Não deixe de ler

LIVRO - O Cliente é quem mandaLIVRO - O Cliente é quem manda O título do livro de Pete Blackshaw me remete às publicações clichês do gênero, mas o subtítulo “Como ter sucesso num mundo em que os consumidores satisfeitos divulgam suas experiências para...

>>> Oba, quero ler!

Adeus 2010... E as tendências para a internet em 2011?Adeus 2010... E as tendências para a internet em 2011? Fim de ano é período de retrospectiva. Já o início, é período de apostas. Desde a última semana de 2010 até hoje, já li meia dúzia de artigos e reportagens sobre as tendências que devem se consolidar...

>>> Oba, quero ler!

LIVRO - O que a Google faria?LIVRO - O que a Google faria? Não sabia da existência desse livro, que acabou furando a fila na minha lista de leitura, já que ganhei da minha digníssima esposa e não poderia fazer pouco caso dele. Confesso que torci o nariz para...

>>> Oba, quero ler!

LIVRO - Vendendo o InvisívelLIVRO - Vendendo o Invisível Harry Beckwith é diretor da Beckwith Partners, empresa de marketing que presta consultoria sobre marca e posicionamento, e palestrante de renome internacional. Neste best seller do New York Times, ele...

>>> Oba, quero ler!

Manifesto Cluetrain tem o poder de ficar mais atual a cada anoManifesto Cluetrain tem o poder de ficar mais atual... Corro o risco de soar datado e publicar um post mais manjado do que parabéns (aquele da Xuxa!) em festa de aniversário, mas meu orgulho não irá me impedir de dividir esse conteúdo com o público que,...

>>> Oba, quero ler!

  • Prev
  • Next

6 dicas para recrutamento em sites de mídia social

Em : 25-05-2010 | Por : Guilherme Mattoso | Categorias : mídias sociais, tendências

0

Gente é o que não falta nas redes sociais!

Gosto de listas. Algumas não servem pra nada, outras são engraçadas e algumas poucas são úteis. O excelente Mashable! publicou  recentemente as seis dicas para recrutamento em sites de mídias social, com o objetivo de auxiliar você que faz uso de redes sociais para selecionar futuros empregados, mas creio que as tips servem, de maneira geral, para todos aqueles que desejam fazer das mídias sociais um canal de relacionamento, independente do propósito. Confiram:

1. Crie uma presença online, refletetindo quem você é:
Ter um avatar interessante e atualizado ajuda. Certifique-se de organizar seus diferentes perfis (no Twitter, Facebook…). Isso aproxima você dos usuários e ajuda a formar relacionamentos. Tenha em mente que a sua biografia (ou da sua empresa) seja suscinta, clara e objetiva.

2. Aproveite ao máximo o seu tempo:
Seja participativo! Não crie vários profiles para, depois, abandoná-los. Participe e dedique parte do seu tempo para as mídias sociais. Como sugere Boorman, “é preciso um grande investimento de tempo para construir uma comunidade de talento”.

3. Individualize a abordagem:
Mandar aqueles e-mails padrões para zilhões de pessoas é muito caído. Comunique-se diretamente com quem você está construindo um relacionamento.

Personalize o relacionamento

Personalize o relacionamento!

4. Seja autêntico:
Esse povo de RH sempre quer ter um contato real com os candidates e para isso, estes profissionais também devem ser “reais”. É preciso ser autêntico e transparente.

5. Compartilhe coisas interessantes:
Também há espaço para entretenimento. Partilhe notícias ou links interessantes, fale sobre temas ligados ao seu negócio.

6. Concentre-se no mérito:
Se alguém fizer uma pergunta a você via mídias sociais, encontre uma maneira de responder! Mesmo que seja necessário migrar de canal e partir para uma conversação offline.

- Saiba mais sobre as 6 dicas e confira o post na íntegra (em inglês).
- As ilustrações são de Dan Stiles.

LIVRO – A Lógica do Consumo

Em : 13-05-2010 | Por : Guilherme Mattoso | Categorias : biblioteca DNA

1

A Lógico do Consumo

Livrinho bom, honesto, de leitura fácil. Um ótimo passatempo para você que gasta seu precioso tempo em ônibus, barca, metrô, salas de embarque… a Lógica do Consumo, de Martin Lindstrom, ao mesmo tempo que diverte, desconstrói alguns mitos do mundo da propaganda e aponta para novas tendências ao apresentar as pesquisas de neurociência como o futuro do marketing.

Os cases são divertidos e, na maioria das vezes, surpreendentes. Por exemplo, os resultados de uma pesquisa feita com fumantes mostrou que os avisos de alerta antifumo e as fotos chocantes não causam efeito repulsivo, mas estimulam o fumante a continuar comprando cigarros!

“… como a dra. Calvert concluiu mais tarde, os nossos voluntários não se sentiam envergonhados pelo que o cigarro estava fazendo com seu corpo; sentiam-se culpados porque aquelas imagens estimulavam as áreas de seu cérebro ligadas ao desejo”.

E ao longo das páginas, Lindstrom vai desconstruindo outros mitos e revelando novas “verdades” como: mershandising não funciona, aromas e sons são mais poderosos do que as logomarcas, sexo e sensualidade na publicidade não funciona e por aí vai… os resultados e interpretações das pesquisas surpreendem e os exemplos também são muito interessantes.

Porém, o excesso de exemplos que permeiam a narrativa às vezes cansa um pouco. Do início ao fim do livro você se depara com coisas como “aí eu estava esperando meu vôo da American Airlines, vendo e-mails no iPhone e tomando um café do Starbucks…”. Isso acontece direto! Tanto que o livro tem até um índice remissivo.

Alguns capítulos também tornam-se um pouco cansativos, pois ao invés de ir direto ao ponto, Lindstrom faz todo um prelúdio para chegar ao ponto. O capítulo sobre fé, religião e marcas é um pouco assim: ele começa com a pesquisa com as freiras e ai embora… e até voltar para os trilhos, você fica cansado com a leitura.

Outro contra: às vezes fica um pouco explícito que Martin Lindstrom quer vender seu peixe, insinuando em vários momentos que o futuro do marketing é o neuromarketing, que pra se destacar no mercado vai ter que buscar esse diferencial lá. Não sou especialista em marketing, aliás, nem trabalho na área, mas esse tom, apesar de discreto, não pegou bem.

Ainda assim, este livro não está aqui na seção à toa. É uma leitura agradável e interessante. Nos faz pensar sobre os novos rumos do marketing. E não duvido nada que aquela capa amarela, chapada, sem muita firula, tenha um quê de neuromarketing… algo do tipo “livros amarelos estimulam o intelecto dos leitores que, por sua vez, sintem-se estimulados a comprá-lo”. Eu mesmo, na dúvida entre outra publicação, levei esse por causa da capa.