Não deixe de ler

Brasil: Campeão Mundial no envio de mensagens indesejadas!Brasil: Campeão Mundial no envio de mensagens indesejadas! Esta semana, a Cisco Systems divulgou um relatório em que diz que ficamos em primeiro lugar no envio de Spam, porém, nossa culpa não é assim tão grande, já que muitos computadores infectados por...

Readmore

Sua marca nas redes sociaisSua marca nas redes sociais No dia 15/09 participei do curso "Como trabalhar sua marca nas redes sociais", promovido pelo iDig (Instituto Digital), em Botafogo. Foram 3 professores: - Robert Rodrigues (@alvinerius), Gerente de SEO...

Readmore

  • Prev
  • Next

Sites institucionais: inovação ou morte?

Em : 27-01-2010 | Por : Cibele Aviles | Categorias : Artigos, Inovação, Tendências

0

Ultimamente tenho visto posts sobre o fim dos sites institucionais e, por ter trabalhado “um tantinho” com isso, vou colocar aqui também a minha visão deste mercado.

RECORDAR É VIVER…
passadoLembro quando comecei o meu primeiro estágio, em 1998, como web designer: para montar os sites, as fontes de informações que chegavam em nossas mãos eram cartões de visita dos clientes e folhetos impressos; os textos viravam uma página em HTML, com o logotipo e alguma animação em ‘.gif’. Os sites se resumiam em “quem somos”, “o que fazemos”, e um e-mail e telefone de contato. Posso dizer mesmo que eram folhetos online e as empresas se preocupavam simplesmente em estar presente na internet, sem critérios de como e por que, afinal, a web era maior novidade daquele momento.

Com o passar do tempo, as páginas ganharam mais conteúdo, e as empresas melhoraram a sua forma de apresentação, com uma cara mais profissional e séria. Entraram “história”, “visão e missão”, “localização”, “serviços”, “clientes”, além de um formulário de contato, não mais apenas um e-mail. Aqui também foi a época em que os sites possuiam uma página convidando os usuários a entrar no site (quem se lembra? :) ).

Vieram os sites que utilizavam bastante javascript (menus com on mouse over!), depois os que abusavam das animações em flash,  então o ‘.asp’ e ‘.jsp’, ajax… e há pouco, o conceito de acessibilidade diminuiu o ritmo de animações invisíveis aos leitores de tela.

Tecnologias a parte, nos últimos anos cresceu rapidamente o conceito de comunidades, com a entrada do Orkut (hoje com 6 anos) e mais recentemente do Twitter, que mudaram a posição do telespectador: os consumidores passaram a opinar, trocar ideias e até a interferir nos serviços e produtos oferecidos pelas empresas. E os sites…

MORTE AOS SITES? OU EVOLUÇÃO PARA PORTAIS MAIS DINÂMICOS E INTERATIVOS?
CB058865Esta semana, acessei o site de uma empresa que há tempos não via e percebi que o conteúdo era o mesmo de 3 anos atrás. Pensei: “esse literalmente parou no tempo!”. Mas por quê? Simplesmente porque, há 3 anos, não se via nem se pensava a internet com o dinamismo e o imediatismo que possui hoje.

Os usuários atuais, principalmente os heavy users, o neoconsumidor, a geração Y e as novas que virão por aí, estão mais exigentes, mais seletivas e mais perceptivas a ‘falcatruas’. Sabem dessa sua condição e, por isso mesmo, quando veem que algo não está nos eixos, logo “colocam a boca no trombone”.

Após o “boom” das comunidades e redes sociais na web e a “nova forma” da empresa se comunicar com o seu público, tem-se percebido que os sites institucionais estão ficando realmente fora de moda. O estático perdeu espaço para o dinamismo, que está na vida das pessoas quase full time. A informação chega, é percebida, e dali 5 minutos já está velha. Consequência da evolução (ou revolução?) da web.

As empresas mais inovadoras e antenadas perceberam isso e logo trataram de mudar seus sites. Algumas começaram com o blog institucional, forma de conversar com seus clientes dentro de um ambiente mais controlado que não apenas as comunidades no orkut.

Chegou então o conteúdo mais dinâmico e os serviços ‘úteis’ agregados; o RSS; o video e o audio, além dos textos e imagens, viraram também fontes de informação; aumentou – e bem – o espaço para a integração das comunidades e redes sociais, com um apelo ao conteúdo mais detalhado para o próprio portal. Muitos passaram a possuir perfis oficiais nas comunidades e redes sociais e por ali captam os sentimentos do seu público, atendendo e interagindo com ele.

Isso sem falar na usabilidade e acessibilidade que também começam a entrar nos layouts, contribuindo para encontrar o que se busca com mais rapidez, além das comunidades voltadas para públicos específicos, criadas pelas próprias empresas!

Do lado corporativo, os portais começam a tomar o lugar dos sites institucionais, ao permitir o atendimento a todos os públicos envolvidos com a empresa (internos, stakeholders, externos…). Ambientes voltados para cada um deles, com conteúdo e serviços específicos, possibilidade de personalização através da criação de perfis, participação e colaboração, crescem com mais maturidade.

O que nós, profissionais da área, não devemos esquecer nunca, é que este “mundo maravilhoso” demanda um planejamento alinhado com a estratégia da empresa e muito bem definido, justamente pelo dinamismo da web como um todo. E que no mundo virtual vamos nos deparar com todo o tipo de situação real, e devemos estar preparados para lidar com ela, seja qual for.

direcaoAfinal, este é o papel das áreas de Marketing e Comunicação, certo?

O que vem pela frente, ainda é incerto. Empresas trocarão definitivamente os seus portais por comunidades customizadas? Existe maturidade suficiente para isso dentro e fora delas? Vamos aguardar…enquanto isso, caminhamos de acordo com a evolução de cada uma das partes.

Leia mais:
- post da Risoleta Miranda no FSBPR Digital;

- eMarket;
- Neoconsumidor;
- Geração Y;
- ning;

[ ]’s,

Ciba Aviles
@ctaviles

2010 já começou…segure-se!!

Em : 13-01-2010 | Por : Cibele Aviles | Categorias : Inovação, Tendências

1

E 2010 começa bombando em inovações tanto tecnológicas quanto estratégicas que, consequentemente, refletem no dia-a-dia do profissional de marketing digital. Vejamos algumas:

Tablets PC chegam com força no mercado.

Tablets PC chegam com força no mercado.

TECNOLOGIA

- Google lançou seu celular Nexus One e criou a Google Energy;

- Computadores entenderão humor do usuário;

- e-Readers, tablets, smartbooks, minicomputadores estão chegando com tudo no mercado, é hora de repensar publicações, direitos autorais…

- tecnologia 3D;

- fale ao telefone através da TV;

A CES 2010 trouxe muitas coisas novas, só que a popularização disto tudo demora um pouco, como bem sabemos.

 

 

MARKETING, TENDÊNCIAS, ESTRATÉGIAS

Novos caminhos e tendências, novas estratégias.

Novos caminhos e tendências, novas estratégias.

- publicidade na rede pode ganhar imposto para fundo cultural: será que a moda pega? A iniciativa está partindo da França;

- português é o segundo idioma mais falado no Twitter: acredito que assim teremos um twitter em tupiniquim logo, logo! ;

- o Brasil tem 25 milhões de internautas, mesmo acessando poucas vezes ou através de outros dispositivos que não apenas o PC, o número de acessos a internet no Brasil está aumentando;

- o acesso à internet por dispositivos móveis cresce 148% em um ano: olha o mobile chegando de mansinho, tendência forte sendo confirmada!;

- … e se voltarmos os olhos um pouco atrás, veremos que “Mais de 50% dos consumidores utilizam celulares nas compras no período de festas“;

- o e-commerce bombou no final do ano, o que significa que as pessoas estão bastante seguras com as compras on line;

- a Avon reinventa conceito de porta-a-porta nas redes sociais e busca a inclusão através do público jovem. Acho legal dar uma olhadinha na entrevista com o Alberto Moreau, vice-presidente de marketing da empresa, que saiu no HSM Online;

- falando em redes sociais, a beautifullpeople.com, para manter seu nicho seleto, expulsou muita gente que engordou durante as festas;

- e vamos nos preparando, pois vem aí uma nova geração, menos plugada;

- Google Docs se torna disco virtual: o google sempre ditando moda e seguindo seu plano de “dominar o mundo” (rs!), chegou com mais essa. Teremos agora uma abrangência maior no compartilhamento de informações. Parênteses: E o Wave, alguém tem utilizado?

- …e falando nisso, “Compartilhamento de conteúdo é hábito de quase 70% dos internautas brasileiros“: vamos ficar atentos aos nordestinos e ainda ao msn!

Algumas questões que ainda deverão vir por aí, novamente:

- blogueiros não poderão mais se expressar em seus diários virtuais?
- os jornais vão mesmo bloquear o conteúdo no google?
- o lixo eletrônico vai ter um destino próprio, como na iniciativa da USP?
- quem irá ganhar a guerra entre os notebooks, tablets, netbooks, e-readers?
- e em ano eleitoral, vem aí as disputas pela internet;
-  e em ano de Copa, como serão utilizadas as mídias sociais?;
- a guerra dos navegadores continuará, com certeza, e os desenvolvedores continuarão doidos para adaptar seus layouts em cada um.

Poste nos comentários a sua listinha também! :)

[ ]’s,
Cib@ Aviles

Brasil: Campeão Mundial no envio de mensagens indesejadas!

Em : 10-12-2009 | Por : Cibele Aviles | Categorias : Artigos

2

Esta semana, a Cisco Systems divulgou um relatório em que diz que ficamos em primeiro lugar no envio de Spam, porém, nossa culpa não é assim tão grande, já que muitos computadores infectados por vírus ou outro tipo de malware se aproveitam da falta de cuidado dos usuários e espalham mensagens indevidamente.

Sim, ganhamos mais este título e será que vamos fechar 2009 com a medalha de ouro?

Sim, ganhamos mais este título e será que vamos fechar 2009 com a medalha de ouro?

O ranking agora está assim:

1- Brasil
2- Estados Unidos
3- Índia}
4- Coreia do Sul
5- Turquia
6- Vietnã
7- China
8- Polônia
9- Rússia
10- Argentina

Nos meses de agosto e outubro deste ano,  pesquisas da Symantec divulgaram que o Brasil estava em segundo lugar no ranking mundial no envio de e-mails não desejados, e assim continuou nos três meses seguintes, com os números sempre aumentando.

O fato é que, se estamos promovendo a Inclusão Digital sem uma legislação definida e a cultura da segurança da informação, a tendência é estes números aumentarem cada vez mais.

Conheça um pouco mais sobre o Spam:

CONCEITO

Segundo o antispam.br,  o spam “é o termo usado para referir-se aos e-mails não solicitados, que geralmente são enviados para um grande número de pessoas. Quando o conteúdo é exclusivamente comercial, esse tipo de mensagem é chamada de UCE (do inglês Unsolicited Commercial E-mail).”

O termo é uma abreviação em inglês de “spiced ham” (presunto condimentado). Para saber um pouco da sua história, clique aqui.

NÚMEROS

Em 2003, o Brasil já era o 4° colocado no ranking dos países que mais enviam spam. O estudo, “E-commerce and Development Report 2003”, divulgado pela Unctad (Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento), revelou que o Brasil era responsável por 4,9% de todo o tráfego mundial de spam, ficando atrás apenas dos EUA, China e Reino Unido.

Em 2003, o Brasil já era o 4° colocado no ranking dos países que mais enviam spam.

Em 2003, o Brasil já era o 4° colocado no ranking dos países que mais enviam spam.

Em 30 de julho de 2004, uma pesquisa divulgada pela Commtouch revelou que, no primeiro semestre deste ano, o produto mais anunciado era o Viagra, seguido de anúncios pornográficos e de cassinos. Até então o Brasil estava ainda em 4° colocado.

No ano de 2005, a empresa de análise de mercado Radicati Group, divulgou que 31% dos internautas já haviam clicado em links contidos em spams e mais de 10% já haviam comprado produtos anunciados nas mensagens.

No segundo semestre de 2006, o Brasil liderou o ranking no envio de spam na América Latina, segundo a Symantec, sendo o responsável por 42% de todo spam detectado na região, seguido pela Argentina (14%) e Chile (11%).

Em 2008, um estudo realizado pela NetOfficer, representante da alemã G Data, com base nos relatórios do Security Labs, mostrou que o Brasil é o país que mais repassa mensagens indesejadas, seguido da Alemanha. Pela pesquisa da Symantec, o Brasil havia passado, no mês de julho deste ano, para o 4° lugar em envio destas mensagens.

Em fevereiro de 2009 a Symantec divulgou um estudo que mostrou que o Brasil já era o 2º do ranking mundial e em agosto 12% de toda mensagem indesejada no mundo saiu deste país.

No site Barracuda Central temos dados atualizados sobre este assunto, com gráfico ilustrando as categorias mais enviadas. Abaixo, o gráfico ilustrando os países e categorias que estavam no topo, no dia 25 de setembro de 2009. No cert.br também é possível encontrar estatísticas de notificações reportadas a eles.

barracudacentral25-09-09

COMO EVITAR, COMBATER E DENUNCIAR

Uma análise realizada em 2008, por pesquisadores da Universidade de Cambridge feita com mais de 550 milhões de mensagens, indica que endereços iniciados com as letras A, M, S, R e P são as que recebem proporcionalmente mais junk mail, enquanto a proporção de lixo eletrônico recebido por e-mails iniciados com as letras Q, Z e Y é menor.

No site da Comissão de Trabalho Antispam (CT-Antispam) são encontrados documentos de análises e estudos de combate as mensagens indesejadas.

Para saber mais sobre o que é, as práticas e como denunciar, acesse a Cartilha de Segurança para Internet, do Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança do Brasil (CERT).

No dia 13 de agosto entrou em vigor o Código de Autoregulamentação para prática de E-mail Marketing, criado por diversas entidades brasileiras de internet, comércio e defesa do consumidor, que visa reforçar a prática do envio de e-mail marketing de forma ética, pertinente e responsável. Leia nosso post sobre ela.

SPAM TAMBÉM DESPERDIÇA ENERGIA E POLUI?!

Um estudo elaborado pela empresa de informática McAfee e pesquisadores independentes de alterações climáticas e especialistas em spam do ICF International, com dados levantados em 2008, realizado nos Estados Unidos, Alemanha, Austrália, Brasil, Canadá, China, Espanha, França, Índia, Japão, México e Reino Unido, mostrou que, em todo o mundo, o envio das mensagens indesejadas consome uma energia equivalente a 33 bilhões de quilowatts por hora, ao longo de um ano. Esta quantidade seria suficiente para abastecer 2,4 milhões de casas. Toda esta energia não é aproveitada, já que 80% do spams são ignorados ou apagados pelos internautas.

O estudo mostrou ainda que os filtros de combate ao lixo eletrônico teriam a capacidade de promover uma redução das emissões de dióxido de carbono, visto que essas mensagens não desejadas são capazes de gerar uma poluição equivalente à originada por 3,1 milhões de veículos.

E ELE FUNCIONA!!

Com tudo isso, nos questionamos: o spam funciona? Aparentemente sim! #medoMailbox with clipping path

A Messaging Anti-Abuse Working Group ou Grupo de Trabalho anti-abuso por mensagens (MAAWG), organização que congrega grandes provedores e empresas como Yahoo, Facebook, Telefônica, HP, Sun Microsystems, entre outras, promoveu, em 2009, uma grande pesquisa para entender os hábitos das pessoas em relação ao e-mail e à segurança online. Metade das 800 pessoas que participaram desta pesquisa afirmou que clica nos links que sabem ser considerados spam, e o que os motiva é a curiosidade e desejo de saber no que ia dar a um real interesse pela oferta.

Dos entrevistados, 21% disseram não se prevenir no combate ao envio de lixo eletrônico, seja através de serviços antispam oferecidos pelos seus provedores, ou pela utilização de ferramentas gratuitas. E, embora 82% saberem da existência dos “Cavalos de Tróia” (softwares que permitem que outra pessoa obtenha controle sobre a máquina de um terceiro) e dos malware, apenas 20% acredita que seu computador está sujeito a vírus e 25% não atualizam manualmente seu antivírus achando que isso acontece automaticamente.

A pesquisa apontou também que muitos computadores estão infectados com programas que fazem com que o e-mail de um cidadão comum dispare mais e mais mensagens de spam. Justamente o que a pesquisa da Cisco revelou sobre a liderança do Brasil no envio destas mensagens, esta semana.

[ ]’s,
Ciba Aviles

@ctaviles

 

Geração Y: só se for agora!

Em : 08-12-2009 | Por : Cibele Aviles | Categorias : Mídias sociais, comportamento

2

gerayNascidos mais ou menos entre 1979 e 1991, esta é a geração cuja infância foi marcada por grandes mudanças, em alta velocidade. Seus pais, com o pensamento de sempre lhes dar o que não puderam ter, os encheram de atividades: além dos estudos, futebol, natação, balé, inglês…façam tudo, aproveitem, mas façam bem feito!

Eles viram a tv, que antes tinha número fixo de canais, ganhar de repente centenas de outros, através das tvs a cabo; e agora a entrada da tv digital; viram a chegada dos aparelhos de CD de DVD e, num piscar de olhos, de walkmans e diskmans pularam para os tocadores de MP3, MP4, MP7 e iPods.

Grandes avanços tecnológicos, múltiplas tarefas (com início, meio e fim), muitos desafios durante a infância, fazem destes jovens pessoas proativas, com grande facilidade de aprender coisas novas, que não gostam de rotina e nem se submetem ao que não estão dispostos por muito tempo; com senso de coletividade e prezando o seu bem estar, acabam por ser um tanto impacientes com o que consideram fácil demais para ser realizado, como tarefas rotineiras, do dia-a-dia.

Para eles, a verticalização dentro de uma empresa não tem mais importância: trata todos igualmente, pois sabe que todos tem muito a aprender com todos, a acrescentar coisas novas o tempo todo e agregar mais valores para um fim comum. A história de “sim, chefe”, muda um pouco de figura.

Com o simples clique do mouse estão onde quiserem, navegando, pesquisando, aprendendo, apreendendo e compartilhando as suas experiências com os serviços, marcas, produtos…ou mesmo descobertas individuais que acham que podem refletir no coletivo. Exigem, tanto quanto exteriorizam, a clareza e sinceridade nas relações, ética, honestidade, transparência e compromisso. E publicam em blogs, escrevem e comentam nas redes sociais, espalham pelo mundo afora seus sentimentos sobre o que quer que seja.

Poético? Pois bem…

Agora, pare e pense neles como consumidores. Imagine como a sua empresa está lidando com esse novo consumidor, como deve agir e interagir com ele. Vemos cada vez mais as marcas sendo citadas nas redes sociais (ou Rede de Pessoas) e esta geração, totalmente antenada e on line, exige respostas imediatas.

Mas isso já é papo para outro post…se quiser saber um pouco sobre as marcas nas redes sociais, leia aqui um post que escrevi referente a um curso que fiz, sobre o tema. Veja abaixo um video que retrata um pouco a geração Y.

Notícia relacionada:
Web torna pessoas mais impacientes no mundo off-line, diz estudo

[ ]’s,
Ciba Aviles
@ctaviles

Enoblogs – para amantes de vinho

Em : 02-12-2009 | Por : Guilherme Mattoso | Categorias : Mídias sociais

2

E viva a cauda longa! Não é que tá rolando um agregador de blogs… de vinho?! É o Enoblogs! O objetivo da ferramenta, de acordo com a descrição no site, é “agrupar e organizar o conteúdo produzido na blogosfera brasileira, escrito carinhosamente por dezenas de pessoas apaixonadas pelo vinho e pela gastronomia”. Até a redação deste post, já são 144 blogs cadastrados. Interessante, pois trata-se de uma empreitada brazuca, o que por um lado pode limitar a popularidade apenas ao público de língua portuguesa, mas por outro, tem potencial e pode ser oportunidade para um nicho que, há tempos, não para de crescer no Brasil.

enoblogs
Foi dos anos 90 pra cá, com a “abertura dos portos à nações amigas” que o brasileiro passou a consumir mais e se interessar também por vinhos. Não à toa, hoje sempre esbarramos em festinhas com um mala tirando uma de enófilo, ou com aquele coroa classe média que acha um must guardar as rolhas dos vinhos que bebe em um potão de vidro. Mas, enfim, achei legal a ideia do Enoblogs, mesmo não sendo público-alvo. Será uma fonte de consulta praquele dia que eu quiser agradar a namorada com um jantar romântico…
 
O site tem várias funcionalidades típicas de agregadores, como ranking, listagem de posts, tudo bastante simples, com design leve. Gostei muito do Mapa do Vinho, um aplicativo (posso chamar de mashup tb) que usa o Google Maps pra mostrar onde estão os blogueiros de Baco pelo Brasil.

Abs,
Guilherme Mattoso |
@mattoso

Brizzly: Twitter e Facebook num lugar só

Em : 25-11-2009 | Por : Guilherme Mattoso | Categorias : Inovação, Mídias sociais

0

brizzlyTwitter e Facebook num mesmo ambiente? Com tradutor? E com aquele esquema de bloquear o seguidor, parecido com o que rola no MSN? Pois é. Este é o Brizzly, uma espécie de leitor de feeds de mídias sociais. Antes fechado somente para convidados, o site foi lançado abertamente nessa semana e permite que os usuários gerenciem, ao mesmo tempo, os perfis do Twitter e Facebook.

Será que mais pra frente ele incluirá também outras social media?

O design é um pouco infantil, com um ursinho como mascote e umas texturas de madeira, mas uma vez logado a interface do serviço é bem simples e funcional, dando uma turbinada nas funcionalidades, se compararmos com o Twitter, ou uma simplificada em relação ao Facebook.

Com o Brizzly você não pode adicionar fotos, vídeos, cadastrar eventos (Facebook) e também não aceita aplicativos para o Twitter. Tá, mas  qual é a grande vantagem pr’eu começar a usá-lo?

Bom, os criadores do site prometem uma série de novidades, aproximando-se do que hoje nós encontramos no Google Reader, indo além de um simples RSS Feed, aproximando-se dos hábitos dos seus usuários e facilitando sempre a vida deles. É isso que o Brizzly promete também. O ThingLabs, aliás, é formado por ex-funcionários do Google. (Via Tiago Dória)

Abs,
Guilherme Mattoso |
@mattoso

Briga de gigantes: será que vai pra frente?

Em : 24-11-2009 | Por : Cibele Aviles | Categorias : Atualidade

0

Fight

É, pois é, vem aí mais uma briga de gigantes, e mais uma vez a Microsoft está dentro, como oportunista: conteúdo pago x conteúdo “encontrado”. Digo mais um briga de gigantes porque no passado a Microsoft brigou com a Apple, e, para quem não conhece a história, recomendo o filme “Piratas do Vale do Silício”.

Em tempos em que muito se fala em compartilhar informações, que o poder está com as pessoas e não mais com as empresas, interatividade, participação coletiva, criação conjunta de conteúdo etc., temos de repente um choque de conceitos: duas empresas de peso sinalizam que o conteúdo poderá ser sim, pago. De certa forma, se tudo correr como o que se está noticiando.

A primeira, News Corp, empresa de mídia que publica jornais como o Wall Street Journal e Times, entre outros, quer restringir o acesso às suas informações no Google; e a segunda, Microsoft, quer aproveitar esta decisão e promover sua ferramenta de busca Bing, ao ofertar valor determinado para a exclusividade do acesso a informação destes jornais.

Engraçado que, no mesmo dia foi noticiado (pelo próprio Wall Street Journal) que a Wikipedia está mal das pernas, pelo fato das pessoas estarem abandonando o site, não estarem mais publicando como antes (perdeu mais de 49 mil editores durante os três primeiros meses de 2009, comparados com apenas 4.900 do mesmo período no ano anterior). Leia a reportagem da Folha on line (que tem o conteúdo público)

Para quem conhece um pouco de web, sabe que é possível impedir que o google indexe conteúdo de sites, bastando determinar no arquivo robots.txt (recomendo leitura do livro SEO, do @webpaulo, resenhado aqui).

Ficam algumas questões a serem respondidas:
O que as pessoas estão pensando sobre isso? Concordam, discordam? Vivemos e respiramos conteúdo encontrado e valorizamos isso atualmente.

Até que ponto as empresas de mídia se incomodam em ter o seu conteúdo disponível para ser encontrado?

A Microsoft poderia deixar de ser concorrente direta do Google, ao disponibilizar apenas conteúdo exclusivo, se focar nisso? Será que outras empresas aceitariam esta condição?

O que vocês estão achando disso tudo? Deixem a sua opinião para nós!

Vamos aguardar as cenas dos próximos capítulos…

Leia mais:

Estadao.com.br 
- Globo on line
- Portal Terra

[ ]’s,

Ciba Aviles
@ctaviles

LIVRO – SEO Otimização de sites

Em : 24-11-2009 | Por : Guilherme Mattoso | Categorias : Biblioteca DNA

0

livro_seoO Livro “SEO Otimização de Sites”, de Paulo Teixeira, serve como um verdadeiro manual para o profissional de internet que está interessado em se aventurar no campo da Search Engine Optimization (SEO), ou seja, da otimização de websites. É sempre bom lembrar que estamos falando de um profissional que é referência no assunto, por isso a relevância do conteúdo está mais do que garantida!
 
O livro é bem didático e tem uma linguagem simples e clara, muito útil e indicado para não iniciados no assunto e marinheiros de primeira viagem. Paulo mostra o caminho das pedras para obter “sucesso” utilizando das técnicas de SEO, mas sem muito be-á-bá, ou seja, não espere por tutoriais completos mostrando como se fazer um planejamento tim-tim por tim-tim.
 
Nesse sentido, o livro nos leva desde os números e a importância de se estar bem posicionado nos sites de busca até a explicação do que é palavra-chave e sua importância no planejamento de SEO. E tudo isso com dicas e links úteis para ampliar a pesquisa e se aprofundar no assunto. Para mim, um dos capítulos mais bacanas é o “Otimizando Sites”, onde é possível ter uma visão ampla de como tornar seu site alinhado aos padrões web e prontinho para ficar no topo das pesquisas.
 
E no final do livro ainda rola um glossário com termos utilizados em marketing de busca! Se você tem interesse na área e não sabe como começar este livro pode ser o pontapé inicial pra você começar a entender do assunto sem muita complicação.

Abs,
Guilherme Mattoso |
@mattoso

O Futuro das Agências – o que fazer para garantir a sobrevivência numa nova era?

Em : 18-10-2009 | Por : Cibele Aviles | Categorias : #soumaisweb, Eventos, Mídias sociais

2

E este foi o tema do 11º Sou+web, no dia 17 de outubro. Desta vez o DNA Digital não conseguiu marcar presença, porém, como vários twitters, acompanhamos a transmissão através do qik, via @bigdigo.

Com participação de profissionais de grandes agências, as exposições e discussões foram muito agregadoras e de extrema reflexão, passando pela humildade na mudança da cultura interna, entendimento do seu dna, análise SWOT, até a qualificação e atualização constante do profissional.

Diversas colocações como “querer continuar na zona de conforto é o mesmo que se manter na zona de miopia”, “não existem super especialistas em web 2.0, só existem estudiosos; portanto, sejam mais humildes”, “já não somos mais a geração Coca-cola, somos a geração Digitalis”, “especialista sabe-tudo? Somos generalistas e aprendemos de tudo. Sempre desafiamos a zona de conforto” trouxeram a tona o que os profissionais de Marketing Digital andam vivendo ultimamente não só dentro das agências mas também dentro das empresas como um todo. Levante a mão quem nunca tentou inovar e foi em algum momento questionado sobre a real confiabilidade dessa tal web….

Estamos no século XXI e as ‘novas gerações’ – X e Y -, já nascidas no mundo digital (aliás, até que ponto eles sabem o que é analógico?) ou durante a transição, já não veem as midias tradicionais como as demais gerações. Hoje tudo está integrado, as midias se convergem e se completam. E é por isso que os profissionais das áreas de comunicação e marketing devem ficar fora da zona de conforto, da zona de miopia; mais do que entender analógico ou digital, devem conhecer e analisar o cenário, compreender o comportamento do consumidor, montar estratégia e planos de ação, saber antropologia, filosofia, análise SWOT…devem trazer o conhecimento e aplicá-los no ambiente on line!

E, as empresas, quando olharem para os seus funcionários e compreenderem que ali também existem conhecimentos e experiências para serem agregados, entenderão que seu planejamento estratégico deverá ser revisto e que o caminho da convergência é inevitável. Afinal, dentro das empresas as pessoas são funcionários, mas fora delas, são consumidores, blogueiros, twitteiros etc.

Algumas outras frases que surgiram durante o encontro e que achei que agregam bastante foram:

- “Tem muitos “especialistas” em mídias socias. Como se é um meio em transformação constante?” (Este tema está bem polêmico: existe especialista ou não, afinal?)

- “Somos transformadores da história e isso nos faz ter TESÃO em trabalhar em internet”

- “Depois d Darwin agora vivemos o homo digitalis. É o novo profissional, novo pensamento: pensamento multiplataforma”

- “A internet é o desenvolvimento do pensamento humano que se desdobra em conceito e tecnologia”

Let’s think about it!!

Palestrantes desta edição:

- Nick Ellis (@nickellis) – Blogueiro do Digital Drops

- Risoletta Miranda (@rizzomiranda) – Diretora-Executiva da FSB PR Digital

- George Benson (@superbenson) – Diretor de Novas Mídias da DPZ

- Alexandre Carvalho (@acarvalho) – Executivo de mídias sociais da LVBA Comunicação.

Veja aqui um consolidado do evento, feito por @cristianoweb

E aqui as fotos, clicadas por @brunofontes

WAW RJ – Como transformar números em ação

Em : 17-09-2009 | Por : Guilherme Mattoso | Categorias : Eventos

3

Ontem participei pela primeira vez do Web Analytics Wednesdey, ou simplesmente waw, para os íntimos. Tocado pela Alessandra Gonçalves, da Gonçalves & Gonçalves, o encontro que rola mensalmente no auditório da ESPM, no Centro do Rio, trouxe a palestra da Daniella Morier, da Avantare, com o tema “Como transformar números em ação”.

Ficamos devendo a cobertura via Twitter :(

Não vou negar que o atraso de quase uma hora incomodou um pouco e teve gente que acabou desistindo de acompanhar o bate-papo, mas quem ficou se deu bem. A apresentação, sucinta e direta não cansou e o momento “perguntas e respostas” funcionou .

Bom, mas vamos a apresentação. Em pouco mais de 30 minutos, Daniella deixou claro que números são vazios se não houver ação, ou seja, de que adianta apresentar relatórios extensos, com acessos, visitas e mil e um gráficos se estes não servem de norte para os objetivos do cliente/empresa?

waw-rj
Daniella Morier em palestra na ESPM (Twitpic da Alessandra Gonçalves)

“Precisamos, em primeiro lugar, ver quais são os objetivos do negócio, o que eu quero atingir com este canal. Aí sim, partimos para a interpretação dos dados”, disse.

Daniella explicou ainda que, para a Avantare, a compatibilidade de agendas é fundamental para o sucesso da estratégia: alinhar as expectativas do que o usuário quer, cumprir o que a empresa deseja e, aí sim, medir o sucesso da ação.

Foram ainda apresentados algumas dicas para potencializar a ação, como planejar “visitas ideais” ao site (com organogramas), ter foco nos KPIs e traçar a organização das métricas no ciclo: 1. atração > 2. conquista > 3. conversão > 4. relacionamento.

A palestra estará disponível, em breve, no site da Avantare.

O espaço para perguntas começou meio tímido, mas logo virou uma conversa interessante sobre os desafios, dúvidas de se trabalhar com métricas em site de vendas online/offline. Em seguida rolou aquele newtworking coffeebreak básico, mas não fiquei até o fim, no happy hour na Devassa.