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Não vou negar que o atraso de quase uma hora incomodou um pouco e teve gente que acabou desistindo de acompanhar o bate-papo, mas quem ficou se deu bem. A apresentação, sucinta e direta não cansou e o momento “perguntas e respostas” funcionou .
Bom, mas vamos a apresentação. Em pouco mais de 30 minutos, Daniella deixou claro que números são vazios se não houver ação, ou seja, de que adianta apresentar relatórios extensos, com acessos, visitas e mil e um gráficos se estes não servem de norte para os objetivos do cliente/empresa?
Daniella Morier em palestra na ESPM (Twitpic da Alessandra Gonçalves)
“Precisamos, em primeiro lugar, ver quais são os objetivos do negócio, o que eu quero atingir com este canal. Aí sim, partimos para a interpretação dos dados”, disse.
Daniella explicou ainda que, para a Avantare, a compatibilidade de agendas é fundamental para o sucesso da estratégia: alinhar as expectativas do que o usuário quer, cumprir o que a empresa deseja e, aí sim, medir o sucesso da ação.
Foram ainda apresentados algumas dicas para potencializar a ação, como planejar “visitas ideais” ao site (com organogramas), ter foco nos KPIs e traçar a organização das métricas no ciclo: 1. atração > 2. conquista > 3. conversão > 4. relacionamento.
A palestra estará disponível, em breve, no site da Avantare.
O espaço para perguntas começou meio tímido, mas logo virou uma conversa interessante sobre os desafios, dúvidas de se trabalhar com métricas em site de vendas online/offline. Em seguida rolou aquele newtworking coffeebreak básico, mas não fiquei até o fim, no happy hour na Devassa.
No dia 15/09 participei do curso “Como trabalhar sua marca nas redes sociais”, promovido pelo iDig (Instituto Digital), em Botafogo. Foram 3 professores:
- Robert Rodrigues (@alvinerius), Gerente de SEO e Mídias Sociais da Agência Frog;
- Roberto ALoureiro (@betoaloureiro), Gerente de Redes Sociais da Tecnisa;
- Guilherme Rios (@guirios), Gestor de Projetos da E.Life
Diante das três visões diferentes de mercado, de cada professor, o primeiro, profissional que atua em agência, o segundo, com foco corporativo, e o terceiro, com foco em agência específica em análise de mídias sociais, o conteúdo foi bastante rico e proveitoso, e percebi que, apesar de muitas vezes os profissionais desta área não se comunicarem com frequencia, as estratégias estão bem alinhadas frente a movimentação do mercado.
foto: Flickr da @pathaddad
Robert Rodrigues começou dizendo que independente do veículo com o qual trabalhamos, lidamos o tempo todo com pessoas. Se antes a rede mundial era de computadores, hoje ela é uma rede mundial de pessoas. Antes, os formadores de opinião eram a família, a igreja e o Estado; depois foram as mídias de massa; e hoje todos podem ser. Simplesmente porque todos produzem conteúdo na rede, opinam, influenciam decisões. O boca-a-boca foi potencializado pela internet, afinal, pessoas confiam em pessoas, e nas redes sociais a mensagem é imediata e por isso, menos distorcida. E o brasileiro é um povo que adora redes sociais, faz parte e participa delas, tanto que o IBOPE revelou que no mês de julho já eram 5 milhões que utilizavam o twitter, por exemplo.
As empresas devem ter transparência ao entregar a sua mensagem ou prometer qualquer coisa pela internet justamente por isso. Uma informação, quando compartilhada com os consumidores, gera mais confiança para uma marca, e ao dialogar com os seus clientes, a conquista pode ser mais rápida.
E como a internet não possui fronteiras geográficas, quando é feito algum comentário, seja ele positivo ou negativo, possui um alcance inestimável. Por exemplo, se falo mal de um serviço prestado por uma empresa aqui no Rio de Janeiro e possuo entre os meus seguidores do twitter, pessoas que moram na Amazônia ou em Porto Alegre, elas ficarão sabendo e poderão replicar para a sua rede.
Lembrou também que é importante saber medir as ferramentas utilizadas, que cada uma possui sua característica e que mesmo que uma empresa não queira levar sua marca para a internet, com certeza ela já está lá, sendo comentada por muita gente!
Descreveu, ainda, as redes sociais mais ativas no momento, com as características de cada uma, e como neste momento é legal atuar nelas e monitorá-las.
O segundo tempo veio com Roberto ALoureiro, fornecendo dados sobre os internautas, e já colocando que iria fazer um terrorismo com a galera em relação as redes sociais. Terrorismo no sentido de que não adianta a sua marca/empresa estar nas redes sociais se não atua ativamente, se não tem pessoas respondendo pela empresa e falando com os consumidores por ali. E que antes de utilizá-las, é necessário conhecê-las, e as suas particularidades, para não gerar um resultado negativo, uma impressão inversa a qual se deseja.
Para isso, o Seeding deve ser feito com bom senso, a marca deve estar atuando como uma parceira dos clientes, conversando, participando e trocando com eles. Quando ele abordou este assunto, lembrei do sou+web de sábado, quando falamos do “rastro” deixado na internet: devemos tomar cuidado com promessas, comentários e respostas que deixamos na internet, pois o google indexa e fica lá, registrado!
Lembrou também que o consumidor hoje tem o poder de escolha, pois está tudo ao seu alcance, basta um clique no botão “Pesquisa google”. E que, se alguma informação não é encontrada ali por ser muito específica, basta procurá-la nas comunidades do Orkut…
Depois, assim como o Robert Rodrigues, descreveu comunidades utilizadas e suas características, de acordo com a sua visão e abordagem diária, o que enriqueceu bastante o conteúdo para nós, que estávamos ali assistindo, pois pudemos ter a visão dos dois lados: agência e empresa.
Paradinha para repor as energias, e o Beto ALoureiro retornou dando continuidade, desta vez falando do diagnóstico e planejamento estratégico para ações nas mídias sociais. As redes sociais devem ser um braço da estratégia on line da empresa, então, por que começar com mídias sociais se o site não existe ou não está atualizado?
Ao fazer o diagnóstico da sua marca, se não for encontrado nenhum comentário tecido até então nas redes sociais, assuntos relacionados ao negócio devem estar na prioridade de busca. Conheça o mercado, a concorrência, escolha palavras relevantes, monte a sua estratégia, alinhe à cultura da empresa, e mão na massa! (Análise SWOT, gente!!) Lembrando sempre que o sucesso da estratégia on line está ligado ao sucesso da estratégia off line. E veja o que ele tem a nos dizer sobre isso:
No planejamento, definir as oportunidades, possíveis problemas, objetivo, metas, verba, equipe e suporte. A evolução dentro das redes sociais vai depender do público e do tipo do negócio. As fases são: presença, conteúdo, relacionamento, SEO/SEM. Medir os resultados das ações também é fundamental: as metas foram alcançadas?
E comece devagar, afinal, o mundo não foi criado em apenas um dia!
Guilherme Rios (@guirios) Foto: Cibele Aviles
A última aula do dia foi sobre mensuração de resultados nas redes sociais, com Guilherme Rios. A geração Y é o consumidor 2.0, pois viu e viveu esta revolução digital e tecnológica, que ainda acontece. Hoje o consumidor é o canal, as mídias sociais são controladas por ele, porém há como medir isso. E a pessoa que for medir, não deve ser a mesma que comunica, que transmite a informação, pois quem mede também acaba auditando.
Ele deu uma dica legal: os consumidores são impulsivos ao comunicar algo negativo em relação a uma marca, porém, ao falar positivamente, devem ser estimulados através de questionamentos.
A sua abordagem não foi técnica, mas sim, conceitual, passando pela cognição, cooperação e confiança dos consumidores: as pessoas avaliam informações, se organizam rumo a objetivos individuais e coletivos, formam rede em torno de uma meta e confiam nas opiniões das outras.
Colocou que a colaboração, quando estimulada, gera buzz positivo e que dentro de um blog o número de comentários também é uma métrica. E dentro de cada tipo de rede social, podem ser medidos: relevância, popularidade, repercussão e influência.
Enfim, o curso foi bastante proveitoso, as diferentes visões por diferentes profissionais do mercado agregaram bastante. Percebemos ao final que apesar de estarmos conectados por uma rede virtual, lidamos o tempo todo com pessoas, e com as informações ao seu alcance, estão cada vez mais exigentes e atuantes em relação as marcas. É necessário transparência, diálogo e uma aproximação com o cliente para que haja conquista, satisfação e fidelização do público que se deseja atingir.
No dia 15/09 participei do curso “Como trabalhar sua marca nas redes sociais”, promovido
pelo iDig (Instituto Digital), em Botafogo. Foram 3 professores:
Robert Rodrigues, Gerente de SEO e Mídias Sociais da Agência Frog
Roberto ALoureiro, Gerente de Redes Sociais da Tecnisa
Guilherme Rios, Gestor de Projetos da E.Life
Diante das três visoes diferentes de mercado, de cada professor, o primeiro, profissional
que atua em agência, o segundo, com foco corporativo, e o terceiro, com foco em agência
específica em análise de mídias sociais, o conteúdo foi bastante rico e proveitoso, e
percebi que, apesar de muitas vezes o profissional desta área não se falar com frequencia,
as estratégias estão bem alinhadas frente a movimentação do mercado.
Robert Rodrigues começou dizendo que independente do veículo com o qual trabalhamos,
lidamos o tempo todo com pessoas. Se antes a rede mundial era de computadores, hoje ela é
uma rede mundial de pessoas. Antes, os formadores de opinião eram a família, a igreja e o
Estado; depois foram as mídias de massa; e hoje todos podem ser. Simplesmente porque todos
produzem conteúdo na rede, opinam, influenciam decisões. O boca-a-boca foi potencializado
pela internet, afinal, pessoas confiam em pessoas, e nas redes sociais a mensagem é
imediata e por isso, menos distorcida. E o brasileiro é um povo que adora redes sociais,
faz parte e participa delas, tanto que o IBOPE revelou que no mês de julho já eram 5
milhões que utilizavam o twitter, por exemplo.
Foi colocado também que as redes sociais facilitam a identificação do nicho, o que facilita
bastante as ações para as empresas.
As empresas devem ter transparência ao entregar a sua mensagem ou prometer qualquer coisa
pela internet justamente por isso. Uma informaçao, quando compartilhada com os
consumidores, gera mais confiança para uma marca, e ao dialogar com os seus clientes, a
conquista pode ser mais rápida.
E como a internet não possui fronteiras geográficas, quando é feito algum comentário, seja
ele positivo ou negativo, possui um alcance inestimável. Por exemplo, se falo mal de um
serviço prestado por uma empresa aqui no Rio de Janeiro e possuo entre os meus seguidores
do twitter, pessoas que moram na Amazônia ou em Porto Alegre, elas ficarão sabendo e
poderão replicar para a sua rede.
Lembrou também que é importante saber medir as ferramentas utilizadas, que cada uma possui
sua característica e que mesmo que uma empresa não queira levar sua marca para a internet,
com certeza ela já está lá, sendo comentada por muita gente!
Descreveu, ainda, as redes sociais mais ativas no momento, com as características de cada
uma, e como neste momento é legal atuar nelas e monitorá-las.
O segundo tempo veio com Roberto ALoureiro, fornecendo dados sobre os internautas, e já
colocando que iria fazer um terrorismo com a galera em relação as redes sociais. Terrorismo
no sentido de que não adianta a sua marca/empresa estar nas redes sociais se não atua
ativamente, se não tem pessoas respondendo pela empresa e falando com os consumidores por
ali. E que antes de utilizá-las, é necessário conhecê-las, e as suas particularidades, para
não gerar um resultado negativo, uma impressão inversa a qual se deseja.
Para isso, o Seeding deve ser feito com bom senso, a marca deve estar atuando como uma
parceira dos cliente, conversando, participando e trocando com eles. Quando ele abordou
este assunto, lembrei do sou+web de sábado, quando falamos do “rastro” deixado na internet:
devemos tomar cuidado com promessas, comentários e respostas que deixamos na internet, pois
o google indexa e fica lá, registrado!
Lembrou também que o consumidor hoje tem o poder de escolha, pois está tudo ao seu alcance,
basta um clique no botão “Pesquisa google”. E que, se alguma informação não é encontrada
ali por ser muito específica, basta procurá-la nas comunidades do Orkut…
Depois, assim como o Robert Rodrigues, descreveu comunidades utilizadas e suas
características, de acordo com a sua visão e abordagem diária, o que enriqueceu bastante o
conteúdo para nós, que estávamos ali assistindo, pois pudemos ter a visão dos dois lados:
agência e empresa.
Paradinha para repor as energias, e o Beto ALoureiro retornou dando continuidade, desta vez
falando do diagnóstico e planejamento estratégico para ações nas mídias sociais. As redes
sociais devem compor um braço da estratégia on line da empresa, portanto, porque começar
com mídias sociais se o site não existe ou não está atualizado?
Ao fazer o diagnóstico da sua marca, se não for encontrado nenhum comentário tecido até
então nas redes sociais, assuntos relacionados ao negócio devem estar na prioridade de
busca. Conheça o mercado, a concorrência, escolha palavras relevantes, monte a sua
estratégia, alinhe à cultura da empresa, e mão na
massa! E lembrando sempre que o sucesso
da estratégia on line está ligado ao sucesso da estratégia off line. E veja o que ele tem a
nos dizer sobre isso:
No planejamento, definir as oportunidades, possíveis problemas, objetivo, metas, verba,
equipe e suporte. A evolução dentro das redes sociais vai depender do público e do tipo do
negócio. As fases são: presença, conteúdo, relacionamento, SEO/SEM. Medir os resultados das
ações também é fundamental: as metas foram alcançadas?
E comece devagar, afinal, o mundo não foi criado em apenas um dia!
Em : 14-09-2009 | Por : Leonardo Spinardi | Categorias : eventos, sou+web
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Diferente das edições anteriores, este Sou+Web se anunciava um debate com perfil mais filosófico, acadêmico, menos prático e repleto de subjetividade. Talvez por isso o número de pessoas na platéia tenha sido um pouco menor, de forma que ninguém precisou ficar em pé ou sentado no chão como em edições anteriores. Mas poucas eram as cadeiras vazias.
Cláudio Hannig, Fernanda Bruno, Marcelo Thompson e Andrea Thompson aguardam perguntas da platéia. Foto: Cibele Aviles
Pra começar, o mix de palestrantes foi muito bem equilibrado, permitindo que o debate abordasse 3 óticas diferentes sobre como a privacidade vem sendo trabalhada na era da intimidade coletiva. Após a breve introdução do organizador Nino Carvalho, Andréa Thompson, integrante da equipe do DNA Digital, assumiu seu papel de moderadora e contou uma breve história sobre uma menina chamada Sofia e de que forma a sua intimidade era impactada pelas novas mídias, com ofertas de serviços e produtos a cada momento do seu dia. Foi um exemplo lúdico que serviu como pano de fundo para a palestra da Fernanda Bruno, professora adjunta do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura e do Instituto de Psicologia, ambos da UFRJ.
Viés Filosófico – Como nós, consumidores, estamos inseridos
Mais do que trazer algum tipo de resposta, a primeira apresentação da manhã veio repleta de questionamentos. De onde vem esse desejo de compartilhar a intimidade que a gente tanto vê na internet? Fernanda Bruno chamou a atenção para os rastros que são deixados por cada atitude que a gente faz na rede. Uma busca, um comentário, uploads e downloads, entre outros, vão deixando pegadas que abastecem um banco de dados. Nesse vai-e-vem de dados, o que é público e o que é privado? Esta linha tênue que divide esses dois conceitos é uma característica inerente da internet? Fernanda acredita que devemos pensar nisso e participar de uma forma mais ativa. Confira um trechinho do bate-papo no vídeo abaixo:
Viés de Mercado – Como as marcas estão agindo
Para falar sobre como as agências e as grandes empresas tem trabalhado os dados dos clientes obtidos em campanhas e utilizados em relacionamentos, Cláudio Hannig, Diretor de Contas da Rapp Brasil e responsável pelo escritório carioca da agência, trouxe uma visão otimista sobre o caso. Neste novo mercado, onde o consumidor tem mais poder, as empresas devem cuidar de sua reputação oferecendo-se como parceiras na caminhada com o cliente. Uma relação como essa exige confiança e as empresas não querem perde-la usando os dados de seu cliente de forma irresponsável. Do contrário, não se reconquista mais essa confiança. A permissão dada pelo cliente deve ser usada na dinâmica de interação, com linguagem e conteúdo customizado, de forma a estimular a relação e o constante aprendizado sobre os consumidores. A palestra do Nino Carvalho sobre Redes Sociais, no Planetário, ressaltava a importância da relevância e da privacidade para conseguir se relacionar com o consumidor. É com esse cuidado que a RAPP trabalha e com o qual o Cláudio acredita que o mercado está se desenvolvendo.
Viés Legal – Como o Direito está tentando regulamentar a bagunça
A apresentação de Marcelo Thompson poderia ter sido o momento menos acalorado dos debates. Pensei que, por conta do seu perfil jurídico e até intimidador como Professor Pesquisador Assistente de Direito e Tecnologia da Informação na Universidade de Hong Kong, falaríamos muito sobre meandros do Direito. Que nada! Foi uma apresentação pra lá de informal, cujo destaque ficou por conta do caso do Bus Uncle (o caso de um tio do ônibus estressado em Hong Kong, que gerou debate na mídia sobre as doenças dos tempos modernos e a ética nos meios de comunicação). Foi um exemplo perfeito de como essa bagunça chamada internet confunde conceitos. Ele falou ainda sobre como o Direito vem enfrentando esses novos desafios e como as redes buscam desenvolver suas próprias regulamentações na ausênciade uma lei específica. Assunto para horas de bate-papo. Confira o vídeo:
E você? Se sente invadido com as propagandas que aparecem no seu e-mail? Com a quantidade de spams que recebe? O behavioral targeting está ganhando proporções assustadoras? Você é dos que acham que o Google um dia vai mandar a conta? Comente esse post, manifeste sua opinião e colabore conosco!
Em : 09-09-2009 | Por : Guilherme Mattoso | Categorias : mídias sociais
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Medo! Tensão! Frenesi! O Banco Imobiliário (Monopoly lá fora) está lançando hoje uma versão online integrada ao GoogleMaps onde o jogador poderá, tipo, comprar qualquer rua do mundo! Por agora, qualquer player receberá uma quantia de três milhões de dólares virtuais e, por enquanto, não será necessário fazer negociação.
A competição será mais ou menos assim: a disputa vai rolar durante quatro meses, tempo ideal para o jogador construir seu “império imobiliário”. No fim da corrida, quem tiver mais dinheiro será o dono do mundo campeão (será que terá prêmio em dólares de verdade?). Neste exato momento, simplesmente não consigo entrar na página do jogo… que deve estar apinhada de gente querendo seu quinhão virtual! A parceria entre o Google e o jogo foi muito bem sacada.
Não vejo a hora de rolar um Simcity online ou dar uma turbinada no Simcity Classic Live. Imagina só: você criando suas cidades e interagindo com players do mundo inteiro? Negociando com vizinhos, criando acessos nas fronteiras, trocando mercadoria nos portos, viajando por outras cidades… se liga aí EA!
Bom, assim que conseguir entrar no Monopoly City Streets atualizo o post.
Tá, mas e o livro? Bom, não vou negar que o livro é bastante didático e mostra o caminho das pedras para aqueles que ainda não se aventuraram com os 140 caracteres. O grande barato, porém, é que Spyer consegue em um único documento reunir uma quantidade relevante de informações – em português! – sobre o Twitter, não deixando de privilegiar também os hard users da ferramenta.
Acho o livro fundamental para pessoas e/ou empresas que têm interesse em twittar (ou já twittam), mas ainda ficam se perguntando “pra quê serve isso?”. Caríssimos, leiam a Parte 2, “Negócios, Jornalismo e Política”, e vocês terão insumos para um uso racional da parada. Recomendo, inclusive a impressão do livro, sério mesmo. Só dei mole na hora de imprimir, pois não configurei pra landscape (fiquem ligados!), mas ganhei um bom espaço pra rabiscar e anotar as observações e notinhas. Enfim, quem não curte manuais?! Baixa aí que o DNA recomenda!
* Com esta resenha estreamos a seção Biblioteca DNA, espaço dedicado às recomendações de leitura. Conforme a gente for arrumando a casa, o espaço estará melhor estruturado em breve!
Em : 01-09-2009 | Por : Guilherme Mattoso | Categorias : eventos, sou+web
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Alô galera! No dia 12/09 rola mais uma edição do #soumaisweb com o tema Privacidade na Era da Intimidade Coletiva. A queridíssima Andrea Thompson, que também assina esse blog, será a moderadora do debate e a sugestão dos palestrantes é indicação dela. O encontro será no auditório do Ibeu de Copa das 10h às 13h. Para fazer a inscrição ou saber mais sobre o evento visite o The Godfather!