nos links que sabem ser considerados spam, e o que os motiva é a curiosidade e desejo de saber no que ia dar a um real interesse pela oferta.</p>
<p style="text-align: left;">Dos entrevistados, 21% disseram não se prevenir no combate ao envio de lixo eletrônico, seja através de serviços antispam oferecidos pelos seus provedores, ou pela utilização de ferramentas gratuitas. E, embora 82% saberem da existência dos &#8220;Cavalos de Tróia&#8221; (softwares que permitem que outra pessoa obtenha controle sobre a máquina de um terceiro) e dos malware, apenas 20% acredita que seu computador está sujeito a vírus e 25% não atualizam manualmente seu antivírus achando que isso acontece automaticamente.</p>
<p style="text-align: left;">A pesquisa apontou também que muitos computadores estão infectados com programas que fazem com que o e-mail de um cidadão comum dispare mais e mais mensagens de spam. Justamente o que a pesquisa da Cisco revelou sobre a liderança do Brasil no envio destas mensagens, esta semana.</p>
<p style="text-align: left;">[ ]&#8217;s,<br />
Ciba Aviles</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.twitter.com/ctaviles" target="_blank">@ctaviles</a></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
]]></content:encoded>
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		<title>Recebeu SPAM? Denuncie!</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Aug 2009 14:53:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cibele Aviles</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Web Analytics Wednesday]]></category>

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		<description><![CDATA[É isso mesmo! A guerra contra o SPAM continua e o cerco está se fechando cada vez mais contra esta prática invasiva e indecente.
Em conjunto, as entidades ABEMD (Associação Brasileira de Marketing Direto), ABRADI (Associação Brasileira das Agências Digitais), ABRANET (Associação Brasileira dos Provedores de Internet), ABRAREC (Associação Brasileira das Relações Empresa Cliente), AGADI (Associação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É isso mesmo! A guerra contra o SPAM continua e o cerco está se fechando cada vez mais contra esta prática invasiva e indecente.</p>
<p>Em conjunto, as entidades <a href="http://www.abemd.org.br" target="_blank">ABEMD</a> (Associação Brasileira de Marketing Direto), <a href="http://www.abradi.com.br" target="_blank">ABRADI</a> (Associação Brasileira das Agências Digitais), <a href="http://www.abranet.org.br" target="_blank">ABRANET</a> (Associação Brasileira dos Provedores de Internet), <a href="http://www.abrarec.com.br" target="_blank">ABRAREC</a> (Associação Brasileira das Relações Empresa Cliente), <a href="http://www.agadi.com.br/" target="_blank">AGADI</a> (Associação Gaúcha das Agências Digitais), <a href="http://www.apadi.com.br" target="_blank">APADI</a> (Associação Paulista das Agências Digitais), <a href="http://www.cgi.br" target="_blank">CGI.br</a> (Comitê Gestor da Internet no Brasil), <a href="http://www.fecomercio-rs.org.br" target="_blank">FECOMÉRCIO-RS</a> (Federação do Comércio do Estado do Rio Grande do Sul), <a href="http://www.fecomercio.com.br" target="_blank">FECOMÉRCIO-SP</a> (Federação do Comércio do Estado de São Paulo), <a href="http://www.federasul.com.br" target="_blank">FEDERASUL</a> (Federação das Associações Comerciais e de Serviços do Rio Grande do Sul), <a href="http://www.iab.net" target="_blank">IAB</a> (Interactive Advertising Bureau), <a href="http://www.internetsul.com.br" target="_blank">INTERNETSUL</a> (Associação Rio Grandense dos Provedores de Acesso, Serviços e Informações da Rede Internet), <a href="http://www.proteste.org.br" target="_blank">PRO TESTE</a> (Associação Brasileira de Defesa do Consumidor), <a href="http://www.seprorgs.org.br" target="_blank">SEPRORGS</a> (Sindicato das Empresas de Informática do Rio Grande do Sul), formaram um comitê e criaram o <a href="http://www.abemd.org.br/AutoRegulamentacao/AutoRegulamentacaoEmailMkt.aspx" target="_blank">Código de Autoregulamentação para prática de E-mail Marketing</a>, que entra em vigor hoje.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-803" style="margin: 7px 5px;" title="E-mail marketing" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2009/08/mailmkt.jpg" alt="E-mail marketing" width="158" height="160" />Esta Autoregulamentação surgiu para complementar o projeto de lei 21/2004 (atualmente na Comissão de Educação do Senado), do senador Eduardo Azeredo (PSDB), que proíbe o envio de mensagens não solicitadas, incluindo o e-mail marketing. Não há uma diferenciação neste projeto entre um e outro!</p>
<p>O comitê visa também, reforçar a prática do envio de e-mail marketing de forma ética, pertinente e responsável, conforme indicado e descrito no Capítulo 3. O código destaca ainda, os pré-requisitos técnicos para o envio dos e-mails, que deverão ser implementados nas áreas de TI das empresas que tenham solução própria desta prática.</p>
<p>As punições são uma advertência com recomendação de correção da prática, seguida de bloqueio do domínio do remetente. Em 180 dias, a contar de hoje, será constituido um Conselho de Ética que irá julgar as denúncias de infrações do código.</p>
<p>Agora os clientes poderão denunciar as más práticas de envio de e-mail marketing e spam no Brasil. Mas apenas no Brasil! Muitas empresas deste segmento já estão adaptadas e/ou se adaptando, e o mais importante agora é manter o seu cliente informado sobre isso e não esquecer de divulgar em seu site  a “política de privacidade e de uso de dados”.</p>
<p style="text-align: left;"><img class="alignleft size-medium wp-image-796" style="margin-left: 6px; margin-right: 6px;" title="WebAnalyticsWednesday (WAW)" src="http://dnadigital.com.br/wp-content/uploads/2009/08/waw-300x77.jpg" alt="WebAnalyticsWednesday (WAW)" width="240" height="62" />Para quem quiser saber mais sobre o tema, haverá uma palestra sobre ele no dia 19 de agosto, quarta-feira, no encontro mensal do WebAnalytics Wednesday (WAW):</p>
<p style="text-align: left;">Local: Auditório da ESPM, Centro &#8211; Rio de Janeiro<br />
Horário: a partir das 20h<br />
Participação: <strong>Gratuita</strong>, número de vagas limitado.<br />
Palestrante: Priscila Gonçalves, diretora de marketing da Mailsender Tecnologia, empresa especializada em e-mail marketing.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://www.webanalyticsdemystified.com/wednesday/index.asp?event_city=Rio%20de%20Janeiro" target="_blank">Saiba mais e se inscreva aqui!</a></strong></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: left;"><em>[ ]&#8217;s,<br />
Ciba Aviles | </em><a href="http://www.twitter.com/ctaviles"><em>@ctaviles</em></a><strong><br />
</strong></p>
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